- Redução significativa da área proposta para o concelho de Oleiros;
- Exclusão das áreas ambiental e paisagisticamente mais sensíveis;
- Validação cartográfica à escala municipal;
- Definição de limites máximos de ocupação territorial por município;
- Prioridade para a instalação de projetos em áreas já artificializadas, industriais, degradadas ou anteriormente intervencionadas;
- Articulação efetiva com os instrumentos municipais de gestão do território.
terça-feira, 14 de julho de 2026
Município de Oleiros dá parecer desfavorável ao Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis (ZAER)
segunda-feira, 13 de julho de 2026
Despejo dos hortelões no Porto - "Misericórdia" só de nome
De um lado da balança, a autarquia e os proprietários dos terrenos, como a Santa Casa da Misericórdia do Porto (dona do espaço junto ao Hospital Conde Ferreira), justificam a desocupação com a necessidade de avançar com planos de reestruturação interna. No caso da Misericórdia, o argumento oficial não é a venda dos terrenos para a especulação imobiliária, mas sim a modernização e requalificação do complexo hospitalar, além da reorientação da horta para fins puramente terapêuticos e sociais da própria instituição. Sob o ponto de vista da gestão de ativos, trata-se de rentabilizar e ordenar o património para garantir a sustentabilidade das suas próprias obras de assistência.
Do outro lado da balança, o custo deste ganho institucional é inteiramente social e ambiental. O encerramento do projeto destrói uma das maiores redes de hortas comunitárias da Europa, retira o sustento e o passatempo de mais de duas centenas de famílias e elimina focos essenciais de biodiversidade e coesão social no meio do asfalto da cidade. É precisamente aqui que o trade-off se torna mais evidente para Pedro Duarte: ao focar-se na gestão rigorosa de ativos, na reavaliação de cedências antigas e na aplicação estrita da lei sobre a ocupação dos terrenos, o executivo municipal prioriza a eficiência e o ordenamento do património público. Contudo, assume o pesado custo reputacional e político de ser criticado pela oposição por falta de sensibilidade social e pela ausência de alternativas viáveis de realojamento para os produtores locais.
Mesmo que o objetivo declarado não seja o lucro imediato através de imobiliário, a decisão mexe com feridas abertas na cidade. O receio da oposição e dos hortelãos de que a libertação destes espaços centrais acabe por abrir portas à pressão imobiliária a longo prazo é o que alimenta o conflito. A atuação do executivo neste caso não se resume a um acerto ou erro absoluto, mas sim à escolha consciente de um dos lados da balança; é uma escolha ideológica e de gestão. Optou-se pelo ordenamento e requalificação dos equipamentos, aceitando como "dano colateral" o desalojamento de uma comunidade que ali tinha criado raízes.
terça-feira, 9 de junho de 2026
Serra da Estrela ganha novo selo da UNESCO e passa a ter dupla proteção internacional
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Tempestades deixam marca no litoral português: praias recuam vários metros
quarta-feira, 18 de março de 2026
Ecoparolice - Maior árvore eólica do país instalada no concelho de Pampilhosa da Serra
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Apesar do que diz o Governo, a barragem de Girabolhos “não será relevante para o controlo de cheias”
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Na Suécia, calor de data centers passa a aquecer casas — e o “lixo térmico” virou energia útil para a população
- servidores geram calor
- o calor é coletado por sistemas industriais
- entra na rede de aquecimento distrital
- ajuda a aquecer milhares de residências no inverno
- até 10% do aquecimento urbano pode vir de data centers
- há queda nas emissões de CO₂
- o custo energético diminui
- a infraestrutura urbana fica mais eficiente
- tecnologia real e documentada
- não elimina outras fontes de aquecimento
- depende de localização e infraestrutura
- expansão é gradual e monitorada
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
GEOTA removeu mais uma barreira obsoleta no rio Alviela
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
Associação de Empresas de Resíduos alerta para a situação crítica dos aterros
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
Desilusão com Dino d’Santiago
sexta-feira, 10 de outubro de 2025
Urbanidade - Guia de A a Z da Resiliência Urbana
A questão não é apenas como sobrevivemos, mas como prosperamos de forma diferente após cada choque.
Este guia de A a Z explora os princípios, as práticas e as provocações que fazem com que as cidades não só recuperem, mas também avancem.
Resiliência em 4 Movimentos:
Antecipação e Adaptação — Não espere pelo desastre. Planeie-se para ele.
Inclusão e Justiça — Proteja primeiro aqueles que estão em maior risco.
Natureza e Pensamento Sistémico — As cidades prosperam quando trabalham com a natureza, e não contra ela.
Força Institucional — Os governos locais precisam de autoridade, não apenas de conselhos.»quarta-feira, 1 de outubro de 2025
Para garantir circulação "mais segura e permanente" entre Campo do Gerês e Portela do Homem
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| Estrada da Mata de Albergaria vai ser pavimentada por 1 milhão de euros |





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