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sábado, 21 de março de 2026

Dia Mundial dos Glaciares: Por que o Destino dos Glaciares é o Nosso Próprio Destino


No calendário global, o dia 21 de março costuma ser associado ao início da primavera no hemisfério norte, um símbolo de renovação. No entanto, desde que a Assembleia Geral da ONU proclamou esta data como o Dia Mundial da Preservação dos Glaciares, o foco mudou para a conservação crítica do que já temos — e do que estamos prestes a perder. Os glaciares não são apenas blocos estáticos de gelo; são "sentinelas" que moldam a geologia, regulam a temperatura e sustentam a vida humana.

A ciência por trás da sua importância é fascinante e, ao mesmo tempo, alarmante. Estas massas de gelo funcionam como o sistema de refrigeração da Terra através do efeito albedo. Quando a radiação solar atinge a superfície branca e brilhante de um glaciar, a maior parte dessa energia é refletida de volta para o espaço. À medida que o gelo derrete e expõe a rocha escura ou o oceano abaixo, a taxa de absorção de calor aumenta. É um equilíbrio delicado que pode ser resumido pela relação física onde a variação da temperatura  é inversamente proporcional à capacidade de reflexão da superfície (efeito albedo). Pode imaginar o efeito albedo como o sistema de 'espelhos' da Terra. Os glaciares brancos refletem até 90% da luz solar de volta para o espaço, mantendo o planeta fresco. No entanto, quando o gelo derrete e expõe a rocha escura ou o oceano, a superfície passa a absorver a energia solar. Em termos físicos, a redução da refletividade (albedo) resulta num aumento catastrófico da absorção de calor. O infográfico abaixo ilustra claramente este ciclo de aquecimento.




O Ponto de Inflexão
De acordo com o Relatório AR6 do IPCC, a influência humana é 'inequívoca' no recuo global dos glaciares desde a década de 199. Os dados revelam que estamos a perder cerca de 220 mil milhões de toneladas de gelo anualmente, um ritmo que coloca ecossistemas inteiros num ponto de inflexão. Isto significa que certas perdas glaciares tornaram-se irreversíveis, independentemente dos nossos esforços imediatos. O recuo nestas áreas aumenta o risco de inundações catastróficas e, a longo prazo, de secas severas. O impacto não é apenas visual; é uma ameaça direta à segurança hídrica de mil milhões de pessoas que dependem destas fontes de água doce. 

No entanto, o Dia Mundial dos Glaciares não serve apenas para lamentar perdas. É um convite à ação. Do majestoso Perito Moreno na Argentina às cavernas de gelo azul do Vatnajökull na Islândia, estas estruturas guardam a história do nosso clima. Cada bolha de ar presa no gelo profundo é um registo atmosférico de milhares de anos — uma biblioteca congelada que projetos como o Ice Memory tentam salvaguardar em "santuários de gelo" na Antártida.

Porém a rapidez com que o restante gelo desaparece ainda depende das nossas ações hoje. Estima-se que mais de mil milhões de pessoas dependam do degelo sazonal para obter água potável, irrigação e energia. Regiões como os Andes e os Himalaias (o "Terceiro Polo") estão na linha da frente.  

Em 2026, a mensagem da ONU é clara: os glaciares são os "Guardiões do Futuro da Terra". Preservá-los é indissociável das metas de emissões zero. Reduzir a nossa pegada de carbono não é apenas um conceito abstrato; é o esforço direto para manter estes gigantes vivos. Ao celebrarmos este dia, devemos olhar para o gelo não como algo distante, mas como o espelho do nosso próprio destino. Se o gelo respira, nós respiramos.

Para saber mais:
World Glacier Monitoring Service (WGMS) - Global Glacier Change Bulletin

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Floco de neve visto ao microscópio electrónico


O cientista Nathan Myhrvold conseguiu registar as mais belas e detalhadas fotografias de flocos de neve já feitas! Isto graças a um trabalho árduo e a uma tecnologia de ponta, criada especialmente para registar estes pequenos cristais gelados.

A neve é um dos fenómenos meteorológicos mais fascinantes, responsável por criar cenários incríveis e encantadores quando precipita das nuvens e se acumula na superfície. Mas a sua beleza não se limita apenas às paisagens, existe uma beleza que não podemos vislumbrar a olho nu: os flocos de neve!

Nathan Myhrvold, ex CTO da Microsoft, afirma ter captado as imagens de flocos de neve de maior resolução do mundo.

Esta beleza difícil de ser vista foi o que inspirou Nathan Myhrvold a aventurar-se em mais um grande desafio: fotografar flocos de neve em alta resolução! Myhrvold foi diretor de tecnologia na Microsoft por muitos anos, mas deixou o seu cargo em 1999. À procura de novos desafios, passou a dedicar-se às suas paixões: cozinha e fotografia. Inclusive, ele é coautor do livro de receitas Modernist Cuisine, um livro de 5 volumes sobre a arte e a ciência de cozinhar.

Myhrvold disse à Accuweather que o seu desejo de fotografar flocos de neve começou quando decidiu que gostaria de fotografar coisas comuns que as pessoas vivenciam todos os dias. Mas ele queria que os temas das suas fotos fossem objetos que não podem ser vistos a olho nu, colocando-os em foco.

Entretanto, os desafios de fotografar flocos de neve são bem óbvios, sendo extremamente frágeis e minúsculos, medindo apenas alguns milímetros de diâmetro, um floco de neve pode derreter em segundos. Por isso, Myhrvold teve que pensar muito e arquitetar uma configuração tecnológica perfeita para superar todos estes desafios.

A tecnologia e a ciência por detrás das fotografias
Após 18 meses de trabalho duro, Myhrvold projetou e criou uma câmara de alta resolução personalizada combinada com um microscópio que funciona em climas frios. Para tal, ele teve que fazer uma série de adaptações, como, por exemplo, colocar fibra de carbono na moldura do seu microscópio, já que o metal se expande e contrai com a temperatura.

Para certificar-se de que os flocos não derretiam na lâmina do microscópio antes que os pudesse fotografar, Myhrvold decidiu usar safira artificial em vez de vidro, pois o vidro transmite bem o calor. Essa safira artificial era arrefecida para garantir que os flocos de neve ficassem intactos durante o maior tempo possível.

Até mesmo o esquema de iluminação por flash teve que ser adaptado. Myhrvold optou por luzes de LED que piscavam por apenas um milionésimo de segundo, que elimina tanto a transferência de calor quanto as vibrações, que poderiam destruir o espécime ou borrar a fotografia.

Assim que o equipamento estava pronto, havia outro desafio à sua espera: encontrar o local certo e capturar os flocos! Para isso, instalou-se em varandas em Fairbanks, Alasca e Yellowknife, Territórios do Noroeste, Canadá, sob temperaturas de até -20ºC! Com um pedaço de papelão coberto de veludo, Myhrvold capturou milhares de flocos de neve, mas nem todos estavam em perfeitas condições para serem fotografados.

Então, Myhrvold analisava cada floco com uma lupa, selecionava os melhores, capturava-os com um pequeno pincel e colocava-os na sua câmara microscópica, gerando as mais belas imagens de flocos de neve!

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

World heading toward ‘peak glacier extinction’ with up to 4,000 set to disappear a year



Hundreds gathered to say goodbye when 700-year-old Pizol died. The funeral in Switzerland in 2019 was solemn. Mourners wore black; flowers were laid; a priest spoke. It was a symbolic moment: Pizol had been a glacier, but human-driven climate change had reduced it to some scattered chunks of ice.

Pizol is far from the first glacier death. Thousands have vanished over the past few decades and as the world continues to heat up, they are expected to disappear at an increasing pace. New research gives a glimpse of just how quickly that might happen, and it’s stark.

By the middle of the century, the number of glaciers disappearing is set to peak at up to 4,000 a year, if humans keep pumping out climate pollution, according to a study published Monday in Nature Climate Change. That’s equivalent to losing all the glaciers in the European Alps in just one year.

Research has tended to focus on the total amount or area of ice lost from glaciers as temperatures tick upward, rather than changes to their total number. This is partly because the number of glaciers is a less clearly defined metric. It depends on assessments of what constitutes a glacier and current inventories sometimes struggle to detect smaller or debris-covered ice bodies. Best estimates say there are currently more than 200,000 glaciers on Earth.

But the study authors say knowing where and when individual glaciers will vanish is important. It shows “climate change does not just lead to some ice melt, but it leads to the complete extinction of many glaciers,” said Matthias Huss, a study author and a glaciologist at the Swiss university ETH Zürich, who spoke at Pizol’s funeral back in 2019.

The scientists looked at the planet’s glaciers using a global database to pin down “peak glacier extinction,” meaning the period during which the largest number of glaciers disappear.

They used models to determine when each individual glacier would become too small to be classified as a glacier: defined as when its area falls below 0.01 square kilometers (0.004 square miles), or it reaches less than 1% of its initial volume, as measured around the year 2000.

Their analysis found that glacier extinction will peak around mid-century, with the exact timing and extent dependent on the level of global warming.

If the world manages to keep warming to 1.5 degrees Celsius above pre-industrial levels, something it is not on track to do, the number of individual glaciers disappearing will peak around 2041, at roughly 2,000 per year.

At 4 degrees of warming, that peak shifts to the mid-2050s and intensifies to around 4,000 a year. This is 3 to 5 times higher than the present rate of global loss, the report says.

The world is currently on course for around 2.7 degrees of warming if climate pledges are met. At this level, peak extinction will happen over a longer period, with the world losing around 3,000 glaciers a year between 2040 and 2060.

The researchers also drilled down to specific regions. In areas where smaller glaciers dominate, such as the European Alps, parts of the Andes and North Asia, more than half the glaciers are expected to disappear within the next two decades, the report found. They are also expected to see an earlier peak in glacier extinction, around 2040.

In contrast, regions with bigger glaciers, including Greenland and the Russian Arctic, will see a delayed peak in glacier extinction, later in the century.

Whether the world ends up witnessing the deaths of 2,000 or 4,000 glaciers a year is all about how much is done to rein in global heating.

Only 20% of glaciers are expected to remain by 2100 under 2.7 degrees of warming, compared to around 50% at 1.5 degrees. At 4 degrees, the world is looking at a nearly complete loss of glaciers.

“This study does a great job at highlighting the fact not only are glaciers melting worldwide, many of them may be entirely gone in the coming decades; and the trend is accelerating,” said Eric Rignot, professor of Earth system science at the University of California at Irvine, who was not involved in the research. It is “a point of no return, because reforming a glacier would take decades if not centuries,” he told CNN.

The losses will have significant implications. Glaciers are a vital source of water for many communities but beyond that, they are a tourist draw, attracting millions of visitors each year and many ski resorts depend on them. They also hold a deep cultural importance for communities, tied to local traditions.

“They are really icons of climate change,” said Harry Zekollari, a study author and glaciologist at the Vrije Universiteit Brussel in Belgium. “If you go to someone, you talk to them on the street about the fact that temperatures have risen by 2 degrees, it’s really difficult to picture, but glaciers, they’re so visual.”

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

O Dia Internacional das Montanhas de 2025 destaca as comunidades e os ecossistemas das montanhas do mundo



O Dia Internacional das Montanhas é celebrado em todo o mundo anualmente em 11 de dezembro, e é um dia dedicado ao papel que as montanhas desempenham na manutenção da vida, da cultura e da biodiversidade. As montanhas ocupam aproximadamente 22% da área terrestre da Terra. e são o habitat natural de mais de 1.1 bilião de pessoas em todo o mundo. Elas oferecem rios, alimentos, energia e uma fonte de patrimônio cultural para as populações que vivem tanto em suas encostas quanto em áreas mais afastadas. Este Dia Internacional das Montanhas de 2025 é um momento para lembrar as comunidades de montanha e a natureza que delas dependem; portanto, o foco se volta para a necessidade de sua gestão sustentável para salvar essas áreas delicadas.

Ameaças aos ecossistemas de montanha
Ainda assim, os ecossistemas de montanha estão declinando de forma muito grave em várias partes do mundo. As mudanças climáticas aceleraram o derretimento das geleiras, elas estão recebendo chuvas em épocas nunca antes vistas e estão sofrendo deslizamentos de terra com mais frequência devido ao aquecimento global.

Corte de madeira, extração de minerais e atividades turísticas descontroladas. São exemplos de intervenções humanas que tornam o local ainda mais perigoso para os moradores dessas áreas. fauna e flora da montanha Essas regiões são particularmente vulneráveis, visto que um grande número de espécies está aclimatado a pouquíssimas condições climáticas. É de suma importância que protejamos esses ecossistemas para garantir o abastecimento contínuo de água e o equilíbrio ecológico para milhões de pessoas que vivem rio abaixo.

Comunidades de montanha: a vida em lugares altos
As montanhas não são meramente formações naturais; elas também abrigam civilizações e meios de subsistência distintos. Normalmente, comunidades indígenas e rurais Eles se dedicam à agricultura, à pecuária e ao turismo como fontes de renda. No entanto, estão na linha de frente para sofrer os impactos negativos das mudanças ambientais.[Fonte]

Neste dia, os eventos e projetos giram principalmente em torno do tema de equipar os habitantes com os meios de sobrevivência através da implementação de práticas ecologicamente corretas e do uso de energia renovávele a oferta de educação.

Aumentar a Conscientização e a Ação
O Dia Internacional das Montanhas de 2025 é uma oportunidade para aumentar a conscientização e agir em prol da conservação e do desenvolvimento sustentável de áreas de alta altitude. Muitas organizações promovem a data realizando workshops, organizando mutirões de limpeza comunitários, fornecendo informações educativas e patrocinando atividades de aventura para conectar as pessoas a essas paisagens majestosas. Este dia promove a colaboração global e o apoio mútuo para ajudar a garantir a prosperidade das montanhas. comunidades montanhosas e ecossistemas saudáveis.

Ao celebrarmos este dia, lembramos da importância das montanhas para a vida, a cultura e a regulação do clima da Terra, e que, ao protegê-las, podemos ajudar a garantir que as pessoas e os ecossistemas prosperem nas montanhas do mundo para as gerações futuras.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Scientists just confirmed that Earth is slowly tilting toward its next ice age

A landmark study led by Cardiff University has finally confirmed the precise link between the Earth’s orbital geometry and its historical glaciation cycles.
By analyzing a million-year record of deep-sea fossils and Northern Hemisphere ice sheets, researchers discovered that while deglaciation (the ending of an ice age) is driven by a complex interaction between the planet’s axial tilt and its orbital wobble, the onset of a new ice age is triggered purely by the decline of Earth's axial tilt, known as obliquity.
This groundbreaking find explains why global ice ages have reliably recurred in 100,000-year intervals and indicates that under natural conditions, Earth's current orbit is positioning the planet for another major freeze within the next 11,000 years.
However, scientists emphasize that human activities are rapidly rewriting this cosmic timeline. The unprecedented volume of greenhouse gases emitted since the Industrial Revolution has pushed global temperatures and atmospheric composition far beyond their natural trajectories.
While understanding these orbital mechanics is crucial for modeling Earth's long-term climate behavior, researchers warn that today's anthropogenic emissions could completely override these millennial-scale cycles. The findings make it clear that the climate choices society makes today will play a primary role in deciding whether the planet continues on its ancient, orbitally-driven path or veers into a warmer, highly unstable future.

domingo, 3 de outubro de 2021

The jet stream has started an unprecedented shift north, which could wreak havoc on weather in the US and Europe


The polar jet stream is a band of wind that separates cold Arctic air from warmer air to the south.
A new study suggests that as the Earth warms, this band is moving north and out of position.
That could cause more droughts and heat waves in southern Europe and the eastern US.
Insider Sustainability: The culture & business of sustainability

The polar jet stream circles the northern hemisphere, swirling up to nine miles above our heads like a curvy, ethereal crown on the planet.

This band of strong wind separates cold air from the Arctic from warmer air to the south, and it's responsible for transporting weather from west to east across the US, over the Atlantic, and into Europe. It controls how wet and warm these regions are.

But according to a recent study, the jet stream is shifting north as global temperatures rise. That's because the delicate balance of warm and cold air that keeps the stream in place is getting disturbed. If greenhouse-gas emissions continue unabated, the study found, the jet stream will break out of its normal range by 2060.

"The 'onset' of the jet stream's northward migration may have already begun," Matthew Osman, a researcher at the University of Arizona's Climate Systems Center who co-authored the study, told Insider.

That would wreak havoc on weather in the northern hemisphere, bringing more extreme events like droughts and heat waves to southern Europe and the eastern US. More rain and flooding are expected in northern parts of Europe and Scandinavia, Osman said.

But rising air temperatures mess with that hustle and flow. The Arctic is warming twice as fast, on average, as the rest of the planet. So that warm air travels farther north before it finds cold air, which leads the jet stream's position to migrate toward higher latitudes.

Osman noted that the jet stream is capricious; the band's location is constantly shifting as the temperature differential that causes it fluctuates. But his study took the long view, examining the stream's location over the last 1,250 years. To reconstruct that past behavior, the researchers looked at ice core samples from 50 sites on the Greenland Ice Sheet that date back to the 8th century. The cores revealed how much snow had fallen, and when.

Then, using climate models, the team simulated where the jet stream might move over the next four decades if greenhouse-gas emissions continue at their present rate. The results showed that the wind band's current movement threatens to exceed any previous shift.

It's expected to significantly deviate from the norm, with potentially devastating consequences.

"By pushing the jet stream outside its already large natural range, we could be exposing ourselves to increasingly severe climate risks in the future," Osman said.
More droughts and flooding could be coming

People cool off near the fountain at Washington Square Park on July 17, 2019 in New York City

Osman's study suggests that the jet stream's migration will likely cause the US East Coast to warm more quickly than it already is. And both North America and Europe will experience more droughts and heat waves.
"Europe, on the downstream end of the North Atlantic jet, will feel these effects most acutely," Osman said.
In particular, semi-arid regions of southern Europe could become more arid. Parts of northern Europe that already have a wetter, milder climates, like Scandinavia, could become even wetter. That additional rainfall would prompt more floods like the ones that plagued Europe this summer.
Changes in the jet stream could affect polar vortices, too
The location of the jet stream on February 15, 2021 during the cold snap that hit North America. Black lines show the jet stream, and the white indicates the extent of freezing temperatures. Mathew Barlow/University of Massachusetts Lowell


Some scientists think that warming will also make the jet stream wavier than it already is.

The jet stream's path is meandering and sinusoidal because not all warm air moves north at the same rate, nor does all polar air travel south uniformly. Hence the many waves in the wind band.

But a study published last month suggests that melting Arctic sea ice could increase the intensity and size of those deviating bulges. When that sea ice melts, more heat and moisture move from Earth's surface up toward space. That acts like a rock thrown into the pond of the atmosphere — it creates strong ripples above the Arctic that deform the jet stream. This creates wiggles that push extraordinarily cold air toward the equator.
Ice and snow blanketing roads in Odessa, Texas, on February 15, 2021

So a more wobbly jet stream, consequently, increases the chances of intense winter storms and cold snaps in the US. Examples of this extreme winter weather include the polar-vortex event that struck the US in 2019 and the winter storm that left millions of Texans without power in February.

"If the jet stream's waviness increases in the future, this might imply that extreme events such as the polar vortex could also become more frequent," Osman said.

NOW WATCH: The polar vortex is shifting – and it’s bad news for the East Coast this winter

sábado, 21 de novembro de 2015

Música do Bioterra: Otto A. Totland - Âust


Video: Iceland, March, 2014 (Gulfoss, mainly)
Uma característica marcante das gravações de Totland em "Âust" é a inclusão dos sons mecânicos do próprio piano — o ranger do banco, o movimento dos pedais e o respirar das teclas. Estes ruídos de fundo são parte integrante da experiência estética, conferindo à música uma sensação de proximidade física e vulnerabilidade.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O papel vital da criosfera, a glaciologia e as alterações climáticas

Em tempo de balanço do Ano Internacional Polar, que termina em 2009, refiro aqui mais alguns documentos, vídeos e páginas muito pertinentes.

1. Glaciologia do Antárctico
1.1.Expedição, fotos e linques sobre as megadunas na e-página National Snow and Ice Data Center (NSIDC)
1.2.Gigante base de informações na e-página Antarctic Glaciological Data Center (AGDC)
1.3. Numa expedição em Fevereiro de 2006, designada IceTrek, uma equipa internacional de investigadores, incluindo Ted Scambos, procurou saber em que medida as alterações climáticas aceleram a fragmentação de grandes blocos de gelo
1.4.VELMAP trata-se da compilação das medições da velocidade do gelo e variações


2. Sítios com enorme informação sobre a criosfera

Glaciologia e alterações climáticas em:

Cooperative Institute for Research in Environmental Sciences (CIRES)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Parabéns Diana Carvalho - Aluna portuguesa vence prémio da UNESCO com vídeo sobre o planeta Terra

Filme baseado na série Ice Worlds da BBC, música Sigur Rós

Diana Carvalho, aluna da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real, ganhou o prémio, em Portugal, para o concurso promovido pela Unesco cujo objectivo é celebrar o Ano Internacional do Planeta Terra. A aluna de 20 anos, finalista da licenciatura em Comunicação e Multimédia, vai receber a distinção na sede da Unesco, em Paris, na cerimónia de lançamento das celebrações, que decorrerá terça e quarta-feira. Segundo refere a Agência Lusa, Diana Carvalho candidatou-se ao concurso com a produção de um vídeo promocional onde procura, numa visão pluridisciplinar e inovadora, alertar a sociedade para as grandes preocupações com o Planeta Terra. Constituído por duas partes, o filme mostra desenhos a preto e branco de uma cidade, com o objectivo de alertar para a poluição e a sujidade, seguindo-se uma segunda parte em que a aluna filmou o Douro, uma paisagem de cores vivas e fortes. O objectivo foi mostrar como, se cuidarmos do ambiente e o protegermos, a paisagem pode ficar bonita, afirmou a aluna.(SOL, dia 8 de Fevereiro). O Jornal Público disponibilizou o vídeo de Diana Carvalho no seu sítio. Pode vê-lo aqui. 

Pequena entrevista no Ciência Hoje, 11 de Fevereiro.

Sobre a Criosfera (Mundo Polar e Áreas Geladas do nosso Planeta):

1.Artigo sobre a viagem de jovens estudantes portugueses à Antárctida, no âmbito do Projecto Latitude 60!

2. Blogue da viagem

3. Dossier Público: Ano Polar Internacional 

Sítio recomendado The Global Outlook for Ice and Snow , da UNEP