quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Crise de memória RAM? A China está a adorar!
segunda-feira, 27 de julho de 2026
TR/ST - Gloryhole
sábado, 18 de julho de 2026
Anatomia de um arboricídio: o sacrifício de um Pinheiro-Manso em Lisboa
segunda-feira, 6 de julho de 2026
Mesmo com mais população, Portugal convergiu com os países mais ricos da Europa
sábado, 23 de maio de 2026
Dia Mundial da Biodiversidade: "É a teia viva que sustenta a humanidade"
quarta-feira, 20 de maio de 2026
A dupla face da China: líder na transição verde esconde uma corrida às armas nucleares
- A Parada de Pequim: a China exibiu publicamente pela primeira vez a sua "tríade nuclear" completa, demonstrando uma capacidade consolidada de lançar armas nucleares por terra, mar e ar.
- O Ritmo da Expansão: especialistas apontam que a China se encontra no meio de uma expansão nuclear histórica. O Pentágono projeta que o país alcance as 1.500 ogivas nucleares até 2035.
- A Motivação de Xi Jinping: o líder chinês é movido pelo receio de um confronto inevitável com o Ocidente liderado pelos EUA. A sua estratégia baseia-se no realismo estrutural: demonstrar poder para forçar as potências ocidentais a abandonarem a política de contenção contra a China.
- A Inspiração na Rússia: Xi Jinping destacou internamente que a Rússia tomou uma decisão correta após a Guerra Fria ao manter o seu grande arsenal nuclear, o que obriga os rivais a moderar as suas políticas.
- Os Silos de Mísseis: investigadores descobriram, através de imagens de satélite, mais de 300 silos de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) em construção nas zonas remotas do oeste da China. Esta foi a forma mais rápida encontrada por Pequim para expandir o seu arsenal e demonstrar a sua capacidade aos EUA.
- O Vetor Aéreo: a mais recente perna da tríade é o míssil balístico lançado pelo ar, conhecido como Jinglay 1 (JL-1).
- O Vetor Marítimo e a Geografia: os novos submarinos nucleares chineses estão equipados com o míssil Juulang 3 (JL-3), com um alcance superior a 10.000 km. A China enfrenta restrições geográficas marítimas (a "primeira cadeia de ilhas"), onde os aliados dos EUA monitorizam as saídas para o oceano. É por isso que o Mar do Sul da China e a ilha de Hainan são cruciais para esconder os submarinos. O controlo sobre Taiwan daria à China acesso direto e indetetável ao Oceano Pacífico.
- Mísseis de Teatro de Operações (Médio Alcance): o míssil DF-26 (apelidado de "Guam Killer") tem um alcance de 4.000 km e consegue atingir as forças dos EUA no Pacífico. Estes mísseis possuem "capacidade dupla", o que significa que podem transportar tanto ogivas convencionais como nucleares. Isto gera um perigo de incerteza em tempos de crise, pois os EUA podem confundir um ataque convencional com um ataque nuclear. O DF-17 é o primeiro sistema hipersónico da China, capaz de manobrar a altas velocidades para evitar as defesas antimísseis.
- A Lição da Ucrânia: Pequim observou que as ameaças nucleares implícitas de Vladimir Putin resultaram em impedir que a NATO enviasse tropas para o terreno na Ucrânia. A China ambiciona ter a mesma capacidade de dissuasão para evitar que os EUA intervenham num cenário de invasão a Taiwan.
- A Política de "Não Primeiro Uso" (No First Use): oficialmente, a China mantém a política de nunca ser a primeira a utilizar armas nucleares. Contudo, existem ambiguidades: analistas indicam que Pequim tem planos para ameaçar com o uso nuclear caso alvos estratégicos convencionais no seu território sejam atacados, argumentando que a política só é tecnicamente violada se as armas forem efetivamente disparadas.
- Lançamento sob Ataque (Launch Under Attack): com a ajuda tecnológica da Rússia, a China está a desenvolver um sistema de alerta precoce para detetar mísseis inimigos. Isto permite adotar uma postura de disparar os mísseis de volta antes que os mísseis do adversário atinjam os silos chineses. O perigo reside no risco elevado de alarmes falsos e interpretações erradas durante uma crise.
- Guerra Nuclear Limitada: o desenvolvimento de armas regionais mostra que a China está a preparar-se para a possibilidade de uma guerra nuclear limitada com os EUA. Os estrategistas chineses pensam em alvejar bases militares americanas na região (como em Guam, Japão ou Alasca) para aterrorizar os EUA e ganhar vantagem, sem provocar uma retaliação total que leve à destruição mútua global.
quinta-feira, 7 de maio de 2026
The Geometry of Peace: A Tribute to Susumu Yokota (1960-2015)
terça-feira, 7 de abril de 2026
SASAMI - Pacify My Heart
domingo, 15 de março de 2026
A filosofia de John Cobbe
O pensamento de John B. Cobb Jr. (nascido em 1925, Japão) representa uma das sínteses mais ambiciosas dos séculos XX e XXI entre a espiritualidade, a ciência e a economia. Como principal expoente da Teologia do Processo, Cobb baseou a sua visão de mundo na filosofia de Alfred North Whitehead (1861–1947), rejeitando a ideia de um universo estático composto por objetos isolados. Para ele, a realidade é um fluxo contínuo de eventos interconectados, onde cada ser é constituído pelas suas relações com os outros. Esta perspetiva alterou radicalmente a compreensão de Deus: em vez de um monarca onipotente e imóvel, o Deus de Cobb é uma presença sensível que sofre e se alegra com a criação, influenciando o mundo não pela coerção, mas pela persuasão em direção ao bem, à beleza e à vida.
Essa fundamentação filosófica levou Cobb a tornar-se um pioneiro da teologia ecológica. Ao compreender que o bem-estar humano é indissociável da saúde da biosfera, passou a criticar severamente o modelo de desenvolvimento industrial. A sua colaboração mais famosa neste campo ocorreu com o economista
Além de Daly, outros colaboradores foram fundamentais para a expansão deste sistema. Charles Hartshorne (1897–2000) forneceu o rigor lógico necessário para definir a natureza dipolar de Deus no processo, enquanto David Ray Griffin (1939–2022) trabalhou ao lado de Cobb na fundação do
- Localismo: comunidades mais pequenas e autossuficientes.
- Respeito biocêntrico: leis que protegem o ecossistema acima do lucro corporativo.
- Educação integrada: ensinar as crianças que a sua identidade é, antes de mais, "terrestre".
É fascinante notar como Cobb influenciou até políticas públicas na China, onde o conceito de "Civilização Ecológica" foi adotado oficialmente.[em março de 2018]
Biografia
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sábado, 28 de fevereiro de 2026
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
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domingo, 22 de fevereiro de 2026
Aiko Sakamoto
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
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terça-feira, 2 de dezembro de 2025
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
Hideo Tanaka
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Indochine - No Name
A canção “No Name” da banda Indochine, lançada em 1999 no álbum Dancetaria, é uma música envolta em um tom melancólico e introspectivo, característico do estilo do grupo. O significado de “No Name” pode ser interpretado em várias camadas, mas o tema central gira em torno de anonimato, solidão e perda de identidade — tanto pessoal quanto emocional.
Aqui estão alguns elementos principais do seu significado:
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Anonimato e vazio existencial
– O título “No Name” (sem nome) já sugere a sensação de não pertencer ou não ser reconhecido.
– A letra evoca um sentimento de distanciamento do mundo e de si mesmo, comum em temas de alienação urbana e emocional. -
Busca por amor e sentido
– Há uma tensão entre o desejo de conexão e a impossibilidade de alcançá-la.
– Isso pode representar um amor perdido, uma identidade em crise, ou a dificuldade de encontrar sentido num mundo impessoal. -
Atmosfera sombria e emocional
– A música combina sintetizadores e guitarras melancólicas, criando uma ambiência de nostalgia e tristeza contida.
– Essa estética reflecte o espírito post-punk/new wave do Indochine, influenciado por bandas como The Cure e Depeche Mode. -
Interpretação simbólica
– “No Name” pode também simbolizar as pessoas invisíveis da sociedade — aquelas que passam despercebidas, esquecidas.
– É uma canção sobre identidade negada, amor não correspondido e solidão moderna.









