Mostrar mensagens com a etiqueta Colza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Colza. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

She Keeps Bees - Radiance


Eternal bloom of the dawn
Spirals from the earth to the heart
Spirals from the earth you stand on
It can never break never be lost
Radiance
Sacred wreath of two hearts
Radiance
Great oceans swell guided by sun given rays
Moon rhythmic winds
It can never break never be lost
Radiance
Sacred wreath of two hearts
Radiance
Circle love into you hold within

"Radiance" é uma faixa de destaque dos She Keeps Bees, o duo de Brooklyn formado por Jessica Larrabee e Andy LaPlant. A música está presente no seu álbum de 2014, Eight Houses. É amplamente considerado um dos momentos mais comoventes do álbum, afastando-se do seu habitual estilo blues-rock visceral em direção a algo mais etéreo e guiado pelo piano. 
Significado e História: Jessica Larrabee partilhou que a música nasceu de um lugar profundamente pessoal: 
A Inspiração: Escreveu-a para amigos que estavam a passar por uma perda profunda. 
O Tema: Explora a ideia de interligação — como um vínculo com alguém pode permanecer vibrante e "radiante" mesmo após a sua morte. 
A Composição: Curiosamente, a faixa foi composta num piano com 120 anos, o que provavelmente contribui para a sua ressonância assombrosa e antiga. Meditativo, profundo e minimalista Instrumentação: Principalmente piano e os vocais roucos e emotivos de Larrabee 
Vídeo: Apresenta Larrabee num campo de colza francês, simbolizando a sua ligação com a energia da Terra.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Cultivo de transgénicos aumenta drasticamente o uso de pesticidas nos EUA, diz relatório



Caros, desculpem a longa mensagem, mas de facto este relatório merece ampla e detalhada leitura. Estas companhias (Monsanto e semelhantes) devem sair de Portugal.

Acesso ao Relatório :: Accessing the report


The full report pdf (3.68 MBs, 69 pages)
Executive Summary pdf (1.44 MBs, 15 pages)
Supplemental Tables - pdf Em Português

A adopção de variedades transgénicas de vários cultivos que são resistentes aos herbicidas está na origem do aparecimento de plantas daninhas também resistentes, o que tem obrigado ao uso mais frequente de produtos químicos para as combater, que persistem residualmente nos alimentos.
Foi recentemente publicado nos Estados Unidos um relatório que analisa os efeitos da transição do uso das variedades orgânicas para variedades transgénicas na utilização de pesticidas ao longo dos primeiros 13 anos após o aparecimento dos transgénicos.
O estudo concluiu à medida que os agricultores foram aderindo entre, 1996 e 2008, ao cultivo de transgénicos usaram-se mais 174 milhões de quilogramas de pesticidas, sendo que 46% deste aumento aconteceu entre 2007 e 2008. Charles Benbrook, autor do estudo explica “O aumento drástico no uso de pesticidas associado ao cultivo de transgénicos deve-se sobretudo ao aparecimento de plantas daninhas resistentes ao Glifosato, o princípio activo no herbicida Roundup [componente das culturas transgénicas resistentes aos herbicidas mais utilizadas] da Monsanto”.
E o autor acrescenta “A infestação por parte plantas daninhas resistentes ao glifosato de milhares de hectares vai custar muito dinheiro aos agricultores podendo simultaneamente levar a grandes perdas, e intensificará o impacto no ambiente das medidas de controlo das plantas daninhas”.
O estudo concluiu ainda que o lado positivo do cultivo de variantes transgénicas é a diminuição drástica do recurso aos insecticidas desde 2006 uma vez que várias variedades transgénicas apresentam resistência aos insectos.

English [From: GMWatch] Below are extracts collected and summarized by GMWatch from the new report on the impacts of GM crops on pesticide use in the U.S. since their introduction some 13 years ago. The report draws on U.S. Department of Agriculture data. The report's author is Dr Charles Benbrook. Dr Benbrook worked in Washington, D.C. on agricultural policy, science and regulatory issues from 1979 through 1997, including 7 years as the Executive Director of the Board on Agriculture of the National Academy of Sciences. He is now the Chief Scientist at the Organic Center. Profile here: http://www.organic-center.org/about.staff.php?action=detail&bios_id=43

domingo, 31 de julho de 2005

Aconteceu a entrada de milho transgénico em Portugal

A Plataforma Transgénicos Fora do Prato está empenhada em impedir o cultivo de milho transgénico em Portugal, cujo arranque se prepara já para o mês de Abril. Para isso enviou aos dois ministros relevantes (Agricultura e Ambiente) duas cartas de protesto.
Se os participantes deste blogue quiserem colaborar e dar-nos força, é muito simples: escrevam também.



Mandem uma nota breve ou carta simples aos ministérios a dizer que têm de suspender imediatamente o cultivo de transgénicos em Portugal.

Qualquer método serve - o importante é que escrevam e peçam aos amigos para fazer o mesmo. Obrigada!

Contactos:
Ministério da Agricultura
Praça do Comércio1100 Lisboa
Fax: 21 323 4604
Ministério do Ambiente
Rua do Século 511200
Lisboa
Fax: 21 323 2531

22.03.2005 - 11h36 Lusa, AP
Um estudo encomendado pela comissão científica do Ministério do Ambiente do Reino Unido conclui que os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) são prejudiciais para a fauna e flora. Os autores do documento afirmam que os pássaros e os insectos preferem as culturas normais às transgénicas. Ao longo de quatro anos, os autores do estudo compararam campos de culturas OGM de colza com campos tradicionais e constataram que nos primeiros havia menos sementes, abelhas e borboletas. As sementes de colza (como muitos outros OGM) estão concebidas para resistir aos herbicidas. Contudo - assinalam os cientistas - as sementes de colza não repeliram o crescimento de ervas daninhas e forçaram os agricultores a utilizar produtos mais fortes para combater os parasitas. As ervas daninhas cresceram em igual número em ambas as plantações, mas na de colza havia menos ervas daninhas de folha larga, cuja escassez resultou no aparecimento de cada vez menos insectos, refere o relatório Para as associações ecologistas, os resultados deste estudo provam que os OGM são nocivos para o ambiente e que deveriam ser proibidos no Reino Unido, onde a maioria da opinião pública os rejeita. O secretário de Estado do Ambiente britânico, Elliot Morley, disse que este é o estudo "mais importante até agora realizado no mundo" e reiterou a conduta do Governo britânico nestas questões: analisar caso a caso os pedidos de autorização de culturas OGM.A Comissão Europeia deverá aprovar hoje um documento de orientação sobre esta matéria no qual constata o "número crescente" de regiões da Europa que anunciaram a intenção de recusar culturas de OGM nos seus territórios. Num comunicado comum, divulgado ontem em Bruxelas, várias organizações não-governamentais, entre as quais a Greenpeace, congratularam-se com o facto de a Comissão Europeia "reconhecer a exigência crescente de zonas sem OGM na Europa", mas lamenta que prossiga com o processo de autorização de novos OGM.