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terça-feira, 8 de outubro de 2019
Uma Conversa com Godfrey Reggio e Philip Glass
quarta-feira, 31 de março de 2004
Filme Naqoyqatsi- A Guerra como Forma de Vida (2002)
Diretor: Godfrey Reggio
Produtor: Joe Beirne, Godfrey Reggio, Lawrence Taub
Género: Documentário / Cinema Mundial
País: Estados Unidos
Idioma: Inglês
Naqoyqatsi é uma palavra Hopi que significa "vida como guerra". De acordo com Reggio, o filme não tem roteiro propriamente dito, mas três movimentos com temas diferentes:
Numerica.com: a linguagem e o lugar dão lugar ao código numérico e à realidade virtual.
Máximos de circo: competição, vitória, recordes, fama, "jogo limpo" e o amor ao dinheiro são elevados aos valores principais da vida. A vida torna-se um jogo.
Foguete do século XX: um mundo que a linguagem não consegue mais descrever. O ritmo explosivo resultante da tecnologia é a guerra, a violência civilizada. Cerca de oitenta por cento de Naqoyqatsi usa filmagens de arquivo e imagens de stoque manipuladas e processadas digitalmente em estações de trabalho de edição não linear (não sequencial) e intercaladas com imagens geradas por computador especialmente produzidas para demonstrar a transição da sociedade de um ambiente natural para um baseado em tecnologia. Reggio descreveu o processo como “cinema virtual”.
Saber mais aqui
Trata-se do 3º filme da trilogia Qatsi. Naqoyqatsi é um documentário de imagens e música, que assenta nos contrastes entre as perfeitas criações da Mãe - Natureza e os sempre questionáveis produtos da mão humana. Tal como os filmes anteriores, Naqoyqatsi baseia-se em imagens de beleza inquestionável. De confusão calculada, de medos aleatórios e manipulados, enfim, do mundo criado pelo homem.
sexta-feira, 19 de março de 2004
Powaqqatsi - Life in Transformation
Powaqqatsi: Life in transformation documentário lançado em 1988 dirigido por Godfrey Reggio com música do compositor Philip Glass. É o segundo filme da trilogia Qatsi.
Neste segundo filme, a proposta torna-se mais ampla. Agora o foco das câmaras de Reggio não se limitam somente aos seu país, mas ao mundo inteiro. Powaqqatsi costuma ser considerado o melhor dos três e esse juízo é compreensível e facilmente aceite por quem assiste. O filme tem uma visão peculiar sobre diversos países, sendo uma expressão de sua cultura e de seu dia a dia.
Nessa segunda obra, são expressos o cotidiano e a cultura de diversos países, como o patrimônio cultural, natural e arquitetónico, além de registar pequenos atos que mostram o funcionamento de diversos povos. É uma série de imagens marcantes que levam as pessoas a mergulhar num imenso caldeirão cultural existente mundo afora. O Brasil tem destaque pela parte inicial, onde é mostrado o trabalho em Serra Pelada, em um retrato cru da vida dos mineradores.
quarta-feira, 17 de março de 2004
Koyaanisqatsi- Life Out of Balance
Koyaanisqatsi: Life out of balance é um documentário lançado em 1983 dirigido por Godfrey Reggio com música do compositor Philip Glass.
É o filme mais conhecido da trilogia Qatsi, que é composta juntamente com as sequências Powaqqatsi (1998) e Naqoyqatsi (2002).
A trilha sonora deste documentário possui grande importância pois o desenrolar tem a velocidade e o tom ditados por ela. Não existem diálogos e também não são feitas narrações durante todo o documentário.
São apresentadas cenas em paisagens naturais e urbanas, muitas delas com a velocidade de exibição alterada. Algumas cenas são passadas mais rapidamente e outras mais lentamente que o normal, criando juntamente com a trilha sonora uma idéia diferente da passagem do tempo. Vários dos efeitos apresentados se tornaram clichês usados em outros filmes e programas de televisão.
A palavra koyaanisqatsi tem origem na língua Hopi e quer dizer "vida desbalanceada", ou "vida louca". O significado é revelado ao final do documentário antes da apresentação dos créditos. No final do documentário são cantadas três profecias do povo Hopi em sua própria língua as quais também têm suas traduções apresentadas antes dos créditos.
O filme leva sua audiência a refletir sobre os aspectos da vida moderna que nos fazem viver sem harmonia com a natureza, bem como a pressão exercida pelas inovações tecnológicas que tornam o quotidiano cada vez mais rápido.
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