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terça-feira, 31 de março de 2026

Parlamento israelita aprova projeto de lei que prevê pena de morte para palestinianos


À esquerda, a deputada israelita, vice-presidente do Parlamento, que redigiu a lei da pena de morte para palestinianos aprovada ontem, e que elogiou um assassino (há vídeo) que queimou vivos um bebé palestiniano e seus pais enquanto os seus camaradas cantavam "Ali está na grelha". O nome dela é Limor Son-Har Melech e o dele é Amiram Ben-Uliel
Aqui está ela com uma corda de forca na mão direita e uma seringa na esquerda. Ao lado, o seu marido segura uma arma com a etiqueta "ocupação", um avião com a etiqueta "expulsão" e uma casa com a etiqueta "colonização".  Esta gente integra o poder e o governo de Israel.

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terça-feira, 10 de setembro de 2024

Ucrânia tem 139.300 km2 de território minado - o equivalente a um Portugal e meio


Minas terrestres custam 10 mil milhões de euros por ano à Ucrânia, aponta relatório

As minas terrestres custam à Ucrânia 10 mil milhões de euros por ano, segundo um relatório do Ministério da Economia do país e do Tony Blair Institute for Global Change publicado esta terça-feira.

O relatório aponta que as minas forçam a criação de zonas de exclusão, o que dificulta as exportações e a captação de impostos.

"Esta não é apenas uma questão ucraniana, é um imperativo global. O mundo deve unir-se para apoiar a desminagem urgente da Ucrânia, não só para apoiar a resiliência e a recuperação económica da Ucrânia mas também para garantir a estabilidade do abastecimento alimentar a centenas de milhões de pessoas vulneráveis em todo o mundo", disse Tony Blair, presidente do instituto com o seu nome, citado pela Reuters.

De acordo com um relatório da ONU e do governo ucraniano, publicado em fevereiro deste ano, a Ucrânia é neste momento o país mais minado do mundo. As regiões mais afetadas são Kharkiv, Sumy, Chernihiv e Mykolaiv.

Atualmente, 139.300 quilómetros quadrados de território ucraniano - uma área superior à de Inglaterra - estavam minados, conclui o relatório.

Uma estimativa do Banco Mundial, citada pela Reuters, afirma que serão necessários mais de 31 mil milhões de euros para desminar todo o território da Ucrânia.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Killing Joke - I Am The Virus


O poema lírico de "I Am The Virus", escrito por Jaz Coleman, é um manifesto visceral que se ancora em várias etiquetas, correntes e conceitos da filosofia política contemporânea. Embora o líder dos Killing Joke recuse frequentemente rótulos partidários tradicionais, a sua escrita nesta canção bebe diretamente de ideologias críticas do sistema global, misturando ceticismo radical com o ativismo antiglobalização.

No cerne do texto encontra-se o Antiestadismo e o Anarquismo Epistemológico, manifestados na desconfiança absoluta face às narrativas oficiais do Estado, exemplificada na contestação aos eventos do 11 de Setembro ("Steel frame buildings don’t fall in seconds") e na denúncia de operações secretas (black ops e false flags). Coleman baseia-se na premissa de que o Estado moderno opera através da manipulação do medo para justificar o controlo social, uma visão partilhada pelas teorias de biopolítica e controlo estatal.

A canção é também profundamente marcada pelo Anticapitalismo e pela Crítica ao Neoliberalismo, visíveis no ataque direto à "omnipotência dos bancos centrais" e ao corporativismo que dita a política externa. Há aqui uma clara filiação ao pensamento da Esquerda Antiglobalização (ou Altermundialismo), que denuncia o imperialismo económico e militar ocidental — personificado na crítica feroz a Tony Blair e à Guerra do Iraque —, onde o lucro do setor petrolífero e armamentista se sobrepõe à soberania dos povos e à vida humana.

Por outro lado, o refrão e a metáfora do "vírus" e do "verme impossível de apagar" revelam uma forte influência do Tecnocriticismo e do Ciberativismo. Coleman adota uma postura que se cruza com o Crypto-anarchism e com a filosofia dos hackers, onde o indivíduo consciente se transforma numa anomalia no sistema informático e tecnocrático global. O vírus não é uma força destrutiva sem sentido, mas sim o Contrapoder e a Resistência Popular — uma faísca de insurgência libertária que se recusa a ser assimilada pela máquina do capitalismo de vigilância. Em suma, o poema de Coleman é um mosaico político que funde o pacifismo militante anti-guerra, o anticapitalismo feroz e um libertarianismo cético que desafia o monopólio da verdade detido pelas elites globais.

RIP Geordie Walker (December 18, 1958 – November 26, 2023), aged 64
You will be remembered as a legend

quarta-feira, 1 de junho de 2005

Este gesto tem que parar!

  1. O IVA para 21%
  2. Os empresários querem o nuclear
  3. Blair na Presidência da CEE, com novas "reformas"....
  4. Todos em choque uns contra os outros?
  5. Até quando? Até quanto a Natureza tem que ser ouvida?