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quarta-feira, 5 de junho de 2024
Música do BioTerra: Death in June - Death of the West
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segunda-feira, 3 de junho de 2024
Música do BioTerra - Death In June -The Accidental Protégé
domingo, 28 de janeiro de 2024
Encontros Improváveis: Death in June e Rui Nunes
If we don’t neutralize decay,
We may run out of tomorrows.
Time tryeth truth,
And truth was found and fined.
Let’s break bread together,
Our honesty moves more than lies.
What do you mean “I need”?
In suffering you breed.
If we don’t neutralize decay,
We may run out of tomorrows.
Time tryeth truth,
And truth was found and fined.
I can hear the kiss fill me
Through the minds and warning signs.
Sounds of ghosts go further,
If you engage in a coven with crows.
If we don’t neutralize decay,
We may run out of tomorrows.
Time tryeth truth,
And truth was found and fined.[2X]
So if we don’t neutralize decay,
We may run out of tomorrows
Time tryeth truth,
And truth was found and fined.[2X]
I can hear the kiss fill me
Through the minds and warning signs.
Sounds of ghosts go further
If you engage in a coven with crows.
If we don’t neutralize decay,
We may run out of tomorrows.
Time tryeth truth,
And truth was found and fined.[2X]
basta deixá-la crescer
e tornar-se-á a palavra única do mundo:
um fungo, um vírus." - Rui Nunes

Uma grande verdade. Muito isto que sinto, não tanto no Facebook, mas muito na rede X. Para isso nos alertou Laurie Anderson, com o seu tema fabuloso "Language is a virus".
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terça-feira, 8 de novembro de 2022
Entre as ruínas
Entre as ruínas: as acções de vandalização das pinturas, um pouco por toda a Europa, aborda a "radicalização" e quem é mais "terrorista"? Serão esses activistas ou nós, da geração pós-crescimento económico? Putin está jogar duro entre os europeus. A oligarquia da indústria petrolífera tem os dias contados. A chamada energia verde também é uma falácia: chegam-nos números absurdos de mineração do chumbo nos países do Sul Global e respectiva poluição que eles estão cerceados, para nós, no Norte Global estarmos a construir parques eólicos e parques solares e a fazer a "transição verde". As centrais de biomassa são piores que as do carvão. Um destes dias vamos ter o debate outra vez dos pró-energia nuclear. O número de adeptos em Portugal está crescer. Quem é mais violento? Para os que estão a nascer agora e têm 17-20 anos olham para o mundo com muita ansiedade climática e cheio de ruínas. Muita lavagem verde. Façamos o exercício da criança germânica que olha o seu país destroçado e bombardeado pelas mãos de um próprio concidadão. Um louco. E os alemães com a imigração e outras ajudas lá se levantaram do chão e com os defeitos e virtudes de qualquer civilização, reconstruíram cidades, conservaram as florestas e têm um partido ecologista muito mais activo e que pressiona de facto a chancelaria com muito mais força que os Verdes e o nosso PAN. Entre as ruínas.
The Death of the West (1994)
I'll meet you where the moonlight falls
I'll meet you where the statues stand
I'll meet you beneath the falling walls
We await the gods to show their hand
Amongst the ruins
Feel the warmth of the unconquered sun
Light the torches, the swords of the sun
He looks down with a mocking laugh
At the fools lonely in the dark
Amongst the ruins
We rise with the life rune
And we fall with the death rune
We will wait beneath the yew together
We will lie beneath the yew together
Forever!
Amongst the ruins
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domingo, 7 de agosto de 2022
Música do BioTerra : Death In June - The Calling
We live in fear and drunken lies
Douse the flames of evil dawning
The cold blade falls on misty morning
And for their sins we live and die
The angel cowers in blackened skies
So take my hand and walk again
We'll take a walk through yellow rain
She's calling, just calling...
She's calling, just calling...
So now's the time we hear the calling
While lovers feast by mirrored pools
A million cries from shattered faces
We dance in tune to the pipes of gold
She's calling, just calling...
Bons velhos anos 80. Foram perfeitos. Além de imperdíveis momentos no Griffons, Aniki Bóbó (a catedral de concertos góticos no Porto), Meia Cave (só espero que o Pedro Burmester não leia estas linhas, mas menino bonito não era definitivamente) e Rock Rendez-Vous (quantas boleias,...). Vilar de Mouros 1982 - caos, nudismo, bandas góticas e U2 do início. Viajei - em condições incríveis, que davam um livro - por Londres, Manchester, Amsterdão, Bruxelas, Hamburgo, Bona, Berlim, Genebra, Turim. Toda a Europa na onda mais dark de sempre.
Biografia e Discografia
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domingo, 25 de março de 2018
Musica do BioTerra: Death In June - Come Before Christ And Murder Love
Taint me with your treason
To find your god is hollow
Brings death to all reason
Wolf grey adonis
A cruel life dawns
Curse me with obessiveness
Fultility and scorn
[Refrão]
Moved to speak?
You made your choice
We had our chance
And lost our voice
Your alleyway, your terror
Glistens in dispair
Dead meat and error
The only crown I'll wear
From the ashes of liars
Grow the flowers of hope
From the steeples and spires
Hang each tear from a rope
[Refrão]
Fonte das filmagens:
Não é um só filme. É uma mistura de vários, mas o principal deles é “A Cor das Romãs” de Sergei Paradzhasnov. Há também cenas de “Rapsódia Ucraniana”, do mesmo diretor; de "Olympia" de Leni Riefenstahl e "Invocação de meu irmão demónio" de Kenneth Anger, entre outros.
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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Musica do BioTerra: Death In June - Torture by Roses
A germ in foreign blood
A glimmer of the past
Power and misery
Pathetic whore
To the ignorance of life
This is the best
It will ever be
Think of the things
That will never be
Sorrow, the empty well?
Hollow and useless
Consume to the inside
Something I will not hide
My love wilts on
My comrade in tragedy
This is the best
It will ever be
Think of the things
That will never be
Your image is burnt
You are dead
You are nothing
Yes, I love you
A música "Torture by Roses" do Death in June investiga temas de perda, decadência e a profundidade da dor emocional. A letra pinta um quadro sombrio de uma pessoa que perdeu a esperança e caiu em desespero.
As linhas iniciais, "Perdeu a vontade? Um germe em sangue estrangeiro, Um vislumbre do passado, Poder e miséria", sugerem uma sensação de ser derrotado e oprimido por forças externas. A menção de um “germe em sangue estrangeiro” pode simbolizar uma corrupção interna ou uma sensação de estar contaminado por influências externas. O "vislumbre do passado" poderia referir-se a uma memória desvanecida de tempos melhores, servindo como um lembrete do que já foi antes da descida às trevas.
A referência a uma “prostituta patética” representa uma visão cínica da vida e a crença de que ela não oferece nenhuma realização ou satisfação real. A frase “Isso é o melhor, sempre será, pense nas coisas que nunca serão”, sugere uma resignação a uma vida de mediocridade e decepção, como se o narrador tivesse desistido da possibilidade de experimentar uma felicidade maior. ou realização.
O refrão, “Tristeza, o poço vazio? Oco e inútil, Consome por dentro, Algo que não vou esconder”, explora o vazio emocional e a futilidade que o narrador sente. "Tristeza" é retratada como um poço vazio, indicando que seus sentimentos de tristeza e desespero os drenaram de qualquer vitalidade ou propósito. A frase “Algo que não vou esconder” sugere uma recusa em suprimir ou negar a sua dor, como se a abraçasse como uma parte necessária da sua existência.
Os versículos a seguir expressam um amor que continua a definhar, referenciado como "Meu amor murcha, meu camarada na tragédia." Este amor está entrelaçado com a tragédia e simboliza uma conexão mais profunda construída através do sofrimento e da dor compartilhados. A repetição do refrão “Isto é o melhor, sempre será, pense nas coisas que nunca serão” enfatiza a aceitação de uma realidade sombria e a impossibilidade de um futuro melhor.
Por fim, os versos “Sua imagem está queimada, Você está morto, Você não é nada, Sim, eu te amo” implicam um amor contraditório e intenso por alguém que pode não estar mais presente fisicamente. Sugere que, apesar de reconhecer sua ausência e insignificância, o narrador ainda nutre fortes sentimentos por eles.
No geral, "Torture by Roses" explora temas de desespero, resignação e a natureza duradoura do amor, mesmo diante da infelicidade ou da perda. Confronta as duras realidades da vida com um sentimento de relutância e aceitação, destacando o poder transformador da dor e as complexidades das emoções humanas.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Música do BioTerra: Death in June - Black Radio
Death tried and tried in vain
From Prague to Berlin
Black Radio
The word beaming in
Black Radio
Black Radio
The Hammer and the Sword
Take it
It's yours
Black Radio
Take it
It's yours
Black Radio
sábado, 26 de julho de 2014
Música do BioTerra: Death in June - Fall Apart e Ikon- versão melancolicamente graciosa
IKON - Fall Apart (Death in June cover)
Shall I fall in Pastures
Will I Wake the Darkness
Shall we Torch the Earth?
And if I wake from Dreams
Shall we find the Emptiness
And break the Silence
That will stop our Hearts?
And if I wake from Dreams
Shall we cry Together
For their Howling echoes
And restart the Night?
And why did you say
That things shall fall
And fall and fall and fall
And fall apart?
And why did you say
That things shall fall
And fall and fall and fall
And fall apart?
And shall I wake from Dreams
For the Glory of Nothing
For the cracking of the Sun
For the crawling down of Lies?
And if We fall from Dreams
Shall we push them into Darkness
And stare into the Howling
And clamber into Night?
And if I fall from Dreams
All my Prayers are Silenced
To Love is to lose
And to lose is to Die...
And why did you say
That things shall fall
And fall and fall and fall
And fall apart?
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Música do BioTerra: Death in June - She Say Destroy
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