segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
Contaminação por raticidas ameaça aves de rapina em Portugal
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Nachtmahr- Tanzdiktator
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
Estudo influente sobre glifosato retirado após décadas de alertas de envolvimento da Monsanto
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
UE chega a acordo para novo quadro legal sobre técnicas genómicas na agricultura
sábado, 29 de novembro de 2025
Velas perfumadas emitem tantas toxinas causadoras de cancro quanto fumaça de diesel e cigarros
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Relatórios e críticas académicas sobre o REACH
Em complemento ao que já foi dito aqui, sugiro a leitura da seguinte informação. Apesar dos seus progressos, diversos estudos académicos têm apontado limitações importantes que comprometem a sua eficácia ambiental.
Entre as principais críticas destaca-se a lentidão dos processos de avaliação e autorização, que faz com que muitas substâncias perigosas permaneçam no mercado durante anos antes de qualquer restrição efetiva. A qualidade e transparência dos dados submetidos pelas empresas também suscitam dúvidas: análises recentes revelam que mais de metade dos estudos utilizados não seguem padrões regulatórios consistentes.
Outro ponto central é a avaliação insuficiente dos efeitos combinados de misturas químicas. O REACH tende a analisar substâncias isoladamente, ignorando o chamado efeito cocktail, em que misturas de compostos aparentemente inofensivos podem causar sérios impactos sobre ecossistemas aquáticos e terrestres. Investigadores e organizações ambientais defendem a introdução de um mixture assessment factor para refletir melhor a realidade ecológica.
Estudos em ecotoxicologia demonstram que os dados de toxicidade ambiental no REACH são incompletos ou de baixa qualidade, o que dificulta a avaliação da pegada ecológica das substâncias. Isto tem implicações diretas na biodiversidade, na contaminação da água e do solo, e na saúde dos ecossistemas.
Além disso, há disparidades na aplicação entre Estados-Membros, o que fragiliza a coerência da proteção ambiental. A indústria, por seu lado, reconhece o valor do REACH, mas critica os custos e a burocracia associados.
1. Comissão Europeia / ECHA
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
REACH: Entre a Protecção e a Burocracia Química
terça-feira, 10 de setembro de 2024
Ucrânia tem 139.300 km2 de território minado - o equivalente a um Portugal e meio
terça-feira, 13 de julho de 2021
O seu protetor solar está a afetar os oceanos? Evite marcas com estas substâncias

quinta-feira, 11 de março de 2010
Nanotoxicidade num vazio regulatório, refere um estudo
Seven young women (aged 18–47yrs) working in a paint factory and exposed to nanoparticles for 5–13months fell ill and were admitted to hospital. Two subsequently died. Pathological examinations of the patients' lung tissue showed nonspecific inflammation, fibrosis and foreign-body granulomas (tumours resulting from inflammation) of the pleura (membrane around the lungs). Transmission electron microscopy revealed nanoparticles of polyacrylate lodged in the cytoplasm and the nucleus of cells and in the chest fluid [1]. The polyacrylate nanoparticles were confirmed in the workplace.
These first suspected cases of nanotoxicity from occupational exposure have heightened concerns over the huge and rapidly expanding array of nanotechnology products in the market that remains unregulated despite accumulating evidence that many nano-ingredients, including those most common in commercial use, are indeed toxic. [Fonte: ISIS]




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