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quarta-feira, 5 de novembro de 2025
Max Richter e Mari Samuelsen - Mercy
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segunda-feira, 7 de julho de 2025
É urgente um mundo mais compassivo e progressista
Celebremos a vida, a arte, a literatura, o ensino, a natureza. Os amigos. Num mundo muito polarizado, contaminado por discursos de ódio, é importante refocar e questionar se vale a pena insistir nesta vivência tóxica. Ainda em 3 de julho fomos abalados pela trágica morte de Diogo Jota e seu irmão André Silva. Que seja ímpeto para um mundo mais compassivo e progressista.
🎨 Sabine Ziegler (nasceu em 1968, em Memmingen, na Alemanha)
Asas de Sol
No topo da folha, tão pequenina,
brilha uma joaninha, jóia que caminha.
Vermelha e preta, com graça serena,
traz no seu voo a beleza da cena.
Desliza o dia nas asas douradas,
pousa nos sonhos, nas flores caladas.
Entre silêncios, canta baixinho:
“Sou mensageira do bem e do carinho.”
João Paulo Soares, 4 de julho de 2025
sábado, 26 de abril de 2025
quarta-feira, 1 de janeiro de 2025
Dia Mundial da Paz - Mensagem do Papa Francisco
Todos os anos é publicado em primeiro de janeiro a mensagem do Santo Padre o Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz. No primeiro dia do ano, além de ser para nós católicos o dia de Santa Maria Mãe de Deus, o mundo inteiro celebra o Dia da Confraternização Universal ou Dia Mundial da Paz. Na mensagem, o Papa Francisco pede que todos busquem a paz, pois somente ela é capaz de unir a todos os povos.
Além da mensagem, que é publicada nesse dia 1º de janeiro, o Papa Francisco profere diretamente de Roma a benção “Urbi et Orbi”, ou seja, a cidade de Roma e ao mundo. Essa benção que o sucessor de Pedro profere em Roma é a benção da paz que vem do Senhor, conforme o que ouvimos na liturgia da Palavra desse dia: “Que Deus nos dê a sua graça e a sua benção” (Sl 66/67). Independente de raça ou religião, a benção que o Papa profere nesse dia é para todos os povos do mundo e todos devem acolher a benção e a mensagem proferida pelo Papa Francisco.
Este é o 58º Dia Mundial da Paz e o tema da mensagem deste ano é: “Perdoai-nos as nossas ofensas: dai-nos a vossa Paz”, as mensagens para esse dia sempre têm como motivação animar todos os povos e encorajá-los para se unirem na construção de um mundo melhor para todos. A mensagem sempre tem cunho humanitário e independe de religião, tornando-a universal. Todos os povos são chamados a edificarem um mundo melhor e se unirem por construir a paz.
O desejo de Deus é que todos os povos fossem um, por isso rezamos “Pai-Nosso”, no plural. É obrigação de todos os povos se unirem na construção da paz. O desejo de Deus é que os povos do mundo inteiro se unissem e promovessem a paz e não as guerras.
Todas as mensagens já publicadas têm como tema central a paz, mas em especial a desde ano devido ao momento atual que o mundo atravessa com duas grandes guerras, que inclusive o Papa Francisco mencionou na benção “Urbi et orbi” do Natal. Quando o Papa Francisco usa o tema “Perdoai-nos as nossas ofensas”, ele pede que Deus perdoe as ofensas de toda a humanidade que infelizmente é incapaz de dialogar e promover a paz, e ao invés disso preferem as armas.
O Papa Francisco faz uma súplica ao Senhor, que perdoe as ofensas de todos nós quando, infelizmente, não conseguimos construir a paz em nossa casa, em nosso ambiente de trabalho, na escola, enfim, em nosso convívio social. O caminho para a edificação da paz deve começar, em primeiro lugar, de cada um de nós, a partir disso é possível pedir ao Senhor a paz para todo o mundo, pois se não conseguirmos manter a paz no ambiente em que vivemos, não podemos pedir ao Senhor a paz para restante do mundo.
Por isso, em primeiro lugar devemos pedir o perdão ao Senhor por todas as vezes que não conseguimos manter a paz e depois pedir ao Senhor a paz tão necessária. Infelizmente, através das guerras, muitos inocentes acabam morrendo, pessoas que não têm nada a ver com as guerras, sobretudo as crianças, enfermos e idosos, conforme afirmou o papa na benção de Natal. As guerras acontecem por causa da dureza do coração do ser humano e pela ganância do ter e do poder. O coração humano se afasta de Deus e não há espaço para amar ao próximo, mas somente para guerras e para o ódio.
Neste ano de 2025 a Igreja vive o Jubileu da Esperança: que essa esperança invada o coração de todos para que a situação das guerras melhore e tenhamos a paz. Peçamos ao Senhor o fim de todas as guerras e que as novas gerações que estão nascendo agora tenham no coração o desejo da paz e de um mundo melhor. Os conceitos esperança e perdão são o coração de todo o jubileu. Pois, ao longo de todo o jubileu poderemos obter de Deus o perdão para os nossos pecados, e cada fiel é convidado a esperar com todo amor nesse Deus misericordioso.
Deus chama a cada um para confiar em sua misericórdia, Deus não condena ninguém, não olha a quantidade de nossos pecados, mas sempre está pronto para nos dar o seu perdão. Tenhamos a esperança na reconciliação e no amor de Deus por nós, tendo esperança na misericórdia do Senhor é possível se abrir ao perdão do próximo e amá-lo com toda confiança. Cabe a cada pessoa pacificar, conversar, dialogar, e não guerrear e disseminar o ódio.
É missão de todos os governos e autoridades das nações promoverem condições de vida digna para a população, desde saneamento básico, saúde, educação e moradia, mas também é missão das autoridades promoverem a paz e não as guerras. E ainda, cuidarem da segurança pública das cidades, municípios e país, pois conforme já sabemos, temos algumas guerras em curso no mundo, mas infelizmente vivemos uma guerra civil em muitos estados e cidades do Brasil, por causa da violência urbana.
Rezemos pela paz mundial e pela paz em nosso país, cidade e estado. Rezemos antes de tudo pela conversão daqueles que só tem o desejo de ódio e violência no coração, para que se convertam e optem pelo caminho da paz e justiça. Unamo-nos ao Papa Francisco nesse dia e rezemos junto com o tema dessa mensagem: “Perdoai-nos as nossas ofensas: dai-nos a vossa Paz”
"A paz é a única luta que vale a pena travar" - Albert Camus
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segunda-feira, 6 de maio de 2024
Poema - Carinho
Nas estrelas que brilham no escuro do anoitecer,
Há um carinho que envolve, que faz florescer,
Nos corações que amam, um eterno viver.
No sussurro do rio ao correr para o mar,
Na ternura do olhar que não cansa de admirar,
Existe um carinho que nunca vai se acabar,
Nas almas que se encontram, um eterno lar.
Então que o carinho seja o nosso guiar,
Em cada passo, em cada olhar a brilhar,
Que sejamos o eco desse doce soar,
Do amor que nos une, sem nunca se esgotar."
João Soares, 05.05.2024
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sábado, 20 de janeiro de 2024
Não há liberdade religiosa num terço dos países do mundo
O relatório sobre liberdade religiosa no mundo de 2023 indica que, em cerca de um terço dos países do mundo, não há liberdade religiosa ou há uma violação, revelou hoje a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (FAIS).
"Dos 196 países analisados, em 61 há restrições à liberdade religiosa. Este relatório mostra-nos que em cerca de um terço dos países do mundo não há liberdade religiosa ou há uma violação da liberdade religiosa", destacou a diretora em Portugal da FAIS.
A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre apresenta na tarde de sábado, no Seminário Maior de Coimbra, o Relatório da Liberdade Religiosa no Mundo 2023, um documento que costumam publicar de dois em dois anos.
Em declarações à agência Lusa, Catarina Martins de Bettencourt explicou que o documento analisou "todas as religiões em 196 países do mundo, na perspetiva da liberdade religiosa"."Outra conclusão muito importante deste relatório é que cerca de 62% da população mundial vive nestes 61 países, onde não há efetivamente liberdade religiosa", constatou.
Os países onde há ausência de liberdade religiosa situam-se "em África, Meio Oriente e Ásia" e, pela primeira vez, o relatório menciona o continente americano, "por causa da situação que se vive em Cuba, Venezuela e também na Nicarágua".
Segundo a diretora em Portugal da FAIS, o relatório distingue os países onde se verifica discriminação religiosa e os países onde há perseguição, com pessoas a serem presas ou mortas com base na sua fé.
"No caso da perseguição com base na religião, temos países como a Índia, Paquistão, Afeganistão, China, Arábia Saudita e Irão, no continente asiático. Se olharmos para a África, há perseguição em países como a Nigéria, Mali, Sudão, República Democrática do Congo e no norte de Moçambique", referiu.
Questionada sobre a realidade na Europa, Catarina Martins de Bettencourt evidenciou que no relatório não constam países da Europa, apesar de já existirem "alguns sinais de preocupação".
"Há, às vezes, alguma discriminação e a profanação de alguns símbolos religiosos no continente europeu. Mas, na nossa análise e tendo em conta toda a gravidade do que se vive no resto do mundo, nós consideramos que a Europa ainda é um continente onde há relativa liberdade religiosa", apontou.
No caso de Portugal, considerou que é um país onde se pode exercer livremente a fé, independentemente de qual seja.
"A realidade no mundo é diferente. Há muitas pessoas que, infelizmente, vivem em países onde não há essa possibilidade de viver livremente a sua fé. Há pessoas que são discriminadas em termos de acesso à educação, acesso à saúde, acesso ao mercado de trabalho, só porque são de determinada religião", sustentou.
À Lusa, Catarina Martins de Bettencourt frisou ainda a importância deste relatório, que pretendem apresentar em todas as dioceses do país, por pretender provocar uma reflexão.
"Descrevemos algumas situações que foram acontecendo, ao longo desse ano, e que precisamos refletir. Gostaríamos que os nossos governos olhassem para este relatório e para as suas conclusões e, de alguma forma, também tomassem medidas que evitem esta escalada", alertou.
O relatório aponta também no sentido da "importância da educação", inclusive em contexto escolar.
"É muito importante educarmos as crianças desde pequenas, no sentido de perceberem o que é que é cada religião, as diferenças entre todas as religiões e ensiná-las no sentido da tolerância. Ensinar a não discriminar ninguém, a não perseguir ninguém, apenas porque é de uma religião ou de outra", concluiu.
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domingo, 24 de dezembro de 2023
O Natal é que Passou

Passeio de Natal
Por razões que não interessam para esta história há uns dias fui a Lisboa e passeei pela baixa pombalina, o que já não fazia há alguns anos, não obstante ser lisboeta, nascido e criado quase no centro da cidade, até aos meus 25 anos.
As ruas enfeitadas, a música, a azáfama das gentes, enfim… o habitual nestas épocas natalícias. E o habitual eram também os numerosos sem abrigo, sentados ou deitados, recorrendo à caridade pública. Apressadas, as pessoas nem neles reparavam… ou fingiam que não reparavam. A diferença entre estes homens e mulheres sem casa, vivendo na rua, é que diferentemente de outros tempos, tinham junto de si pequenos “cartazes” de papelão onde se lia, EM INGLÊS, mensagens informando que eram sem abrigo e que pediam ajuda para comer. Um desses “cartazes” estava mesmo escrito em inglês e francês.
Houve no entanto uma situação que me fez pensar e suspirar de impotência.
Na Rua de São José, uma rua paralela à Avenida da Liberdade, aproveitando um recanto provocado pela confluência de dois prédios, via-se um enorme chapéu de chuva, branco, imaculadamente branco, que escondia uma, talvez duas, pessoas que, tudo apontava nesse sentido, ali tinham pernoitado e por ali ainda se mantinham. Estava frio. Muito frio. Junto deles, mas sem os ver porque estavam encobertos pelo chapéu, um jovem com uma farda de uma empresa de segurança, pedia-lhes, por favor, para abandonarem o local. Dizia o segurança que compreendia a situação deles, mas que tinha ordens para não permitir que eles ali continuassem, A forma como se dirigia àquelas pessoas, invisíveis por detrás do chapéu, era de alguém que se sentia incomodado, revoltado mesmo, por ter de cumprir aquela ordem.
Não sei como tudo acabou porque me afastei receoso das consequências do que de uma eventual intervenção da minha parte pudesse provocar. Eram onze horas da manhã e estava frio, muito frio. As pessoas continuavam a circular alheias ao que as rodeava. Com frio. Com muito frio. Faltavam poucos dias para o Natal.
Natal: um dia diferente?
Véspera de natal. Véspera do dia em que (para os cristãos) Jesus (filho de deus feito homem) nasceu. No entanto, segundo algumas pesquisas, Jesus não terá nascido a 25 de Dezembro. Mas, na realidade isso não importa. Também não importa se Jesus era (ou é) filho de deus. O importante é a filosofia da mensagem que vem sendo divulgada em seu nome.
Uma mensagem importantíssima que instituiu novos conceitos de vida. Contudo, (pergunto) estarão esses conceitos a ser integrados na sociedade em que vivemos e, muito particularmente, assumidos intrinsecamente pelos que se afirmam cristãos? Ou será apenas um faz de conta?
Nas redes sociais são muitos os que aplaudem as palavras caritativas de importantes figuras religiosas, os que condenam a existência da pobreza, os que se manifestam contra os rendimentos absurdamente elevados em comparação com a miséria de remunerações, mas não se conhece por parte destes, por pequena que seja, qualquer ACÇÃO que promova uma mudança social que extinga tanto quanto possível os factos que veem condenando.
Infelizmente, enquanto cada um de nós não contribuir para que a sociedade mude na perspectiva da filosofia que nos vem sendo transmitida há mais de 2000 anos, o que escrevi e que ainda aqui vou continuar a escrever, continua actual, porque representa a postura de uma parte representativa da sociedade que valoriza mais a forma do que o conteúdo, mais o TER do que o SER.
O Natal é que passou
No dia 24 de Dezembro, logo à noite, estarei sentado a uma pequena mesa com a minha pequena família. Uma mesa farta em que não faltará o bacalhau da Noruega (espero que ainda sem fosfatos), as batatas, as couves, o ovo (devidamente carimbado), tudo regado com o bom azeite português (talvez ainda não adulterado) que faz parte da tão falada dieta mediterrânica, além, claro, de muitos e muitos doces (sem edulcorantes). Ah!, já me esquecia do bom vinho português (sem sulfitos, claro).
O meu neto, já um jovem homem, possivelmente estará desejoso que o jantar termine rapidamente para correr para o smartphone mesmo ainda antes de abrir os presentes que se acumularão sob a árvore de natal, uma imitação de um pinheiro natural, que alguém da família foi buscar à arrecadação e encheu de luzes e bolas, vermelhas, e que no passado chamávamos encarnadas por causa das conotações políticas.
Se a noite estiver fria teremos o aquecimento ligado e, muito importante, a televisão sintonizada num qualquer programa apropriado. Talvez passe uma reportagem sobre os “sem-abrigo”, onde se vêm algumas dezenas de voluntários a oferecerem uma sopa quente, tudo em directo, o que nos fará sentir momentaneamente desconfortáveis, mas só momentaneamente, porque logo de seguida somos visualmente brindados com ceias de natal, verdadeiros deslumbramentos gastronómicos, servidas numas quaisquer salas decoradas a primor, para satisfação de quem as pode pagar.
Por essa altura já os embrulhos que aguardavam sob a árvore estarão desfeitos e cada um regozijar-se-á com aquele presente que lhe trouxe o pai natal (no meu tempo era o menino jesus).
Nestes jantares tradicionais não me parece que haja tempo para pensar nos mais de dois milhões de portugueses e nos muitos e muitos milhões que noutras partes deste maltratado planeta não têm uma alimentação mínima, uma habitação condigna, um acesso a cuidados de saúde elementares, uma oferta educativa quanto baste, porque, simplesmente porque, tiveram o azar de ter nascido na parte errada do mundo e da sociedade.
E haverá tempo para a solidariedade? Sabemos o que é ser-se solidário? Sabemos?
Há muitos, mesmo há muitos anos, foi atribuída a um preso a autoria deste poema, que pode reflectir o sentimento que avassala muitos dos que sofrem com as guerras, com a miséria, com as injustiças:
É Natal. E pr’a meu mal,
No lugar em que estou,
Eu não passei o Natal.
O Natal é que passou…
Para todos, mesmo com o natal a passar, os meus votos de Boas Festas.
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quinta-feira, 16 de novembro de 2023
Precisamos de mundo
![]() |
| Tocando bateria nas ruas de Nashville, 2020 |
Outros vão por esse mundo fora e não modificam a sua postura política. Exemplo: Telmo Azevedo Fernandes. É um fulano do Porto. Já o conheço há uns bons 30 anos. Depois desliguei, porque já na altura era muito conservador/republicano. Diz que já viajou por 50 países (muito mais do que eu!!) e, no entanto, tornou-se ainda mais chegófilo com a idade. Homofóbico, xenófobo. Se viaja e continua igual ou pior, quer dizer que estagnou. Lamento.
Viajar é um acto de auto-aprendizagem, de conhecer e integrar em nós novas culturas, outros saberes, outros sabores (sem apropriação cultural), respeitar o diferente.
Viajar é um acto de questionamento, de rever posições.
Por isso adoro o projecto Playing For Change. Playing For Change foi criado para inspirar e conectar o mundo através da música. A ideia deste projeto surgiu da crença comum de que a música tem o poder de quebrar fronteiras e superar distâncias entre as pessoas.
Viajar pelo mundo nos inspirou a unir muitos dos maiores músicos que conhecemos ao longo de nossa jornada. Esses músicos vêm de diversos países e culturas, mas através da música falam a mesma língua.
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quinta-feira, 2 de novembro de 2023
Sobre a amizade
segunda-feira, 11 de setembro de 2023
Música do BioTerra: Europe- The Final Countdown tocado por 200 músicos
Quando os humanos usam voz, guitarras, baterias, baixos, saxs ao invés de metralhadoras, tanques, rifles, bombas a vida tem mais sentido. Isso traz alegria e felicidade ao nosso planeta.
We're leaving together
But still it's farewell
And maybe we'll come back
To earth, who can tell?
I guess there is no one to blame
We're leaving ground (leaving ground)
Will things ever be the same again?
It's the final countdown
The final countdown
Oh-oh
We're heading for Venus and still we stand tall
'Cause maybe they've seen us and welcome us all, yeah
With so many light years to go and things to be found (to be found)
I'm sure that we'll all miss her so
It's the final countdown
The final countdown
The final countdown (the final countdown)
(Oh) oh-oh-oh
The final countdown, oh-oh
It's the final countdown
The final countdown
The final countdown (the final countdown)
Oh
It's the final countdown!
We're leaving together
The final countdown
We'll all miss her so
It's the final countdown (the final countdown)
(Oh) it's the final countdown
But still it's farewell
And maybe we'll come back
To earth, who can tell?
I guess there is no one to blame
We're leaving ground (leaving ground)
Will things ever be the same again?
It's the final countdown
The final countdown
Oh-oh
We're heading for Venus and still we stand tall
'Cause maybe they've seen us and welcome us all, yeah
With so many light years to go and things to be found (to be found)
I'm sure that we'll all miss her so
It's the final countdown
The final countdown
The final countdown (the final countdown)
(Oh) oh-oh-oh
The final countdown, oh-oh
It's the final countdown
The final countdown
The final countdown (the final countdown)
Oh
It's the final countdown!
We're leaving together
The final countdown
We'll all miss her so
It's the final countdown (the final countdown)
(Oh) it's the final countdown
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terça-feira, 8 de agosto de 2023
Perdoar e pedir perdão não é exclusivo do Catolicismo
Perdoar e pedir perdão não é exclusivo do Catolicismo, Cristianismo. Também existe no Islamismo, no Judaísmo, na fé Baha´i, no Jainismo, no Hinduísmo e vejam só, no Budismo.
No budismo, o perdão evita que pensamentos nocivos causem estragos no bem-estar mental da pessoa. O budismo reconhece que sentimentos de ódio e má vontade deixam um efeito duradouro no nosso karma mental. O budismo encoraja o cultivo de pensamentos que deixam um efeito mais saudável. "Ao contemplar a lei do karma, percebemos que não se trata de buscar vingança, mas de praticar mettā e perdão, pois o vitimizador é, verdadeiramente, o mais infeliz de todos." Quando os ressentimentos já surgiram, a visão budista é proceder calmamente para libertá-los, voltando às suas raízes O budismo concentra-se na libertação da ilusão e do sofrimento por meio da meditação e da percepção da natureza da realidade. O budismo questiona a realidade das paixões que tornam o perdão necessário, bem como a realidade dos objetos dessas paixões. "Se não perdoamos, continuamos criando uma identidade em torno de nossa dor, e é isso que renasce. Isso é o que sofre."
O budismo coloca muita ênfase nos conceitos de mettā (bondade amorosa), karuna (compaixão), mudita (alegria simpática) e upekkhā (equanimidade), como um meio de evitar ressentimentos em primeiro lugar. Essas reflexões são usadas para entender o contexto do sofrimento no mundo, tanto o nosso quanto o sofrimento dos outros.
"Ele abusou de mim, ele me bateu, ele me venceu, ele me roubou" — naqueles que abrigam tais pensamentos, o ódio nunca cessará.
"Ele abusou de mim, ele me bateu, ele me venceu, ele me roubou" - naqueles que não abrigam tais pensamentos, o ódio cessará."
— Dhammapada 1.3–4 (trad. Radhakrishnan)
Referências bibliográficas:
1.Ajahn Sumedho (October 1997). "Universal Loving Kindness". Forest Sangha
2. O'Leary, Joseph S. (2006). "Buddhism and Forgiveness".
3. Ajahn Pasanno (2004). "Preparing for Death". Abhayagiri Buddhist Monastery
Sugiro ainda a leitura de Carl Jung no volume 11 das suas obras reunidas, particularmente o capítulo 5 Psychotherapist or the clergy e o artigo The Value of Confession and Forgiveness According to Jung em que é retratado com argúcia o perdão.
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quarta-feira, 19 de julho de 2023
Vaclav Havel dixit
“The salvation of this human world lies nowhere else than in the human heart, in the human power to reflect, in human meekness and human responsibility.” ~ Vaclav Havel
Vaclav Havel (página oficial)
Vaclav Havel (biografia)
segunda-feira, 10 de julho de 2023
Utopia - Cartas a José Afonso
"𝑬𝒖 𝒄𝒐𝒏𝒗𝒊𝒅𝒐 𝒂 𝒋𝒖𝒗𝒆𝒏𝒕𝒖𝒅𝒆 𝒂 𝒏𝒂̃𝒐 𝒂𝒄𝒆𝒊𝒕𝒂𝒓 𝒐 𝒎𝒖𝒏𝒅𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒍𝒉𝒆 𝒆́ 𝒐𝒇𝒆𝒓𝒆𝒄𝒊𝒅𝒐.
𝑨 𝒏𝒂̃𝒐 𝒂𝒄𝒆𝒊𝒕𝒂𝒓 𝒐 𝒎𝒖𝒏𝒅𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒍𝒉𝒆 𝒆́ 𝒊𝒎𝒑𝒐𝒔𝒕𝒐"
- 𝑱𝒐𝒔𝒆́ 𝑨𝒇𝒐𝒏𝒔𝒐
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quarta-feira, 17 de maio de 2023
Papa: transição ecológica passa por consumir menos coisas e viver a fraternidade
Francisco escreve prefácio do livro de Carlo Petrini, fundador do Slow Food, e do jesuíta Gaël Giraud, intitulado "O gosto de mudar - A transição ecológica como caminho para a felicidade". Uma obra que mostra a possibilidade concreta para um futuro possível em nível individual, comunitário e institucional ao cuidar da casa comum, consumindo menos coisas e vivendo relações mais pessoais.
O Papa Francisco escreveu o prefácio do livro "O gosto de mudar - A transição ecológica como caminho para a felicidade" (2023), dos autores Gaël Giraud e Carlo Petrini, que chega às bancas em língua original italiana nesta quarta-feira (17). A obra de 156 páginas, publicada em conjunto pela Livraria Editoria Vaticana e Slow Food Editor, é uma das grandes novidades do Salão Internacional do Livro da cidade italiana de Turim, que começa nesta quinta-feira (18). O texto é o resultado de um diálogo entre Carlo Petrini, sociólogo, ativista italiano e fundador da Associação Slow Food, e Gaël Giraud, jesuíta, economista, teólogo e matemático, professor da Universidade de Georgetown em Washington.
O livro, em língua original italiana, disponível nas livrarias
"Este livro gerou em mim um sabor de esperança, de autenticidade, de futuro", escreveu o Papa no prefácio, que ganhou destaque na contracapa da obra. Esse "verdadeiro gosto pelo bonito e pelo bom", disse Francisco, vem através de uma "narração crítica" em relação à situação global, com "análise fundamentada e convincente do modelo económico-alimentar no qual estamos imersos" e com propostas práticas de cuidado com o bem comum. "Críticas do que está errado, histórias de situações positivas: uma com a outra, não uma sem a outra", continuou o Pontífice no prefácio.
Em seguida, Francisco enalteceu que o livro é resultado do diálogo entre "Petrini e Giraud, um ativista de 70 anos, o outro um professor de economia de 50 anos, ou seja, dois adultos" que encontram nas novas gerações motivos de confiança e esperança, aqueles que "incorporam a mudança de que todos nós precisamos objetivamente. São eles que estão nos pedindo, em várias partes do mundo, para mudar. Mudar nosso estilo de vida, tão predatório em relação ao meio ambiente. Mudar nossa relação com os recursos da Terra, que não são infinitos. Mudar nossa atitude em relação a elas, as novas gerações, de quem estamos roubando o futuro". E os jovens fazem isso manifestando e fazendo escolhas responsáveis sobre alimentos, transporte e consumo: "os jovens estão nos educando sobre isso!", escreveu o Papa.
"Os dois autores apontam caminhos operacionais para o desenvolvimento económico sustentável e criticam o conceito de bem-estar que está em voga atualmente. Aquele segundo o qual o PIB é um ídolo ao qual todos os aspectos da convivência são sacrificados: respeito ao meio ambiente, respeito aos direitos, respeito à dignidade humana", disse Francisco, ao afirmar que ficou impressionado sobre as origens históricas do PIB, em plena era nazi, com a referência da indústria de armas.
Um crente e um agnóstico por um futuro possível
A natureza do livro, continuou o Pontífice, também é duplamente interessante. Primeiro, porque é produzido na forma de um diálogo, um "confronto que nos enriquece". Em segundo lugar, os dois interlocutores representam diferentes pontos de vista e origens culturais: Petrini, que se define como agnóstico, e Giraud que é jesuíta, "um crente e um agnóstico conversam e se encontram, embora partindo de diferentes posições, sobre diferentes aspectos que nossa sociedade deve assumir para que o amanhã do mundo ainda seja possível".
Uma discussão que identifica que o consumo excessivo e o desperdício elevado são "o mal da vida contemporânea", e que "o altruísmo e a fraternidade" são "as verdadeiras condições para que a convivência seja duradoura e pacífica". Diante da situação ambiental verdadeiramente crítica, "filha daquela 'economia que mata'" e que provocou o grito dos pobres e da Terra, sobretudo na África, "não podemos ficar indiferentes: seríamos cúmplices da destruição da beleza que Deus quis nos dar na criação que nos cerca", escreveu o Papa ao finalizar o prefácio:
“Acredito que este livro seja um presente precioso, porque nos mostra um caminho e a possibilidade concreta de segui-lo, em nível individual, comunitário e institucional: a transição ecológica pode representar uma área em que todos nós, como irmãos e irmãs, cuidemos da casa comum, apostando no fato de que, consumindo menos coisas e vivendo relações mais pessoais, entraremos pela porta da nossa felicidade.”
Apresentação do livro nesta sexta-feira
A obra de Giraud e Petrini, que aprofunda a proposta de transição ecológica com caminhos concretos de mudança seguindo os passos da encíclia Laudato si', será apresentada na sexta-feira (19) no Salão Internacional do Livro de Turim com a presença dos autores e a moderação de Massimo Giannini, editor do jornal italiano La Stampa.
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terça-feira, 18 de abril de 2023
A força dos bons
Provérbio hindu
domingo, 1 de janeiro de 2023
Música do BioTerra: Velvet Underground - Sunday Morning
It's just a restless feeling by my side
Early dawning, Sunday morning
It's just the wasted years so close behind
Watch out, the world's behind you
There's always someone around you who will call
It's nothing at all
Sunday morning and I'm falling
I've got a feeling I don't want to know
Early dawning, Sunday morning
It's all the streets you crossed, not so long ago
Watch out, the world's behind you
There's always someone around you who will call
It's nothing at all
sábado, 24 de dezembro de 2022
Música do BioTerra: Anne Sofie von Otter - Koppången (English Version and Original)
English Version
There is stillness and silence, as the ground is coloured white1
From the safe, old church the song is flowing out
I have paused at the road to rest for a while
And was caught by the borderland that unites night and day
And a ray of light behind the arched window frame
Has united those spirits that are here in time with us
And I know that those who have left us have understood that we are
Like flickering flames as long as we are here
And there among twinkling stars that fade one by one
Life comes really close, like a glimpse of truth
We are prisoners in time, like a palmprint
On a frosty old window given mercy by the passing of time
For a second I am eternal and then I know nothing more
Only this, that I live as fully as any other
I am here and in the middle of a frozen road there is still warmt
Even as the snow starts falling and the sky turns grey
There is stillness and silence as the hymn fades out
But I carry the old words in my heart just as before
And I sing to the heavens, maybe someone else listens
"Hosianna in the highest," then I start to walk
And I go to the others, I want to feel Cristmas peace
I want to believe that He was born and exists with us in time
It is Christmas and there is a child in me that wants to think that it happened,
And that lights a candle every Advent Sunday
There is stillness and silence, as the ground is coloured white1
From the safe, old church the song is flowing out
I have paused at the road to rest for a while
And was caught by the borderland that unites night and day
And a ray of light behind the arched window frame
Has united those spirits that are here in time with us
And I know that those who have left us have understood that we are
Like flickering flames as long as we are here
And there among twinkling stars that fade one by one
Life comes really close, like a glimpse of truth
We are prisoners in time, like a palmprint
On a frosty old window given mercy by the passing of time
For a second I am eternal and then I know nothing more
Only this, that I live as fully as any other
I am here and in the middle of a frozen road there is still warmt
Even as the snow starts falling and the sky turns grey
There is stillness and silence as the hymn fades out
But I carry the old words in my heart just as before
And I sing to the heavens, maybe someone else listens
"Hosianna in the highest," then I start to walk
And I go to the others, I want to feel Cristmas peace
I want to believe that He was born and exists with us in time
It is Christmas and there is a child in me that wants to think that it happened,
And that lights a candle every Advent Sunday
Koppången
Jag har stannat vid vägen för att vila mig ett tag
Och blev fångad av det gränsland som förenar natt och dag
Och ett sken ifrån ljusen bakom fönstrets välvda ram
Har förenat dom själar som finns med oss här i tiden
Och jag vet att dom som har lämnat oss har förstått att vi är
Liksom fladdrande lågor så länge vi är här
Och där bland gnistrande stjärnor som förbleknar en och en
Kommer livet väldigt nära som en skymt av sanningen
Vi är fångar i tiden som ett avtryck av en hand
På ett frostigt, gammalt fönster som fått nåd av tidens tand
En sekund är jag evig och sen vet jag inget mer
Bara ett, att jag lever lika fullt som någon annan
Jag är här och mitt på en frusen väg finns det värme ändå
Fastän snön börjar falla och himmelen blir grå
Här är stillhet och tystnad nu när psalmen tonat ut,
Men jag bär dom gamla orden i mitt hjärta som förut
Och jag sjunger för himlen, kanske någon mer hör på
"Hosianna i höjden", sen så börjar jag att gå
Och jag går till dom andra, jag vill känna julens frid
Jag vill tro att han föddes och finns med oss här i tiden
Det är jul och det finns ett barn i mig som vill tro att det hänt,
Och som tänder ett ljus varje söndag i advent
Music: Per-Erik Moraeus
Lyrics: Py Bäckman
Koppången (wiki)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2022
Encontros Improváveis: Vinicius de Moraes com Edward Hopper
quarta-feira, 12 de outubro de 2022
Ted-Talks: Diébédo Francis Kéré: How to build with clay and community
Diébédo Francis Kéré sabia exatamente o que queria fazer quando se formou em arquitetura.Ele queria voltar para casa em Gando, em Burkina Faso, para ajudar seus vizinhos a colher os benefícios de sua educação. Nesta palestra encantadora, Kéré mostra algumas das belas estruturas que ajudou a construir na sua pequena aldeia desde então, incluindo uma escola primária premiada feita de barro para toda a comunidade.
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domingo, 1 de maio de 2022
Dia Mundial do Riso
A celebração do Dia Mundial do Riso teve origem em Mumbai, na Índia, no dia 11 de janeiro de 1998, na qual 12.000 membros de clubes sociais de diversas partes do mundo juntaram-se em uma mega sessão de riso. Tal evento foi criado pelo fundador do movimento Yoga do Riso, Dr. Madan Kataria.
Daí por diante, diversos grupos foram organizados ao redor do mundo, com o intuito de praticar a terapia do riso. Surgiram então os chamados "Clubes de Yoga do Riso". Atualmente, existem mais de 6.000 clubes espalhados pelo mundo, e a popularidade dessa prática tem crescido rapidamente.
A celebração do Dia do Riso é realizada todo o ano, no primeiro domingo de maio. Conforme afirma o Dr. Kataria, a celebração do Dia do Riso representa a construção de uma consciência de Paz Mundial, amizade e fraternidade.
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