- Condicionamento de acesso e sanções: nenhuma criança deve ser admitida em creches, escolas (públicas ou privadas), ATL ou colónias de férias sem o boletim de vacinação em dia. Caso seja detetada a ausência de vacinas, deve aplicar-se um prazo limite de três meses para regularização, sob pena de cancelamento da matrícula. Paralelamente, ao tornar o ensino presencial obrigatório e banir o ensino doméstico, os pais incumpridores devem ficar sujeitos a multas administrativas pesadas (a exemplo dos 2.500 euros aplicados na Alemanha).
- Abrangência a adultos e profissionais de risco: a obrigatoriedade vacinal deve estender-se a quem lida diretamente com populações vulneráveis - pessoal médico, trabalhadores de hospitais e lares, professores e funcionários de creches ou centros de acolhimento. A ausência de imunização deve proibir a contratação ou motivar a suspensão de funções.
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Programa Nacional de Vacinação: as assimetrias regionais e o refúgio das redes antivacinas em Portugal
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Muitos homens evitam envolver-se na questão da crise climática porque o torna feminino
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| Arnold Schwarzenegger é um orgulhoso defensor do clima. Homens, não querem ser como o Arnold? |
sábado, 8 de novembro de 2025
COP30: Sánchez anuncia mais fundos face às alterações climáticas e alerta para o risco dos negacionistas
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
Estudo: percepção e preocupação global da crise climática
segunda-feira, 18 de agosto de 2025
A maior desregulamentação climática da história dos EUA: Trump quer revogar limites às emissões
domingo, 10 de agosto de 2025
Vergonha
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Miguel Sousa Tavares in "Expresso" de 07/08/2025 |
domingo, 23 de junho de 2024
Milhares de pessoas marcham em Londres pela proteção da natureza e do clima
segunda-feira, 6 de maio de 2024
Acção Climática Já: mitigação e adptação
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024
Cientista climático famoso ganha um milhão de dólares numa acção contra bloggers de direita
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024
Os atrasados do clima são os partidos Chega e Iniciativa Liberal- travemos e denunciemos os negacionistas climáticos
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024
John Clauser, que nunca foi Professor de Física é membro activo da CO2 Coalition
— CO2 Coalition (@CO2Coalition) November 22, 2023
quarta-feira, 31 de janeiro de 2024
O que John Clauser diz está errado. Travemos a desinformação climática e os negacionistas climáticos

quinta-feira, 21 de dezembro de 2023
Os novos negacionistas

domingo, 8 de outubro de 2023
Oú va L´Humanité ? - Laurent Testot
[Histoire Globale]terça-feira, 27 de junho de 2023
"Muito preocupante". Quais os 13 grupos de extrema-direita em Portugal?
“A rápida ascensão e influência do Chega é um aviso de que nenhum país é verdadeiramente imune a forças exclusivistas, demagógicas, e que até mesmo minúsculos partidos de extrema-direita podem expandir rapidamente a sua base de apoio”. Este é um dos alertas vertidos no relatório da organização não-governamental norte-americana Global Project Against Hate and Extremism (GPAHE) sobre Portugal, divulgado esta terça, 27, e a que a VISÃO teve antecipadamente acesso. “O fervor nacionalista branco e anti-imigração entre os grupos de extrema-direita em Portugal é muito preocupante”, refere a presidente e cofundadora Wendy Via num comentário que acompanha o conteúdo do documento, no qual são identificados 13 “grupos de ódio e de extrema-direita” nacionais.
Fundado em 2020 por Wendy Via e Heidi Beirich, duas veteranas da luta pelos direitos civis e especialistas em movimentos extremistas, o GPAHE combate o extremismo de direita enquanto “ameaça existencial às democracias prósperas e inclusivas” e recorre a informações públicas a partir da Imprensa, de documentos e relatórios oficiais dos governos, registos judiciais, publicações, sites e contas nas redes sociais dos grupos em questão. As suas denúncias e atividade têm auxiliado o congresso dos EUA, são acolhidas em conferências da ONU e ajudaram as multinacionais de tecnologia a bloquear conteúdos extremistas que violam as regras dos seus serviço. O relatório sobre a realidade portuguesa é o quinto de uma série que inclui França, Bulgária, Irlanda e Austrália.
Active Club Portugal, Alternativa Democrática Nacional (ADN), Associação Portugueses Primeiro, Blood and Honour (B&H) Portugal, Chega, Chega Juventude, Habeas Corpus, Ergue-Te/Partido Nacional Renovador (PNR), Escudo Identitário, Força Nova, Movimento Social Nacionalista, Portugal Hammerskins e Proud Boys Portugal são os 13 grupos, partidos e movimentos cujo perfil é identificado e detalhado no documento. Segundo a GPAHE, todos mantêm “crenças e atividades que menorizam, assediam ou inspiram violência contra pessoas com base nos seus traços de identidade”.
O “veneno” Chega
No caso do Chega, a ONG norte-americana sedeada no Alabama considera que o partido liderado por André Ventura “tem trabalhado para envenenar o discurso nacional com uma retórica racista, anti-LGBTQ+, anti-imigração e anticigana” e se transformou numa espécie de casa comum para identitários, conspiracionistas, supremacistas brancos, nostálgicos de Salazar, nacionalistas cristãos e outros extremistas de direita “que apoiam o autoritarismo”.
O relatório dedica ainda alguns parágrafos à Juventude Chega, o ramo oficial da geração mais nova que aderiu ao partido liderado pela deputada Rita Matias e que, segundo o relatório, tem “membros mais radicais”. O documento destaca mensagens e afirmações públicas de dois elementos do braço juvenil da formação política de Ventura, Francisco Araújo (ramo do Porto), João Antunes (ramo de Coimbra), que difundem conteúdos abertamente racistas e fascistas. Mas há mais: Gonçalo Sousa, Afonso Gonçalves, Alexandre Gazur
Segundo a GAPHE, os dados globais recolhidos mostram que, em Portugal, “há hoje uma clara tendência de internacionalização entre elementos de extrema-direita”. E assinala ainda: “Onde antes o nacional-socialismo, a fidelidade ao regime salazarista ou as visões lusotropicalistas do império português dominavam grande parte da extrema-direita pós-25 de abril, hoje, a extrema-direita portuguesa bebe cada vez mais dos movimentos neofascistas franceses (Movimento Social Nacionalista), neofascistas italianos (Escudo Identitário/Força Nova), identitários franceses (Portugueses Primeiro/Escudo Identitário) e até dos supremacistas brancos americanos (Proud Boys Portugal)”, lê-se no documento. Embora menos influente do que nos seus homólogos franceses, a teoria da “Grande Substituição” – alegada conspiração de “elites” ou “globalistas” para “substituir” as populações europeias brancas por estrangeiros – também se apoderou de setores radicais de direita nacionais, de acordo com o relatório. “Os movimentos radicais de extrema-direita inspiram terrorismo, assassinatos em massa e políticas de restrições de direitos em todo o mundo e, como mostra o nosso relatório, os vários movimentos estão cada vez mais interligados”, refere Heidi Beirich, cofundadora do Projeto Global contra o Ódio e o Extremismo, numa outra nota que acompanha o documento. “A segurança comum e das democracias está em risco. É fundamental que as pessoas, local e globalmente, entendam o cenário radical de extrema-direita, como ele opera e como os pontos se ligam dentro dos países e transnacionalmente, a fim de combater as ameaças desses grupos, para que possamos estar à frente deles. Esperamos que estes relatórios ajudem os defensores e os decisores políticos a fazer isso.”
quinta-feira, 25 de maio de 2023
Tina Turner: uma das muitas vítimas da "medicina alternativa"
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023
Indústria de combustíveis fósseis fora da política!
Petição
- Revogar o acesso destas empresas às instituições europeias, a começar pela retirada imediata dos cartões de acesso aos seus representantes.
- Aplicando um regime de conflito de interesses para políticas climáticas e energéticas, como as restrições às políticas de saúde que foram impostas à indústria do tabaco.
- Criar na Europa um grupo consultivo para a justiça social e ambiental com diferentes ONGs, grupos de pobreza energética e sindicatos.
- Desde fevereiro de 2022, houve mais de 100 reuniões entre representantes de empresas de petróleo e gás e membros da Comissão Europeia (ou seja, uma a cada dois dias): [Em inglês]
- As empresas de combustíveis fósseis também superaram quase todas as delegações nacionais na COP27 em 2022
- Euronews
- EU Observer [Em inglês]
- Corporate Europe [Em inglês]
- Climatica
sexta-feira, 6 de janeiro de 2023
Infodemia - uma nova crise do séc. XXI
quinta-feira, 5 de janeiro de 2023
Umberto Eco- sobre as redes sociais
quarta-feira, 7 de dezembro de 2022
Trump hosts event featuring QAnon, 'Pizzagate' conspiracy theorist at Mar-a-Lago

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