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terça-feira, 18 de novembro de 2025

Expedição encontrou mais de 40 espécies novas no Recife do Algarve



Os primeiros resultados foram anunciados em 14 de Outubro pelos organizadores da expedição realizada no início de outubro, tendo como alvo o Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado.

No total, foram identificadas 206 espécies marinhas, incluindo mais de 40 novos registos para esta área protegida, revela uma nota de imprensa divulgada pela Fundação Oceano Azul, pelo Oceanário de Lisboa e pelo CCMAR – Centro de Ciências do Mar, da Universidade do Algarve, ligados à organização desta iniciativa.

“Estes resultados reforçam o conhecimento científico essencial para apoiar o desenvolvimento dos instrumentos de gestão pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e para garantir a consolidação e proteção efetiva desta Área Marinha Protegida”, afirmam as três entidades.

A expedição científica aconteceu entre 2 e 7 de outubro. “Os dados continuam em análise, mas os primeiros resultados confirmam a riqueza e valor deste ecossistema”, afirma a organização. No total, foram registadas 206 espécies diferentes, incluindo 137 invertebrados, 41 peixes, 13 algas, 12 aves marinhas e três cetáceos.

Criado em janeiro de 2024, o Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado é a primeira Área Marinha Protegida de Interesse Comunitário em Portugal Continental. “Resulta de um processo participativo pioneiro que reuniu pescadores, cientistas, autarquias e cidadãos em torno de um objetivo comum: proteger o oceano.” Em causa está uma área com 156 quilómetros quadrados – que inclui a área entre o Farol de Alfanzina, limite oeste, e a marina de Albufeira, nos municípios de Albufeira, Lagoa e Silves.

A Pedra do Valado é considerada um hotspot de biodiversidade marinha com 1059 espécies marinhas registadas, incluindo 754 invertebrados, 152 peixes vertebrados, 61 aves marinhas, 2 tartarugas marinhas, 7 espécies de cetáceos e 82 espécies de macroalgas. Naquela área marinha foram identificadas 18 espécies ameaçadas, entre as quais os cavalos-marinhos (Hippocampus spp.) e o mero (Epinephelus marginatus).

Um dos destaques da expedição foi o banco de rodólitos (algas calcárias) desta área protegida, que é “o único conhecido em Portugal continental”. “Trata-se de um habitat de elevada importância ecológica, essencial para a retenção de carbono e equilíbrio do oceano”, acrescenta a equipa, que concluiu que este “banco se mantém saudável e funcional, apesar da sua vulnerabilidade às alterações climáticas, que podem afectar a capacidade de calcificação das algas”. Mesmo após a morte dos organismos, explicam, “o carbono permanece armazenado, reforçando o papel duradouro deste habitat na mitigação das alterações climáticas.”

No entanto, os trabalhos científicos revelaram também o desaparecimento das pradarias marinhas anteriormente identificadas nesta zona, “um sinal preocupante que poderá estar associado à proliferação da alga invasora asiática Rugulopterix okamurae”.

Quanto aos jardins de gorgónias apresentaram bom estado ecológico, com o registo de novas espécies de profundidade e de corais duros pela primeira vez nesta área.

sábado, 27 de janeiro de 2024

Portugueses vão investigar alterações climáticas na Antártica a bordo de veleiro


Uma expedição científica portuguesa vai levar, em fevereiro, 11 investigadores de três universidades portuguesas, uma espanhola e outra chilena, até à Península Antártica para estudar os efeitos das alterações climáticas nas zonas costeiras da região.

Pela primeira vez, na fronteira entre o mar e a terra, durante 15 dias, uma expedição científica portuguesa vai estar a bordo de um veleiro de 24 metros, capaz de fazer chegar os investigadores até às baías da Península Antártica de mais difícil acesso.

Durante duas semanas, o El Doblón, veleiro turístico alugado para a missão, será o novo laboratório de uma equipa de investigadores das universidades de Lisboa, Algarve e Coimbra e das universidades Autónoma de Madrid, responsáveis por dez projetos que vão desde as ciências naturais até às ciências sociais. Pretende desvendar como as alterações climáticas estão a influenciar as temperaturas e os solos das zonas costeiras daquela península no hemisfério Sul.

O “COASTANTAR 2024” é a primeira expedição portuguesa de veleiro pelas baías escondias na “pontinha da vírgula” da Antártica, zonas onde os cientistas encontrarão áreas livres de gelo e rochosas. “Assistimos agora a um novo retorno do aquecimento nesta região. A temperatura tinha subido muito desde que há registo, entre 1950 e até ao ano 2000. Depois estabilizou, desceu um pouco, e começámos a ter verões com mais neve porque houve uma mudança da posição das cinturas de vento. Mas, a partir de 2015, voltámos à tendência rápida de aquecimento, pelo que será interessante observar os seus impactos”, sublinhou, em declarações ao JN, Gonçalo Vieira, coordenador da expedição e investigador do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT) da Universidade de Lisboa, à margem da apresentação da missão, esta sexta-feira, em Lisboa.

A primeira expedição do geógrafo físico foi em 2000, mas esta será a primeira vez que irá trabalhar a bordo de um veleiro. “Neste momento, estou curioso para ver de que maneira é que a fusão do solo gelado e, essencialmente, os episódios extremos de temperatura e precipitação, que estão a ser mais frequentes, estão a ter impactos ao nível da erosão. Mas também vamos trabalhar nos fluxos de contaminantes e olhar para as encostas, tentar começar a monitorizar essas áreas, ligando com imagens satélite para ver que impactos é que está a ter na paisagem”, explicou Gonçalo Vieira.

Os investigadores, cada um responsável por um projeto diferente, irá desenvolver as suas observações e recolher amostras de contaminantes na água, neve, gelo e solo, de microrganismos na atmosfera e em espécies marinhas, fitoplâncton e microplásticos pelas zonas costeiras. A missão decorrerá durante um mês, mas o sucesso de cada dia de trabalho no terreno irá depender das condições meteorológicas e do mar. Nesta altura do ano, a equipa de cientistas irá apanhar o verão na Antártica, com tempo frio a 1ºC e a água do mar com temperaturas a rondar os zero graus, apontou o coordenador durante a apresentação.

quinta-feira, 6 de abril de 2023

O sherpa recordista de subidas do Evereste: “Não há futuro no Nepal”


Um alpinista malaio sobreviveu por pouco depois que um guia sherpa nepalês o puxou do cume do Monte Everest num resgate “muito raro” em alta altitude, disse uma autoridade do governo na quarta-feira. Gelje Sherpa, 30, estava guiando um cliente chinês até o cume do Everest, a 8.849 metros , em 18 de fevereiro, quando viu o alpinista malaio agarrado a uma corda e tremendo de frio extremo na área chamada de “zona da morte”, onde as temperaturas pode cair para menos 30ºC ou menos. Gelje puxou o alpinista 600 metros  para baixo da área de Balcony até o colo sul, durante um período de cerca de seis horas, onde Nima Tahi Sherpa, outro guia, se juntou ao resgate. “Nós envolvemos o alpinista  numa esteira de dormir, arrastamos na neve ou o carregamos nas costas até o acampamento III”, disse Gelje. 
Um helicóptero usando uma longa linha o ergueu do acampamento III de 7.162 metros de altura até ao acampamento base. “É quase impossível resgatar alpinistas nesta altitude”, disse Bigyan Koirala, funcionário do Departamento de Turismo, à Reuters. “É uma operação muito rara.” Gelje disse que convenceu seu cliente chinês a desistir de sua tentativa de cume e descer a montanha, dizendo que era importante para ele resgatar o alpinista. “Salvar uma vida é mais importante do que rezar no mosteiro”, disse Gelje, um budista devoto. Tashi Lakhpa Sherpa, da empresa Seven Summit Treks, que forneceu logística para o alpinista malaio, se recusou a identificá-lo, citando a privacidade de seu cliente. 
O alpinista foi colocado num voo para a Malásia na semana passada. O Nepal emitiu um recorde de 478 licenças para o Evereste durante a temporada de escalada de março a maio deste ano. Pelo menos 12 alpinistas morreram - o maior número em oito anos, e outros cinco ainda estão desaparecidos nas encostas do Evereste. examinava os altos e baixos da vida sentado em uma poltrona na pequena e organizada sala de estar de seu apartamento alugado, enquanto sua esposa servia chá. 
“Não há futuro no Nepal”, disse o pai de dois filhos de 53 anos à Reuters no fim de semana. “Por que ficar aqui?” ele perguntou, falando no seu nepalês nativo e um pouco de inglês quebrado. “Precisamos de um futuro para nós mesmos… para os nossos filhos.” 
Usando um boné de beisebol com a legenda “Everest Man” e seu rosto escurecido pelo vento e pelas queimaduras da neve, Kami Rita está claramente orgulhoso das suas conquistas. Mas ele também é grato porque o dinheiro que ganhou como guia em expedições nas montanhas o ajudou a se mudar para a capital do Nepal para que seus filhos pudessem ter a educação que ele nunca recebeu. 
O filho, de 24 anos, estuda turismo e a filha, de 22, faz curso de Tecnologia da Informação. “Isso não teria sido possível se eu tivesse continuado em Thame e não tivesse começado a escalar”, disse Kami Rita, que deixou a escola em seu vilarejo nas montanhas quando tinha cerca de 12 anos. 
Prémios e certificados do Guinness World Record enchem a vitrina atrás dele, e pósteres de Kami Rita no Monte Everest adornam as paredes, mas ele falou em emigrar para os Estados Unidos para encontrar novas oportunidades para sua família. Kami Rita nasceu na mesma aldeia do Himalaia que Tenzing Norgay, o sherpa que junto com o neozelandês Sir Edmund Hillary fez o primeiro cume do Monte Evereste há 70 anos. 
A vila de Thame fica em Solukhumbu, um distrito que se tornou a Meca dos montanhistas desde a primeira escalada bem-sucedida em 29 de maio de 1953. Localizada na fronteira com o Tibete da China, a maior glória de Solukhumbu é o Monte Evereste, o pico mais alto do mundo com 8.849 metros, mas também abriga Lhotse (8.516 metros), Malaku (8.481 metros), Cho Oyu (8.201 metros), Gyachung Kang (7.952 metros) e Nuptse (7.855 metros) - todos nomes que qualquer alpinista de ponta gostaria de ter seu currículo. 
Os sherpas, um grupo étnico que vive na região do Everest, sempre foram a espinha dorsal das expedições nas montanhas. Eles consertam cordas, escadas, carregam cargas e também cozinham, ganhando algo entre $ 2.500 e $ 16.500 ou mais, dependendo da experiência, durante uma única expedição. 
Mas os jovens sherpas, segundo Kami Rita, estão se afastando dessa vida. “A nova geração de sherpas não gosta de escalar. Eles querem ir para o exterior em busca de uma carreira melhor”, disse. “Em 10 a 15 anos haverá menos sherpas para guiar os alpinistas. O número deles já é baixo agora.” Muitos guias sherpas renomeados deixaram o Nepal em busca de melhores oportunidades no Ocidente, principalmente nos Estados Unidos. De fato, o famoso Tenzing Norgay também emigrou, mas apenas até a vizinha Índia, onde trabalhou para uma escola de escalada. O alpinismo e o trekking atraem milhares de estrangeiros ao Nepal todos os anos, contribuindo com mais de 4% para a economia de US$ 40 biliões. O país ganhou US$ 5,8 milhões em taxas de permissão - US$ 5 milhões apenas do Monte Everest - durante a temporada de escalada de março a maio deste ano. Funcionários de empresas de turismo estimam que mais de 500.000 pessoas estão empregadas no turismo, mas muitas permanecem economicamente vulneráveis ​​nesta nação empobrecida de 30 milhões de pessoas. “O governo faz pouco pelo bem-estar dos sherpas”, disse Kami Rita, instando as autoridades a lançar esquemas de bem-estar como um fundo de previdência, benefícios de aposentadoria e facilidades de educação para seus filhos. As expedições que contratam sherpas devem fazer um seguro de vida para eles, mas o pagamento é de apenas 1,5 milhão de rúpias nepalesas (cerca de US$ 11.300). Três sherpas morreram no mês passado ao cruzar a traiçoeira cascata de gelo Khumbu no Everest. “Isso deve ser aumentado para 5 milhões de rúpias (cerca de US$ 38.000)”, disse Kami Rita, esfregando suavemente um hematoma em sua bochecha. ($ 1 = 131,83 rúpias nepalesas). Quão relevante é este anúncio para você? 1.000 pessoas estão empregadas no turismo, mas muitas permanecem economicamente vulneráveis ​​nesta nação empobrecida de 30 milhões de pessoas. “O governo faz pouco pelo bem-estar dos sherpas”, disse Kami Rita, instando as autoridades a lançar esquemas de bem-estar como um fundo de previdência, benefícios de aposentadoria e facilidades de educação para seus filhos. As expedições que contratam sherpas devem fazer um seguro de vida para eles, mas o pagamento é de apenas 1,5 milhão de rúpias nepalesas (cerca de US$ 11.300). 

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Descoberta floresta de corais negros nos Açores

O achado no fundo do oceano é de uma equipa de cientistas que esteve embarcada, numa campanha de investigação, durante 14 dias no mar do arquipélago e é idêntico à floresta de sequóias existente nos EUA.


«Nós descobrimos zonas que podem ser comparadas às florestas de sequóias que existem nos EUA», revelou esta sexta-feira Telmo Morato, investigador do Instituto Okeanos, da Universidade dos Açores, durante uma conferência de imprensa realizada na cidade da Horta, na ilha do Faial.

Os resultados da campanha oceanográfica realizada a bordo do navio holandês Pelagia durante as últimas duas semanas revelam que o mar dos Açores dispõe de florestas de corais negros, naquilo que são os «primeiros resultados preliminares».

«Ainda temos pela frente alguns meses de trabalho para processamento das amostras recolhidas durante esta campanha», explicou o investigador que disse ainda que «uma hora de vídeo no mar» corresponde, normalmente, «a um dia de trabalho em terra».

Segundo o cientista, estas primeiras análises demonstram que as zonas do mar profundo, associadas à Crista Médio Atlântica, são zonas de «grande produtividade, que albergam grandes densidades de organismos e uma biodiversidade muito grande».

«Descobrimos e encontrámos coisas que já não pensávamos encontrar nos Açores nesta altura, como os grandes jardins de corais negros, que podem viver vários milhares de anos», achado que pode ser «muito benéfico para a comunidade oceanográfica», apontou.

Recorde-se que a expedição científica denominada «Eurofleets + IMAR: Avaliação integrada da distribuição dos Ecossistemas Marinhos Vulneráveis ao longo da Dorsal Médio-Atlântica na região dos Açores», decorreu entre 18 de Maio e 2 de Junho, com o objectivo de fazer levantamentos batimétricos, captação de imagens com a missão de cartografar os fundos marinhos, identificar novas áreas que se enquadrem na definição de ecossistemas marinhos vulneráveis e determinar o seu estado ambiental.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

National Geographic identifica 24 potenciais novas espécies em Angola


O projeto de investigação da vida selvagem Cubango/Okavango, desenvolvido no sudeste de Angola pela National Geographic Society, já permitiu identificar mais de 1.000 espécies, entre mamíferos, aves, peixes e répteis, das quais 24 poderão ser novas descobertas para a ciência.
Fonte: Diário de Notícias, 3 de Abril de 2018
A informação foi prestada hoje, em Luanda, por Adjany Costa, bióloga angolana e diretora para Angola deste projeto da National Geographic, no terreno, no Delta do Okavango, até agora praticamente por explorar, desde 2015 e abrangendo ainda a Namíbia (Faixa de Caprivi), Zâmbia (sudoeste) e o Botsuana (norte).

"Vamos entrar na terceira fase deste projeto, em que queremos aplicar esses dados todos que obtivemos nos últimos três anos para enriquecer e facilitar planos de estratégia já existentes no país", explicou Adjny Costa, à margem de um 'workshop' realizado hoje na capital angolana, precisamente para abordar os dados recolhidos nas primeiras duas fases.

A primeira fase, com 34 especialistas e uma expedição que envolveu avanços por terra e em canoas nas bacias hidrográficas do Cubango/Okavango, Cuando e Cuiva, foi de exploração científica e geográfica, recolhendo dados sobre as nascentes de água, espécies e comunidades.
"Estamos a falar, em alguns casos, de zonas que ficaram isoladas, devido à guerra", explicou Adjany Costa, sendo que a área total de estudo, entre os quatro países, atinge os 650.000 quilómetros quadrados de bacias hidrográficas, essencialmente em território angolano.

Cientificamente foram já descritas mais de 1.000 espécies, nomeadamente 407 de aves, 43 de mamíferos, com destaque para o primeiro avistamento em Angola do rato-pigmeu, ainda 92 espécies de peixes e 99 de répteis e anfíbios, além de outros grupos mais pequenos.

"No total temos potencialmente 24 espécies novas para a ciência, que estão agora em fase de estudo. Descobrimos mais de 16 lagoas de nascentes, aquela área é rica em água e é a torre de estabilidade tanto do Cubango/Okavango como do Zambeze", acrescentou a diretora para Angola deste projeto da National Geographic, desenvolvido em conjunto com a organização Wild Bird Trust e o Ministério dos Ambiente angolano.

Na segunda fase, as expedições envolveram o compromisso com as comunidades locais, ao nível das tradições e uso dos recursos naturais, chegando a mais de 4.000 pessoas que vivem em 36 comunidades, das mais remotas nesta área.

Na terceira fase, que agora arranca, em paralelo com novas expedições já previstas para maio, a National Geographic pretende disponibilizar dados científicos e técnicos, desde logo sobre a fauna e a flora, mas também relativas à qualidade e quantidade de água, às autoridades angolanas.
"Para um melhor planeamento e enquadramento das estratégias nacionais de conservação, especificamente da bacia do Cubango/Okavango", concluiu Adjany Costa.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Descoberta de uma floresta tropical em Moçambique através do Google Earth



Chama-se Montanha Mabu.
Um admirável novo mundo. Foram descobertas novas espécies, em particular borboletas e cobras, bem como sete aves ameaçadas a nível global (notícia), após expedição (ver vídeo e uma fotoreportagem do Guardian).
Tal como muitos cientistas predizem, haverá ainda muitos novos seres vivos por descobrir.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A Ouvir Deep Forest - Pacifique



1. Expedição num barco feito de material plástico reciclado que atravessou o Pacífico, desde a Califórnia até à Austrália [visita e conhece toda a viagem e projecto em Adventure Ecology]

2. O infeliz fenómeno antogénico conhecido por Trash Vortex, é uma mancha enorme de resíduos de plástico que circulam como corrente no Norte do Pacífico

3. Fotografias da Erosão Costeira nas ilhas Palau

4. O desenvolvimento da Permacultura nas ilhas do Pacífico e conheça a obra do pioneiro Russ Grayson



segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O papel vital da criosfera, a glaciologia e as alterações climáticas

Em tempo de balanço do Ano Internacional Polar, que termina em 2009, refiro aqui mais alguns documentos, vídeos e páginas muito pertinentes.

1. Glaciologia do Antárctico
1.1.Expedição, fotos e linques sobre as megadunas na e-página National Snow and Ice Data Center (NSIDC)
1.2.Gigante base de informações na e-página Antarctic Glaciological Data Center (AGDC)
1.3. Numa expedição em Fevereiro de 2006, designada IceTrek, uma equipa internacional de investigadores, incluindo Ted Scambos, procurou saber em que medida as alterações climáticas aceleram a fragmentação de grandes blocos de gelo
1.4.VELMAP trata-se da compilação das medições da velocidade do gelo e variações


2. Sítios com enorme informação sobre a criosfera

Glaciologia e alterações climáticas em:

Cooperative Institute for Research in Environmental Sciences (CIRES)