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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Refúgios climáticos: a solução que pode tornar as cidades mais resilientes às ondas de calor


As ondas de calor têm-se tornado mais frequentes, mais intensas e mais prolongadas, afetando sobretudo quem vive nas cidades. Ruas asfaltadas, edifícios de betão, falta de árvores e escassez de zonas de sombra criam o chamado efeito de ilha de calor urbana, fazendo com que a temperatura nas cidades seja significativamente superior à das áreas envolventes.

Nos últimos anos têm surgido várias iniciativas para responder a este desafio. Em Portugal, por exemplo, foi recentemente apresentado o Pro Nat.Urbe, um programa que pretende investir na criação de mais espaços verdes, corredores ecológicos e redes de conforto climático para tornar as cidades mais resilientes.

Agora surge uma nova medida complementar. O Turismo de Portugal lançou a Rede de Refúgios Climáticos | Stay Cool, integrada na Agenda para a Ação Climática no Turismo 2030, que pretende criar uma rede nacional de espaços preparados para proteger residentes e visitantes durante períodos de calor extremo.

Mas afinal, o que são refúgios climáticos? E porque poderão tornar-se tão importantes como os parques urbanos ou as bibliotecas?
O que são refúgios climáticos?

Os refúgios climáticos são espaços gratuitos onde qualquer pessoa pode encontrar conforto térmico durante uma vaga de calor.

Podem ser espaços interiores, como bibliotecas, museus, centros comerciais, equipamentos culturais, igrejas ou edifícios públicos climatizados, mas também espaços exteriores desde que ofereçam sombra, vegetação e condições adequadas de descanso.

Para integrarem a rede devem disponibilizar, sempre que possível:
  • sombra natural ou artificial;
  • vegetação;
  • água potável;
  • zonas de descanso;
  • instalações sanitárias;
  • boa ventilação ou climatização;
  • acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida;
  • informação sobre proteção durante ondas de calor.

O objetivo é simples: permitir que qualquer pessoa possa encontrar rapidamente um local seguro para recuperar do calor intenso.

Os grupos mais vulneráveis incluem idosos, crianças, pessoas com doenças crónicas, trabalhadores expostos ao exterior e famílias que vivem em habitações sem condições adequadas de isolamento térmico.

Em Portugal, muitas casas permanecem demasiado quentes durante o verão devido à pobreza energética, tornando os refúgios climáticos uma extensão do próprio espaço habitacional durante os dias mais extremos.

Barcelona tornou-se uma referência mundial
Uma das cidades que mais tem investido nesta estratégia é Barcelona.

A cidade iniciou a sua rede em 2020 com cerca de 70 espaços e atualmente disponibiliza centenas de refúgios climáticos distribuídos por praticamente todos os bairros. O objetivo é que todos os residentes tenham um refúgio a menos de cinco minutos a pé de casa.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, um refúgio climático não é apenas um edifício com ar condicionado.

Barcelona definiu critérios rigorosos para estes espaços, incluindo temperatura adequada, acesso gratuito, água potável, casas de banho e zonas para descansar. Nos espaços exteriores, exige igualmente sombra e áreas verdes.

A cidade utiliza bibliotecas, escolas, museus, centros cívicos, mercados e parques urbanos, todos identificados através de sinalização própria e integrados num mapa digital acessível aos cidadãos.

Lisboa também começa a dar passos

Em Portugal, Lisboa tem vindo igualmente a desenvolver soluções.

Além de vários jardins, bibliotecas, museus e equipamentos culturais que funcionam como locais de abrigo durante episódios de calor extremo, foram criados mapas que identificam estes espaços, permitindo aos cidadãos encontrar rapidamente um local para descansar e refrescar-se.

Investigadores portugueses têm também desenvolvido ferramentas que ajudam a identificar as zonas da cidade mais vulneráveis ao calor, cruzando informação como:
  • intensidade da ilha de calor urbana;
  • densidade populacional;
  • distância a parques e jardins;
  • existência de árvores;
  • proximidade de bibliotecas e outros equipamentos públicos.
Esta análise permite priorizar os locais onde novos refúgios climáticos poderão ter maior impacto.

Adaptar a cidade, não apenas criar edifícios frescos
Os especialistas defendem que os refúgios climáticos são apenas uma parte da solução.
O verdadeiro desafio passa por transformar as cidades para que estas sejam naturalmente mais frescas.

Algumas das medidas mais eficazes incluem:
  • plantar mais árvores nas ruas;
  • criar corredores verdes;
  • instalar estruturas de sombra temporárias ou permanentes;
  • substituir superfícies impermeáveis por materiais mais permeáveis;
  • aumentar as zonas com água, como fontes e espelhos de água;
  • reduzir áreas asfaltadas;
  • criar microflorestas urbanas;
  • instalar bebedouros públicos;
  • preservar corredores naturais de ventilação;
  • diminuir o tráfego automóvel, reduzindo o chamado calor antropogénico.
Mesmo pequenas intervenções podem fazer diferença. Em Lisboa, por exemplo, projetos experimentais recorreram a estruturas têxteis para criar sombra em espaços onde a plantação de árvores não era possível, demonstrando que soluções simples podem melhorar significativamente o conforto térmico.

Os mapas podem salvar vidas
À medida que as ondas de calor se tornam mais frequentes, os mapas digitais assumem um papel cada vez mais importante.

Saber onde existe um refúgio climático próximo pode ser tão importante como localizar um hospital ou uma farmácia.

Aplicações móveis, sistemas de informação geográfica e plataformas de turismo podem integrar estes locais, permitindo aos utilizadores encontrar rapidamente um espaço fresco, verificar horários de funcionamento e receber indicações através da geolocalização.

A informação torna-se assim uma ferramenta de proteção da saúde pública.

Um investimento na adaptação ao calor extremo
Durante décadas, o planeamento urbano privilegiou o automóvel, o betão e a impermeabilização do solo. Hoje, as prioridades começam a mudar.

Criar cidades mais resilientes passa por aumentar a sombra, reforçar os espaços verdes, recuperar zonas de água e garantir que todos têm acesso a locais seguros durante as ondas de calor.

Os refúgios climáticos representam uma resposta concreta, relativamente simples e de rápida implementação, que pode proteger milhares de pessoas enquanto as cidades se adaptam aos períodos de calor extremo.

Ler mais:

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Mapeado: Como variam os preços das rendas nas principais cidades do mundo (valores em dólares)

Para melhor visualização amplie aqui
Metodologia
Este mapa compara os preços mensais de arrendamento de um apartamento de três quartos no centro das grandes cidades globais em 2025. Os dados para esta visualização são da Numbeo, via Deutsche Bank. O conjunto de dados da Numbeo é maioritariamente colaborativo, baseado em informações sobre o custo de vida enviadas por utilizadores de cidades de todo o mundo.

Análise
A nível global, a crise habitacional em 2026 não é um fenómeno isolado de Portugal, mas sim uma tendência que afeta grandes metrópoles e economias desenvolvidas. Embora as causas locais variem, existem macrotendências mundiais que explicam por que comprar ou arrendar casa se tornou um desafio global.
Aqui estão as principais causas a nível mundial:
1. Financeirização da Habitação
Este é um dos conceitos mais importantes em 2026. A habitação deixou de ser vista apenas como um direito social para se tornar um ativo financeiro.
Capital Global: grandes fundos de investimento internacionais compram milhares de imóveis para gerir carteiras de arrendamento, o que aumenta a competição com as famílias e inflaciona os preços.
Imóveis como Reserva de Valor: em tempos de instabilidade económica, investidores preferem "guardar" o dinheiro em imobiliário em cidades seguras (como Nova Iorque, Londres, Berlim ou Lisboa), muitas vezes mantendo as casas vazias apenas para valorização de capital.

2. Mudanças Demográficas e Urbanização
Urbanização Acelerada: a ONU estima que, até 2050, 70% da população mundial viverá em cidades. A procura concentra-se em centros urbanos com melhores empregos, enquanto as zonas rurais se desertificam.
Agregados Familiares Menores: há uma tendência mundial de as pessoas viverem sozinhas ou em famílias mais pequenas. Isto significa que são precisas mais casas para o mesmo número de pessoas em comparação com décadas anteriores.
Envelhecimento da População: em 2026, com os primeiros baby boomers a atingirem os 80 anos, há uma retenção de stock imobiliário por gerações mais velhas, dificultando a rotatividade para os mais jovens.

3. Choques nas Cadeias de Abastecimento e Custos
Materiais de Construção: os efeitos das crises geopolíticas globais e da pandemia elevaram o custo de materiais como o aço e o alumínio a níveis históricos. Construir uma casa nova custa hoje significativamente mais do que há 10 anos em qualquer parte do mundo.
Escassez de Mão de Obra: existe um défice global de trabalhadores qualificados na construção civil, o que atrasa projetos e encarece o produto final.

4. Políticas de "Zonamento" e Regulação
Restrições de Planeamento: em muitos países (especialmente nos EUA, Reino Unido e Canadá), leis de urbanismo restritivas impedem a construção de prédios altos ou de maior densidade, favorecendo moradias unifamiliares que ocupam muito espaço para pouca oferta.
Exigências Ambientais: embora necessárias, as novas normas de eficiência energética (edifícios de balanço nulo) aumentam o custo inicial da construção, que é invariavelmente passado para o consumidor.

5. Fenómeno dos "Nómadas Digitais"
A tecnologia permitiu que trabalhadores de países com salários altos (como EUA ou Alemanha) se mudassem para países com custo de vida mais baixo.
Gentrificação Transnacional: isto cria uma pressão de preços em cidades de "acolhimento" (como Cidade do México, Banguecoque ou Madrid), onde os residentes locais, com salários nacionais, não conseguem competir com o poder de compra estrangeiro.

O Ciclo Imobiliário de 18 Anos
Alguns economistas apontam que estamos a chegar ao pico do Ciclo de Kuznets (um ciclo imobiliário que dura cerca de 18 anos). Segundo esta teoria, 2026 seria um ano de tensão máxima antes de uma potencial correção ou estagnação global, devido ao desajuste extremo entre os preços e os rendimentos reais.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

WhiteDate. 32 homens em Portugal tinham perfis no "Tinder Nazi"



Mais de 30 homens residentes em Portugal tinham contas na plataforma de encontros WhiteDate, conhecida como o "Tinder Nazi", um site que promovia encontros entre pessoas de ascendência europeia com valores "tradicionais".
 
O WhiteDate (que na tradução livre significa literalmente "Encontro Branco", referindo-se à etnia caucasiana) apresentava-se como um local para pessoas de valores "tradicionais" e de "ascendência europeia", que pretendiam contribuir para "criar uma sociedade racialmente pura".

O site foi, entretanto, apagado, mas graças ao trabalho de Martha Root (pseudónimo) - uma hacker alemã que levou a cabo a divulgação dos perfis e dados de quem tinha uma conta - é possível ainda consultar esta informação.

No site, criado pela própria, os utilizadores podem consultar um mapa mundo, onde são assinalados os perfis de quem tinha uma conta no WhiteDate. Para aprofundar a informação, pode-se ainda visitar estes perfis um a um e ler o que tinham na plataforma.


"Nascido em Portugal, mas a viver na Noruega, consciente do que significa ser europeu, procuro encontrar uma parceira de ascendência europeia para criar e cuidar de uma família", lê-se no perfil de um homem de 31 anos. 

Mais abaixo, nas orientações políticas, este utilizador admite ser de extrema-direita e até mesmo fascista.

"Estou farto de toda a degeneração que tem corroído a civilização ocidental, sobretudo nas relações entre homens e mulheres", lê-se numa outra biografia. "A necessidade de encontrar uma parceira a quem eu possa dedicar todo o meu coração na sociedade atual parece valer a pena apenas com a ajuda de iniciativas como esta comunidade romântica online para pessoas brancas", acrescenta.

E num outro perfil, este de um homem de 23 anos: "Acho que é importante para nós, brancos, termos os nossos próprios espaços, especialmente no que diz respeito às relações sexuais".

Nas dezenas de perfis, a grande maioria apresenta-se como "pro-white" ou "pró-branco", em português, com muitos a dizerem-se também anti-vacinas e a admitirem não terem sido vacinados contra a Covid-19.

As idades variam entre os 20 e os 50 anos.

Mas há um outro dado que se faz notar: em Portugal, não há um único perfil de uma mulher, apesar de todos estes homens estarem à procura de uma parceira.

De facto, no total dos oito mil perfis divulgados, com mais de 6.500 ativos na altura da exposição, cerca de 86% pertencia a homens. Apenas 14% dos utilizadores da plataforma eram mulheres.

Perante a disparidade, Martha Root chegou mesmo a ironizar, dizendo que a plataforma "faz com que a aldeia dos Smurf parecia uma utopia feminista".

A hacker alemã infiltrou-se na plataforma durante uma conferência tecnológica realizada em Hamburgo, na Alemanha, em dezembro de 2025, (onde apareceu mascarada de Power Ranger rosa para proteger a sua identidade) mas a ação resultou de um trabalho de vários meses.

Ao longo desse tempo, Root disse ter descoberto que a cibersegurança da plataforma era tão má que "faria a conta de AOL da tua avó corar".

"Imagina dizeres que fazes parte da ‘raça superior’ e esqueceres-te de proteger o teu próprio site - talvez seja melhor dominar o WordPress [plataforma de criação de sites] antes de dominar o mundo", atirou.

O WhiteDate era gerido, alegadamente, por uma mulher de extrema-direita a partir da Alemanha.

Dos cerca de 6.500 perfis ativos, cerca de metade eram dos Estados Unidos com 3.411 utilizadores. Seguia-se o Reino Unido, com 399 perfis, França, com 380, e o Canadá, com 357. A vizinha Espanha tinha 46 utilizadores. 

quinta-feira, 5 de junho de 2025

Qual é a diferença entre Holanda ou Países Baixos: descobre o nome correto, a bandeira, história e a origem do laranja



Muitas vezes utilizados como sinónimos, os termos Países Baixos e Holanda não representam a mesma realidade geográfica e política. A resposta direta para a diferença é simples: Países Baixos é o nome oficial do país na sua totalidade, enquanto a Holanda é apenas uma região histórica e geográfica composta por duas províncias dentro do território nacional. Consequentemente, em relação à bandeira, ela é exatamente a mesma para todo o país, uma vez que não existe uma bandeira oficial própria para a Holanda enquanto entidade soberana separada.

Para compreender a origem desta confusão, é necessário olhar para a geografia e a história do país. Os Países Baixos constituem uma monarquia constitucional democrática formada por 12 províncias no continente europeu, para além de algumas ilhas situadas no Caribe. O termo Holanda refere-se exclusivamente a duas dessas doze províncias: a Holanda do Norte (Noord-Holland), onde se situa a capital oficial, Amesterdão, e a Holanda do Sul (Zuid-Holland), onde se encontram a cidade de Haia (sede do governo e da família real) e Roterdão (o maior porto comercial da Europa).

A razão pela qual o mundo inteiro se habituou a chamar "Holanda" a todo o país remonta ao século XVII, período conhecido como a "Idade de Ouro" neerlandesa. Nessa altura, estas duas províncias costeiras dominavam o comércio marítimo, a economia e a cultura da região. Como a maioria dos marinheiros e mercadores que navegavam pelo globo vinha dessa zona específica, o nome Holanda acabou por se transformar num sinónimo popular de toda a nação. No entanto, numa tentativa de modernizar e uniformizar a sua imagem internacional, o governo dos Países Baixos lançou em 2020 uma estratégia para deixar de usar a marca "Holanda" em campanhas oficiais de turismo e diplomacia, promovendo exclusivamente o nome Países Baixos.

Relativamente à bandeira dos Países Baixos, trata-se da bandeira tricolor em uso contínuo mais antiga do mundo. A sua estrutura é composta por três faixas horizontais de dimensões idênticas: vermelhão brilhante no topo, branco no meio e azul-cobalto na base. Um detalhe curioso é a frequência com que esta bandeira é confundida com a do Luxemburgo, ainda que a bandeira luxemburguesa se distinga por utilizar um tom de azul-celeste consideravelmente mais claro, além de proporções físicas diferentes.

Por fim, surge frequentemente a dúvida sobre a origem do laranja, uma cor omnipresente em eventos desportivos da seleção nacional e em celebrações populares como o Koningsdag (Dia do Rei). Embora o laranja não conste na bandeira atual, esta é a cor oficial da família real neerlandesa, a Casa de Orange-Nassau. No século XVI, durante a revolta contra o domínio espanhol, a primeira versão da bandeira revolucionária - conhecida como a "Bandeira do Príncipe" - exibia efetivamente uma faixa superior laranja. Com o decorrer dos séculos, essa cor acabou por ser substituída pelo vermelho, em grande parte por razões práticas, já que a tinta vermelha desbotava menos ao sol e oferecia melhor visibilidade no mar. Apesar da alteração na bandeira, o laranja permaneceu até hoje como o grande símbolo cultural e de identidade do povo neerlandês.

domingo, 9 de maio de 2010

Base de Dados Biodiversity4All tem crescido em registos e parcerias


Uma iniciativa com aspectos muito positivos. Em menos de 5 meses tem 10.000 registos. Já é possível ver mapas de observações registadas por espécie e o número de adesões e as parcerias estão a crescer intensamente.

Explorar a base de dados
O projecto BioDiversity4All - Biodiversidade para todos está a criar uma base de dados online sobre a Biodiversidade em Portugal, fundamentada na participação activa da sociedade civil e da comunidade científica.

O BioDiversity4All cria a possibilidade de todos contribuírem com registos de observações de plantas, animais e fungos e de usufruírem dessa informação, segundo o conceito Web 2.0, através de um site fácil e divertido de utilizar e explorar.

O projecto BioDiversity4All tem por missão unir o maior número de pessoas na promoção do conhecimento sobre a Biodiversidade. Queremos tornar-nos na mais completa, acessível e conhecida base de informação sobre a distribuição de espécies a nível nacional.

O projecto BioDiversity4All - Biodiversidade para todos constituiu-se como Associação Sem Fins Lucrativos em Janeiro de 2010.

Uma ligação entre o público e a comunidade científica
O BioDiversity4All permite criar diversos benefícios para a sociedade, assumindo-se como uma plataforma aberta de ligação entre o público e a comunidade científica.

Tem três formas de navegar pela base de dados:
Navegar por Área (Concelho, Freguesia, Parque Natural, Região de interesse,...)
Navegar pela lista de espécies já registadas em Portugal (nota: apenas são apresentadas as espécies com registo de observações em Portugal)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Descoberta de uma floresta tropical em Moçambique através do Google Earth



Chama-se Montanha Mabu.
Um admirável novo mundo. Foram descobertas novas espécies, em particular borboletas e cobras, bem como sete aves ameaçadas a nível global (notícia), após expedição (ver vídeo e uma fotoreportagem do Guardian).
Tal como muitos cientistas predizem, haverá ainda muitos novos seres vivos por descobrir.