segunda-feira, 28 de agosto de 2023
França irá proibir uso da abaya em escolas
domingo, 25 de junho de 2023
“Tenho muita dificuldade em ver um país muçulmano exemplar nos direitos humanos” – xeque Munir
quarta-feira, 7 de junho de 2023
ONU apresenta avanços no trabalho para alcançar justiça para as vítimas do Daesh
quarta-feira, 17 de maio de 2023
O selo da Jornada Mundial da Juventude- estética Estado Novo e demonstra a côr política do Vaticano
- A Inquisição e a perseguição aos judeus.
- A evangelização dos povos indígenas do Canadá e da América do Sul, a evangelização em África.
- A proximidade e conluio com os ditadores da extrema-direita no Brasil, Argentina e Chile.
segunda-feira, 10 de abril de 2023
Música do BioTerra: El Lebrijano com a orquestra Andaluz de Tânger - Dame la libertad
quinta-feira, 3 de novembro de 2022
Pedofilia nos estados islâmicos
- No Egito, o casamento só é permitido pela lei após os 18 anos.
- Na Turquia, o casamento só é permitido pela lei após os 18 anos. O casamento aos 17 é permitido somente com o consentimento dos pais. Aos 16, é necessária uma autorização da justiça do país e, antes disso, é proibido.
- Na Arábia Saudita, o casamento só é permitido pela lei após os 18 anos.
- Nos Emirados Árabes Unidos, o casamento só é permitido pela lei após os 18 anos.
- Na Palestina, o casamento só é permitido pela lei após os 18 anos.
- Na Indonésia, o casamento só é permitido pela lei após os 19 anos.
terça-feira, 1 de novembro de 2022
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas
O Deus das Pequenas Coisas, da indiana Arundhati Roy (Companhia de Bolso, 352 páginas), poderia ser descrito como um livro sobre a relação quase siamesa entre irmãos gémeos. Ou sobre a Casa Ayenemen, um lugar em que realidade e imaginação se misturam de forma fluída. Mas a melhor definição é da própria autora: essa é uma obra sobre as leis que determinam “quem deve ser amado, e como. E quanto”.
quinta-feira, 20 de outubro de 2022
Sahel tornou-se "uma bomba" que pode explodir e causar problemas graves à Europa

segunda-feira, 17 de outubro de 2022
Averróis - Um muçulmano erudito, contemporâneo de D. Afonso Henriques
domingo, 25 de setembro de 2022
A morte de Mahsa Amini gera uma onda de protestos no Irão


sábado, 11 de setembro de 2021
Como está o Mundo depois do 11 de Setembro?

domingo, 20 de junho de 2021
Ainda Ronaldo e a Coca-Cola
quarta-feira, 19 de maio de 2021
A crise na Palestina e a desonestidade intelectual de Henrique Raposo

No artigo de hoje no Expresso, Henrique Raposo compara Israel, um Estado, ao Hamas, um movimento político, armado e religioso. Ao fazê-lo, Henrique Raposo, que não é um ignorante, engana deliberadamente os seus leitores, contribuindo para desinformar e alimentar a radicalização. Contudo, existe um aspecto que torna Israel comparável ao Hamas: ambos praticam o terrorismo, ainda que em formatos diferentes. Sendo o israelita mais eficaz e mortífero.
Henrique Raposo afirma que Israel, um Estado belicista, protege os direitos das mulheres e dos gays, ao passo que o Hamas, um movimento extremista, não o faz. Poderia Henrique Raposo comparar a qualidade da democracia no Estado de Israel àquela praticada pela Autoridade Palestiniana na Cisjordânia? Ou, sei lá, os terroristas do Hamas aos terroristas de um dos muitos grupos extremistas judeus, como Yigal Amir, o homem que matou Yitzhak Rabin? Poder podia, mas isso não serviria os propósitos ideológicos subjacentes ao texto de Henrique Raposo.
Mais: caso decidisse ser intelectualmente honesto, algo que não foi claramente a sua intenção, Henrique Raposo teria que abordar as constantes violações do plano de partilha do território, a questão dos colonatos ilegais na Cisjordânia, toda história do êxodo que começou em 1948, que levou a que mais de 700 mil palestinianos perdessem as suas casas e todas as suas posses às mãos do autoritarismo sionista, para não falar na violência do apartheid em que Israel se transformou. To name a few. Mas era chato e lá se ia a narrativa.
Mas sim, Raposo tem razão neste aspecto: não existe equivalência moral possível. Não existe equivalência moral possível entre um Estado criado de raiz de forma administrativa, à força e segundo a lei do mais forte, com o drama de um povo, que sempre habitou aquelas terras, e que foi expulso de suas casas, remetido para guetos, e vem sendo massacrado desde então, abrindo caminho à ascensão de forças terroristas como o Hamas. Não existe equivalência moral possível. A única equivalência possível é imoral e é entre sucessivos governos sionistas, não raras vezes de extrema-direita, como o actual, e aquilo que de pior se produziu em termos de barbárie fascista na Europa e não só.
domingo, 1 de janeiro de 2017
domingo, 18 de dezembro de 2016
Música do Bioterra : Muslimgauze - Turkish Black Sea
domingo, 17 de julho de 2016
Documentário "Califa" e o Golpe na Túrquia
O "Califa", título original "The Caliph - The story of over 1.300 years of Islamic history" é um documentário muito interessante da Aljazeera acerca do Califado, da sua origem em 632 até 1924 (período durante o qual obviamente sofreu várias mutações). Muito pertinente para perceber melhor o mundo em que vivemos. Dividido em 3 partes, o último episódio está previsto para 29 de Julho.

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