domingo, 14 de julho de 2024

Em apenas dez anos morreram em solo dos EUA quase tantos americanos como aqueles que morreram na segunda grande guerra mundial


Recentemente em 2022, na sequência de um massacre numa escola dos Estados Unidos, o ex-presidente Donald Trump discursou na convenção da poderosa Associação Nacional do Rifle (NRA), principal financiadora do lobby das armas no país, e afirmou que a melhor solução contra a violência é armar ainda mais a população.
De 2021 a 2023 houve mais de 600 tiroteios em massa nos EUA, quase dois por dia em média, segundo a organização americana GunViolence.
Devido ao porte de arma generalizado nos EUA, de 2021 a 2023 morreram quase 60.000  pessoas no país (excluindo suicídios com recurso a arma), o que dá a espantosa média de quase 20.000 mortes por ano nos três últimos anos.
Desses 60.000 cerca de 4800 eram crianças ou adolescentes, o que dá uma média de 1.600 mortes dentro dessas faixas etárias nos três últimos anos.
Já os suicídios com uso de arma de fogo rondam em média as mais de 26.000 mortes nos três últimos anos, ou seja, cerca de 78.000 pessoas suicidaram-se nos EUA nestes três últimos anos recorrendo a armas de fogo.
De 2021 a 2023, armas de fogo foram directamente responsáveis por quase 140.000 mortes nos EUA!
Para termos uma noção, morreram nas duas guerras do Iraque cerca de 9000 soldados americanos. No Afeganistão morreram cerca de 2400.
Cerca de 36.500 soldados americanos morreram durante a Guerra da Coreia. 
Aproximadamente 58.220 soldados americanos morreram na Guerra do Vietname.
116.516 soldados americanos morreram durante a Primeira Guerra Mundial.
Apenas na segunda guerra mundial morreram mais americanos do que nos EUA em tempo de paz de 2021 a 2023. Nesse conflito cerca de 405.000 soldados americanos morreram, estando nós a falar do conflito mais mortífero alguma vez ocorrido no planeta.
Se no entanto alargarmos esta estatística para os últimos dez anos, aproximadamente 400.000 americanos morreram devido a armas de fogo, considerando homicídios, suicídios e acidentes.
Em apenas dez anos morreram em solo dos EUA quase tantos americanos como aqueles que morreram na segunda grande guerra mundial.

Entrevista a Uta Jungermann: “Uma empresa realmente responsável reconhece que estamos a experienciar uma policrise”


O planeta atravessa uma crise multidimensional sem precedentes na História da humanidade: uma policrise, como alguns lhe chamam, que inclui alterações climáticas, perda de biodiversidade, poluição, desigualdades sociais, entre outras.

Para combater as suas causas e efeitos, é preciso um esforço conjunto de todos os setores das sociedades humanas, incluindo as empresas, às quais vem sendo exigido, cada vez mais, que reduzam os seus impactos negativos e que, idealmente, abandonem lógicas de fazer negócio assentes na mera extração a favor de abordagens com impactos neutros ou até mesmo de regeneração dos danos causados.

Uta Jungermann, diretora de Member Engagement & Global Network do Conselho Empresarial Global para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD), contou à Green Savers que “uma empresa realmente responsável, primeiro que tudo, reconhece que estamos a experienciar uma policrise – alterações climáticas, perda de Natureza e crescente desigualdade”.

À margem da conferência anual do BCSD Portugal, associação que faz parte do WBCSD, que decorreu no passado dia 3 de julho em Lisboa, a responsável disse que quando a consciência dessa policrise é internalizada pelas empresas “também reconhecem a urgência em agir e que é preciso começar a perceber o que se pode fazer para se preparem para liderar a limitação dos impactos das alterações climáticas, para restaurar a Natureza, para abraçarem a noção de retribuir e não apenas de extrair”.

Reconhecida a existência desse quadro crítico e os riscos que representa para sociedades e, claro, empresas, “começamos a perceber que são necessárias transformações realmente profundas, da parte de todos”. Da parte dos negócios, são necessárias mudanças não só ao nível das suas operações diretas, mas também ao longo de toda a cadeia de valor.

“Para mim, uma empresa responsável, que é credível e responsabilizável, estabelece compromissos e metas com base na ciência, que são mensuráveis, que a coloquem num caminho para a neutralidade carbónica”, afirmou Uta, mas também assume, com precisão, os seus impactos no ambiente e na sociedade, “e comunica esse progresso de uma forma muito transparente”. Uma empresa responsável, em suma, “é verdadeira acerca dos seus impactos positivos, mas também reconhece os negativos e procura mitigá-los”.

É preciso que as empresas mudem a forma de estar no mundo?
Para Uta Jungermann, as empresas estão cada vez mais cientes de que não podem ser bem-sucedidas se as sociedades e ambientes dos quais fazem parte não forem, também eles, bem-sucedidos.

“Acho que estamos a experienciar essa mudança. Penso que as empresas estão a começar a perceber que não podem ter sucesso em sociedades que fracassam, há uma evidente interdependência. Os negócios querem prosperar, as sociedades querem prosperar. Os negócios só podem ser viáveis em sociedades saudáveis. Sei que ainda temos um longo caminho a percorrer, mas creio que as empresas que internalizaram isso estão a pensar já que, para o seu sucesso a longo-prazo, precisam de criar as condições para que as sociedades em que operam possam prosperar”.

E acredita que “a mudança está a começar”, embora reconheça que “provavelmente não está a acontecer tão rapidamente quanto todos gostaríamos”. Para a responsável, a demora está, em certa medida, a ser causada por “este mundo polarizado em que vivemos”, e, sobretudo, devido à ausência de quadros regulatórios claros no que diz respeito à jornada da sustentabilidade das empresas.

“As empresas gostariam de ter quadros regulatórios muito claros e estabilidade. Tornaria tudo muito mais rápido, mas não é esse o caso. Há muita polarização em torno destes temas, e isso certamente obstaculiza a velocidade e a escala que precisamos, mas acredito que há um número cada vez maior de empresas que realmente percebem que isto é inevitável”.

Uta disse-nos que, acima de tudo, é preciso perceber que as alterações climáticas, a perda de Natureza e as desigualdades sociais são várias facetas de um mesmo problema e que não é possível resolver um sem combater os demais.

“A interdependência destes três desafios é tão clara e penso que as empresas estão a perceber isso”, referiu, acrescentando que “muitas vezes é mais fácil começar com as emissões de carbono, porque é uma só métrica, fácil de medir, mas as empresas estão a reconhecer que não é a única métrica” e estão a procurar abordagens que permitam responder a essas dimensões interconectadas e interdependentes.

Questionada sobre se as empresas, no que toca à sustentabilidade, deveriam assumir a dianteira desses esforços e não ficar à espera de que os legisladores criem as regras do jogo, Uta disse “sim, por vezes sim”.

“As empresas estão numa posição única para liderar. Têm uma influência significativa a vários níveis da sociedade e em diferentes geografias, ao longo das suas cadeias de valor, etc. Obviamente que as políticas são importantes, mas, ao mesmo tempo, se estivermos à espera de uma única abordagem global, pode nunca chegar. Não temos tempo para estar à espera. Por isso, as empresas podem, nas suas esferas de influência, fazer muito e liderar pelo exemplo”.

O combate à policrise não pode ser feito sem as empresas
“As empresas não podem fazê-lo sozinhas, mas também não pode ser feito sem elas”, salientou Uta Jungermann, pois “as empresas têm uma capacidade única para liderar”, sobretudo porque têm à sua disposição recursos e capacidade para a inovação que muitas vezes falta ao setor público.

Contudo, as transformações necessárias para combater a policrise aconteceriam mais rapidamente, sugeriu a responsável, “se tivéssemos vontade política para fazer acontecer”. Ainda assim, na ausência dessa vontade, as empresas podem ainda assumir a dianteira. “Não creio que tenhamos a inovação que precisamos sem as empresas na liderança”, disse Uta, e deixou um apelo: “Temos de parar de demonizar o setor privado”.

Mas será realmente possível mudar a forma como as empresas operam e se posicionam no mundo sem alterar o próprio sistema em que estão inseridas? A responsável explicou que o atual sistema económico global “não distingue entre a criação de valor e a extração de valor, e basicamente está desenhado apenas para extrair valor, em vez de criá-lo”.

Dessa forma, “existem poucos ou nenhuns incentivos para as empresas criarem verdadeiro valor”, pelo que há que “reinventar o capitalismo” de forma a “criar as condições para o sucesso dos negócios a longo-prazo, e assegurar que os mercados recompensam comportamentos que reforçam os sistemas ambientais e sociais que alicerçam a prosperidade económica”.

“Mas atualmente não é isso que se passa, e torna difícil que as empresas mudem, inovem, transformem”, lamentou.

Preparar para o futuro pode implicar alguns sacrifícios
As transformações profundas que são entendidas como necessárias para alinhar as empresas e a forma de fazer negócios com os objetivos de combate às crises planetárias pode, por vezes, implicar investimentos sem retorno imediato. Será que as empresas estão dispostas a fazer esses sacrifícios, não só em prol das sociedades e do planeta em geral, mas também da viabilidade dos seus próprios negócios no futuro?

Uta Jungermann acredita que “depende de quão avançada uma empresa está na sua jornada de sustentabilidade”, uma vez que “cada empresa está numa etapa diferente”.

Para a responsável, “as empresas com visão de futuro percebem que a sustentabilidade não é apenas uma opção ética, mas sim um imperativo estratégico para a viabilidade a longo-prazo”.

Se as empresas tiverem uma verdadeira visão de futuro, sublinhou, então perceberão que é preciso fazer certos sacrifícios para garantir a sustentabilidade dos seus negócios.

“Cada vez mais, as empresas apercebem-se dos riscos financeiros causados, por exemplo, pelos riscos físicos das alterações climáticas. Por isso, quando olham para o futuro, as empresas reconhecem que, por vezes, é preciso fazer certos sacrifícios.”

Um ‘empurrão’ regulatório e uma dose de auto-motivação
Uta Jungermann salientou que atualmente há um “ritmo sem precedentes” no desenvolvimento de quadros regulatórios sobre a sustentabilidade das empresas, com a Europa a impulsionar grande parte dos esforços, e, a nível global, “isso significa que o reporte obrigatório está a tornar-se inevitável”.

“Algumas empresas fazem isso há anos voluntariamente”, referiu, mas a obrigatoriedade do reporte está a acelerar a transformação e a trazer todas as empresas para o mesmo plano, o do rumo à sustentabilidade.

No entanto, para essa transformação é preciso não apenas obrigatoriedades regulatórias, mas também estar disposto a ir mais além. Ou seja, é preciso haver um equilíbrio entre o que as empresas são obrigadas a fazer e o que, como parte integrante das sociedades, devem fazer para lá do que lhes é legalmente exigido.

“Obviamente que a regulamentação é importante, mas ao mesmo tempo as empresas têm de ter auto-motivação também. Penso que as empresas estão a adotar essa mentalidade”, afirmou.

“Claro que precisamos de mitigar os impactos, isso é essencial. A mitigação é sempre importante. Temos de minimizar e eliminar os impactos negativos onde podemos, mas também precisamos de restaurar, precisamos de recuperar os danos que causámos. No final de contas, todos queremos prosperar. É uma longa viagem, mas acredito que estamos no caminho certo.”

sexta-feira, 12 de julho de 2024

Organização Meteorológica Mundial alerta para impacto humano nas poeiras da atmosfera


A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou hoje para o impacto das atividades humanas na libertação de poeiras na atmosfera, cujas concentrações aumentaram em 2023 em certas zonas do planeta, como China e Mongólia.

“Necessitamos de estar vigilantes face à contínua degradação ambiental e às alterações climáticas. Provas científicas demonstram que as atividades humanas estão a ter impacto nas tempestades de areia e poeiras. Por exemplo, temperaturas mais elevadas, secas e maior evaporação levam a uma menor humidade do solo, que, combinada com a má gestão da terra, conduz a mais tempestades de areia e poeiras”, advertiu, citada em comunicado, a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo.

Segundo a OMM, que hoje divulgou o relatório anual sobre poeiras, no Dia Internacional de Combate às Tempestades de Areia e Poeiras, todos os anos “cerca de dois mil milhões de toneladas de poeiras entram na atmosfera, escurecendo os céus e prejudicando a qualidade do ar em regiões que podem estar a milhares de quilómetros de distância, afetando economias, ecossistemas, tempo e clima”.

Em grande parte, tal deve-se a “uma má gestão da água e da terra”, assinala a OMM, agência da ONU, organização liderada pelo português António Guterres que estima que pelo menos 25% das emissões globais de poeiras têm origem em atividades humanas.

De acordo com o relatório hoje publicado, as concentrações médias de poeiras aumentaram em 2023 no oeste da Ásia Central, no centro-norte da China e no Sul da Mongólia face a 2022.

No ano passado, a tempestade de areia mais severa ocorreu em março na Mongólia, atingindo uma área de mais de quatro milhões de metros quadrados, incluindo 20 províncias da China.

No hemisfério sul, as concentrações de poeiras alcançaram o seu nível mais alto em partes da Austrália Central e na costa oeste da África do Sul.

De acordo com a OMM, as regiões mais vulneráveis ao transporte de poeiras de longa distância são o norte do oceano Atlântico tropical, entre a África Ocidental e as Caraíbas, a América do Sul, o mar Mediterrâneo, o mar Arábico, a baía de Bengala e o Centro-Leste da China.

Em 2023, o pico anual estimado para a concentração média de poeiras registou-se em algumas áreas do Chade, país no Centro-Norte de África abrangido pelo deserto do Sara.

No ano passado, em agosto, uma nuvem de poeiras do norte de África afetou a qualidade do ar em Portugal continental.

As poeiras com origem nesta região do globo voltaram em 2024 a afetar Portugal, e com mais frequência, nos meses de março, abril e junho.

Mas nem tudo é mau, segundo a Organização Meteorológica Mundial, que, citando um novo estudo, realça que a deposição de poeiras do Sara nas águas do Atlântico favorece o crescimento de fitoplâncton (algas microscópicas e cianobactérias), de que se alimentam peixes como o atum-bonito, cuja captura aumentou entre as décadas de 1950 e 2020.

quinta-feira, 11 de julho de 2024

Há cada vez mais conselhos de administração a procurar CEO com esta competência


Actualmente, os conselhos de administração procuram CEOs com elevados níveis de inteligência emocional, ou seja, a capacidade de ler e interpretar os sentimentos dos outros e reagir em conformidade na tomada de decisões, de acordo com o Insider.

Especialistas em diversidade e inclusão afirmam que a pressão sobre os CEOs para implementarem mudanças sociais nas empresas significa que cada vez mais líderes serão julgados pela sua inteligência emocional.

Para muitos conselhos de administração, contratar executivos de topo já não se trata de priorizar capacidades “úteis na obtenção de lucro”. Um estudo da Harvard revela que uma nova competência se sobrepõe às demais: inteligência emocional/social skills.

Investigadores analisaram cerca de cinco mil descrições de cargos executivos da Russell Reynolds, empresa de consultoria em liderança, entre 2000 a 2019 e descobriram que as palavras-chave mais mencionadas andam à volta de inteligência emocional, autoconsciência e a capacidade de trabalhar bem com os outros.

Este estudo junta-se a outros, reforçando a crescente importância desta competência. Um inquérito da plataforma Capterra, publicado em Janeiro, mostrava que líderes com elevada inteligência emocional eram 11% mais bem sucedidos na concretização de projectos, comparativamente aos que afirmaram ter menor inteligência emocional. Um estudo de 2009, divulgado no Leadership & Organization Development Journal, indicava que os executivos com níveis mais altos de empatia e auto-estima eram mais propensos a gerar altos lucros para as empresas.

«É uma competência de liderança que não pode faltar e será cada vez mais falada no futuro», revela Arquella Hargrove, consultora de Diversidade e Inclusão e Leadership coach, à Insider.

Entre os temas da igualdade, diversidade e inclusão, os consultores esperam que a procura por competências de inteligência emocional aumente nos próximos anos. «Estamos a lidar com pessoas e queremos humanizar estes temas. As emoções estão incluídas», acrescenta a consultora.

«Se estamos a tentar focar-nos na humanidade e aceitar as pessoas como são, competências de compreensão e empatia são fundamentais», declara Doris Quintanilla, directora executiva e cofundadora da consultora The Melanin Collective.

Qualquer líder (e gestores no geral) pode trabalhar para desenvolver a sua inteligência emocional. Uma das vertentes é a consciência social, ou seja, a capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa. É ter empatia, escrevem Daniel Goleman, autor de “Emotional Intelligence 2.0”, e Richard E. Boyatzis, professor de Psicologia na Case Western Reserve University, na Harvard Business Review.

Para trabalhar o tema da empatia, Arquella Hargrove e Doris Quintanilla recomendam que os líderes passem mais tempo com os seus colaboradores de backgrounds mais sub-representados, convidando-os a partilhar as suas histórias e experiências. «Quando os líderes ouvem os seus colaboradores de diferentes origens, começam a valorizar essas diferenças e fazem as pessoas sentir-se incluídas na equipa», disse Arquella Hargrove.

Outro lado importante da inteligência emocional é a forma como se gerem relações ou a capacidade de comunicar eficazmente e trabalhar com os outros. «Ter inteligência emocional é também pedir feedback e ser capaz de o aceitar, seja positivo ou negativo. Esta capacidade torna-nos melhores líderes e gestores», acrescenta.

Portugal é o país da UE com mais famílias só com um filho


“É, aliás, um país de filhos únicos”, destacou a mesma fonte, referindo que apenas 27% das famílias tem crianças e, entre estas, quase dois terços tem apenas um filho.

Na União Europeia, as famílias numerosas (com pelo menos três filhos) representam 13% das famílias com filhos, “o dobro da proporção de Portugal (6%)”, segundo a mesma fonte.

As famílias monoparentais aumentaram 22% e o número de pessoas a viver só, aumentou 28%.

Na esmagadora maioria das famílias monoparentais (87,3%), o adulto é uma mulher, o que está 3,5 pontos percentuais acima da média europeia (83,8%).

“Na Estónia e na Suécia, em cerca de um terço das famílias monoparentais, o adulto é homem”, sublinhou a PORDATA.

The world is on fire and there's no driver at the wheel

Cocteau Twins - Rilkean Heart And Half-Gifts

Sinead O'Connor - Song To The Siren

Cocteau Twins - Aikea-Guinea

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Biologices


Esta fascinante planta (Monotropa uniflora) é uma das estranhas maravilhas da natureza porque não tem clorofila e não depende da fotossíntese. Pode crescer nas florestas mais escuras.
Muitas pessoas se referem a ela como fungo do cachimbo da Índia ou planta branca fantasmagórica, mas não é um fungo mesmo que pareça. Na verdade, é uma planta com flores e membro da família de mirtilo (Ericáceas).