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domingo, 1 de agosto de 2021

Música do BioTerra: We Will Rock You - Queen (Rockin'1000 at Stade De France(


Buddy, you're a boy, make a big noise
Playing in the street, gonna be a big man someday
You got mud on your face, you big disgrace
Kicking your can all over the place, singin'

We will, we will rock you
We will, we will rock you

Buddy, you're a young man, hard man
Shouting in the street, gonna take on the world someday
You got blood on your face, you big disgrace
Waving your banner all over the place
We will, we will rock you, sing it!

We will, we will rock you, yeah

Buddy, you're an old man, poor man
Pleading with your eyes, gonna get you some peace someday
You got mud on your face, big disgrace
Somebody better put you back into your place, do it!

We will, we will rock you, yeah, yeah, come on
We will, we will rock you, alright, louder!
We will, we will rock you, one more time
We will, we will rock you
Yeah

A letra de "We Will Rock You" utiliza uma estrutura narrativa circular para refletir sobre a jornada da vida humana e a persistência da ambição ao longo do tempo. 
Na primeira estrofe, somos apresentados à infância através de um rapaz jovem que "faz barulho" e brinca na rua, representando a energia bruta e o sonho de se tornar um grande homem no futuro. 
A segunda estrofe transita para a idade adulta, descrevendo um jovem lutador que enfrenta as dificuldades e a violência do mundo, simbolizadas pelo "sangue no rosto", enquanto tenta conquistar o seu lugar com uma mistura de determinação e frustração. 
Finalmente, a terceira estrofe retrata a velhice, focando-se num homem pobre e cansado que, apesar de não ter alcançado todos os seus objetivos, mantém o espírito de resistência. O refrão icónico funciona como o elo de ligação entre estas fases, transformando o desabafo individual num grito de poder coletivo que atravessa gerações, reafirmando que a vontade de "abalar o mundo" permanece viva independentemente da idade ou das circunstâncias.

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Música do BioTerra: Rui Reininho - Rota da Sede


Aqui se entra para o mundo
Se cumpre a Rota da Sede
Santiago espera lá ao fundo

À Luz de um farol amigo
Até a esse mural pintado
Sino do Balio antigo
Vai o Leça apressado

Sabe a Via Láctea
Sobe a Via Norte
Os mapas são passado
A Fábrica é uma forte
Sabe à Via Láctea

Santo Homem bem cheiroso
É memória do futuro
É um mel delicioso
Nas colmeias lado a lado
Sendo a alma do cruzado

Se puderes, olha e vê
Se puderes ver, repara

Pelas 13 horas do dia 22 de julho de 2020, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, perante uma plateia restrita de 30 convidados, no final de um debate sobre o "Futuro da Indústria" e a revitalização da economia em Portugal, Rui Reininho cantou um tema inédito, intitulado "Rota da Sede", que foi acompanhado por um videoclipe, "todo ele uma referência à indústria, ao território, às empresas e às pessoas", enfatiza o centro empresarial Lionesa, promotora do evento.

Em "Roda da Sede" descobre-se a Via Norte, nome de uma estrada onde estão sediadas grandes referências da indústria portuguesa, como a Sonae, a Efacec ou o SuperBock Group, e também um ponto cardeal magnético que se apresenta como o maior e mais dinâmico centro de negócios dedicado à indústria 4.0 em Portugal.

A extinta Fábrica de Tecidos de Seda Lionesa, inaugurada em 1944 e que representava a indústria 2.0, ressurgiu há mais de uma década como íman económico e social dedicado à 4.0, que manteve o nome Lionesa e que, nos últimos anos, atraiu grande quantidade e qualidade de investimento estrangeiro, nomeadamente nas áreas das tecnologias e serviços partilhados.

Empresas como a Oracle, Farfetch, eDreams, Vestas, Klockner Pentplast e Hilti são algumas das marcas com escritórios na Lionesa, que acolhe um total de 112 empresas e cerca de cinco mil pessoas, de 30 diferentes nacionalidades, num espaço de 48 mil metros quadrados e que gera indiretamente uma faturação estimada em cerca de 1,2 mil milhões de euros.

Entretanto, a Lionesa decidiu editar um livro, chamado "A Fábrica", que parte da narrativa do edifício que acolhe este centro de negócios, em Leça do Balio, Matosinhos, para se estender de todo o Norte para o Mundo.

"Concebida e pensada sem pandemia no horizonte, a edição que junta autores de prestígio tornou-se uma mensagem de força e de esperança em redor de um destino e da sua indústria, reforçando os sinais de confiança, esperança, crença num futuro promissor, depois da crise", enfatiza a Lionesa.

Com fotografias de Luís Ferreira Alves, textos históricos de Joel Cleto e design de João Machado, a edição do luxuoso livro despoletou, assim, algo maior, desaguando numa discussão alargada intitulado "A Fábrica do Futuro", que juntou várias figuras do panorama público e privado nacional e a atuação de Rui Reininho com uma música que é uma espécie de hino à indústria.

domingo, 31 de janeiro de 2016

The Rolling Stones in drag. 1966

Qual a diferença entre drag queen, travesti e transgénero?
A drag queen é uma performance temporária, sem ligação com a orientação sexual. Já a pessoa transgênero e travesti lida com questões da da própria identidade 

Leia mais em: Super Abril