domingo, 5 de julho de 2026
Agora o partido Chega desmistifica o pós-verdade - normaliza a mentira que foi espalhada
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Pode HAARP provocar terramotos? Verdade por trás do boato que surge após cada desastre natural
sábado, 13 de junho de 2026
Infocracia: Digitalização e a Crise da Democracia
- As redes sociais funcionam no modelo de "bolhas de filtro", onde os algoritmos nos mostram apenas o que já concordamos.
- O debate deu lugar à polarização e à criação de "tribos digitais" que não dialogam entre si, apenas atacam.
- A comunicação atual é rápida, fragmentada e guiada pelo like, o que impede a reflexão profunda e o amadurecimento das ideias políticas.
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Espanha: Elétricas e PP propagam notícias falsas culpando as renováveis pelo apagão
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Claro que o partido Chega e Iniciativa Liberal estão contra a proibição das redes sociais aos menores de 16 anos
- Argumento Iniciativa Liberal (IL)- Defende que a solução deve passar pela literacia digital e não pela proibição. Mariana Leitão (líder da IL) afirmou que a medida exige uma "vigilância sobre todos" e que o Estado não deve substituir o papel dos pais na educação.
- Chega - André Ventura criticou a medida por considerá-la ineficaz e uma intromissão do Estado. O partido argumenta que proibir o acesso a jovens de 14 ou 15 anos — que já têm maturidade para outras decisões — é ignorar a realidade tecnológica atual.
- Facebook: Continua a ser o grande "quartel-general" do partido. É onde obtêm o maior número de interações (reações e partilhas) e visualizações de vídeos, chegando a atingir marcas de 9 milhões de visualizações em períodos eleitorais.
- TikTok: É uma ferramenta vital para o partido chegar ao eleitorado mais jovem e segmentar conteúdos curtos e incisivos. Ventura é frequentemente o líder político com mais tração nesta rede.
- Instagram: Usado para uma mistura de atividade política e momentos mais humanizados do líder, gerando milhões de interações mensais.
- YouTube: Utilizado para transmissões em direto e arquivo de intervenções parlamentares, funcionando como um canal de TV próprio.
- WhatsApp e Telegram: Canais crescentes para mobilização direta da base de militantes sem filtros de algoritmos.
- X (antigo Twitter): É historicamente o "porto seguro" da IL. O partido domina frequentemente o debate político nesta rede, sendo onde o seu conteúdo é mais partilhado e discutido pela bolha mediática e política.
- Instagram: Usado de forma muito profissional para infográficos, cartazes digitais e uma comunicação visualmente limpa e moderna. É a rede principal para o seu público urbano e jovem adulto.
- Facebook: Embora presente, o engagement é geralmente inferior ao do Chega nesta rede, sendo usado mais para fins institucionais e contacto com eleitores fora dos grandes centros.
- LinkedIn: Ao contrário da maioria dos partidos, a IL tem uma presença relevante aqui, focando-se no eleitorado corporativo, empreendedores e profissionais liberais.
- TikTok: O partido tem vindo a reforçar a aposta aqui para competir pela atenção da Geração Z, embora com um estilo menos agressivo que o do Chega.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
Nuno Loureiro era referência mundial em fusão nuclear e o seu trabalho poderia mudar os rumos da energia limpa
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
União Europeia aplica multa milionária ao X após irregularidades com verificação
- falta de transparência sobre anúncios;
- práticas consideradas enganosas envolvendo o selo;
- recusa ou dificuldade em conceder acesso a dados internos para investigação.
Nota de 7 euros de Ronaldo é falsa, alerta Banco de Portugal
- Salvaguardar a estabilidade financeira.
- Promover a integração financeira europeia.
- Emitir notas de euro.
- Compilar estatísticas.
- Funcionamento
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Freedom of the Press Worldwide 2025
- According to data collected by RSF for the 2025 World Press Freedom Index, in 160 out of the 180 countries assessed, media outlets achieve financial stability “with difficulty” — or “not at all.”
- Worse, news outlets are shutting down due to economic hardship in nearly a third of countries globally. This is the case in the United States (57th, down 2 places) Tunisia (129th, down 11 places) and Argentina (87th, down 21 places).
- The situation in Palestine (163rd) is disastrous. In Gaza, the Israeli army has destroyed newsrooms, killed nearly 200 journalists and imposed a total blockade on the strip for over 18 months. In Haiti (112th, down 18 places), the lack of political stability has also plunged the media economy into chaos.
- Even relatively well-ranked countries such as South Africa (27th) and New Zealand (16th) are not immune to such challenges.
- Thirty-four countries stand out for the mass closures of their media outlets, which has led to the exile of journalists in recent years. This is especially true in Nicaragua (172nd, down 9 places), Belarus (166th), Iran (176th), Myanmar (169th), Sudan (156th), Azerbaijan (167th) and Afghanistan (175th), where economic difficulties compound the effects of political pressure.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
Por que razão as mentiras prosperam?
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
A expressão “ideologia de género” não é um conceito científico
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| Ler artigo aqui |
- identidade de género
- expressão de género
- papéis de género
- estudos de género
- variação biológica do sexo
Porque:
-
alguns grupos usam a expressão para descrever qualquer abordagem moderna sobre género,
-
enquanto a comunidade científica usa conceitos diferentes, baseados em dados, não em ideologias.
🧭 Em resumo
✅ Origem do termo “ideologia de género”
📌 1. Surge nos anos 1990 em contextos religiosos, não científicos
O termo nasce no final dos anos 1990, principalmente em documentos e discursos ligados a sectores da Igreja Católica. A expressão é uma tradução de “gender ideology”, usada inicialmente para criticar:
- as políticas internacionais de igualdade de género,
- o reconhecimento de direitos LGBTQIA+,
- e a introdução do conceito de género (como diferente de sexo biológico) em debates públicos.
O ponto decisivo foi a IV Conferência Mundial sobre a Mulher da ONU (Pequim, 1995), quando a palavra gender começou a ser adoptada amplamente nas políticas globais de direitos humanos. Alguns grupos interpretaram isso como uma tentativa de “relativizar” a diferença sexual.
Daí surgiu a reação: rotular esses avanços como “ideologia de género”.
📌 2. Ganha força nos anos 2000 através de movimentos políticos conservadores
A partir dos anos 2000, o termo espalhou-se por:
- movimentos anti-direitos LGBTQIA+
- sectores conservadores na Europa, América Latina e EUA
- discursos populistas que se opõem à educação sexual e às políticas de igualdade
É frequentemente usado como estratégia retórica para criar medo ou confusão, apresentando qualquer estudo sobre género como uma “ideologia imposta”.
📌 3. Não é reconhecido pela ciência ou pela academia
Nenhuma área científica — biologia, psicologia, sociologia, antropologia — usa o termo.
O que a ciência estuda é:
- género como construção social,
- identidade de género,
- papéis de género,
- diversidade sexual e de género.
Ou seja, “ideologia de género” é um conceito político-cultural, religioso e não académico.
domingo, 13 de julho de 2025
O Império é um constante insulto à nossa inteligência
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| Fonte: Caitlin Johnstone |
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