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sábado, 13 de dezembro de 2025

Ecologia espiritual: uma nova visão para a conservação da natureza

E-Livro aqui

Introdução
A ecologia espiritual tem vindo a ganhar relevância no debate ambiental contemporâneo, ao propor uma ligação profunda entre o ser humano e a Terra. Mais do que uma abordagem científica, trata-se de uma visão que integra ética, cultura, espiritualidade e ecologia. Num momento marcado por crises climáticas, perda de biodiversidade e degradação dos ecossistemas, esta perspetiva convida a repensar a relação humana com o planeta.

Este artigo tem como objetivo explorar os fundamentos conceptuais da ecologia espiritual, identificar os seus principais pensadores e avaliar a forma como esta perspetiva contribui para práticas e políticas de conservação da natureza.

A essência da ecologia espiritual
A ecologia espiritual parte da ideia de que a natureza possui valor intrínseco, independentemente da sua utilidade para a humanidade. Inspirada em tradições ancestrais e em contributos da ecologia profunda, esta visão realça três princípios fundamentais:
  • Interdependência entre todos os seres vivos;
  • Valor intrínseco da Terra como comunidade de vida;
  • Transformação ética e espiritual para enfrentar a crise ecológica.
Pensadores que moldaram esta abordagem
Vários autores contribuíram para consolidar a ecologia espiritual:
  1. Arne Næss, filósofo da ecologia profunda, defendeu uma mudança do antropocentrismo para uma visão ecocêntrica.
  2. James Lovelock e Lynn Margulis, com a Hipótese Gaia, mostraram a Terra como sistema vivo e autorregulado.
  3. Thomas Berry, historiador cultural, apelou à criação de uma nova narrativa cosmológica capaz de reconectar humanidade e planeta.
  4. Joanna Macy articula espiritualidade e ativismo ambiental em processos de reconexão com a vida.
  5. Vandana Shiva destaca o valor das cosmologias indígenas e ecofeministas na proteção dos ecossistemas.
  6. Seyyed Hossein Nasr lembra que a crise ecológica também é uma crise espiritual da modernidade.
  7. A espiritualidade franciscana, atualizada na Laudato Si’, reforça a ideia de “casa comum”.
Um impacto visível na conservação da natureza
A ecologia espiritual contribui para a conservação de várias formas:
Motiva comportamentos ambientais mais profundos e duradouros, baseados no cuidado e não apenas na gestão técnica.
Valoriza saberes ecológicos tradicionais, que têm protegido florestas, rios e territórios ao longo de séculos.
Influência narrativas ambientais globais, reforçando a ética da responsabilidade e do cuidado planetário.

Conclusão
A ecologia espiritual não substitui a ciência ecológica, mas amplia-a, oferecendo novas linguagens, valores e horizontes de sentido. Num tempo de grandes desafios ambientais, esta perspetiva pode ajudar a construir culturas de cuidado e práticas de conservação mais integradas, participativas e transformadoras. Ao reconectar o ser humano com a Terra, abre caminho para uma verdadeira mudança civilizacional.

Referências bibliográficas
  1. Berry, T. (1999). The Great Work: Our Way into the Future. Bell Tower.
  2. Lovelock, J. (2000). Gaia: A New Look at Life on Earth. Oxford University Press.
  3. Macy, J., & Brown, M. Y. (2014). Coming Back to Life: The Updated Guide to the Work That Reconnects. New Society Publishers.
  4. Margulis, L. (1998). Symbiotic Planet: A New Look at Evolution. Basic Books.
  5. Næss, A. (1989). Ecology, Community and Lifestyle. Cambridge University Press.
  6. Nasr, S. H. (1968). Man and Nature: The Spiritual Crisis of Modern Man. Allen & Unwin.
  7. Pope Francis. (2015). Laudato Si’: On Care for Our Common Home. Vatican Press.
  8. Shiva, V. (2016). Earth Democracy: Justice, Sustainability, and Peace. North Atlantic Books.

domingo, 26 de novembro de 2023

Coração Verde. Green Heart


“Este mundo curioso que nós habitamos é mais maravilhoso do que conveniente, mais bonito do que útil, mais para ser admirado e apreciado do que usado.”
Henry Thoreau (1817-1862)

“O bem-estar e o florescimento da vida humana e da não-humana sobre a terra têm valor em si próprios (valor intrínseco, valor inerente). Esses valores são independentes da utilidade do mundo não-humano para os propósitos humanos.”
Arne Næss e George Sessions (1984)

“Em suma, o papel da ecologia profunda na sociedade contemporânea é libertador, transformador e questionador. Há uma utopia na ecologia profunda, uma utopia baseada não na contínua e intensificada conquista ou domínio da natureza não-humana pelo homem, mas baseada na busca pela auto-realização.” 
Bill Devall (1980 - artigo científico no Journal of Natural Resources)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Ecologia Profunda - o que é?

A Ecologia Profunda foi proposta pelo filósofo norueguês Arne Naess em 1973 como uma resposta a visão dominante sobre o uso dos recursos naturais. Arne Naess se inclui na tradição de pensamento ecológico-filosófico de Henry Thoreau, proposto em Walden, e de Aldo Leopold, na sua Ética da Terra. Denominou de Ecologia Profunda por demonstrar claramente a sua distinção frente ao paradigma dominante. No Brasil, nesta mesma época, o José Lutzemberger já propunha ideias semelhantes e desencadeava o movimento ecológico brasileiro com a criação da AGAPAN (Associação Gaucha de Proteção ao Ambiente Natural).

O quadro abaixo demonstra, pelo menos em parte, as propostas de Arne Naess e as suas diferenças frente a visão de mundo predominante.

Visão de Mundo
Ecologia Profunda
Domínio da Natureza
Harmonia com a Natureza
Ambiente natural como 
recurso para os seres humanos
Toda a Natureza tem valor intínseco
Seres humanos são superiores 
aos demais seres vivos
Igualdade entre as 
diferentes espécies
Crescimento económico e material 
como base para o 
crescimento humano
Objetivos materiais 
a serviço de objetivos maiores de 
auto-realização
Crença em amplas 
reservas de recursos
Planeta tem 
recursos limitados
Progresso e soluções 
baseados em alta tecnologia
Tecnologia apropriada e 
ciência não dominante
Consumismo
Fazendo com o necessário e 
reciclando
    Comunidade nacional 
    centralizada
Biorregiões e 
reconhecimento de 
tradições das minoriais

Naess A. The shallow and the deep, long-range ecology movements: a summary. Inquiry 1973;16:95:100.


terça-feira, 17 de novembro de 2020

Os Oito Princípios da Ecologia Profunda

Arne Naess

"A Ecologia Profunda (Deep Ecology) é um conceito filosófico que considera que todos os elementos vivos da natureza devem ser respeitados, assim como deve ser garantido o equilíbrio da biosfera. O termo surgiu quando, em 1972, foi publicado o artigo “The shallow and the deep, long range ecology movement. A summary”, do filósofo e ambientalista norueguês Arne Naess (1912-2009). Ele distinguiu as correntes ambientais entre movimentos superficiais ou rasos (com tendência antropocêntrica e egocêntrica) e movimentos profundos (não antropocêntricos, mas ecocêntricos)", escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate, 05-06-2017.

Eis o artigo.
“Se você construiu castelos no ar, não pense que desperdiçou seu trabalho;
eles estão onde deveriam estar. Agora construa os alicerces”
Henry Thoreau (1817-1862)
Relembrar os princípios mais profundos da ecologia é uma boa maneira para se comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente – 05 de junho – ainda mais neste momento em que se comemora os duzentos anos do nascimento de Henry Thoreau (nascido em 12/07/1817).

A Ecologia Profunda (Deep Ecology) é um conceito filosófico que considera que todos os elementos vivos da natureza devem ser respeitados, assim como deve ser garantido o equilíbrio da biosfera. O termo surgiu quando, em 1972, foi publicado o artigo “The shallow and the deep, long range ecology movement. A summary”, do filósofo e ambientalista norueguês Arne Naess (1912-2009). Ele distinguiu as correntes ambientais entre movimentos superficiais ou rasos (com tendência antropocêntrica e egocêntrica) e movimentos profundos (não antropocêntricos, mas ecocêntricos). Os movimentos rasos (ou maquiagem verde) limitam-se a tentar minimizar os problemas ambientais e garantir o enriquecimento das sucessivas gerações humanas (a despeito do empobrecimento da natureza), enquanto a Ecologia Profunda vai na raiz dos problemas ambientais e defende os direitos de toda a comunidade biótica.

Na definição do físico, ambientalista e escritor Fritjof Capra (nascido em 1939): “A ecologia rasa é antropocêntrica, ou centralizada no ser humano. Ela vê os seres humanos como situados acima ou fora da natureza, como a fonte de todos os valores, e atribui apenas um valor instrumental, ou de ‘uso’, à natureza. A ecologia profunda não separa seres humanos – ou qualquer outra coisa – do meio ambiente natural. Ela vê o mundo, não como uma coleção de objetos isolados, mas como uma rede de fenômenos que estão fundamentalmente interconectados e interdependentes. A ecologia profunda reconhece o valor intrínseco de todos os seres vivos e concebe os seres humanos apenas como um fio particular na teia da vida”.

Em 1984, Arne Næss e George Sessions publicaram o texto “Basic Principles of Deep Ecology” onde enumeram os oito princípios da plataforma da Ecologia Profunda, conforme apresentado abaixo (em tradução livre para o português). Estes princípios estão em conformidade com o pensamento de Henry Thoreau (1817-1862) e são, cada vez mais, atuais diante da ameaça, crescentemente vigente no Antropoceno, da sexta extinção em massa da vida na Terra.

Assim, cabe reafirmar que entre as principais ameaças à vida estão a perda de biodiversidade e as mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento global. O Acordo de Paris oferecia uma resposta tímida, mas correta no sentido de mitigar as emissões de gases de efeito estufa. Porém, o rompimento unilateral provocado por Donald Trump e pela saída obscurantista dos Estados Unidos de um Tratado Internacional que demorou anos para ser aprovado, mostra o quanto é difícil buscar uma relação minimamente harmoniosa entre a civilização e o meio ambiente. Em nome do crescimento econômico e da geração de emprego (sujo) o presidente dos EUA, desorganizando a governança internacional, atua no sentido de acelerar o ritmo de destruição da natureza, reforçando a marcha que leva ao precipício da civilização e ao ecocídio.

A sociedade depende da natureza e não o contrário. O ser humano não pode continuar agindo como um ectoparasita que mata seu hospedeiro e destrói os ecossistemas.

Não faltam estudos e avisos sobre a crise ecológica em curso.

Desta forma, mais do que nunca é preciso lembrar e reafirmar os ensinamentos da Ecologia Profunda e os 8 princípios para mudar o Mundo, escritos por Arne Næss e George Sessions:

1.Valor inerente: O bem-estar e o florescimento da vida humana e da não-humana sobre a terra têm valor em si próprios (valor intrínseco, valor inerente). Esses valores são independentes da utilidade do mundo não-humano para os propósitos humanos.

2.Diversidade: A riqueza e a diversidade das formas de vida contribuem para a realização desses valores e são valores em si mesmos.

3. Necessidades vitais: Os seres humanos não têm nenhum direito de reduzir essa riqueza e diversidade exceto para satisfazer necessidades humanas vitais.

4.População: A prosperidade da vida humana e das suas culturas é compatível com um substancial decrescimento da população humana. O florescimento da vida não-humana exige essa diminuição.

5.Interferência humana: A atual interferência humana no mundo não-humano é excessiva e a situação está piorando aceleradamente.

6.Mudança de políticas: Em conformidade com os princípios anteriores, as políticas precisam ser mudadas. As mudanças políticas afetam as estruturas básicas da economia, da tecnologia e da ideologia. A situação que resultará desta alteração será profundamente diferente da atual.

7.Qualidade de vida: A mudança ideológica ocorrerá, sobretudo, no apreciar da qualidade de vida (manter-se em situações de valor intrínseco), em vez da adesão a padrões de vida mais elevados. Haverá uma consciência profunda da diferença entre o grande (quantidade) e o importante (qualidade).

8.Obrigação de agir: Aqueles que subscrevem os princípios precedentes têm a obrigação de tentar implementar, direta ou indiretamente, as mudanças necessárias.

Referências:

ALVES, JED. Henry Thoreau: um revolucionário, Colabora, RJ, 20/01/2016
Arne Næss and George Sessions. Basic Principles of Deep Ecology, The Anarchist Library, 1984
Fritjof Capra. A Teia da Vida, Cultrix, São Paulo, 1997

Outras Fontes


terça-feira, 21 de junho de 2011

Curta-metragem: Old Apparatus



Old Apparatus - 14:00 from Deep Medi Musik on Vimeo.

Um pouco na linha de pensamento da postagem que abordei a relação Homem- Máquina-Natureza.
O jornalista e filósofo Adauto Novaes, num dos capítulos do livro "O homem-máquina: a ciência manipula o corpo", publicado em 2003, afirma que:
Tudo caminha – principalmente o corpo – para o artifício. Ou melhor, observamos o início de uma substituição do ser e de suas experiências da vida – isto é, da antiga relação, em nós, da natureza e do espírito (espírito entendido como inteligência, potência de transformação) – por mecanismos implantados em nós. Poderíamos dizer, sem risco de erro, que um corpo tecnicizado guarda ainda ‘qualidades ocultas’ do corpo natural, enigmas que nos levam a pensar, permanentemente, o jamais pensado ainda?”.
Por outras palavras, indaga-se se as tecnologias chegarão ao ponto de anular a essência humana, substituindo a criatividade e espontaneidade.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Arn Naess [1912-2009] e Bill Devall [1938-2009] In Memoriam


Segue um excelente registo videográfico dos fundadores do Movimento da Ecologia Profunda e uma pequena bio de Bill Devan.


Portrait of the Norwegian philosopher Arne Naess and the Deep Ecology Movement. Made in 1997 by Rerun Productions, The Netherlands. Shot on location in Naess's hut Tvergastein on the Hardangervidda mountain plateau, and in Berkeley, USA. With Bill Devall, Vandana Shiva, George Sessions, Helena Norberg-Hodge, and Harold Glasser

Faleceu em 26 de Junho do ano passado, Bill Devall o co-autor do livro "Ecologia Profunda: dar prioridade à natureza na nossa vida" (título da edição portuguesa, de 2004; no original, Deep Ecology: living as if nature mattered, 1985), sendo o outro autor George Sessions. Bill Devall foi um dos marcos do movimento da Deep Ecology, daí a sua relevância em termos globais.

A morte surgiu na sequência de uma operação de coração aberto. A sua última aparição em público foi provavelmente em Setembro 2008 na conferência da Society for the Human Ecology na Western Washington University em Bellingham.

Nasceu em Kansas City, Kansas, em 2 de Dezembro de 1938, licenciou-se na Universidade de Kansas e doutorou-se na Universidade de Oregon. Ensinou na Universidade de Alberta por um período curto e foi muitos anos docente em sociologia na Humboldt University (Califórnia do Norte).

Além do livro já citado, que foi o seu primeiro, escreveu ainda:

- Simple in Means and Rich in Ends, 1988

- Living Richly in an Age of Limits, 1993

Activista, foi um dos fundadores do North Coast Enviornmental Center com sede em Arcata, agiu a favor da reciclagem e da proteção das praias, florestas e espécies em perigo a nível local; a nível nacional dos EUA, destacou-se na luta pela proteção das florestas antigas do Pacífico Noroeste.

Foi praticante de Budismo Zen, tendo ajudado a fundar a comunidade Zen local.

Editou numerosos artigos, e compilou o livro Clearcut: The Tragedy of Industrial Forestry, tendo sido co-compilador de numerosos livros e artigos de Arne Naess, o filósofo norueguês inspirador do movimento da ecologia profunda, entre os quais Selected Works of Arne Naess, 2005, e, com Alan Drengson, da antologia Ecology of Wisdom: Writings by Arne Naess, 2008.

Baseado numa nota do número do Outono 2009 da revista Environmental Ethics.

sábado, 10 de julho de 2010

Bibliografia usada nas minhas aulas



Bibliografia



Considero que o professor deve fundamentar a sua pedagogia em consultas bibliográficas constantes, renovando e reavaliando sempre que possível os seus métodos e práticas pedagógicas. A pesquisa na internet é constante e é sempre muito grande e intensa. Não faria sentido registar todos os sites onde obtive documentos, imagens, gráficos, etc. Vou concentrar-me na pesquisa bibliográfica, CD-ROM e DVD que utilizei para a leccionação ao longo de mais de 18 anos lectivos. 

Obras Consultadas


Aires, L. (2009). Disciplina na sala de aula. Ed. Sílabo

Alberts, B., Johnson, A. et al. (2010). Biologia Molecular da Célula. Ed. Artmed

Almeida, A. e Vilela, M.ª. (1996). Didáctica das Ciências - Aceleração Cognitiva . Ed. Asa

Alves, R. (2002). A Alegria de Ensinar. Ed. Asa

Amorim, A. (2002). A Espécie das Origens. Ed. Gradiva            

Arosa F., Cardoso E. e Pacheco F. (2007). Fundamentos de Imunologia . Ed. Lidel

Azevedo, C. (1999). Biologia Celular. Ed.  Lidel

Birzea. C. (1982). A Pedagogia do Sucesso. Ed. Livros Horizonte

Bryson, B. (2008). Breve História de Quase Tudo. Ed Quetzal

Campos, B. (1989). Psicologia do Desenvolvimento e Educação de Jovens. Ed. Universidade Aberta

Coppens, Y. (1983). O Macaco, a África e o Homem. Ed. Ciência Aberta

Cooper, D. (1971). A Decadência da Família. Ed. Portugália

Damas,M. (2010). Os Portugueses são Analfabetos Sexuais e… Emocionais. Ed. Livros d´Hoje

Dawkins, R. (2003). O Gene Egoísta. Ed. Gradiva

Devall, B. e Sessions,G. (2004). Ecologia Profunda. Ed. Sempre-Em-Pé

Domingues. I. (1995). Controlo Disciplinar na Escola- Processos e Práticas. Ed. Texto Editora

Figueiredo, S. (2008). Os Dinossauros de Portugal. Ed. Cosmos

Freire, P. e Faundez, A. (1985). Por uma Pedagogia da Pergunta. Ed. Paz e Terra

Freire, P. (1993). Política e Educação: Ensaios. Ed. Cortez

Freire, P. (2003). Pedagogia da Autonomia. Ed. Paz e Terra

Garcia, R. (2004). Sobre a Terra. Ed. Público

Gould, Stephen Jay (2006). Darwin e os Grandes Enigmas da Vida. Ed. Martins Fontes

Guyton, A. (2007). Tratado de Fisiologia Médica. Ed. Guanabara Koogan

Junqueira, L. e Carneiro, J. (2004). Histologia Básica. Ed. Guanabara Koogan

Justino, D. (2010). Difícil é Educá-los. Ed. FFMS

Koolman, J. e Roehm, K. (2005).  Color Atlas of Biochemistry. Ed Thieme

Krupp, F. (208). Reinventar a Energia. Ed. Estrela Polar

Langaney, A. (1994). Os Homens- passado, presente, condicional. Ed Gradiva

Léveque, C. (2002). Ecologia- do Ecossistema à Biosfera. Ed. Instituto Piaget

LIPOR- Materiais sobre Agricultura Biológica e Luta Biológica

Margulis, L. e Sagan,D. (1990). As Origens do Sexo Ed. 70

Marçalo-Grilo, E. (2010). Se Não Estudas, Estás Tramado. Ed. Tinta da China

Machado, S. e Machado, R. (2005). Imunologia Básica e Aplicada às Análises Clínicas. Ed. Universidade Federal do Rio de Janeiro

Monbiot, G. (2007). Calor- Como Impedir o Planeta de Arder. Ed Via  Óptima

Monteiro, M. (2007). Área de Projecto 12º Ano: Dossier do Professor. Porto Editora

Murray, P; Rosenthal, K. e Pfaüer, M. (2005). Microbiología médica. Ed. Elsevier

OCDE (1991). A Ecologia e a Escola. Ed. Asa

Parker, S. (2007) Anatomia e Fisiologia do Corpo Humano. Ed. Civilização

Pelt. J-M. e Cuny, J-P. (1998). A Aventura Prodigiosa das Plantas. Ed. Gradiva

Pereira, L. e Ribeiro, F. (2009). O Património Genético Português. Ed. Gradiva

Peres, E. (1996). Emagrecer. Ed. Caminho 

Perrenoud, P. (2002). Aprender a negociar a mudança na educação. Edições Asa 

Ribeiro, A. (1990). Planificação e Avaliação do Ensino-Aprendizagem. Ed. Universidade Aberta

Ruffié, J. (1982). Tratado do Ser Vivo vol I e II. Ed. Fragmentos

Salgueiro, J. (2004). Ervas, Usos e Costumes. Ed. Colibri

Santos, B. e Tomé, A. (2003). Consumactor- O Consumidor Contra a Má Globalização. Ed. Temas e Horizontes

Shubin, N. (2008). Quando Éramos Peixes. Ed. Estrela Polar

Silva, M. (2005). Alimentos Transgénicos - Um guia para consumidores cautelosos. Ed. Universidade Católica

Smith, J.M. e Szathmáry, E. (2007). As Origens da Vida. Ed. Gradiva

Trindade, R. (2002). Experiências Educativas e Situações de Aprendizagem- Novas Práticas Pedagógicas. Ed. Asa

UNESCO (1996)

Vieira, P. A. (2003). Estrago da Nação. Ed. Dom Quixote

Wolpert, L. e Richards, A. (1992). Uma Paixão pela Ciência. Ed. Salamandra

Weismar, A. (2007). O Mundo Sem Nós. Ed. Estrela Polar

Zabalza, M. (1992). Planificação e desenvolvimento curricular na escola. Ed. Asa


Outras publicações

Programas e Manuais Escolares

Relatórios produzidos por várias instituições governamentais e universitárias (APAMB; ONU, Comissão Europeia; IPCC - Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas, etc)

Revistas :  Forum Ambiente; Geo; Science et Vie;  National Geographic; Adolescentes; O Verde; Ar Livre; Pardela; Noesis; Revista Ciência e Educação; Scientific American

Cadernos Pedagógicos do Jornal Público e da DREN/Ministério da Educação

Jornais diários: Público; Jornal de Notícias

Catálogos de Exposições:
Inside- Arte e Ciência
O Corpo Humano Como Nunca o Viu
A Evolução de Darwin

CD-ROM e DVD

11ª Hora
Viagem à Volta do Mundo – Ed. Comércio Justo
Anatomia e Fisiologia do Corpo Humano
Série BBC do Corpo Humano
Genomania
A Terapia Génica
Uma Verdade Inconveniente
Laboratório Virtual 
Factus Multimedia
BBC Vida Selvagem

Actualizado em 10 de Julho de 2010

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Dossiê Ecologia Profunda, Ética Ambiental e Bioética Profunda


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