segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Silke Bischoff - Under Your Skin
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Nachtmahr - I believe in Blood
sexta-feira, 24 de julho de 2026
Boy Harsher - Hard Beat
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Zeroy Cruciatum - Watch the World Burn
Another shadow in the corner of my eye, no doubt
The air is heavy, the sky is turning grey
I feel the fire coming, washed away
[Chorus]
To the ground, to the ground, to the ground
And I will stand right here and watch the world burn
To the ground, to the ground, to the ground
[Verse 2]
A silent witness to the chaos deep within
The walls are crumbling, the empires turn to dust
In this destruction, there’s a peace we have to trust
[Chorus]
[Bridge]
Let the flames take it all away
Let the fire pave a brand new way
Through the ashes, we will rise again
But first, we let it end...
[Chorus]
quinta-feira, 25 de junho de 2026
The Young Gods, live at Hellfest Open Air 2026
4:07 Systemized
7:47 Hey Amour
12:30 Blackwater
19:42 All My Skin Standing
29:58 Kissing the Sun
34:14 Gasoline Man
38:59 Blue Me Away
43:00 Mes yeux de tous
49:04 Shine That Drone
quinta-feira, 28 de maio de 2026
:Wumpscut: - Schrekk & Grauss
terça-feira, 28 de abril de 2026
GENER8ION - STORM starring Yung Lean
A colaboração entre o projeto francês GENER8ION, liderado pelo produtor Surkin, e o artista sueco Yung Lean, resultou numa obra audiovisual de impacto imediato que utiliza a música para explorar as tensões da juventude contemporânea. O tema "STORM" apresenta-se como um híbrido entre o eletrónico industrial e o Cloud Rap melancólico, mas é na sua representação visual, dirigida por Romain Gavras, que reside a maior carga interpretativa. As filmagens tiveram lugar na Bélgica, no Collège Cardinal Mercier, em Braine-l'Alleud, cuja arquitetura neo-gótica e imponente confere ao vídeo uma atmosfera de autoridade e tradição, evocando o imaginário dos colégios internos britânicos para criar um cenário de isolamento e claustrofobia.
A escolha do Collège Cardinal Mercier, na Bélgica, como cenário para as filmagens foi uma decisão estratégica que fundamenta toda a narrativa visual da obra. A arquitetura neo-gótica e o ambiente académico do colégio transmitem uma sensação imediata de tradição, autoridade e claustrofobia, servindo como o palco perfeito para representar uma instituição que molda, e muitas vezes limita, o comportamento dos jovens. Este cenário oferece um contraste estético poderoso, onde a beleza clássica e organizada do espaço serve de contraponto à energia caótica, brutal e moderna da música de GENER8ION e à performance de Yung Lean. Este choque propositado entre o "velho mundo", representado pelas paredes de tijolo e corredores históricos, e o "novo mundo", marcado pelo rap e pela agressividade juvenil, é uma das marcas registadas da direção de Romain Gavras. Além disso, ao filmar na Bélgica enquanto evoca um estilo visual internacional, o vídeo adquire uma qualidade universal, deixando de ser apenas um retrato de um problema britânico ou francês para se tornar uma observação abrangente sobre a condição da juventude europeia contemporânea.
Relativamente ao debate sobre a masculinidade, o projeto não parece ter como objetivo glorificar comportamentos tóxicos, mas sim expô-los como uma performance social inevitável em ambientes de repressão institucional. Ao retratar rituais de iniciação agressivos no interior deste colégio histórico, o realizador utiliza uma estética cinematográfica de luxo para evidenciar o vazio e a brutalidade dessas interações. A presença de Yung Lean, que encarna o papel de líder, reforça este sentimento; a sua postura não é a de um herói triunfante, mas a de alguém preso a um papel que exige uma dureza constante perante os seus pares.
O ponto de viragem para a denúncia surge através da coreografia de Damien Jalet, onde a violência física bruta se transfigura em expressão artística coletiva nos pátios e corredores do Collège Cardinal Mercier. Esta transição sugere que a energia canalizada para a masculinidade tóxica é, na verdade, uma forma distorcida de necessidade de pertença e movimento. Ao transformar o confronto em dança, "STORM" retira a máscara da agressividade e revela a vulnerabilidade escondida sob os códigos de conduta masculinos. Assim, a obra funciona como um espelho crítico, utilizando a beleza monumental do cenário belga para prender o espetador a uma reflexão desconfortável sobre como as instituições e os grupos moldam a identidade dos jovens.
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Depeche Mode - Behind The Wheel [Force Sonic RmX]
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Miranda Sex Garden - Peep Show
Videoclipe original com melhor som aqui
And that's where I'll long to be
Please don't ask for more from me
Cos memory is all I'll be
[Refrão]
But I can live
In your mind's eye
Live, in your heart
I'll love you in your dreams
But please don't try to hold me in your arms
Show me a fantasy
And that's who I'll long to be
Please don't ask for more from me
Cos fantasy is all I'll be
[Refrão] 2X
O álbum Fairytales of Slavery, lançado em 1994, representa o momento de maior rutura e maturidade artística do Miranda Sex Garden, consolidando a transição da banda de um trio vocal de música antiga para um coletivo de rock gótico experimental e darkwave. Neste disco, a sofisticação das harmonias clássicas funde-se com uma sonoridade industrial densa, marcada por guitarras distorcidas, ritmos tribais e uma atmosfera assumidamente claustrofóbica e sensual. É uma obra que abandona a pureza acústica do passado em favor de um estilo de vanguarda, frequentemente comparado à sonoridade de artistas como Dead Can Dance ou à agressividade artística do movimento pós-punk.
O Fairytales of Slavery é amplamente considerado o disco mais negro, pesado e experimental da banda. Foi produzido por Alexander Hacke (dos Einstürzende Neubauten), o que explica a guinada drástica para o Rock Industrial e para uma sonoridade muito mais metálica e abrasiva oi produzido por Alexander Hacke (dos Einstürzende Neubauten)
A canção que dá título ao álbum funciona como uma metáfora central sobre o voyerismo e a exposição. Através de uma sonoridade que oscila entre o sussurro sedutor e a tensão caótica, a letra explora o desconforto de ser observado e o jogo de poder inerente ao ato de olhar. O termo "Peep Show" sugere um ambiente de cabaré decadente e sombrio, onde a feminilidade não é apresentada de forma passiva ou delicada, mas sim como uma força crua e, por vezes, perturbadora. Ao subverterem a imagem de "anjos" que as acompanhava desde o início da carreira, as integrantes utilizam esta faixa para explorar os desejos, os medos e a complexidade da psique humana, criando uma ponte entre a beleza técnica do conservatório e a rebeldia do submundo industrial de Londres.
O nome Miranda Sex Garden nasceu de uma vontade deliberada das fundadoras - Kelly McCusker, Jocelyn West e Katharine Blake - em unir o erudito ao profano, criando um contraste que definisse a identidade da banda. A primeira parte do nome, Miranda, é uma referência direta à heroína da peça A Tempestade, de William Shakespeare, simbolizando a pureza, a juventude e a herança clássica que as integrantes traziam da sua formação académica em música antiga.
Por outro lado, a adição de Sex Garden serviu como um contraponto irónico e provocador. Sendo jovens estudantes de conservatório que interpretavam madrigais do século XVI, o grupo queria distanciar-se da imagem austera e conservadora associada aos coros tradicionais. Ao introduzirem esta expressão mais carnal e terrena, as artistas estabeleceram uma dualidade entre o "celestial" das suas harmonias vocais e a atitude rebelde da cena underground londrina dos anos 90.
Esta escolha acabou por se revelar uma excelente estratégia de identidade artística, permitindo à banda transitar com naturalidade entre a solenidade da música renascentista e a estética sombria do rock gótico e industrial, sublinhando que a sua arte não estava presa ao passado, mas sim viva e em constante mutação.
domingo, 22 de março de 2026
sexta-feira, 28 de novembro de 2025
Natchmahr - Der Schlaf
terça-feira, 28 de outubro de 2025
Boy Harsher - Burn It Down
domingo, 22 de maio de 2022
Sleetgrout - Dance Like Joke
segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
Documentário: Desolation Center
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Música do BioTerra: Coil- The Dreamer Is Still Asleep
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Encontros improváveis- Charles Bukovsky e Coil- Panic
quatro e meia da manhã
(Tradução: Jorge Wanderley)
os barulhos do mundo
com passarinhos vermelhos,
são quatro e meia da
manhã,
são sempre
quatro e meia da manhã,
e eu escuto
meus amigos:
os lixeiros
e os ladrões
e gatos sonhando com
minhocas,
e minhocas sonhando
os ossos
do meu amor,
e eu não posso dormir
e logo vai amanhecer,
os trabalhadores vão se levantar
e eles vão procurar por mim
no estaleiro
e dirão:
“ele tá bêbado de novo,
mas eu estarei adormecido,
finalmente, no meio das garrafas e
da luz do sol,
toda a escuridão acabada,
os braços abertos como
uma cruz,
os passarinhos vermelhos
voando,
voando,
rosas se abrindo no fumo
e
como algo esfaqueado e
cicatrizando,
como 40 páginas de um romance ruim,
um sorriso bem na
minha cara de idiota.
sábado, 17 de outubro de 2015
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Música Do BioTerra: Ramnestein - Amerika HQ HD 4K
Amerika ist wunderbar.
We're all living in Amerika,
Amerika, Amerika.
We're all living in Amerika.
Amerika ist wunderbar.
We're all living in Amerika,
Amerika, Amerika.
Wenn getanzt wird, will ich führen,
Auch wenn ihr euch alleine dreht.
Lasst euch ein wenig kontrollieren.
Ich zeige euch, wie es richtig geht.
Wir bilden einen lieben Reigen,
Die Freiheit spielt auf allen Geigen.
Musik kommt aus dem Weißen Haus
Und vor Paris steht Micky Maus.
We're all living in Amerika.
Amerika ist wunderbar.
We're all living in Amerika,
Amerika, Amerika.
Ich kenne Schritte, die sehr nützen,
Und werde euch vor Fehltritt schützen.
Und wer nicht tanzen will am Schluss,
Weiß noch nicht, dass er tanzen muss.
Wir bilden einen lieben Reigen,
Ich werde euch die Richtung zeigen.
Nach Afrika kommt Santa Claus
Und vor Paris steht Micky Maus.
We're all living in Amerika.
Amerika ist wunderbar.
We're all living in Amerika,
Amerika, Amerika.
We're all living in Amerika.
Coca-Cola, Wonderbra.
We're all living in Amerika,
Amerika, Amerika.
This is not a love song.
This is not a love song.
I don't sing my mother tongue.
No, this is not a love song.
We're all living in Amerika.
Amerika ist wunderbar.
We're all living in Amerika,
Amerika, Amerika.
We're all living in Amerika.
Coca-Cola, sometimes war.
We're all living in Amerika,
Amerika, Amerika.
