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quinta-feira, 23 de julho de 2026
Ramones - We’re A Happy Family
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quinta-feira, 18 de junho de 2026
Dia de Mísia - "Ausência"
Letra
Namorei a tua ausência
Por tantas noites vazias
Que agora pede à prudência
Que eu te ausente dos meus dias
É que a ausência de ti
É uma noite tão escura
Que eu não sei sair dali
Sem ir à tua procura
O corpo senta-se ausente
Na cama onde não se deita
E sabe o melhor presente
Que a noite não aceita
Meu amor, chegou a hora
De o tempo negar o espaço
Em que o corpo se namora
Por ausência ou por cansaço
Meu amor, choras?
No entanto és sempre tu
Sempre que canto o meu fado
É quase o teu corpo nu
Que quase que tenho ao lado
Tenho a noite por exílio
A tua ausência por lei
Vem em meu auxílio
Ou nunca mais cantarei
O corpo senta-se ausente
Na cama onde não se deita
E sabe o melhor presente
Que a noite não aceita
Meu amor, chegou a hora
De o tempo negar o espaço
Em que o corpo se namora
Por ausência ou por cansaço
Meu amor, chegou a hora
Significado da canção
A letra explora o vazio psicológico e físico deixado pela perda do ser amado. O eu lírico descreve uma relação quase obsessiva com a própria solidão, chegando a dizer que "namorou a ausência" durante tantas noites que agora precisa de fazer um esforço consciente para afastar essa sombra dos seus dias. A falta da outra pessoa é comparada a uma noite escura e intransitável, um labirinto de onde não se consegue sair sem ceder à tentação de ir à procura de quem partiu.
Há uma forte presença do corpo e do espaço físico: a cama vazia onde o corpo já não se deita e o exílio da noite. No final, a ausência funde-se com a própria arte da fadista. Ela confessa que o seu fado será sempre sobre essa pessoa e lança um apelo desesperado: se o amor não vier em seu auxílio para quebrar este silêncio, a dor será tão grande que a impedirá de voltar a cantar.
Pequena homenagem
Filha de pai português e mãe catalã (bailarina de cabaré), Mísia trouxe para o fado muita inovação, maior projecção universal, uma sensualidade provocadora, uma ginga malandra e uma alegria solar.
A genuína essência de Mísia reside na audácia de ter sido a grande anarquista e esteta do fado, uma artista singular que habitou a fronteira exacta entre a tradição mais visceral e a vanguarda mais culta.
Longe de se fechar no purismo das tascas ou no fado-destino resignado, Mísia limpou o género do bafio do passado e elevou-o ao estatuto de alta literatura, desafiando os maiores escritores contemporâneos — como José Saramago, Agustina Bessa-Luís, Lídia Jorge e António Lobo Antunes — a escreverem para a sua voz. Havia na sua presença uma solenidade aristocrática misturada com uma atitude punk e até gótica, mas reduzir a sua obra à dor é ignorar a sua vibrante veia artística.
Mísia apoiava muito o seu canto no registo de peito, o que conferia à sua música uma ressonância profunda, noturna e ligeiramente rouca - características muito valorizadas tanto no fado clássico como no ambiente de cabaré que ela tanto adorava.
Mísia avant-garde introduziu instrumentos "proibidos" no fado tradicional - como o violino, o violoncelo, o piano e o acordeão - criando uma atmosfera de fado de câmara.
A sua melancolia não era de resignação (o típico "fado-destino"); era uma melancolia de combate, sensual, visceral e assumidamente trágica.
No fundo, Mísia libertou o fado das suas próprias amarras, provando que a tradição também se faz com pele, desejo, fragilidade humana, muita sensualidade, uma pitada de humor, festa e uma enorme liberdade criativa.
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Documentário: The Tube (1984)
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sábado, 21 de fevereiro de 2026
Adam and The Ants - Stand And Deliver
O Significado: A Estética como Arma de Assalto
O significado de "Stand and Deliver" assenta numa metáfora histórica brilhante para descrever a cena pop britânica do início dos anos 80. Adam Ant assume a personagem de um salteador de estrada (highwayman) do século XVIII, mas com um toque de "Dandy" — ou seja, um homem extremamente elegante e preocupado com a imagem.
A expressão que dá título à canção era o grito de guerra dos bandidos que assaltavam carruagens na Inglaterra antiga, equivalente ao nosso "Alto e para o baile!" ou "A bolsa ou a vida!". No entanto, Adam subverte este conceito: ele não quer apenas o teu dinheiro, ele quer a tua atenção e quer desafiar a monotonia da sociedade.
Quando ele canta "Try and use a mirror, no bullet or a knife" (Tenta usar um espelho, nada de bala ou faca), ele está a dizer que a verdadeira revolução daquela época não se fazia com violência, mas sim com a imagem e a identidade. Para o movimento New Romantic, a maquilhagem, as fardas militares históricas e os penteados extravagantes eram formas de rebeldia contra o cinzentismo do pós-punk.
Em suma, a música é um manifesto sobre o poder do estilo. Adam Ant apresenta-se como um "ladrão" que invade as tabelas de vendas e a televisão, forçando o público a olhar para ele. Ele usa a figura do salteador para mostrar que ser extravagante e "perigoso" visualmente era a forma mais eficaz de chocar o sistema naquela altura.
Adam Ant é o nome artístico de Stuart Leslie Goddard
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
William Elliott Whitmore - Civilizations
"Civilizations" é uma das faixas mais poderosas do álbum Radium Death (2015), de William Elliott Whitmore. É uma música que resume bem a filosofia do artista: uma mistura de folk visceral, activismo rural e uma pitada de estoicismo.
A canção é acompanhada por um evocativo videoclipe animado em tons sépia, co-realizado por Joel Anderson e Matt Scharenbroich. Utiliza imagens de paisagens em transformação e decadência histórica para reflectir o tema de "ascensão e queda" da música.
O Significado e a Inspiração
A canção é uma reflexão sobre a natureza cíclica da história humana e a resiliência do "homem comum".
O Ciclo da História: o tema central é que impérios e governos — as "civilizações" do título — eventualmente desmoronam sob o próprio peso, enquanto as pessoas comuns e a terra permanecem.
Comentário político: Whitmore escreveu a música como uma crítica à arrogância das potências modernas. Ele frequentemente traça paralelos com a queda de Roma, sugerindo que sociedades que priorizam o progresso industrial desenfreado em detrimento da terra estão destinadas ao fracasso.
Raízes Pessoais: a inspiração veio de uma luta real na defesa da sua quinta familiar no Iowa. Na época, havia um projeto de instalação de um oleoduto que passaria pelas terras de sua avó, o que deu origem aos versos sobre montanhas sendo derrubadas e florestas devastadas.[Fonte]. Ler mais detalhadamente abaixo
Estilo Musical
Diferente de outras faixas de Radium Death, que trazem guitarras elétricas e uma sonoridade mais rock, "Civilizations" é minimalista e acústica.
O Banjo: a música é guiada por um dedilhado de banjo lento e deliberado.
A Voz: a voz grave e "rasgada" de Whitmore (que soa muito mais velha do que ele realmente é) dá à canção um peso ancestral, como se estivesse sendo cantada por alguém que já viu séculos passarem.
O Contexto Político (Obama e o Iowa)
Obama estava no seu segundo mandato e, curiosamente, o contexto político da época cria um contraste interessante com a mensagem da canção:
A Contradição da energia: embora a administração Obama tenha promovido energias renováveis, também presenciou um boom na produção de petróleo e gás natural nos EUA. Foi precisamente durante este período que o projeto da Dakota Access Pipeline (que Whitmore contestava ativamente no Iowa) avançou a nível federal.
O "Home State" Político: o Iowa foi o estado que catapultou a carreira de Obama em 2008. Ver um artista do Iowa como Whitmore a cantar sobre a queda de "civilizações" e a ganância das corporações em 2015 mostrava um certo desencanto de parte da população rural que sentia que as promessas de proteção ambiental e económica não estavam a chegar ao terreno.
A Canção como Protesto
Quando Whitmore canta "Civilizations, they come and they go" (As civilizações vêm e vão), ele está a adoptar uma perspetiva histórica longa, sugerindo que nenhum governo ou império — mesmo o de um presidente popular como Obama — é permanente face à força da natureza e da terra.
Whitmore chegou a participar em protestos físicos no Iowa contra a construção da conduta de petróleo durante esse governo
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Fokofpolisiekar - Ek Skyn(Heilig)
Te vinnig
Te veel
Ek sal al my beloftes breek as jy my net 'n kans kan gee
Wie sal vir my liefde maak?
Wie sal vir my liefde maak?
As die somer so lekker is, hoekom voel ek so fucked?
Te veel
Ek sal al my beloftes breek as jy my net 'n kans kan gee
Wie sal vir my liefde maak?
Wie sal vir my liefde maak?
As die somer so lekker is, hoekom voel ek so fucked?
Ek skyn
Ek skyn heilig
Onder die straatlig
Onder die maanlig
Sê vir my as die rewolusie verby is
Ek skyn heilig
Onder die straatlig
Onder die maanlig
Sê vir my as die rewolusie verby is
Geliefdes
Ons weet
'n Hond sal altyd na sy braaksel toe terugkeer
Moenie so verbaas wees nie
Gooi net 'n bietjie vet op die vuur
Doos siek en melancholies
Ons weet
'n Hond sal altyd na sy braaksel toe terugkeer
Moenie so verbaas wees nie
Gooi net 'n bietjie vet op die vuur
Doos siek en melancholies
Ek skyn
Ek skyn heilig
Onder die straatlig
Onder die maanlig
Sê vir my as die rewolusie verby is
Ek skyn heilig
Onder die straatlig
Onder die maanlig
Sê vir my as die rewolusie verby is
Ek bly verveeld
En my bene is seer
Ek staan voor jou deur
En my kop klop
En my bene is seer
Ek staan voor jou deur
En my kop klop
Genade onbeskryflik groot
Ek is die Hel in
Bibber en beef die boere bedriëer
Die wêreld gaan jou haat, my seun
As jy die waarheid praat gaan hulle jou wil doodmaak
Ek is die Hel in
Bibber en beef die boere bedriëer
Die wêreld gaan jou haat, my seun
As jy die waarheid praat gaan hulle jou wil doodmaak
Ek skyn
Ek skyn heilig
Onder die straatlig
Onder die maanlig
Sê vir my as die rewolusie verby is
Ek skyn heilig
Onder die straatlig
Onder die maanlig
Sê vir my as die rewolusie verby is
Ek bly verveeld
En my bene is seer
Ek staan voor jou deur
En my kop klop
En my bene is seer
Ek staan voor jou deur
En my kop klop
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
Budhi - Pax Americana
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
Minha homenagem a Pam Hogg
Designer de moda, artista, DJ e música, mas mais do que isso, ícone da cultura visual britânica desde os anos 80, morreu esta quarta-feira a escocesa Pam Hogg, com um percurso marcado pela independência e por uma estética inspirada no punk e pós-punk, que atravessou a moda, a música, a boémia ou as artes visuais. No campo da música, para além de ter sido líder da banda Doll, vestiu imensa gente (de Lady GaGa a Rihanna, de Grace Jones a Beyoncé), tendo uma relação – profissional e pessoal – privilegiada com nomes tão diversos como Siouxsie Sioux, Debbie Harry, Björk, Duran Duran, Peaches, Chicks on Speed, Nick Cave ou Bobby Gillespie, inspirando várias movimentações, do pós-punk aos neo-românticos, passando pelo electroclash. Era também uma ativista. A sua última colecção, de 2024, focava-se nas questões ambientais e na Palestina. “É um mundo injusto e desigual este, por favor, usem a vossa voz, no presente, para o corrigir”, foi uma das suas derradeiras proclamações.
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quinta-feira, 20 de novembro de 2025
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
Billy Bragg - Waiting for the Great Leap Forwards
“Waiting for the Great Leap Forwards”, lançada em 1988 por Billy Bragg, é uma canção que combina crítica política, autoironia e uma reflexão amarga sobre a relação entre ideais revolucionários e a realidade prática. Bragg desmonta, com humor e lucidez, a ideia do “grande salto em frente” — expressão historicamente ligada à retórica revolucionária — transformando-a numa metáfora para a promessa sempre adiada de mudança. A canção revela o cansaço e a frustração com a política institucional, mostrando como slogans, reformas e líderes que prometem transformação acabam frequentemente por reproduzir a mesma lógica de espera passiva.
O artista não poupa ninguém, incluindo a si próprio: reconhece as contradições de ser um músico engajado que, ao mesmo tempo, depende da indústria cultural, e admite que até a rebeldia pode ser rapidamente transformada em mercadoria.
Assim, critica a facilidade com que o mercado absorve e neutraliza o radicalismo, convertendo causas sociais em produtos de consumo.
O humor é central à canção, não apenas como recurso estilístico, mas como arma política; serve para expor o absurdo da política-espetáculo e das ilusões utópicas embaladas em discursos grandiosos.
Apesar do tom cético, a música não capitula ao niilismo: permanece um fio de esperança, uma sugestão de que a verdadeira transformação não virá de um salto súbito, mas de uma prática constante de ação e questionamento. Em última análise, Bragg convida-nos a abandonar a espera pela mudança miraculosa e a encarar o processo político como algo construído no quotidiano — menos espetáculo, mais empenho real.
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terça-feira, 15 de julho de 2025
Sem distracções
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sábado, 28 de junho de 2025
Sex Pistols - Bodies
She was a girl from Birmingham
She just had an abortion
She was a case of insanity
Her name was Pauline, she lived in a tree
She just had an abortion
She was a case of insanity
Her name was Pauline, she lived in a tree
She was a no-one who killed her baby
She sent her letters from the country
She was an animal
She was a bloody disgrace
She sent her letters from the country
She was an animal
She was a bloody disgrace
Body, I'm not an animal
Body, I'm not an animal
Body, I'm not an animal
Dragged on a table in a factory
Illegitimate place to be
In a packet in a lavatory
Die little baby screaming
Illegitimate place to be
In a packet in a lavatory
Die little baby screaming
Body, screaming, fucking, bloody mess
Not an animal, it's an abortion
Not an animal, it's an abortion
Body I'm not an animal
Mummy, mummy, mummy, I'm an abortion
Throbbing squirm, gurgling bloody mess
Mummy, mummy, mummy, I'm an abortion
Throbbing squirm, gurgling bloody mess
I'm not a discharge
I'm not a loss in protein
I'm not a throbbing squirm
I'm not a loss in protein
I'm not a throbbing squirm
Ah! Fuck this and fuck that
Fuck it all the fuck out of the fucking brat
She don't wanna a baby that looks like that
I don't wanna a baby that looks like that
Fuck it all the fuck out of the fucking brat
She don't wanna a baby that looks like that
I don't wanna a baby that looks like that
Body, I'm not an animal
Body, an abortion
Body, I'm not an animal
Body, I'm not an animal
An animal
I'm not an animal
I'm not an animal, an animal, an-an-an animal
I'm not a body
I'm not an animal, an animal, an-an-an animal
I'm not an animal
Mummy! Uh!
Body, an abortion
Body, I'm not an animal
Body, I'm not an animal
An animal
I'm not an animal
I'm not an animal, an animal, an-an-an animal
I'm not a body
I'm not an animal, an animal, an-an-an animal
I'm not an animal
Mummy! Uh!
A Crítica Social e a Controvérsia em 'Bodies' dos Sex Pistols (1977)
A música 'Bodies' dos Sex Pistols é uma das mais controversas e provocativas do punk rock, refletindo a crítica social agressiva que caracteriza a banda. A letra narra a história de Pauline, uma adolescente que realizou um aborto e é descrita de maneira perturbadora e desumanizada. A repetição das frases 'I'm not an animal' e 'I'm not an abortion' sugere um grito de identidade e humanidade, questionando as visões sociais sobre o aborto e a marginalização de indivíduos.
O uso de linguagem explícita e imagens chocantes serve para chamar a atenção para as condições desumanas e a falta de empatia enfrentadas por pessoas como Pauline. A banda utiliza a música como um espelho crítico da sociedade, desafiando o ouvinte a refletir sobre temas de autonomia corporal, estigma social e a brutalidade com que certos temas são tratados. A abordagem direta e sem censura é típica do estilo punk dos Sex Pistols, que não temia abordar questões controversas de frente.
'Bodies' não é apenas uma música, mas um manifesto sobre a complexidade das escolhas pessoais e as consequências sociais que acompanham essas escolhas. Através de sua letra provocativa, os Sex Pistols convidam a uma reflexão sobre como a sociedade julga e trata os mais vulneráveis, especialmente em questões tão divisivas como o aborto. A música permanece um exemplo poderoso de como a arte pode ser usada para provocar discussão e mudança social.
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quinta-feira, 17 de outubro de 2024
Elogio ao Anarquismo
domingo, 19 de maio de 2024
sexta-feira, 22 de março de 2024
Música do BioTerra: Billy Morrison - Drowning
You got a head full of lies, we all agree
The information don't make sense
Another motherfucker just sitting on the fence
Losing lives, would you throw in high-fives?
Please advise, don't compromise
Lay it down, for once, for real
Gotta get off of this spinning wheel
It's your atrocity
Drowning, I'm drowning
Look into my eyes
Feel the weight inside
Drowning, I'm drowning
Now I'm breathing all your lies
Another invitation to fuck things up
And now I'm sipping sheepish from a plastic cup
I got a 911 and I'm reeling
I don't understand this feeling
Gotta keep it going, baby, never stop
I gotta make my way to the highest rooftop
Another day with a different face
Yeah, I'm a fucking disgrace
It's your atrocity
My sweet monotony
Drowning, I'm drowning
Look into my eyes
Feel the weight inside
Drowning, I'm drowning
I'm going under
Drowning, I'm drowning
Look into my eyes
Feel the weight inside
Drowning, I'm drowning
Welcome to the masquerade
Let's have a big parade
I'm gonna drown again
We're gonna see the end
We're gonna drown again
terça-feira, 21 de novembro de 2023
Patti Smith
Há norte-americanos fabulosos. Patti Smith é esse o exemplo. Tem poemas fabulosos e exploratórios. Apesar de Patti Smith nunca ter tido um disco certificado pela RIAA, apesar de ter lançado um único single que chegou ao Top 20, é reconhecida como uma das mais importantes e influentes artistas da história do rock. A revista Rolling Stone recentemente colocou-a no 47º lugar na sua lista dos cem maiores artistas de todos os tempos.
Em 2012, Smith recebeu um doutorado honorário em belas artes do Pratt Institute.
Em 10 de Dezembro de 2016, Patti cantou "A Hard Rain's A-Gonna Fall" na cerimónia de entrega do Prémio Nobel a Bob Dylan (outro talentoso).
Um novo festival em 2024 traz Patti Smith de volta a Portugal com Maria João e Camané e muitos outros ao CCB. Já está agendado.
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sábado, 27 de maio de 2023
Documentário: Punk Rock Vegan Movie
"Punk Rock Vegan Movie” explora as ligações entre o punk e o veganismo e conta com as participações de Dave Navarro, Rob Zombie ou Ian MacKaye. Moby sabe do que fala: tem um passado no punk ‘hardcore’.
O documentário foi escrito e realizado pelo próprio Moby, que também se encarregou da banda-sonora, e contém entrevistas com nomes como Rob Zombie, dos White Zombie, Dave Navarro, dos Jane's Addiction, e Ian MacKaye, dos Fugazi, entre outros.
Moby é há muito ativista pelos direitos dos animais, tendo-se tornado vegetariano em 1984 e vegano em 1987. Em declarações ao “NME”, o músico revelou que o seu mundo se alterou quando os Vatican Commandos, banda hardcore punk da qual fez parte, passou uma noite numa casa ocupada vegana. “Tinha 15 anos e nem sequer sabia o que era um vegano”, disse.
“Punk Rock Vegan Movie” tem a duração de 1h30 e está disponível, na íntegra, no YouTube. “O realizador e os produtores esperam que ninguém pague para ver este documentário, já que é fruto de amor e ativismo”, pode ler-se na legenda no vídeo.
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2023
Música do BioTerra- Tom Verlaine: Spiritual
Beautiful piece off of (ex Television frontman) Tom Verlaine's great solo album 'Warm and Cool', first released 1992.
The clip is from Japanese scientific short film 'World of Pulses - Electronics and Living Organism' (1962)
Biografia: Tom Verlaine
Biografia : Television
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
The Men That Will Not Be Blamed For Nothing - The Great Stink (Steampunk)
Animated video for our song 'The Great Stink', done by Immo Horn and Amyric Films. Taken from our album 'This May Be The Reason Why The Men That Will Not Be Blamed For Nothing Cannot Be Killed By Conventional Weapons'. See us live, October 4th, The Garage, London: http://tinyurl.com/kccq2ze New double a-side single The Gin Song/Third Class Coffin out Oct 7th.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2022
Hoje, dia dos Sex Pistols e de Roger Waters e o papel da música de intervenção

Sex Pistols - "Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols" é o único álbum de estúdio dos Sex Pistols, lançado neste dia (28 de outubro) em 1977.
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