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| Toutinegra-de-bigodes-ocidental (Curruca iberiae) |
quinta-feira, 4 de junho de 2026
A Natureza não é um mero recurso - é onde o humano se reconecta
terça-feira, 7 de abril de 2026
Os porcos são muito mais inteligentes, limpos e empáticos que a trupe MAGA e brutalistas destes tempos cinzentos
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| Porky (2021) por Andrea Lavery |
Para além da inteligência lógica, os porcos manifestam uma vida social e emocional extremamente rica. A existência de empatia e contágio emocional foi documentada em
Contrariamente ao estigma popular, o porco é um animal instintivamente limpo; quando dispõem de espaço adequado, estabelecem áreas rigorosas para alimentação e repouso, mantendo-as afastadas das zonas de excreção. O comportamento de se refrescarem na lama é, na verdade, uma solução biológica engenhosa para a termorregulação e proteção dérmica, uma vez que a sua anatomia possui um número reduzido de glândulas sudoríparas. Em suma, a ciência moderna reitera que os porcos são seres sencientes, dotados de consciência social, capacidades cognitivas superiores e uma higiene comportamental que desafia preconceitos históricos.
Saber mais:
2. From snout to tail, there’s more to pigs than meets the eyequinta-feira, 5 de março de 2026
The Cure - Push
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
UADA - Something in the Way
sábado, 17 de janeiro de 2026
Ingela Alvmyren
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| Ingela Alvmyren (aquarelista Sueca, nascida em 1972) |
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Craig, elefante ícone de Conservação da Natureza, morreu este fim-de-semana
domingo, 28 de dezembro de 2025
Brigitte Bardot: polémicas, grandes paixões, drogas e lutas. Recorde a lenda do cinema francês, que acabou sozinha e abandonada pelo filho
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
Peter Singer- Libertação Animal
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| E-livro aqui |
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
Dia Internacional dos Direitos Humanos e Dia Internacional dos Direitos dos Animais
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
Habita a Terra como ela te habita
domingo, 30 de novembro de 2025
Islamismo, cães, gatos, FIFA e legislação sobre alimentação de animais de rua em Portugal
quarta-feira, 26 de novembro de 2025
André Ventura, mentiroso e racista
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Relatórios e críticas académicas sobre o REACH
Em complemento ao que já foi dito aqui, sugiro a leitura da seguinte informação. Apesar dos seus progressos, diversos estudos académicos têm apontado limitações importantes que comprometem a sua eficácia ambiental.
Entre as principais críticas destaca-se a lentidão dos processos de avaliação e autorização, que faz com que muitas substâncias perigosas permaneçam no mercado durante anos antes de qualquer restrição efetiva. A qualidade e transparência dos dados submetidos pelas empresas também suscitam dúvidas: análises recentes revelam que mais de metade dos estudos utilizados não seguem padrões regulatórios consistentes.
Outro ponto central é a avaliação insuficiente dos efeitos combinados de misturas químicas. O REACH tende a analisar substâncias isoladamente, ignorando o chamado efeito cocktail, em que misturas de compostos aparentemente inofensivos podem causar sérios impactos sobre ecossistemas aquáticos e terrestres. Investigadores e organizações ambientais defendem a introdução de um mixture assessment factor para refletir melhor a realidade ecológica.
Estudos em ecotoxicologia demonstram que os dados de toxicidade ambiental no REACH são incompletos ou de baixa qualidade, o que dificulta a avaliação da pegada ecológica das substâncias. Isto tem implicações diretas na biodiversidade, na contaminação da água e do solo, e na saúde dos ecossistemas.
Além disso, há disparidades na aplicação entre Estados-Membros, o que fragiliza a coerência da proteção ambiental. A indústria, por seu lado, reconhece o valor do REACH, mas critica os custos e a burocracia associados.
1. Comissão Europeia / ECHA
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
REACH: Entre a Protecção e a Burocracia Química
terça-feira, 30 de setembro de 2025
A beleza da Perdiz-Vermelha e o dilema invisível nos nossos campos
A natureza tem uma forma única de nos desarmar. Recentemente, cruzei-me com uma imagem que me fez parar: uma perdiz-vermelha (Alectoris rufa), com o seu colar preto bem marcado e o bico de um vermelho vivo, a caminhar livremente pelo campo. Completamente selvagem e alheia ao mundo dos humanos. É uma imagem pacífica, mas para quem conhece a realidade do nosso mundo rural, ela traz consigo um dilema profundo. À medida que as temperaturas descem e o mês de outubro avança, os campos portugueses ganham uma nova dinâmica com a abertura da época venatória. É o momento em que a tradição e a conservação colidem.
A caça à perdiz-vermelha é considerada por muitos o pináculo da caça menor em Portugal. O "arranque" - o voo súbito, ruidoso e extremamente rápido da ave quando se sente encurralada - exige reflexos rápidos e perícia por parte do caçador. Nesta atividade, o papel dos cães é absolutamente central. Raças excecionais como o nosso autóctone
Por trás da perícia da caça esconde-se, contudo, uma ameaça invisível: as munições de chumbo. Durante décadas, toneladas de pequenos bagos de chumbo foram acumulando-se nos solos, gerando um impacto ambiental devastador. Este problema manifesta-se sobretudo através do saturnismo, que ocorre quando as aves confundem o chumbo com pequenas pedras necessárias para moer o alimento no moageiro e o ingerem, sofrendo uma morte lenta por envenenamento. Além disso, assiste-se à contaminação da cadeia alimentar, dado que os predadores que consomem estas aves, bem como os humanos que comem a sua carne, acabam por acumular este metal pesado no organismo.
Para combater este cenário, a União Europeia implementou restrições severas. Atualmente,
Perante este cenário, muitos ponderam a criação de perdiz-vermelha em cativeiro para consumo alimentar ou repovoamento. Embora seja uma atividade legal, o processo está longe de ser simples. Para avançar, o criador enfrenta um labirinto burocrático que exige licenciamento junto do
Em meados de outubro, com a época de caça oficialmente aberta - cujos períodos regulamentares podem ser consultados em detalhe no
terça-feira, 8 de julho de 2025
Robin Wall Kimmerer on What Nature Teaches Us About Giving Back
terça-feira, 3 de junho de 2025
Democracia No Reino Animal
domingo, 4 de maio de 2025
Cientistas confirmam que os caranguejos podem mesmo sentir dor



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