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sexta-feira, 20 de março de 2026

EUA e Irão estiveram à beira de um acordo nuclear, diz Omã


O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, que mediou as negociações entre EUA e Irão, revelou que Teerão e Washington estiveram, por duas vezes, “à beira de um acordo” nuclear nos últimos nove meses. Por isso, Badr Albusaidi sublinha que o ataque conjunto de Israel e EUA contra o Irão foi recebido com “choque”. Para o chefe da diplomacia de Omã, o ataque norte-americano ao Irão foi o “maior erro de cálculo” da administração Trump.

“Por duas vezes em nove meses, os Estados Unidos e o Irão estiveram à beira de um acordo concreto sobre a questão mais complexa que os divide: o programa nuclear iraniano e os temores americanos de que ele se possa transformar num programa militar. Portanto, foi um choque, mas não uma surpresa, quando a 28 de fevereiro — apenas algumas horas após as últimas e mais substanciais negociações — Israel e os Estados Unidos lançaram novamente um ataque militar ilegal contra a paz que, por um breve período, parecera realmente possível”, sublinhou Badr Albusaidi, num artigo publicado no Guardian

segunda-feira, 1 de julho de 2024

Lavagem verde da multinacional Dentsu


A empresa de publicidade Dentsu mostrou uma solução para limpar o ar. Para tal instalou um mural na Euston Road, um dos pontos mais poluídos de Londres. O mural mostrava uma mulher cor-de-rosa e roxa a apanhar os fumos numa rede. O molho secreto: uma tinta supostamente capaz de converter os poluentes do ar em "sais inofensivos". Acontece que, nos últimos cinco anos, a holding multinacional japonesa e as suas subsidiárias, celebraram pelo menos 27 contratos de relações públicas, publicidade e campanhas de marketing para 25 produtores de combustíveis fósseis diferentes, incluindo a Shell, a ExxonMobil e a BP. Em maio, os ativistas da Clean Creatives atribuíram à Dentsu um prémio satírico de "Excelência em Ficção Científica" pelo seu trabalho de promoção de projetos controversos de captura de carbono em nome da Chevron. Fonte.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

Escrito na pedra - Largo da Ramada Alta, Porto


Judeus e Palestinianos- vamos aos factos
A origem dos judeus é de uma região árabe do Iraque.
Judeus e árabes têm a mesma origem e tanto uns como outros são caraterizados por serem povos semitas, por terem a mesma origem linguística.
A Terra Prometida é o termo utilizado na Bíblia hebraica para descrever a terra dada por Deus aos israelitas
A promessa está contida em vários versículos de Génesis na Torá. Em Génesis 12:1 é dito:
Então o Senhor disse a Abrão: "Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei."
e em Gênesis 12:7:
E Abraão, o patriarca dos judeus, saiu da terra de onde os judeus são originários (Iraque) e foi com o seu povo para Canãa que corresponde hoje ao território da Palestina que é ocupado pelo Estado de Israel desde 1948.

Quem não quer a criação dos 2 Estados: Israel e Palestina?
Israel.O conflito no Médio Orente envolvendo palestinianos e israelitas tem entre as suas raízes a criação do Estado de Israel que - para os palestininanos – causou o que eles chamam de Nakba, que em árabe significa “catástrofe” ou “desastre”. Por isso, para compreender a guerra travada na região é preciso entender esse episódio que segue vivo na memória do povo palestino.  

A Nakba é lembrada todo 15 de maio, dia seguinte ao da Independência de Israel. O Estado de Israel foi declarado em 1948, a partir da Resolução 181 das Nações Unidas, que recomendou a partilha da Palestina entre árabes e judeus.

Em consequência, eclodiu o que ficou conhecida como a 1ª guerra “árabe-israelita”, quando Síria, Jordânia, Egito, Líbano e Iraque iniciaram uma ofensiva contra o novo país. Como resultado desse conflito, estima-se que de 700 mil a 800 mil palestinianos foram expulsos das suas terras e entre 400 e 500 vilas palestinianas foram destruídas, êxodo forçado que passou a ser conhecido como Nakba.

Por isso, seis meses depois, em dezembro de 1948, a Assembleia Geral da ONU aprovou a Resolução 194, dando direito aos palestinianos refugiados voltarem paras suas terras se assim desejassem. Porém, essa resolução nunca foi cumprida.

Colonatos - um apartheid nazi e racista de Israel
Israel começou a ter colonatos em território ocupado depois da guerra dos Seis Dias (1967). 
Os colonatos judaicos são locais onde vivem civis israelitas em território ocupado (e alguns casos anexado). São ilegais à luz da lei internacional, mas Israel contesta e invoca laços históricos e bíblicos com a terra. Os colonatos israelitas são muito diferentes entre si. Israel distingue no entanto entre colonatos regulares (que a lei israelita permite) e “selvagens” (proibidos mesmo por Israel). Os colonatos podem ir desde um par de caravanas ou pré-fabricados no cimo de um monte (no caso dos “selvagens”) até autênticas cidades estabelecidas.

O assassinato pela extrema-direita de Israel de Yitzhak Rabin
Yitzhak Rabin foi um general e 1º ministro de Israel que queria a paz e preparava-se para assinar os Acordos de paz com os Palestinianos
Em 1995 numa manifestação pela Paz em Telavive foi assassinado por um obscuro membro da extrema-direita israelita que entretanto veio a tornar-se governo e hoje governa o Estado racista de Israel, um Estado que provavelmente mais violou todas as resoluções e decisões da ONU.

"Terrorismo" vs. Exército Israelita nazi bem organizado e financiado pelos EUA
O Hamas é uma ideia antes de ser uma organização. As ideias não se matam enquanto a injustiça se mantiver.

Saber mais:
1. The Jewish Museum of the Palestinian Experience was founded to provide a Jewish perspective on the Israel/Palestine conflict

2. Faixa de Gaza- antes e depois da Invasão (NY Times, 12.12.3023)

3. ACRI - Association for Civil Rights in Israel is the oldest and most influential civil and human rights organization in Israel. Founded in 1972, ACRI is the only NGO in Israel advocating across the broad spectrum of human rights and civil liberties for everyone living in Israel and in the Occupied Palestinian Territories.

4. Breaking the Silence is an organization of veteran soldiers who have served in the Israeli military since the start of the Second Intifada and have taken it upon themselves to expose the public to the reality of everyday life in the Occupied Territories

quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

Cidades em Ruínas


"Por onde quer que tenha começado,
pelo corpo ou pelo sentido,
ficou tudo por fazer, o feito e o não feito,
como num sono agitado interrompido.

O teu nome tinha alturas inacessíveis
e lugares mal iluminados onde
se escondiam animais tímidos que só à noite se mostravam
e deveria talvez ter começado por aí.

Agora é tarde, do que podia
ter sido restam ruínas;
sobre elas construirei a minha igreja
como quem, ao fim do dia, volta a uma casa."
Manuel António Pina

sábado, 3 de dezembro de 2022

Quantos jovens resgatei de um percurso mais doloroso

Street Art by Andrew Salgado

Quantos jovens resgatei de um percurso mais doloroso. Quantos casos incontáveis de putos entregues à CPCJ, sem família, nem escola, nada...Felizmente poucos não fui capaz de antecipar mais cedo um desfecho trágico. Acredito que a disciplina que lecciono lhes abre as mentes, ficam absortos, pretendem fazer mais, sentem-se envolvidos, ficam conscientes do seu corpo e da biocentricidade. Amava saídas de campo- mostrar-lhes seres vivos e os seus ecossistemas, as comunidades onde se encontravam inseridas, as características evolutivas que permitiam a sua adaptação ao meio ambiente , experiências laboratoriais e vê-los sorrir e criar autonomia na investigação científica (isto já mais a nível secundário).
Explicar-lhes cientificamente como fazer pão, iogurte e papel reciclado. Explicar-lhes as diferentes qualidades da água potável. Explicar a rotulagem e verificar a validade. Muitas das vezes sem condições de trabalho. O material laboratorial é muito pouco abundante nas nossas escolas. Tinha que ir mais cedo a correr para dentro da sala de aula, porque em poucas escolas temos material e assistentes técnicos especializados. Fazíamos herbários.
Corre João, corre como os meus alunos me chamaram, carinhosamente uma vez, a gazela.
Numa escola os meus alunos resolveram fazer um trabalho científico de produção de cerveja artesanal. Houve um sururu entre os docentes. Mas a vontade e bom senso superou essas impedâncias morais e os alunos lá conseguiram seguir o seu processo. A cerveja era de boa qualidade.

sexta-feira, 16 de setembro de 2022

'Acredito na arte como ferramenta de transformação', diz Kobra, que inaugura mural na fachada da ONU, em Nova York


Ficou pronto, em Nova York, um mural com cerca de 336 metros quadrados, pintado pelo brasileiro Eduardo Kobra, na fachada da ONU, às vésperas da 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas, que reúne líderes de todo o mundo de 19 a 26 de setembro no local.

A obra mostra um pai que entrega o planeta à filha e convida a reflexão sobre qual é o futuro que queremos deixar às próximas gerações. A ação inédita quer levar a arte de rua à parede externa da Organização das Nações Unidas, nos EUA.

Kobra cria mural de grafite em homenagem a vítimas do coronavírus 
Eduardo Kobra faz novo mural de 30 metros de altura na Zona Oeste de SPKobra faz mural que celebra a diversidade cultural e étnica dos refugiados no Brasil.

De 19 a 26 de setembro, acontece no local a 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas, que reúne líderes de todo o mundo.


sábado, 3 de setembro de 2022

Poema da Semana: "Amor à Vista" de Fernando Echevarría

Amor à Vista

Entras como um punhal
até à minha vida.
Rasgas de estrelas e de sal
a carne da ferida.

Instala-te nas minas.
Dinamita e devora.
Porque quem assassinas
é um monstro de lágrimas que adora.

Dá-me um beijo ou a morte.
Anda. Avança.
Deixa lá a esperança
para quem a suporte.

Mas o mar e os montes…
isso, sim.
Não te amedrontes.
Atira-os sobre mim.

Atira-os de espada.
Porque ficas vencida
ou desta minha vida
não fica nada.

Mar e montes teus beijos, meu amor,
sobre os meus férreos dentes.
Mar e montes esperados com terror
de que te ausentes.

Mar e montes teus beijos, meu amor!…

segunda-feira, 4 de abril de 2022

João Miguel Tavares e a masculinidade tóxica

Nem todos os homens são violentos, mas a violência é um fenómeno predominantemente masculino e não é enfiando a cabeça na areia que vamos mudar esta realidade.


Resta-me em casa uma singela cópia do meu mais recente livro, Os homens também choram: histórias da nova masculinidade, editado em 2021 pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. Por ironia do destino, é um exemplar que autografei há muitos meses para oferecer a João Miguel Tavares, mas que, lamentavelmente, nunca cheguei a entregar-lhe. A julgar pela sua crónica mais recente (“Will Smith, a Ucrânia e a masculinidade tóxica”), é bem provável que não ficasse entusiasmado com a tese principal do livro: a de que é urgente libertar os homens da visão estereotipada que tanto os prejudica e às pessoas que os rodeiam, e convocá-los para assumirem as suas responsabilidades no combate à violência de género e na luta pela igualdade. Desde logo, porque João Miguel Tavares parece acreditar que as desigualdades de género são uma invenção feminista. Depois, porque vê na “masculinidade tóxica” um “ataque indiscriminado a todos os homens, já de si cada vez mais inseguros e ansiosos”.

Este é um equívoco que importa desfazer: não é o ser homem em si que é tóxico, mas sim alguns comportamentos que alguns homens podem adotar em resultado da forma como são educados socialmente. Esta masculinidade dominante (ou hegemónica, na terminologia de muitos autores) pode, de facto, ser destrutiva, e não apenas para as mulheres, eternizando as desigualdades, a violência e a opressão; também o é para muitos homens, aprisionando-os num modelo que os isola física e emocionalmente, e limita o seu pleno desenvolvimento.

João Miguel Tavares bem pode resumir esta realidade a um “absurdo”, mas importa que reflitamos sobre alguns factos: os homens são não só muito mais propensos a adotar comportamentos de risco (bebem mais, fumam mais e consomem mais drogas), como sofrem mais acidentes rodoviários, procuram menos cuidados de saúde e, por causa desses e de outros fatores, têm uma esperança média de vida bem inferior à das mulheres (em Portugal, quase seis anos menos). Têm também um risco de suicídio cerca de três vezes maior (7 em cada 10 suicídios em Portugal são cometidos por homens) e são não só quem mais mata, mas também quem mais morre em resultado de homicídios: cerca de 90% dos agressores e 90% das vítimas de homicídios a nível internacional são homens. Por isso são também, sem surpresa, os principais ocupantes de estabelecimentos prisionais.

No seu afã de negar as desigualdades de género, João Miguel Tavares dá outro tiro no pé: lembra que na Ucrânia, “como em todas as guerras”, os homens “estão a morrer de forma desproporcionada em relação às mulheres”. O que não escreve, porque talvez não ajudasse à sua tese, é que, ao longo da história, têm sido sobretudo os homens a iniciar os conflitos armados. A guerra (como também o mundo dos gangues, por exemplo) é um domínio maioritariamente masculino porque são os homens os grandes perpetradores de violência.

Assumir isto não é fazer um ataque indiscriminado a todos os homens, como escreve o cronista. Não é assumir que todos são violentos. Não é dizer-lhes que deixem de ser homens, mas reconhecer que podemos, como sociedade, criar modelos de masculinidade mais saudáveis e empáticos. Esta é ainda uma conversa difícil para muitas pessoas e será tão mais bem-sucedida quanto mais formos capazes de construir pontes para o diálogo ao invés de erguer muros.

Mas termos consciência destas nuances não significa ignoramos a realidade que está diante dos nossos olhos e que urge mudar. Se é verdade que a violência não é algo inato (ninguém nasce violento), é justo que nos questionemos sobre a forma como estamos a educar os nossos homens. A ideia de que “um homem de verdade” é forte, viril, dominante, defende a sua família e nunca fraqueja ou mostra vulnerabilidade é sobretudo uma construção histórica, social e cultural que tem pouco a ver com a nossa biologia e muito mais “com a imaginação humana”, como escreve Yuval Noah Harari.

Esse velho guião da masculinidade é o gatilho de grande parte da violência que existe no mundo. A boa notícia é que, se nada disto está inscrito no nosso ADN, então só depende de nós construir o mundo sonhado por Chimamanda Ngozi Adichie: um mundo onde todas as pessoas possam ser “mais felizes e mais honestas consigo próprias”. Até o João Miguel Tavares.

Saber mais:

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Curta-Metragem: Nowhere Near Here


Nowhere Near Here from Pahnl on Vimeo.

If life is a catwalk, run like a dog. Se a vida é uma passarela, corre como um cão.

'Nowhere Near Here' é uma animação stop motion que utiliza uma combinação de luz com stencils e fotografia de longa exposição para contar a história de um cachorro correndo em volta da cidade à noite, fazendo o que faz um cachorro. A animação foi exibida pela primeira vez no O Herbert, em Coventry, no 07 de outubro de 2010.  Refere o autor na descrição (em inglês):
With well over 300 hours in the making, more than 200 stencils involved and too many cold nights spent outside on my knees getting the shots, I am very happy (and relieved) to finally share this with you. Through the course of shooting 'Nowhere Near Here', I have dealt with curious drunks, a dog almost peeing on the camera (the irony is not lost on me, haha), the endlessly suspicious police and even someone nearly running off with a tripod.

This is street art, this is life and thank you for watching.


Animation by Pahnl

Música:
 Röyksopp performing What Else Is There?

domingo, 13 de maio de 2018

Os ricos nunca perdem a jogada, por Sophia Mello Breyner Andersen

Street Art por David Ruiz (Argentina)

«Os ricos nunca perdem a jogada
Nunca fazem um erro. Espiam
E esperam os erros dos outros
Administram os erros dos outros
São hábeis e sábios
Têm uma larga experiência do poder
E quando não podem usar a própria força
Usam a fraqueza dos outros
Apostam na fraqueza dos outros
E ganham
Tecem uma grande rede de estratagemas
Uma grande armadilha invisível
E devagar desviam o inimigo para o seu terreno
Para o sacrificar como um toiro na arena"
Sophia de Mello Breyner Andersen
(Os Gracos. I Acto. II Cena) – Obras completas - 1968

domingo, 22 de abril de 2018

22 de Abril - Dia da Terra

"The Clock Is Ticking…" by Blu

"Somos um planeta vivo, Sofia! Somos um grande barco navegando ao redor de um sol incandescente no universo. Mas cada um de nós é um barco em si mesmo, um barco carregado de genes navegando pela vida. Se conseguirmos levar esta carga ao porto mais próximo, nossa vida não terá sido em vão."~Jostein Gaarder

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

As ruas e a arte de caminhar

A pé vê-se muito intensamente as cidades e paramos, pelo menos eu, travo e fixo e reflito e aprendo sempre mais. Mas também espanto-me e sinto as mesmas emoções com as "ruas" que as redes sociais nos dão a mostrar.
E pelas ruas não encontro "medos": Converso, falam comigo, há alguém que passeia um cão, indicam-me caminhos, não uso muito gps ou faço do gps móvel pretexto para conversar e sentir o barómetro da cidade, do local onde estou a caminhar.  E encontramos mensagens, nas paredes (refiro-me a arte de rua), a magia e a emoção e sonhos e mistérios quando avisto uma casa abandonada, uma quinta histórica. Por vezes estou em grupo. E o mais relevante  desligo o wifi e estar atento. Simples.

Arte de rua  Lisboa
Foto de autor

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Encontros Improváveis- Aldous Huxley e Nigel

Arte de Rua em São Paulo, por Nigel

"A ditadura perfeita terá as aparências de uma democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros sequer sonharão com a fuga. Um sistema de escravatura onde graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravatura." ~ Aldous Huxley

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Acção Poética


"Creio que há tanta tecnologia intervindo nas mensagens (androids, redes sociais, telemóveis, Ipad, boletins informativos, especializações, traficos, atomização) , que a mensagem VOZ perdeu o seu espaço e ar...e andamos todos sedentos de todos. Porque tudo se economizou, proletarizou e o espaço e tempo de amor ficou medíocres e acre e frágil e a austeridade é isso mesmo: uma poluição financeira e uma ditadura, em que o inimigo é difuso." - João Soares, 6.04.15

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Encontros Improváveis: Nelson Mandela e Simple Minds- Nelson Mandela Day

"Ser pela liberdade não é apenas tirar as correntes de alguém, mas viver de forma que respeite e melhore a liberdade dos outros." ~ Nelson Mandela.
"Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo." ~ NelsonMandela

"Florecer de las ideas" street art in Medellin, Colombia,
by artist YALUS.

"I learned that courage was not the absence of fear, but the triumph over it. The brave man is not he who does not feel afraid, but he who conquers that fear." ~ #NelsonMandela

"The dream is coming" Street Art in Bairro da Milharada, Portugal,
by artist Smile1art.

sábado, 19 de novembro de 2016

Arte de rua - Arte e natureza de mãos dadas

"A arte contribui com a natureza quando por meio de uma pintura, ilustração botânica ou até um objeto de artesanato, tem-se a sensação de que tudo no meio ambiente pode ser reutilizado sem que nada seja prejudicado." Dulce Nascimento (in Pinturas da Natureza)