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segunda-feira, 30 de março de 2026

EPA chief met with Bayer CEO over supreme court fight, agency records show


Top US regulators met with Bill Anderson, Bayer’s CEO, last year to discuss “litigation” issues – including “supreme court action” over its glyphosate weed killer – just months before the Trump administration took a series of steps to boost Bayer’s case at the high court, internal government records show.

The 17 June meeting, between officials at the Environmental Protection Agency (EPA), Anderson and two other top Bayer executives, came as the Germany-based company was working to quash costly US litigation brought by tens of thousands of people who allege they developed cancer from their use of the company’s glyphosate-based herbicides, such as Roundup.

At the core of those lawsuits are claims that the company failed to warn users of the risk of cancer, as shown in several research studies over many years.

One of Bayer’s stated key strategies to try to end the litigation, which has so far cost Bayer billions of dollars in settlements and jury verdict awards, is getting the supreme court to agree with Bayer’s argument that if the EPA does not require a cancer warning on its glyphosate products, the company cannot be held liable for failing to warn of a cancer risk.

While one appellate court has sided with Bayer, multiple other courts have rejected that preemption argument, as did the US solicitor general under the Biden administration. In contrast, the Trump administration has acted to defend and promote Bayer’s position and its glyphosate herbicides.

In a statement Bayer said the meeting at the EPA was a “normal part of the regulatory process” and that the company has been “transparent about our position” regarding glyphosate litigation.

The show of administration support has largely come after that 17 June meeting, which government email communications and visitor logs confirm took place with Anderson and the other Bayer executives arriving at the EPA on the appointed day a little before 1pm.

According to a 13 June internal EPA email planning for the meeting, Bayer’s team was “going to bring up some legal/judicial issues”, and discussion topics were to include “supreme court action”.

The company would “give an update to the administrator on where they stand in litigation and labeling options”, the planning email states.

The meeting came less than two weeks ahead of a request from the Supreme Court for the Trump administration’ Justice Department to weigh in on whether or not the court should agree to hear Bayer’s case.

The EPA officials attending the meeting with Bayer were to include Lee Zeldin, the agency’s administrator, along with Nancy Beck, formerly senior director at the American Chemistry Council who is now the EPA’s principal deputy assistant administrator in the Office of Chemical Safety and Pollution Prevention.

Sean Donahue, who was confirmed last May as the EPA’s general counsel, and Turner Bridgforth, senior adviser for Office of Agriculture and Rural Affairs at the EPA, were also to attend.

“It’s becoming abundantly clear that the political appointees at the EPA are more invested in protecting pesticide company profits than the health of Americans,” said Nathan Donley, environmental health science director for the Center for Biological Diversity, which obtained the email communications in a Freedom of Information Act request and provided them to the Guardian.

“When the CEO of one of the largest companies in the world is meeting with political appointees in a US regulatory office, it shows just how much power and influence these corporations have on decisions that can have very real consequences for the health of all Americans,” he said.

“The Trump EPA seeks input from a broad range of stakeholders, including MAHA advocates, doctors, scientists, farmers, and ranchers to ensure our policies are grounded in transparent, gold-standard science, and advance the Make America Healthy Again agenda,” Brigit Hirsh, the EPA press secretary, said in a statement. The meeting with Bayer was “a standard introductory meeting” and was not a meeting to discuss pending litigation, Hirsh said. She did not explain why the planning email for the meeting specifically said litigation would be discussed.

Multiple moves supporting Bayer
Since the meeting, the Trump administration’s support for Bayer has taken many forms.
In a 1 December filing with the US supreme court, D John Sauer, the solicitor general appointed by the Trump administration in April 2025, told the court that it should take up the Bayer case, and the supreme court subsequently agreed to do so, setting a hearing for 27 April.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Melinda Janki: Como enfrentamos uma gigante petrolífera - e vencemos


As empresas petrolíferas podem parecer invencíveis, mas são mais vulneráveis ​​do que se imagina, afirma a advogada Melinda Janki, especialista em justiça climática e ambiental. Ela conta a história de como enfrentou a ExxonMobil no seu país natal, a Guiana, conquistando vitórias históricas contra a gigante petrolífera — e provando que podemos transformar as leis existentes em ferramentas poderosas para a mudança.

"Se intentar uma ação judicial por motivos ambientais e perder, não deverá suportar as custas da outra parte." - Melinda Janki

domingo, 11 de janeiro de 2026

Ataque directo: Trump reverte avanços na acção climática nos primeiros 10 dias de 2026



Passados apenas 10 dias de 2026, Donald Trump já lançou uma série de ataques sucessivos ao clima.

A administração dos EUA tem vindo a afastar-se gradualmente de reconhecer o seu envolvimento na crise climática ou de a enfrentar, apesar de ser o segundo maior emissor anual de gases com efeito de estufa e, historicamente, o maior contribuinte para o aquecimento global.

No ano passado, os EUA não enviaram qualquer delegação às negociações da COP30 e, desde então, apagaram todas as referências a combustíveis fósseis do site da sua Agência de Proteção Ambiental. Entretanto, Trump tem criticado o boom das energias renováveis e levado a sua atitude "drill baby drill" ao plano global.

Eis um resumo do que o Presidente dos EUA fez até agora, com menos de duas semanas de 2026.

EUA retiram-se de tratado climático da ONU

Esta semana, o Presidente foi acusado de "descer a um novo mínimo" depois de retirar os EUA de um tratado climático crucial numa retirada abrangente das instituições globais.

Num Memorando Presidencial assinado a 7 de janeiro, Trump argumentou ser "contrário aos interesses dos EUA" permanecer membro, participar ou prestar apoio a mais de 60 organizações, tratados e convenções internacionais.

Isto inclui a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC), que visa estabilizar as emissões de gases com efeito de estufa, e o Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC), a principal autoridade mundial em ciência do clima.

"Numa altura em que a subida do nível do mar, o calor recorde e desastres mortais exigem ação urgente e coordenada, o governo dos EUA escolhe recuar", afirma Rebecca Brown, presidente e CEO do Center for International Environmental Law (CIEL).

"A decisão de retirar financiamento e sair da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC) não absolve os EUA das suas obrigações legais de prevenir as alterações climáticas e reparar os danos climáticos, como o mais alto tribunal do mundo deixou claro no ano passado".

Venezuela: controlo do petróleo
Após forças especiais dos EUA terem capturado o Presidente da Venezuela e a sua mulher numa operação relâmpago, Trump mostrou claro interesse nas reservas de petróleo.

A Venezuela detém as maiores reservas provadas de petróleo bruto do mundo, estimadas em 303 mil milhões de barris (Bbbl), superando petroestados como a Arábia Saudita e o Irão.

Trump confirmou de imediato que os EUA estariam "muito fortemente envolvidos" na indústria petrolífera do país, com planos para enviar grandes empresas norte-americanas para reparar a infraestrutura petrolífera da Venezuela e "começar a fazer dinheiro para o país". Numa entrevista a 8 de janeiro, disse que os EUA poderiam explorar as reservas de petróleo da Venezuela durante anos.

"Numa era de agravamento acelerado da crise climática, cobiçar as vastas reservas de petróleo da Venezuela desta forma é simultaneamente imprudente e perigoso", diz Mads Christensen, da Greenpeace International.

"O único caminho seguro passa por uma transição justa longe dos combustíveis fósseis, que proteja a saúde, salvaguarde os ecossistemas e apoie as comunidades, em vez de as sacrificar por lucros de curto prazo".

Novas orientações alimentares
Os Departamentos de Saúde e Serviços Humanos e da Agricultura dos EUA foram alvo de críticas após publicarem as orientações alimentares de 2026, que incentivam as famílias norte-americanas a privilegiarem dietas assentes em "alimentos integrais e densos em nutrientes".

A nova pirâmide alimentar coloca uma imagem de um bife de vaca e carne de vaca picada no topo, na secção "proteína", apesar de a carne de vaca ser responsável por emissões de gases com efeito de estufa 20 vezes superiores por grama de proteína do que alternativas de base vegetal, como feijões e lentilhas.

Nenhum destes alimentos surge na pirâmide alimentar, mas ambos são referidos nas orientações completas.

"Embora existam muitas formas de satisfazer as nossas necessidades de proteína, nem todas as fontes de proteína têm o mesmo impacto nas pessoas ou no planeta", afirma Raychel Santo, investigadora de alimentação e clima no World Resources Institute (WRI).

"A carne de vaca e o borrego, em particular, têm alguns dos custos ambientais mais elevados entre os alimentos ricos em proteína, com emissões de gases com efeito de estufa, uso do solo e poluição da água significativamente superiores por onça de proteína face à maioria das alternativas".

Bloqueio de Trump às renováveis
No ano passado, a administração Trump suspendeu concessões em todos os projetos eólicos offshore nos EUA, invocando preocupações de segurança nacional. A medida travou trabalhos em cinco locais, incluindo os parques Revolution Wind e Sunrise Wind da Ørsted, bem como áreas de empresas como a Equinor e a Dominion Energy.

Segue-se à crítica constante de Trump às energias renováveis, que já descreveu como a "burla do século". Mas a decisão teve consequências dispendiosas que transitaram para o novo ano.

Na semana passada, Ørsted apresentou uma ação judicial contra a suspensão do governo dos EUA, argumentando que já tinha obtido todas as licenças federais e estaduais exigidas em 2023. O seu projeto Sunrise Wind deverá custar ao promotor mais de 1 milhão de dólares por dia (cerca de 859 100 euros).

O Departamento do Interior afirmou, em dezembro, que a pausa daria ao governo "tempo para trabalhar com concessionários e parceiros estaduais na avaliação da possibilidade de mitigar os riscos de segurança nacional colocados por estes projetos".

Interesse de Trump na Gronelândia
A obsessão crescente de Trump com a Gronelândia suscitou preocupações entre ambientalistas relativamente aos seus recursos minerais críticos, vistos como "essenciais" para a transição para a energia verde.

Um levantamento de 2023 concluiu que 25 dos 34 minerais considerados "matérias-primas críticas" pela Comissão Europeia foram encontrados na Gronelândia. Estima-se que o território detenha entre 36 e 42 milhões de toneladas métricas de óxidos de terras raras, o que o torna a segunda maior reserva depois da China.

Explorar estes recursos poderia ajudar os EUA a reduzir a dependência da China, que atualmente processa mais de 90 por cento dos minerais de terras raras do mundo, e reforçar a posição dos EUA à medida que a procura aumenta.

Desde o primeiro mandato, Trump tem procurado responder a este tema, aprovando leis para aumentar a produção mineral norte-americana e intensificando a mineração em mar profundo, tanto em águas dos EUA como em águas internacionais.

No entanto, alguns especialistas acreditam que as reservas minerais da Gronelândia podem ser apenas uma cortina de fumo para os verdadeiros motivos de Trump.

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Estudo que negava riscos do glifosato é retirado após 25 anos de alertas

O mundo da ciência e da regulação ambiental sofreu um abalo significativo com a retratação formal de um dos estudos mais influentes de sempre sobre a segurança do glifosato. Publicado originalmente no ano 2000 na revista científica Regulatory Toxicology and Pharmacology, o artigo assinado pelos investigadores Williams, Kroes e Munro — que podes consultar no arquivo original da ScienceDirect — serviu, durante um quarto de século, como o principal escudo científico para afirmar que o herbicida Roundup não representava riscos de cancro ou toxicidade para os seres humanos. Agora, conforme reportado recentemente pelo jornal Público e no The Guardian, a própria revista decidiu retirar o estudo, admitindo que o processo foi marcado por má conduta ética.

A decisão de retratar o estudo surge após décadas de pressão por parte de cientistas independentes e da revelação de documentos internos da Monsanto, conhecidos como "Monsanto Papers". Estes documentos, que vieram a público durante processos judiciais nos Estados Unidos, revelaram que funcionários da multinacional estiveram diretamente envolvidos na redação, revisão e edição do texto original. Esta prática, conhecida como ghostwriting (escrita fantasma), foi ocultada na altura, apresentando o estudo como o trabalho de académicos independentes quando, na verdade, houve uma intervenção direta da empresa interessada no veredito de segurança.

Para além da escrita fantasma, a nota de retratação oficial emitida pela editora Elsevier aponta para falhas graves na integridade dos dados e na transparência. O estudo de 2000 baseou-se quase exclusivamente em relatórios internos não publicados da própria Monsanto, ignorando evidências científicas que já na altura sugeriam potenciais efeitos adversos. A falta de declaração de conflitos de interesse foi outro fator decisivo: os autores não revelaram que foram pagos pela empresa nem que o desenho da investigação foi influenciado pela estratégia de marketing e defesa legal da marca.

O impacto desta decisão é profundo, uma vez que este artigo foi citado em mais de 700 outros estudos e serviu de base para decisões regulatórias críticas em agências como a EPA nos Estados Unidos e a EFSA na União Europeia. Embora muitas destas agências continuem a manter a aprovação do glifosato baseando-se em avaliações mais recentes, a retirada deste "estudo seminal" desmorona o fundamento histórico que permitiu a normalização do uso massivo do herbicida a nível global. Para a comunidade científica e para organizações como o Pesticide Action Network, o caso serve como um aviso severo sobre os perigos da influência corporativa na ciência que dita as políticas públicas de saúde.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Estudo influente sobre glifosato retirado após décadas de alertas de envolvimento da Monsanto


Um estudo influente que afirmava que o glifosato não apresenta riscos graves para a saúde foi recentemente retirado por suspeita de conflito de interesses, 25 anos após a publicação, que orientou várias decisões políticas.

Embora os investigadores tenham saudado esta retratação, a lentidão levanta questões sobre a integridade da investigação realizada em torno do ingrediente principal do Roundup, o herbicida mais vendido no mundo.

O produto da gigante Monsanto está no centro de importantes debates políticos, especialmente na Europa, enquanto os seus riscos para a saúde são objeto de numerosos processos judiciais.

Publicado em 2000 no jornal Regulatory Toxicology and Pharmacology, o artigo agora retirado está entre os mais citados sobre o glifosato, nomeadamente por muitas autoridades governamentais que regulamentam a sua utilização.

Na nota de retratação publicada na semana passada, a revista cita uma série de lacunas "críticas": omissão de incluir certos estudos sobre os perigos relacionados com o cancro, não divulgação da participação de funcionários da Monsanto na redação e divulgação dos benefícios financeiros recebidos pelos autores da Monsanto.

A Elsevier, editora do jornal, garantiu à agência France Presse que o processo de reexame do estudo foi iniciado "assim que o atual editor-chefe tomou conhecimento das preocupações relativas a este artigo, há alguns meses".

Mas já em 2002, uma carta assinada duas dezenas de investigadores denunciava "conflitos de interesses, falta de transparência e ausência de independência editorial" na revista científica, mencionando a Monsanto.

O caso veio a público em 2017, quando documentos internos da empresa foram divulgados, revelando o papel dos funcionários da Monsanto na redação do estudo, agora retirado.

Naomi Oreskes, historiadora de ciência da Universidade de Harvard, e coautora de uma publicação em setembro que detalha a enorme influência do estudo em causa, disse à AFP estar "muito satisfeita" com uma retratação "há muito esperada", acrescentando que "a comunidade científica precisa de melhores mecanismos para identificar e retirar artigos fraudulentos".

Os motivos descritos pelo jornal para justificar a retirada do estudo "correspondem totalmente ao que denunciámos na época", disse à AFP Lynn Goldman, da Universidade George Washington, que também assinou a carta de 2002.

Gary Williams, um dos autores do estudo retirado, não respondeu ao pedido de comentários da AFP. Os seus coautores já faleceram.

A Monsanto, por seu lado, reiterou que o seu produto não apresentava riscos e garantiu que a sua participação no artigo criticado, reconhecida pela empresa, "não atingiu um nível necessário para declarar a sua autoria e foi devidamente divulgada nos agradecimentos".

A empresa, posteriormente adquirida pela Bayer, não reagiu à existência de e-mails internos nos quais uma cientista da empresa escreveu que queria agradecer a um "grupo de pessoas" que trabalhou nesse artigo e ainda em outro estudo, "pelo excelente trabalho", oferecendo-lhes t-shirts Roundup.

O glifosato foi comercializado como herbicida na década de 1970, mas teve uma adoção crescente na década de 1990. Classificado em 2015 como "provável carcinógeno" pelo Centro Internacional de Investigação do Cancro da Organização Mundial da Saúde, o glifosato é proibido em França desde o final de 2018 para uso doméstico.

Nathan Donley, cientista do Centro para a Diversidade Biológica nos Estados Unidos, disse à AFP que esta notícia provavelmente não mudará a opinião favorável da Agência de Proteção Ambiental (EPA) da Administração de Donald Trump, decididamente pró-indústria. Porém, acrescentou, pode ser levada em consideração pelos reguladores europeus.

Acima de tudo, observou ainda, o episódio constitui um exemplo de um fenómeno mais amplo na literatura científica.

"Tenho a certeza de que existem muitos artigos semelhantes, escritos por outros que não os seus autores declarados e com conflitos de interesses não declarados", disse também John Ioannidis, professor da Universidade de Stanford.

Porém, "é muito difícil revelá-los, a menos que se mergulhe" nos arquivos, acrescentou.

Pode haver mais retratações a caminho. Kaurov, que está agora a frequentar o doutoramento em ciência e sociedade na Universidade Victoria de Wellington, na Nova Zelândia, diz que ele e Oreskes enviaram recentemente um pedido de retratação à revista Critical Reviews in Toxicology para um artigo de 2013 publicado em nome de outros dois autores, que não revela completamente o papel da Monsanto no artigo. "Não é o fim da história", diz.

This is one of the primary tools that the Elite arre using to force Fertility Rates Down all over the Globe



Fertility rates have been rapidly declining all over the globe. If this trend continues, the global population will fall dramatically in the years ahead even if we do not experience major wars, worldwide pandemics, nightmarish famines and historic natural disasters. Of course this is exactly what many among the global elite have been seeking to achieve for a very long time. They kept warning us that “the population bomb” was an existential threat to humanity, and they have been working very hard to bring down birth rates.

Sadly, their efforts have succeeded to a very large degree. In more than 50 percent of the nations on the entire planet, the total fertility rate is now below replacement level

The TFR is expressed as a single figure to reflect the number of children per birthing person in a specific population, most commonly a country.

When assessing for population growth or decline, experts use a “replacement” or “maintenance” TFR of 2.1. This indicates that each person is “replaced” by someone else, so there’s no population growth or decline, barring other factors like migration.

Since the 1950s, however, global TFRs have been decreasing drastically. Research suggests that more than 50% of countries worldwide are below the 2.1 maintenance TFR, and by the year 2100, experts predict that 93% of countries will be below this rate.

This is extremely alarming, but most people don’t even know that it is happening.

Here in the United States, the fertility rate fell to a brand new record low last year

The fertility rate in the U.S. dropped to an all-time low in 2024 with fewer than 1.6 children being born per woman, federal data released Thursday shows.

The U.S. was once among only a few developed countries with a rate that ensured each generation had enough children to replace itself — about 2.1 kids per woman. But it has been sliding in America for close to two decades as more women are waiting longer to have children or never taking that step at all.

We are not even coming close to replacing ourselves.

This has all sorts of grave implications for the future of federal programs such as Social Security.

In much of Europe, things are even worse

Native fertility across the entire Western world has collapsed below replacement and shows no sign of recovery. Italy sits at 1.24 children per woman, Spain 1.23, Germany 1.36, Poland 1.26, Canada 1.33, Australia 1.58.

The only reason why western populations are still growing is because of immigration.

Without immigration, the number of people living in most western nations would be declining precipitously.

The same thing is true in China. Even though the one-child policy ended nearly a decade ago, the fertility rate in China has continued to plummet.

In fact, at this point it has fallen all the way to one

In the last few years, despite the end of the one-child policy in 2016 and the government encouraging larger families, fertility rates have dropped to one.

So why is this happening?
Without a doubt, decades of propaganda have successfully convinced women all over the planet to have fewer children.

It will not be easy to undo that conditioning.

In addition, the global elite have poisoned our air, our water, our soil and our food, and we are constantly being blasted with dangerous levels of electromagnetic radiation.

As a result, male sperm counts have declined precipitously since the 1970s

A 2017 meta-analysis, for example, based on data from North America, Europe, Australia, and New Zealand, found that sperm count had declined by 52 percent between 1973 and 2011. A follow-up in 2022 by some of the same authors showed a similar reduction across an even wider range of countries.

One of the ways that we are being poisoned is through the use of phthalates.

The elite knew more than 40 years ago that ingesting phthalates can severely damage the reproductive system


Earl Gray was astonished by what he found when he cut into the laboratory rats. Some had testicles that were malformed, filled with fluid, missing or in the wrong place. Others had shriveled tubes blocking the flow of sperm, while still more were missing glands that help produce semen.

For months, Gray and his team had been feeding rats corn oil laced with phthalates, a class of chemical widely used to make plastics soft and pliable. Working for the Environmental Protection Agency in the early 1980s, Gray was evaluating how toxic substances damage the reproductive system and tested dibutyl phthalate after reading some early papers suggesting it posed a risk to human health.

Sitting on a screened porch on a humid summer day more than 40 years later, Gray recalled the study and the grisly birth defects. “It was in enough animals, so we knew it wasn’t random malformations,” said Gray, 80, who retired after nearly 50 years with the agency.

Even though the danger was very clear, the widespread use of phthalates continued.

It is being estimated that the damage to human health from phthalates in the United States is now costing us more than 66 billion dollars a year

The costs to society are huge. A 2024 NYU-led study that catalogued health effects from phthalates exposure in the United States — including contributions to diabetes levels and infertility — estimated that dealing with phthalate-related diseases cost $66.7 billion in a single year. That is triple the economic impact of health impacts from “forever chemicals,” another class of chemicals widely implicated in disease. Treating all cancer, by comparison, costs the U.S. $209 billion annually, according to one estimate by the government-run National Cancer Institute.

This is a crime against humanity.

And yet to this day phthalates continue to be used in food manufacturing facilities all across America

“You have hoses that are loaded with phthalates, you have plastic tanks that stuff is stored in, you have pumps that are plastic — that’s where you get a lot of phthalates,” said Tom Neltner, a longtime chemical campaigner and chemical engineer who worked in food manufacturing.

The American Chemistry Council said FDA has approved using certain phthalates in food-contact applications like tubing, conveyor belts and vinyl gloves, concluding that dietary exposures do not exceed safe levels.

“The leadership in FDA, both political and the senior career leadership, for decades in the food safety space, didn’t think chemicals merited much attention,” said Jim Jones, who was brought in as a deputy commissioner to overhaul food safety at the agency in 2023 after a career at EPA.

By allowing them to do this to us, we are literally committing societal suicide.

But most people that will read this article will forget all about it by next week.

Of course they are poisoning and killing us in dozens of other ways as well.

What will it take for the general population to finally wake up?

They are destroying humanity and everything around us, and someday they will be held accountable.

But for now, most of the population just continues to pretend that everything is just fine.

Meanwhile, the agenda of the global elite continues to march forward, and they are absolutely thrilled that birth rates continue to fall all over the globe.

sábado, 29 de novembro de 2025

Velas perfumadas emitem tantas toxinas causadoras de cancro quanto fumaça de diesel e cigarros


As pessoas usam velas perfumadas há anos tentando mascarar odores desagradáveis ​​em suas casas. Eles são essenciais quando se tenta relaxar e descontrair após um longo dia de trabalho.

Embora possam parecer seguras, velas perfumadas regulares são na verdade uma importante fonte de poluição do ar em ambientes fechados. A baixa qualidade do ar interno pode contribuir para condições agudas como cancro e asma. (1)

De acordo com Anne Steinemann, especialista em poluentes ambientais, certas velas podem emitir vários tipos de produtos químicos potencialmente perigosos, como benzeno e tolueno ( 2 ). Eles podem perturbar o sistema nervoso, causar danos ao cérebro e pulmões, além de causar problemas no desenvolvimento.

“Ouvi de várias pessoas que têm asma que elas nem podem entrar em uma loja se a loja vender velas perfumadas, mesmo que não estejam sendo queimadas”, disse Steinemann. “Elas emitem tanta fragrância que podem desencadear ataques de asma e até enxaquecas”.

Então, se você está se perguntando, ‘as velas perfumadas são tóxicas?’ você pode marcar essa pergunta com um grande sim.

Por que as velas perfumadas são perigosas?
Você pensaria que o único perigo de queimar uma vela perfumada seria o risco de um incêndio. Embora seja uma razão válida, os perigos mais imediatos incluem:

• Inalação de fumaça de vela
• Inalação de fumos de fragrâncias por derretimento de cera de vela
• Inalação de vapores que compõem a maior parte da vela à medida que ela derrete

Um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Copenhague, realizado com ratos, descobriu que a exposição a partículas da queima de velas causa danos maiores do que a mesma dose de fumaça de escapamento de diesel. A inalação da fumaça da vela levou a efeitos na saúde, como inflamação e toxicidade pulmonar, arteriosclerose e efeitos do envelhecimento nos cromossomas nos pulmões e no baço.

Queimar velas em casa leva a um aumento da poluição do ar interior, com velas perfumadas representando um risco ainda maior. Na Dinamarca (onde queimar uma vela é tão comum quanto comer uma refeição), a pesquisa mostrou que 60% das partículas ultrafinas são provenientes da queima de velas.

Embora a fumaça das velas seja prejudicial aos pulmões, é exacerbada ainda mais quando as fragrâncias são adicionadas. A composição estrutural das velas (feitas de parafina ou de outro tipo de cera) também determinará seus níveis de toxicidade.

Um estudo realizado pelo Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade Hanyang examinou se a quantidade de toxinas variava com a fragrância, com base em seis aromas diferentes. Velas perfumadas, acesas ou não, contêm compostos orgânicos voláteis (COV), que podem ser incrivelmente tóxicos quando inalados.

Eles descobriram que, quando uma vela era acesa, o formaldeído estava na maior concentração dentre os COV emitidos. Como sabemos, o formaldeído é listado como um composto perigoso e os seus vapores são considerados altamente tóxicos ( 4 ).

Os aromas que emitiram as maiores concentrações de formaldeído foram os seguintes (ppb = partes por bilião):

• Morango: 2098 ppb
• Algodão limpo: 1022 ppb
• Sem formatação: 925 ppb

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) afirmam que “os efeitos agudos e crónicos do formaldeído na saúde variam de acordo com o indivíduo. O limiar típico para o desenvolvimento de sintomas agudos devido ao formaldeído inalado é de 800 ppb; no entanto, indivíduos sensíveis relataram sintomas em níveis de formaldeído em torno de 100 ppb ( 5 ). ”

Outro estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual da Carolina do Sul ( 6 ) testou velas de parafina à base de petróleo e velas à base de vegetais que não eram perfumadas, não pigmentadas e livres de corantes.

As velas à base de vegetais não produziram poluentes nocivos, no entanto, as velas de parafina “lançaram substâncias químicas indesejadas no ar… para uma pessoa que acende uma vela todos os dias durante anos ou apenas as usa com frequência, inalação desses poluentes perigosos que flutuam no ar. O ar pode contribuir para o desenvolvimento de riscos à saúde, como cancro, alergias comuns e até asma ”, disse o professor Ruhollah Massoudi.

Além disso, um estudo divulgado pela EPA em 2001 descobriu que velas com mais fragrância produzem mais fuligem. A agência sugere a escolha de velas sem perfume para reduzir esses restos de detritos.

Advertências sobre formaldeído
O CDC possui avisos e recomendações para a exposição ao formaldeído em casa. Recomenda-se aos proprietários de imóveis que parem a exposição, principalmente quando houver indivíduos com asma, idosos ou crianças pequenas presentes na casa.

A exposição a curto prazo ao formaldeído libertado pelas velas resulta nos seguintes sintomas:
– Olhos lacrimejantes e ardentes
– Queimação na garganta e nariz
– Náusea e / ou vômito
– Sibilos e / ou tosse
– Queima de pele e / ou irritação

A exposição prolongada a produtos químicos encontrados nas velas também pode causar câncer nas passagens nasais e, pior ainda, leucemia. A inalação consistente de produtos químicos encontrados nas velas também pode levar ao comprometimento cognitivo e a certos tipos de demência.

Todas as velas são tóxicas?
Felizmente, nem todas as velas são tóxicas. De facto, existem muitas ótimas alternativas que não envolvem o uso de produtos petrolíferos nocivos.

O maior problema com as velas é a cera tóxica e a fragrância usada em sua formulação.

Velas perfumadas feitas de parafina – um subproduto do petróleo – libertam fuligem cancerígena quando queimadas. A fuligem também pode causar problemas respiratórios e agravar as condições daqueles que já têm problemas de asma, pulmão ou coração.

Velas mais antigas também costumavam ser construídas com pavios feitos de chumbo.

Se você ainda está preocupado, no entanto, existe uma maneira fácil de testar se o pavio contém chumbo. Basta esfregar o pavio de uma vela não queimada em papel branco. Se o pavio deixa uma marca cinza como lápis, há chumbo nele. Se não houver cinza, está tudo bem.

Infelizmente, muitas velas comuns são feitas de parafina porque são mais baratas que outros tipos de cera. A parafina também cria uma fragrância com cheiro mais forte que as ceras naturais.

Mas se você realmente quer uma vela que dure muito e cheira incrível, use cera de abelha!
Embora você precise pesquisar um pouco mais e pagar um pouco mais por uma vela de cera de abelha natural, os benefícios valem a pena!

terça-feira, 2 de setembro de 2025

Steven Cook, advogado com uma longa carreira na indústria química, mudou de posição em relação às regulamentações sobre PFAS

Steven Cook à direita

No início deste ano, Steven Cook era um advogado que representava as empresas químicas que estavam a processar para bloquear uma nova regra que as obrigaria a limpar a poluição causada pelos "químicos para sempre", que estão ligados a baixas taxas de natalidade e ao cancro. Agora, Cook ocupa um cargo de chefia na Agência de Proteção Ambiental, onde propôs a eliminação da mesma regra que os seus antigos clientes contestavam em tribunal. O seu papel será transferir os custos de limpeza dos poluidores para os contribuintes. Fonte

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

A maior desregulamentação climática da história dos EUA: Trump quer revogar limites às emissões


Em 29 de julho de 2025, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA), sob a liderança de Lee Zeldin, anunciou a proposta de revogar o chamado endangerment finding — a declaração científica, aprovada em 2009, ainda no governo Obama, de que os gases com efeito estufa (nomeadamente CO₂) representam uma ameaça à saúde pública e ao bem-estar da população, anunciou a revista brasileira Veja. Esta constatação é a pedra angular legal que permite à EPA impor limites às emissões provenientes de veículos, centrais elétricas e operações de combustíveis fósseis.

Zeldin caracterizou esta proposta como “a maior ação de desregulamentação da história dos EUA”, afirmando que remover esta base legal abriria caminho para eliminar as normas existentes e impedir futuras regulações federais. A Veja refere ainda que o líder afirmou: “Estamos a encerrar o que chamo de graal sagrado da religião do clima”.

Para conseguir implementar com mais segurança as suas ideias, a Folha de São Paulo, diz ainda que Trump anunciou cortes de cerca de 65 % no pessoal da EPA, reduzindo significativamente a capacidade operacional da agência para fiscalizar e implementar políticas ambientais.

Mas ainda há luz ao fundo do túnel. Trump ainda não venceu. Um artigo de um só planeta diz que grupos ambientalistas e analistas jurídicos alertam que o plano de Trump enfrenta barreiras legais. Segundo eles, a constatação de 2009 baseia-se numa decisão do Supremo tribunal de 2007 que reconheceu que os gases com efeito de estufa podem ser considerados poluentes atmosféricos. A mesma fonte adverte também que o representante do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC), David Doniger, é “praticamente impossível” que a EPA crie uma justificativa sólida para anular a constatação de 2009.

E porque isto é um problema? Por vários motivos, mas um dos mais importantes é que os EUA são o segundo maior emissor do mundo, pelo que andar para trás na regulamentação é colocar o planeta em maus lençóis.

Motivação política e expetativas legais
A política ambiental de Trump está inserida num plano estratégico amplo para resgatar a “dominância energética” dos EUA através dos combustíveis fósseis. Lee Zeldin foi nomeado para a EPA com o compromisso de acelerar desregulações e revitalizar a indústria automóvel e de combustíveis fósseis, diz o Diário de Notícias.

A administração afirma que o plano pouparia cerca de 52 mil milhões de dólares em custos (cerca de 47,84 mil milhões de euros) de conformidade regulatória. “No entanto, analistas legais e ambientais preveem batalhas judiciais intensas, por ferir decisões do Supremo Tribunal que sustentam a autoridade da EPA desde 2007”, lê-se no The Guardian.

Especialistas destacam ainda que empresas já investiram pesadamente em tecnologias limpas e transição energética — e que a instabilidade regulatória pode afastar investimentos duradouros, segundo a Reuters.

Para o The Guardian, se concretizadas, as medidas anunciadas representam um retrocesso sem precedentes na política climática dos Estados Unidos — com efeitos na saúde pública, na confiança institucional, no mercado global de energia limpa e na liderança internacional na emergência climática. Muitas destas medidas ainda estão sujeitas a consultas públicas (fase de 45 dias) e devem enfrentar desafios legais significativos nos tribunais federais.
Revogação das normas de emissões veiculares

Segundo noticiou a agência Reuters, em consequência da revogação da base legal, a EPA pretende também anular todas as normas federais de emissões de gases de veículos e motores, incluindo os limites para CO₂ emitido por escape. A revisão abrangerá também regras associadas, como eficiência de ar condicionado automóvel e monitorização de baterias. O impacto será particularmente grave no setor de transportes — o maior responsável pelas emissões nos EUA.

O relatório de "avaliação crítica" encomendado pelo regime de Trump para justificar este retrocesso na regulamentação climática dos EUA contém pelo menos 100 afirmações falsas ou enganosas, de acordo com um inquérito da Carbon Brief que envolveu dezenas de cientistas climáticos de renome.

Reversão das normas de emissões das centrais elétricas
Estas medidas já estavam a ser cozinhadas há muito. Desde junho de 2025, a administração Trump anunciou a intenção de reverter regulamentos que limitavam as emissões de dióxido de carbono e poluentes tóxicos, como o mercúrio, emitidos por centrais a carvão e gás natural. O argumento oficial é “que essas normas elevam os custos da eletricidade às famílias, enquanto Zeldin defende um “equilíbrio entre proteção ambiental e economia doméstica”, escreve o UOL Notícias.

Além disso, segundo noticiou o site da EuroNews, o governo de Trump considera que centrais elétricas não aumentam a poluição do ar, contudo, a mesma fonte afirma que 19 cientistas climáticos dizem que isso é um “absurdo” qualificando como factualmente incorreta a afirmação de que essas emissões “não contribuem significativamente para a poluição do ar”.

Retirada dos EUA do Acordo de Paris
Também não nos podemos esquecer que a 20 de janeiro de 2025, Donald Trump ordenou a segunda retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris, marcando o país como um dos poucos — como Irão, Líbia e Iémen — fora do pacto internacional de redução de emissões, mas 37 estados ainda estão comprometidos com o clima, representando 70% do PIB dos EUA por isso, ainda há esperança.

quinta-feira, 29 de maio de 2025

Como reduzir a exposição a microplásticos



Muito do que consumimos hoje em dia contém plástico, ou melhor, microplásticos, pequenas partículas com menos de cinco milímetro que são invisíveis a olho nu. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pela Universidade de Victoria, no Canadá, apontou que a ingestão dessas partículas varia de 74 mil a 121 mil partículas por ano por pessoa, conforme idade, sexo e hábitos de consumo.

O impacto disso sobre a saúde humana ainda não é totalmente compreendido, mas existem indícios de que é bastante prejudicial. Alguns estudos já demonstraram associação com doenças cardiovasculares, câncer, desequilíbrio hormonal, falhas no desenvolvimento fetal, infertilidade e lesões celulares, entre outras condições.

Os microplásticos, atualmente, estão presentes na água, no ar e no solo, e é por isso que chegam aos alimentos e, também, a itens cotidianos como cosméticos, embalagem e até roupas. Apesar dessa onipresença, há maneiras de evitá-los. Confira, a seguir, 8 dicas:

1-Evite utilizar utensílios de plástico
Produtos como potes, garrafas, tábuas de corte e copos feitos de plástico podem transferir microplásticos para alimentos e bebidas. No caso da tábua, um estudo da American Chemical Society (ACS) mostrou que elas podem expor os seres humanos a até 79,4 milhões de microplásticos de polipropileno - um tipo de polímero plástico - por ano. Sempre que possível, opte por utensílios de vidro, silicone ou aço inoxidável (inox).

2-Não coloque recipientes plásticos no micro-ondas
Quando aquecidos no forno de micro-ondas, os recipientes de plástico podem libertar quantidades significativas de microplásticos nos alimentos. Um estudo realizado em 2023 por cientistas da Universidade de Nebraska-Lincoln, dos Estados Unidos, encontrou até 4 milhões de microplásticos por centímetro quadrado em certos alimentos para bebês embalados em plástico que podem ser levados ao micro-ondas.

3-Substitua os enlatados e os alimentos embalados em plástico
As latas geralmente são revestidas com produtos químicos como BPA (Bisfenol A), um conhecido desregulador do sistema endócrino, ou outras alternativas de plástico que podem contaminar o conteúdo. Os alimentos vendidos em embalagens plásticas nos supermercados, incluindo processados e mesmo frutas e verduras, também têm risco de serem contaminados pela liberação de microplásticos. Se possível, evite enlatados e alimentos embalados em plástico.

4-Filtre a água que irá beber ou cozinhar
Tanto a água engarrafada quanto a água da torneira podem conter microplásticos. Por isso, a indicação é utilizar um filtro. Invista num de alta qualidade e certificado, capaz de remover partículas de microplástico da água.

5-Reduza o consumo de frutos do mar
Mariscos, mexilhões ostras e vieiras tendem a ter mais microplásticos porque os pegam da água. Esses seres acabam ingerindo as partículas que estão na água e aí, quando os consumidos, ingerimos também. Opte por peixes selvagens e frutos do mar de fontes confiáveis que sejam coletados usando práticas de pesca sustentáveis.

6-Fique atento aos chás
Muitas marcas de chá usam plástico em seus saquinhos para vedá-los, e o material pode passar para a bebida quando a água quente é adicionada. Tenha atenção na hora de comprar, dando preferência para os chás que vem em saquinhos de algodão ou linho orgânicos. Ou, então, prefira adquirir as folhas naturais de chá e utilize coador de metal para preparar.

7-Escolha alimentos frescos e integrais
Tente comer mais alimentos frescos, como frutas, vegetais, grãos, feijões, nozes, ovos e carne, sobretudo os que não são vendidos em embalagens plásticas. Sempre opte por uma dieta integral, rica em alimentos orgânicos, proteína de qualidade e gorduras saudáveis.

8 - Opte por produtos naturais
Roupas de fibras naturais, como algodão, lã e linho, liberam menos fibras microplásticas em comparação com os tecidos sintéticos (poliéster e náilon, por exemplo). No caso de produtos de limpeza, muitos contém elementos plásticos, então, aposte no vinagre e no bicarbonato de sódio. E, em relação aos cosméticos, e maquiagens, verifique os rótulos com cuidado e garanta que não contenham microplásticos adicionados, como politetrafluoretileno (PTFE) ou do polietileno (PE).

Ler ainda mais:
How to Reduce Exposure to Microplastics

segunda-feira, 26 de maio de 2025

Enfrentar a crise climática e a mortalidade humana com Eiren Caffall


Num mundo assolado por catástrofes diárias, há uma que afecta toda a gente, mas não recebe a atenção que merece. A crise climática — permeada pelo colapso ecológico, pela guerra e pela acumulação infinita de recursos alimentada pelo capitalismo — é o problema do nosso tempo. Os sinais de alerta estão lá, mas, como disse a autora Eiren Caffall ao apresentador Chris Hedges, as pessoas não conseguem lidar com os factos relacionados com a "fragilidade do nosso ecossistema e [simplesmente não têm uma grande forma de gerir o impacto emocional disso".

Caffall junta-se a Hedges neste episódio do The Chris Hedges Report para discutir o seu romance, All the Water in the World, e o seu livro de memórias, The Mourner’s Bestiary. Explica que falar sobre o clima é muitas vezes difícil de engolir porque lida com ideias de impermanência: "Acho que estamos a ter dificuldades em falar sobre a nossa dor climática, a nossa experiência com o colapso ecológico como um coletivo, como um planeta que se depara com a evidência da nossa mortalidade."

Como alguém que lidou com perdas e traumas durante toda a vida por causa da doença renal policística hereditária, uma doença genética que afeta a sua família há mais de 150 anos, Caffall emprega uma perspetiva única quando se trata de preservar as histórias e a arte da sua família.

“Esta sensação de que é vital proteger quaisquer histórias que possamos perante uma grande perda está como que enraizada na minha história, na minha infância, na minha compreensão do meu papel enquanto adulta de contar as histórias dos mortos, de preservar a cultura dessas pessoas, de garantir que há uma continuidade”, conta a Hedges.

Caffall compreende a necessidade de histórias como a sua para criar a empatia que falta num mundo que vê continuamente a violência como uma resposta para os problemas. “Simplesmente acho que, na verdade, esta vulnerabilidade e esta presença são as verdadeiras ferramentas de que precisamos para conseguirmos mover-nos cuidadosamente pelo mundo com que estamos a ser confrontados neste momento e num possível futuro mais sombrio.”

sábado, 17 de maio de 2025

Vandalism, with a plan

Figuring out what the thugs are up to so we can stand up to them



It would be tempting to dismiss Trump’s many functionaries as idiots, because many of them are. Here, for instance, is a transcript of leaked audio from a recent staff meeting led by acting FEMA director David Richardson, a man with no experience in disaster management (but who did write what the reliable Kate Aronoff described as a bad autobiographical novel with the inspired title War Story). Anyway, put yourself in the place of the FEMA staff hearing this highly relatable anecdote:

"The other day I was chatting with my girlfriend, she's from Texas. She's got like huge red hair. Like, she's from Texas. And I said something and she said, well, you know, oh, I know what it was. I said, how come it takes so long to drive 10 hours from Galveston to Amarillo? And she said, well, you know, Texas is bigger than Spain. I didn't know that. So I looked at the map. Texas is huge! I mean, if you put it in the middle of Europe, it takes up most of Europe up. However, they do disaster recovery very, very well, and so does Florida, okay. So, we should be able to take some lessons learned on how Florida and Texas do their disaster recovery, we’ve got to spread that around and get other folks do it some way. And there should be some budgeting things that they have, I bet. I bet Governor Abbott has a rainy day fund for fires and tornadoes and disasters such as hurricanes, and he doesn't spend it on something else"

But if there’s endless idiocy at work (some of it as cover—if I was taking flak for my $400 million flying bribe I’d start tweeting about Taylor Swift and Bruce Springsteen too), there’s also a kind of underlying feral cunning. All the stupid stuff heads in the same direction.

For example, the administration last week announced it would get rid of the Energy Star program, which rates various appliances by their efficiency so that consumers (and landlords and building owners) can make wise choices.


“The Energy Star program and all the other climate work, outside of what’s required by statute, is being de-prioritized and eliminated,” Paul Gunning, the director of the E.P.A. Office of Atmospheric Protection, told employees during the meeting, according to the recording obtained by The New York Times. Mr. Gunning’s office itself is also slated for elimination.

This is a program begun by Republicans—former EPA administrator William K. Reilly wrote a fond reminiscence yesterday for the Washington Post, who pointed out that if you were actually worried about, say, waste, then this would be the last program to cut

The program costs $32 million in annual federal outlays to administer but has saved consumers $200 billion in utility bills since 1992 — $14 billion in 2024 alone. The averted air pollution, which was the EPA’s initial objective, has been considerable, equivalent to the emissions of hundreds of thousands of cars removed from the road.

But what if you wanted to burn more fossil fuel? What if you wanted to stretch out the transition to cheap, clean renewable energy? Well then it would make a lot of sense.

Or take yesterday’s news, from EPA administrator Lee Zeldin, vowed that he would eliminate the “start-stop” technology in cars because “everyone hates it.” This feature keeps your car from idling at stoplights—when you tap the accelerator the car turns back on. It’s not mandatory for carmakers, and drivers can turn it off with a button. But, as Fox News points out,

The feature can improve fuel economy by between 4% and 5%, previous EPA estimates showed. It also eliminated nearly 10 million tons of greenhouse gas emissions per year as of 2023

Meanwhile, energy secretary Chris Wright, according to excellent reporting in Heatmap News today, is taking federal money designed to convert a steel plant to electricity and hydrogen and instead using it to convert the steel plant to…the fossil fuel it’s already using. The company, its CEO explained, is working with the Department of Energy to “explore changes in scope to better align with the administration’s energy priorities,” and those priorities, of course, are to use more energy.

Occam’s Razor, I think, would lead us to say that many things the Trump administration does are simply designed to waste energy, because that is good for the incumbent producers, i.e. Big Oil. That’s not a particularly sophisticated rule for understanding their actions, but remember: Trump was bankrolled by the fossil fuel industry, and that industry has always wanted us to waste energy. Remember all that endless Trump nonsense about low-flow shower heads? They cut the use of hot water by about forty percent. Ditto incandescent bulbs, which use 75-90 percent more energy, and which Trump is trying to bring back. It’s strange to be pro-waste, but there you are. This administration is garbage in every way.

That all of this costs consumers money is obvious—but we don’t really pretend to care about consumers any more. Remember: two dolls and five pencils apiece. No, the ultimate customer for the Trump administration is the oil industry. And really for the GOP as a whole: it became increasingly clear this week that the Republican Congressional majority is all too willing to gut the IRA, even though that will come at a big price to consumers, in its effort to help Big Oil.

And Big Oil is in trouble. Power demand in New England hit an all time low in late April, because so many homes now have solar panels on top. In, um, Saudi Arabia solar arrays are springing up left and right. Bloomberg’s David Fickling chronicles the “relentless” switch towards spending on clean energuy, albeit too slowly to hit the most important climate targets. A new global poll of business executives found that 97 percent were eager to make the switch to renewable energy for their companies, on the grounds that

Electricity is the most efficient form of energy, and renewables-generated electricity a value-add to businesses and economies. In many countries, fossil fuels, with their exposure to imports and volatility to geopolitical shocks, are a liability. For business, this isn’t just inconvenient. It’s dangerous. Volatility drives up costs, turns strategic planning into guesswork and delays investment.

That’s how sensible people with sensible goals—like making their businesses work, think. But it’s exactly the opposite of how our government now imagines its role. The DOE put their strategy pretty plainly in a filing to the Federal Register yesterday: their goal, they said, was “bolstering American energy dominance by increasing exports and subsequently the reliance of foreign nations on American energy.” If you’re a foreign government, that about sums it up: either you can rely on the sun and wind which shine on your country, or you can rely on the incredibly unreliable U.S. China, meanwhile, is essentially exporting energy security, in the form of clean energy tech.

So the goal for the rest of us, as we resist Trump and resist climate change, is pretty clear: do everything we can to speed up this transition to clean energy, here and everywhere. Solar works, solar is cheap, and solar is liberating. Courtesy of Johann Saether in Norway, here’s the Sun of the Week, from the global gallery at Sunday.earth, where I hope you’re planning your event for September 21

In other energy and climate news:

+Well, we’re finding out what doesn’t work. The giant “direct air capture” plant in Iceland, designed to filter co2 out of the air, has always been hopelessly expensive. But it also is failing to capture enough carbon dioxide to cover its own emissions—that is, it’s making the problem worse. Reykjavik’s weekly newspaper Heimildin had the data and also the reactions from good people around the world who had signed up to reduce their carbon footprints

“I’m 65 years old and retired when I was 60. One of the things I wanted to do in my later years was reduce my carbon footprint,” says Michael de Podesta, who worked for the UK’s National Physical Laboratory for most of his life, where he studied cold fusion, including debunking it. Michael is one of 21,000 subscribers to Climeworks, but after paying his subscription dutifully for about two years, he began to have doubts. Finally, he wrote on his widely read blog and asked a simple question: Am I a gullible idiot?

“I paid £40 [around 7,000 ISK] a month for fifty kilograms of CO2. I was supposed to get around 600 kilograms a year. I paid them right up until October last year and by then I had paid them to dispose of almost 2.2 tonnes of CO2 and got the tonne for around £800 [135 thousand ISK],” says Michael. He says the project seemed promising at first. He saw coverage of the project in the scientific journal Nature, one of the most prestigious in the world. The science was certainly there: CO2 can be sucked out of the atmosphere and Climeworks’ plans were ambitious.

However, Michael quickly noticed that no matter how much he paid, no CO2 had been captured and disposed of in his name. The math didn’t add up when the energy requirements were examined more closely.

Meanwhile, the project’s Swiss sponsor, Climeworks, told Zurich media yesterday that they were laying off many of their employees, arguing that the problems in Iceland were due to “ice and snow causing certain mechanisms to freeze.”

terça-feira, 22 de abril de 2025

Pope Francis and the Sun

Solar panels atop Pope Francis’ audience hall in the Vatican

Just in case I thought one couldn’t feel more forlorn right now, the word came this morning of the death of Pope Francis. It hit me hard—not because I’m a Catholic (I’m a Methodist) but because I had always felt buoyed by his remarkable spirit. If he could bring new hope and energy to an institution as hidebound as the Vatican, there was reason for all of us to go on working on our own hidebound institutions—and if he could stand so completely in solidarity with the world’s poor and vulnerable, then it gave the rest of us something to aim for.

I thought this from the start, when he became the first pope to choose the name of Francis,—that countercultural blaze of possibility in a dark time—and when he showed his mastery of the art of gesture, washing the feet of women, of prisoners, of Muslim refugees. (Only Greta Thunberg, with her school strike, has so mastered the power of gesture in modern politics).

But he brought that moral resolve to the question of climate change, making it the subject of his 2015 encyclical Laudato Si, the most important document of his papacy and arguably the most important piece of writing so far this millennium. I spent several weeks living with that book-length epistle in order to write about it for the New York Review of Books, and though I briefly met the man himself in Rome, it is that encounter with his mind that really lives with me. Laudato Si is a truly remarkable document—yes, it exists as a response to the climate crisis (and it was absolutely crucial in the lead-up to the Paris climate talks, consolidating elite opinion behind the idea that some kind of deal was required). But it uses the climate crisis to talk in broad and powerful terms about modernity.

The ecological problems we face are not, in their origin, technological, says Francis. Instead, “a certain way of understanding human life and activity has gone awry, to the serious detriment of the world around us.” He is no Luddite (“who can deny the beauty of an aircraft or a skyscraper?”) but he insists that we have succumbed to a “technocratic paradigm,” which leads us to believe that “every increase in power means ‘an increase of “progress” itself’…as if reality, goodness and truth automatically flow from technological and economic power as such.” This paradigm “exalts the concept of a subject who, using logical and rational procedures, progressively approaches and gains control over an external object.” Men and women, he writes, have from the start intervened in nature, but for a long time this meant being in tune with and respecting the possibilities offered by the things themselves. It was a matter of receiving what nature itself allowed, as if from its own hand.

In our world, however, “human beings and material objects no longer extend a friendly hand to one another; the relationship has become confrontational.” With the great power that technology has afforded us, it’s become easy to accept the idea of infinite or unlimited growth, which proves so attractive to economists, financiers and experts in technology. It is based on the lie that there is an infinite supply of the earth’s goods, and this leads to the planet being squeezed dry beyond every limit.

The deterioration of the environment, he says, is just one sign of this “reductionism which affects every aspect of human and social life.”

I think Francis’s project for the earth—a recovery of fellow feeling, with a special attention to the poor—is the only thing that can save us over time. But it will take time—obviously for the moment we’ve chosen the opposite path, as exemplified by the fact that J.D. Vance, scourge of the refugee, darkened his last day on earth.

In the meantime, Francis was very much a pragmatist, and one advised by excellent scientists and engineers. As a result, he had a clear technological preference: the rapid spread of solar power everywhere. He favored it because it was clean, and because it was liberating—the best short-term hope of bringing power to those without it, and leaving that power in their hands, not the hands of some oligarch somewhere.

As a result, he followed up Laudato Si with a letter last summer, Fratello Sole, which reminds everyone that the climate crisis is powered by fossil fuel, and which goes on to say

There is a need to make a transition to a sustainable development model that reduces greenhouse gas emissions into the atmosphere, setting the goal of climate neutrality. Mankind has the technological means to deal with this environmental transformation and its pernicious ethical, social, economic and political consequences, and, among these, solar energy plays a key role.

As a result, he ordered the Vatican to begin construction of a field of solar panels on land it owned near Rome—an agrivoltaic project that would produce not just food but enough solar power to entirely power the city-state that is the Vatican. It is designed, in his words, to provide “the complete energy sustenance of Vatican City State.” That is to say, this will soon be the first nation powered entirely by the sun.

The level of emotion—of love—in this decision is notable. The pope named “Laudato Si” (“Praised be”) after the first two words of his namesake’s Canticle to the Sun, and Fratello Sole was even more closely tied—those are the words that the first Francis used to address Brother Sun. I reprint the opening of the Canticle here, in homage to both men, and to their sense of humble communion with the glorious world around us.

All praise be yours, my Lord, through all that you have made,
And first my lord Brother Sun,
Who brings the day; and light you give to us through him.
How beautiful is he, how radiant in all his splendor!
Of you, Most High, he bears the likeness.

The world is a poorer place this morning. But far richer for his having lived.

+Steve Chapple has an important interview with Ralph Keeling, whose father Dave set up the instrument on Mauna Loa that monitors co2 concentrations in the atmosphere. Ralph, on the faculty of Scripps Oceanographic, helps keep up that work, and also oversees a variety of other atmospheric monitoring projects. There’s no one alive better positioned to understand the risks that come with the slashing in government funding for climate science

I guess I'd also say that, you know, the US really has led in this in the past, and what's basically underpinned our prosperity and our stature in the world in the last few decades is the US investment in science in general and our investment in the climate, the science of climate and weather and environmental change puts us also in the forefront of understanding these things. So we have been leaders. We're a magnet for talent or have been and that's that's served us well.

+The cement industry puts a lot of carbon into the air. There are ways to fix that…all of which just got harder thanks to Trump.

The National Ready Mixed Concrete Association also got word earlier this year that it lost its EPA funding. The association was planning to use its $9.6 million grant to help concrete producers develop “environmental product declarations” so government agencies and other customers could identify which products have a low-carbon footprint.

The grant would have boosted demand for low-carbon products, Lemay said. But the Trump administration’s EPA canceled it along with 48 others.

“That just means that we're not going to have the benefit of the federal government accelerating our progress,” Lemay said. “That would have helped. Clearly.”

+We need something beautiful, and here it is. Listen to Bach’s Trio Sonata #5 for organ, set against 60 photos from astronauts Suni Williams and Butch Wilmore, who just returned from their extended stay on the ISS. Such thanks to the people at Earth Music Theater for this ongoing work—this is literally what we’re fighting for, folks.