sexta-feira, 22 de maio de 2009

Documentário HOME – O mundo é a nossa casa (em Português)



A Terra formou-se a partir de partículas de poeira cósmica, o milagre da vida então ocorreu. Nos lagos quentes da Terra originou-se as Arqueobactérias, há 4 mil milhões de anos atrás, alimentando-se do calor da Terra. Excepto as cianobactérias, as algas verdes, que possuem a capacidade de obter energia do Sol e são os ancestrais das plantas de hoje em dia. Essas bactérias foram as responsáveis pela alteração natural da atmosfera, mudando o destino do Planeta, com a transformação do CO2 em O2, libertado na atmosfera. Podendo assim, gerar outras formas de vida na Terra.


Com a vida na Terra, toda espécie tem a sua função e o seu lugar, todos se balanceiam. E há 200 mil anos o Homo sapiens surgiu nessa história mudando a face da Terra. Começando com: a agricultura, que foi a primeira grande revolução, a menos de 10 mil anos dando a luz a cidades e civilizações. Em seguida, a humanidade encontrou uma forma de explorar as energias submersas na terra, como óleo, gás, carvão e minérios. Isso gerou uma rápida mudança no Planeta, uma revolução industrial aconteceu, criação de máquinas, fábricas, grandes edificações e etc., a tecnologia tomou conta.

Quanto mais o mundo cresce, maior é o consumo de energia e essa energia não está a ser renovada. Como a água, que está ficando escassa com o passar dos tempos, a falta de água poderá afetar 2 mil milhões de pessoas antes de 2025. As florestas são os pilares do balanço climático de que dependemos. Em 40 anos a maior floresta tropical do mundo foi reduzida em 20%, a floresta amazónica, todo o desmatamento no planeta está voltado para a agricultura, pecuária e industrialização. O transporte, indústrias, desmatamento, agricultura.

Nossas atividades são responsáveis pela libertação de grandes quantidades de carbono, mudando o balanço climático do Planeta. Ocasionando um aquecimento global, que está a afectar muito o nosso Planeta e só quem tem a perder com isso somos nós, e  reduzindo a variedade de espécies de seres vivos aqui da Terra.

Mas alguns países ainda são pessimistas e estão dando a volta por cima. Fortalecendo a cultura, educação e inovação. ONGs desenvolvendo solidariedade. A preservação está cada vez mais em alta no Planeta, beneficiando a todas as espécies. Cabe a nós escrever o que acontecerá daqui para frente JUNTOS.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O Filme Home HD (Português, narrado por Eduardo Rêgo)


Em cerca de 200.000 anos de existência, o Homem conseguiu romper o equilíbrio concebido durante perto de 4 milhões de anos de evolução da Terra.

O preço a pagar é muito elevado, mas já é tarde demais para sermos pessimistas: restam apenas 10 anos à humanidade para inverter esta tendência, tomar consciência da exploração desmesurada das riquezas da Terra que temos vindo a efectuar e alterar o nosso modo de consumo.

Muito mais do que um filme, HOME será um acontecimento mundial: pela primeira vez na história, esta longa metragem de Luc Besson, será lançada gratuitamente e em simultâneo em mais de 50 países, sob todos os suportes (cinema, TV, DVD e na internet).

HOME fala de mudanças climáticas, desertificação de solos agrícolas e do nível das águas; transpondo para o grande écran as fotografias da série La Terre vue du Ciel de Yann Arthus-Bertrand (livro que ilustra o estado em que se encontra o planeta, mas mostra que ainda há maneiras de salvá-lo).

Patrocinado pelo grupo de luxo PPR (que detém marcas como Saint Laurent, Balenciaga e Gucci); a verba arrecadada após a estreia do filme será transferida para a associação Good Planet, que luta pela protecção do meio ambiente.

A emissão de gases poluentes gerada pela produção deste filme será compensada através do apoio a projectos ambientais da Action Carbone, ONG especializada em compensação e créditos de carbono.

Encontro marcado com o Planeta a 5 de Junho!

Sem dúvida que Yann Arthus-Bertrand é um excelente fotógrafo e com a mão de Luc Besson será um grande alerta.
E há mais: de acordo com Richard Leaky e Roger Lewin, em Sixth Extinction, as extinções provocadas pelos seres humanos podem ter atingido um número 120 mil vezes mais elevado que as extinções naturais.

Biografia
Yann Arthus-Bertrand

Página Oficial
Yann Arthus-Bertrand

Canal Youtube

terça-feira, 19 de maio de 2009

Tim Flannery, a simbiose bactérias-corpo humano, a crise da água, a baixa produtividade dos OGM, EcoSeed e os 10 piores crimes ambientais


Tim Flannery [bio], investigador da Austrália, sobre alterações climáticas.

1. A profunda simbiose entre bactérias e os seus hospedeiros humanos está a forçar os cientistas a perguntar: será que somos organismos ou ecossistemas vivos ? [SEED Magazine, Maio 2009]

2.Sete investigadores abordam a verdade sobre Conflitos devido à Água [Seed Magazine, Maio 2009]

3. Novo portal Global Green Portal EcoSeed

4. Novo relatório quebra um dos principais dogmas dos OGM: um redondo falhanço em aumentar a produtividade agrícola [pdf, 51 pág]

5. America’s Top 10 Worst Man Made Environmental Disasters [Earth First]

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Lynn Margulis - uma excepcional oportunidade de ver uma lição sobre a sua Teoria da Evolução

Dois vídeos: o de cima, uma entrevista a Lynn Margulis.
O vídeo ainda mais importante, e que, infelizmente, não posso exibir (pois não dão oportunidade de obter o código) é o documentário completo da sua lição e cerimónia de Doctor Honoris Causa, pela Universidade de Barcelona aqui (cerca de 1h15 min). Imperdível.
Quem é Lynn Margulis?
Página Oficial Wiki (inglês) Wiki (português)

sábado, 16 de maio de 2009

Alguns animais nasceram selvagens e outros não

Scientists have Identified Genetic Regions Linked to Tameness
by Denise Chen
June 24, 2009 [posted here]


There are lots of differences between wild and domestic animals. Consider a wolf versus a dog, or a lion versus a cat. Aside from changes to make them look different, domestic animals are bred to be comfortable around people. And to even like human company!

Since these traits are bred into these animals, it makes sense that genes are involved. Now, in a new study, scientists have managed to narrow down genes involved in tameness to five big DNA regions. And they found that two of these genomic regions are particularly important.

These results show that genetics can explain tameness. The next step is to figure out what genes are important in these regions. And to understand which versions of these genes become more common in animal generations that go from being wild to domesticated.

Animal Tameness, a Genetic Thing?

Different versions of many genes likely explain the differences between wild and domesticated animals.
Over 15,000 years ago, dogs were the first animals to become domesticated. Now, there are many more examples all around us. We find these examples in our food (chickens), clothing (sheep), transportation (horses), friendships (pets), and research subjects (rats, mice).

All of these animals came from wild ancestors. Researchers have wondered for a long time how they became tame.

In 1972, scientists in Russia began an experiment to figure this out. They caught wild rats from around the city and sorted them into aggressive and tame groups.

Rats’ tameness was determined with the glove test. A human hand (in a protective glove) is put into a rat’s cage. The aggressive rats will scream, attack, or run away from the hand. The tame rats will allow touching and handling, and some will even approach and investigate the hand.

The scientists have bred the most aggressive rats to each other and the tamest rats to each other twice a year since then. Now there are two very distinct groups, the very aggressive and the very tame.

Remember, these rats are the same species. And they’re raised in very similar conditions. The most likely reason for their different behavior is that they each inherited different versions of the tameness genes from their parents.

Populations tend to have lots of different versions of the same genes. That’s why some people have pale skin and others have dark. Or why some people tend to be happier than other people. And why some animals are tamer than other animals.

The first step in finding out why an animal is tame is to find the DNA regions that have the genes involved in tameness. The next is to find the actual genes in those regions. And the final step is to see what differences there are in these genes between tame and aggressive animals.

The researchers in this study have found five DNA regions important in tameness. They haven’t found the genes or the gene differences that explain the behavior yet. But they have found that the genes there work together to make an animal tame.

Finding Tameness DNA

Genes can explain why some rodents are aggressive and others are friendly.

To find the tameness regions, the researchers took rats from both extremes and bred them together. Then they bred all the rats from this generation with each other to completely mix up all their genes. The researchers ended up with grandpups ranging from very aggressive to very tame. Some grandpups were even more extreme than their grandparents!

The researchers bred the mice with each other to keep from going down the wrong track. What if, for example, the tame rats’ ancestors happened to have a version of a gene that had to do with digesting food and not with tameness?

All of the rats’ ancestors would share that same gene even though it has nothing to do with tameness. The researchers would find this gene and try to use it in their studies. Mixing the rats beforehand helps get rid of a lot of these sorts of false leads.

Also, the aggressive and tame rats may have had different versions of the tameness genes. In other words, there may not be a single tameness version or a single aggressive version of any given gene. The researchers wanted to figure out how these alleles all worked with each other. And the best way to do that was to mix them up and see what happens.

The researchers tested the grandpups for many different things and looked over their DNA. Because rats have so much DNA, the researchers needed to zoom in on useful regions to look at. They used a process of elimination.

First, they eliminated the genes that were different among the tame rats. Since these genes were different, they could not have contributed to every tame rat’s tameness.

Next, they eliminated the genes that were the same between the aggressive and tame rats. Tame rats shouldn’t share the same versions of tameness genes with the aggressive rats, so any shared gene versions probably aren’t involved in tameness.

When they were done, they found five big DNA regions linked to tameness in these rats. They called these regions Tame-1 all the way to Tame-5. The researchers found that Tame-1 and Tame-2 have a particularly strong influence on rat tameness.

Tameness Genes Work Together

Genes work together like groups of lights in a movie theater that help you see.
When they looked more closely at these genomic regions, the researchers found that they are part of a ‘tameness’ network. This means that the genes in these five regions communicate with each other to determine how a rat should behave. This communication is called epistasis. Epistasis means that genes cooperate with each other to get a job done.

Imagine that someone dropped a tube of chapstick in the movie theatre. She might be able to find it using the walkway lights. But when the movie is over and the lights get turned on, the walkway lights only kind of help.

If tameness is measured by the amount of light in the movie theatre, Tame-1 is the light switch that controls the main theatre lights and Tame-2 controls the walkway lights. When Tame-1 is off, the theatre is completely dark and turning on Tame-2 produces a good amount of light to help her to see. However, when Tame-1 is on, it lights up the entire room and turning Tame-2 on or off has a less of an effect.

Tame-1 is the main region that has the biggest effect on rat tameness, Tame-2 has less of an effect, and Tame-3 through Tame-5 have even smaller effects.

The next steps will be to actually find the genes that make these DNA regions important. And then to find the differences that make an animal tame. Finally, it will be interesting to see if the same genes are involved in tameness for dogs, cats, and all of the other domesticated animals out there.

Of course, tameness is just one trait of domestic animals. Other traits are related to personality and eating habits, physical size, anatomy, color patterns, as well as hormone and chemical levels in the body. This is an early study and so the researchers haven’t yet associated these with the ‘tameness’ genes. Future studies may possibly link some of these traits. There are many changes that take place for an animal to become domestic, but we are on our way to figuring out how we can all have lions as a household pet!

More Information

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Para os não interessados em receber publicidade electrónica


Video anti-publicidade The Product is You ,da Adbusters de 1999 (e agora, dez anos depois?)

No Portal do Consumidor a partir de 9 de Maio já é possível registar-se na Lista Nacional de não interessados em receber comunicações publicitárias.

A Internet e os telemóveis, nomeadamente através de e-mails, SMS e MMS, tornaram-se veículos publicitários atractivos, permitindo aos anunciantes chegar a um grande número de consumidores, a um custo reduzido.

As inscrições de pessoas e empresas na Lista é aqui.

Quanto aos autocolantes nas caixas de correio basta enviar o pedido para o endereço de mail: autocolantes@ic.pt (o IC é de Instituto do Consumidor).
Não são muito rápidos a entregar, mas é grátis e o ambiente agradece.



quinta-feira, 14 de maio de 2009

As minhas leituras - O Português que se correspondeu com Darwin

Já tenho o livro há uns tempos. Mas também desejo falar-vos de Paulo Trincão, o autor.
É com enorme prazer que reproduzo a postagem sobre o autor no Natureza Naturada.

Lembramos que o Professor Paulo Renato Trincão foi, efectivamente, o último director do Museu Nacional da Ciência e da Técnica, tendo sido nomeado para o cargo pelo ministro Mariano Gago, aquando do seu primeiro mandato no tempo de Guterres. Houve quem pensasse, ingenuamente, que tinha finalmente chegado a hora do Museu se erguer definitivamente. Criava-se, também, junto do Museu, o primeiro Instituto dedicado ao estudo da História da Ciência e da Técnica em Portugal. Uma área em que existia (e existe) uma lacuna, bem reconhecida pelo ministro aquando do discurso da tomada de posse de Paulo Trincão. Paulo Trincão deixou-nos também uma fotobiografia fabulosa do Professor Mário Silva. Mas estavam enganados. Bastou ter caído o governo, para que os seguintes, os governos de Durão e Santana, terem feito tudo para deitar abaixo o Museu, destituindo o Professor Renato Trincão e dando alento às ideias mesquinhas de uma certa direita retrógrada, bem coimbrinha, que sempre se abrigou à sombra do PSD. Entretanto, eis que retorna Mariano Gago para um novo mandato, agora sob os auspícios do engenheiro Sócrates. Infelizmente, esquecendo o que tinha feito durante o seu primeiro mandato, dando razão aos carrascos do Museu, desfere-lhe a derradeira machadada ao entregar todo o espólio do Museu Nacional aos cuidados da Universidade de Coimbra, mantendo no cargo, desde o início, o director Paulo Gama da Mota, que tinha sido nomeado no tempo do PSD, acumulando este com o cargo de director do novo Museu da Ciência da Universidade de Coimbra... enfim... incompatibilidade que nunca deveria ter sido permitida, mas que neste país… enfim… O Professor Mário Augusto da Silva e a cidade de Coimbra não mereciam mais esta afronta!

Pena que o ministro tenha dado o dito por não dito e que, provavelmente, pela primeira vez no mundo, pasme-se, tenha sido possível encerrar um Museu Nacional de Ciência. Este acto só é comparável com a destruição das estátuas dos budas gigantes pelos talibãs no Afeganistão. Coimbra ficou mais pobre, mas Portugal também. Porreiro, pá!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A Ouvir Deep Forest - Pacifique



1. Expedição num barco feito de material plástico reciclado que atravessou o Pacífico, desde a Califórnia até à Austrália [visita e conhece toda a viagem e projecto em Adventure Ecology]

2. O infeliz fenómeno antogénico conhecido por Trash Vortex, é uma mancha enorme de resíduos de plástico que circulam como corrente no Norte do Pacífico

3. Fotografias da Erosão Costeira nas ilhas Palau

4. O desenvolvimento da Permacultura nas ilhas do Pacífico e conheça a obra do pioneiro Russ Grayson



terça-feira, 12 de maio de 2009

Sobre nativismo


Léopold Sédar Senghor dizia que a emoção é negra como a razão é grega. Senghor às vezes tinha ideias parvas. Um negro africano que é educado num ambiente intelectualmente estimulante onde se promove o espírito científico, que tem acesso a uma boa escola, pode tornar-se um especialista em física quântica ou nanotecnologia, e um grego ou americano ou sueco educado numa aldeia onde o único intelectual é o feiticeiro local pode vir a ser um brilhante dançarino e um excelente declamador de poesia tradicional. Há uns anos atrás (antes do acelerado processo de modernização de Portugal nas últimas três décadas), a vida de um camponês português era o trabalho duro não-mecanizado no campo, com intervalos para dançar o vira e rezar aos santinhos para que a colheita das batatas fosse boa. Era esperado que a vida do filho dele fosse semelhante. Os movimentos nativistas como a negritude, de que Senghor foi um expoente, tinham subjacente a ideia de que o contacto com a cultura dos colonizadores corrompia e que o verdadeiro nacionalista tinha que ir procurar uma suposta pureza cultural nativa, intocada e magnífica, vinda directamente das raízes da mãe-terra, ligada aos rituais ancestrais. Em Timor o nativismo revelou-se no mauberismo, que exaltava aqueles que, ao contrário dos assimilados, tinham supostamente conseguido não ser conspurcados pelo colonialismo. O mauberismo produziu pouco em termos literários, alguma coisa ao nível da chamada poesia de combate (má, na maior parte) e algumas cantigas políticas. Mostrou-se contudo muito produtivo como forma de propaganda política e mobilização, e nalguns sectores a sua influência continua até hoje. Porém, nesta época de marketing new age, em que muita gente anda à procura de autenticidade e de culturas e práticas medicinais milenares, e outras coisas que tais, Portugal também exporta malais nativistas para Timor. São uma espécie engraçada, querem tudo típico, pitoresco, e realmente tradicional: as roupas, o artesanato, a música, a comida... (Indignam-se se alguém lhes sugere que comam nasi goreng, por ser indonésio, e exigem katupa, que crêem verdadeiramente timorense, sem saberem que a palavra katupa é ela própria um antigo empréstimo lexical do malaio). Os nativistas acham que o bom nativo é o nativo genuíno, gostam que os indígenas sejam autênticos e ficam chateados quando os autóctones não colaboram.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Documentário - Journey To The Edge Of The Universe


A National Geographic apresenta a primeira viagem precisa e ininterrupta da Terra até aos confins do Universo, utilizando um único plano contínuo, graças à espetacular tecnologia de computação gráfica (CGI).

Baseado em imagens captadas pelo telescópio Hubble, "Viagem aos Confins do Universo" explora a ciência e a história por detrás dos corpos celestes distantes do Sistema Solar.

Esta espetacular e épica viagem pelo cosmos leva-nos desde a Terra, passando pela Lua e pelos nossos planetas vizinhos, para fora do nosso Sistema Solar, até às estrelas, nebulosas e galáxias mais próximas e mais além – até aos próprios confins do Universo.

Ao terminar este vídeo, terá uma consciência inédita do universo astronomicamente imenso e invisível em que flutuamos como um grão de poeira no oceano.

Este vídeo leva-o numa viagem pelo universo como se estivesse a assistir a uma aventura de ficção científica. No entanto, precisa de se lembrar constantemente de que o que está a ver é real.

sábado, 9 de maio de 2009

O Grupo Gaia preparou um dossiê sobre gripe suína



A gripe suína tem gerado uma onda de preocupação por todo o mundo. Contudo, parece haver pouco debate na sociedade portuguesa sobre a história, ecologia e economia política desta pandemia. Por essa razão, o GAIA achou importante explorar o assunto da gripe A(H1N1) sob uma outra perspectiva, através de um conjunto sólido e diverso de artigos de opinião de cientistas, historiadores e activistas sociais.
O GAIA considera que a defesa da saúde pública não pode ficar refém de análises superficiais, parciais e dificilmente isentas sobre uma potencial pandemia, que por sinal é altamente benéfica para a indústria farmacêutica. Por isso, propõe um olhar "um pouco mais além da pandemia", para entender as causas sócio-ecológicas deste e de outros surtos epidémicos recentes e explorar as redes de interesses em torno da sua mediatização. O dossier continua aberto a novas contribuições.
Disponível no portal do GAIA, o dossier conta actualmente com os seguintes artigos:
A gripe (João Vasconcelos Costa, virologista)
As origens genéticas do virus
(Wikipedia / Lemonde.fr)
A gripe suína desvenda o monstruoso poder da indústria pecuária
(Mike Davis, professor de História)
O nome da gripe é Smithfield Foods
(Cristóvão Feil)
Gripe suína: uma aliança suspeita entre a agro-indústria e as farmacêuticas
(Gualter Barbas Baptista, GAIA)
O lucro, outra epidemia que avança
(Silvia Ribeiro, investigadora do ETC, México)
Face à gripe, um compromisso dos camponeses
(Gustavo Duch, presidente dos Veterinarios Sin Fronteras)
A gripe suína na comunicação social corporativa
(ligações externas)

sexta-feira, 8 de maio de 2009

O Bê-á-Bá do BPN


A maior fraude financeira na história de Portugal deixou um buraco de pelo menos 1,8 mil milhões de euros. Os contribuintes estão a pagá-lo, mas muitos não entendem como foi possível. O esquerda.net faz-lhe um desenho.




segunda-feira, 4 de maio de 2009

Música do BioTerra: Temple Of The Dog - Hunger Strike


Ainda o legado de Darwin: Biojogos e evolução do Homem


Baseado na publicação do genoma completo do chimpanzé, num artigo histórico na Nature, onde afirma que os humanos e chimpanzés partilham 96 por cento do mesmo material genético, este vídeo procura visualizar a similaridade e alguma distância da sequência do DNA mitocondrial entre nós e os chimpanzés.

Biojogo
Building Bodies - Seja um paleoantropólogo, aprenda a montar o esqueleto humano e de um chimpanzé e conheça as principais diferenças anatómicas entre estas duas espécies.

Fontes de informação e sítios a visitar: Biologia Interativa e Becoming Human

sábado, 2 de maio de 2009

EDP faz Campanha Publicitária Hipócrita


Em grande contraste com a excelente qualidade deste vídeo de A.Santos, a nova campanha da EDP é vergonhosa e pura lavagem verde. Então vamos ter uma barragem no Sabor, rio que transborda fauna e flora únicas (que deixará de existir quando a barragem for construída) e pretendem cuidar da biodiversidade não se sabe quando nem onde vão ? E alguma vez as nossas barragens têm sido benéficas para as águias (aves rupícolas)?
As barragens que provocam alterações na geologia (muitas vezes golpes fundos nas montanhas) e alterações paisagísticas profundas, erosão das margens dos rios, fim do habitat e extinção de património humano, por deslocação de povoações inteiras e às vezes à força (sem ter havido consulta pública).

As ONGA já manifestaram o seu inteiro repúdio. Ler aqui o comunicado