But underneath the wheels lie the skulls of every C.O.G
The fickle fascination of an everlasting god
[Pre-Chorus 3]
You know I’m not dead
I’m just living in my head
Forever waiting
Forever waiting a cruel death
You know I’m not dead
I’m just living for myself
Forever waiting
[Outro]
You know I’m not dead (4X)
Mergulho no abismo de Nietzsche e na mente de Billy Corgan para desvendar um dos temas mais intensos do rock.
Lançada no final de 1999 como o primeiro single do álbum Machina/The Machines of God (2000), "The Everlasting Gaze" é uma das composições mais emblemáticas e ferozes dos The Smashing Pumpkins. A canção destaca-se de imediato pelo seu riff grave e potente em afinação drop D, acompanhado pela bateria frenética e técnica de Jimmy Chamberlin.
Apesar de já terem passado mais de duas décadas e meia desde a sua edição, o legado da faixa e da banda continua a atravessar e a influenciar sucessivas gerações de ouvintes e músicos. A capacidade do grupo para misturar peso esmagador com melodias sombrias serviu de inspiração direta para grandes nomes do rock alternativo e post-grunge, tais como Silversun Pickups, My Chemical Romance, Deftones e Placebo.
O videoclipe oficial do tema, assinado pelo aclamado realizador sueco Jonas Åkerlund, marcou o arranque visual de uma nova era para a banda ao apresentar a estreia da baixista canadiana Melissa Auf der Maur, que assumiu o instrumento após a saída de D'arcy Wretzky. O clipe abdica de uma narrativa tradicional para apostar numa estética de ensaio crua, claustrofóbica e altamente energética. Filmado num espaço fechado sob uma iluminação fria e com cortes de câmara caóticos, o vídeo coloca em evidência a atitude magnética, os cabelos ruivos e a presença marcante de Auf der Maur, cuja imagem sensual e postura de palco trouxeram um dinamismo renovado ao grupo no ecrã. O objetivo do vídeo foi capturar a intensidade e a catarse visceral da banda, desnudando as ilusões do espetáculo para focar inteiramente no som.
No entanto, a verdadeira dimensão de "The Everlasting Gaze" vai muito além da sua estética e sonoridade pesada. A canção serve como o portal de entrada para o universo concetual de Machina/The Machines of God, uma ópera rock criada por Billy Corgan sobre a evolução espiritual do seu alter-ego: a personagem Zero(figura niilista da era Mellon Collie), que, após ouvir a voz de Deus, renasce com o nome Glass e decide fundar a banda Glass and the Machines of God.que, após ouvir a voz de Deus, decide fundar uma banda chamada The Machines of God.
Tanto a letra como o conceito do álbum estão fortemente impregnados de referências filosóficas e literárias. O próprio título da canção faz uma alusão direta ao famoso aforismo do filósofo alemão Friedrich Nietzsche em Para Além do Bem e do Mal: "Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não se tornar também um monstro. E se olhares muito tempo para um abismo, o abismo também olhará para ti." A par do pensamento nietzschiano, a canção mergulha profundamente na filosofia do Gnosticismo, uma corrente espiritual dos primeiros séculos que defendia que o mundo material fora criado por uma entidade imperfeita e que a verdadeira salvação residia no Gnosis - o conhecimento interior e intuitivo da essência divina aprisionada na matéria.
Em "The Everlasting Gaze", a lente gnosticista manifesta-se no desejo de rutura com o mundo material, marcado pela fama e pelas ilusões do Ego ("You know I'm not dead..."), e na busca implacável por esse "olhar eterno" interior. Para alcançar a libertação espiritual, a personagem precisa de rasgar as expetativas externas e encarar a sua própria sombra, gerando uma constante tensão entre a fragilidade da carne e o anseio pela transcendência.
Esta complexidade temática reflete o ecletismo musical de Billy Corgan, cujo som resultou de uma fusão singular de múltiplas influências absorvidas na juventude. A paixão pelo hard rock e metal clássico de bandas como Black Sabbath, Judas Priest e Cheap Trick trouxe o gosto pelos riffs pesados e solos virtuosos. Por sua vez, a parede de som etérea e textural do shoegaze e dream pop de My Bloody Valentine e Cocteau Twins permitiu-lhe sobrepor dezenas de camadas de guitarras em estúdio. A atmosfera melancólica e gótica do post-punk de The Cure, Joy Division e Bauhaus moldou a vulnerabilidade das suas letras e o tom do seu baixo, enquanto a ambição conceptual do rock progressivo de Pink Floyd e Rush encorajou a criação de álbuns narrativos. Por fim, o fascínio pelos sintetizadores e ritmos industriais da new wave de Depeche Mode e Kraftwerk adicionou a textura moderna que culminou na sonoridade de Machina. É precisamente a junção da fúria do metal, com a atmosfera do shoegaze, a melancolia gótica e a profundidade gnosticista que faz de "The Everlasting Gaze" uma obra-prima singular no rock alternativo.
São apenas quatro os Evangelhos integrados na Bíblia — Mateus, Marcos, Lucas e João , mas é hoje sabido que circularam dezenas de outros escritos no Cristianismo primitivo, habitualmente chamados de evangelhos apócrifos e evangelhos gnósticos. Ao contrário do mito popular difundido por obras de ficção moderna, estes textos não foram banidos ou votados no Concílio de Niceia em 325 d.C. Esta célebre reunião de bispos debateu essencialmente a divindade de Cristo perante a controvérsia ariana, não tendo havido qualquer votação ou seleção sobre o cânone bíblico. A maioria dos textos apócrifos caiu em desuso ou foi rejeitada pelas comunidades cristãs muito antes de Niceia e do próprio imperador Constantino, sobretudo por terem sido redigidos tardiamente, entre os séculos II e III d.C., não refletindo a tradição apostólica direta.
Muitos destes escritos permaneceram escondidos durante séculos e reapareceram em achados arqueológicos extraordinários, como a famosa descoberta da Biblioteca de Nag Hammadi no Egito, em 1945. Estes documentos - dos quais são exemplo o Evangelho de Tomé, o Evangelho de Filipe e o Evangelho de Maria - revelam que os primeiros séculos do Cristianismo eram marcados por uma enorme diversidade teológica e por diferentes correntes espirituais, como o Gnosticismo.
A definição dos quatro Evangelhos canónicos deu-se através de um processo gradual e orgânico ao longo dos séculos II e III d.C., sustentado no uso contínuo das comunidades, na antiguidade dos escritos e no reconhecimento da sua ligação com a era apostólica, tal como já registava o bispo Ireneu de Lião por volta do ano 180 d.C. Não se tratou de uma imposição política imperial nem de uma deliberação do Vaticano, instituição que nem sequer existia com essa estrutura no século IV. A redescoberta dos apócrifos é, assim, de enorme valor histórico: embora a maioria não pertença aos apóstolos originais, estes textos iluminam a riqueza, a complexidade e a variedade de ideias que caracterizaram as origens do Cristianismo.
Gnóstico ou Gnosticismo
Vários textos gnósticos (o gnosticismo foi um movimento herético da Igreja Cristã do século II) foram encontrados na cidade egípcia de Nag Hammadi há mais de 70 anos.
Os Evangelhos Gnósticos são uma coleção de 52 textos encontrados no Egito em 1945. Os textos foram escritos em papiro e compilados em 13 livros antigos, chamados códices.
Os textos foram encontrados em dezembro de 1945, por um camponês árabe chamado Muhammad 'Ali al-Samman, dentro de um jarro enterrado.
O termo "gnóstico" vem de gnose (gnōsis), a palavra grega para "conhecimento". Os gnósticos acreditavam ter um conhecimento secreto sobre Deus e o divino, daí o nome. Eles tinham opiniões diferentes sobre Jesus e os seus ensinamentos e muitos dos seus textos foram destruídos por serem considerados hereges pela Igreja primitiva.
Os gnósticos não eram uma Igreja ou uma religião única organizada. Eles eram compostos por uma série de movimentos religiosos e filosóficos que prosperaram do segundo ao quarto século D.C.
Crenças gnósticas
Na sua essência, os gnósticos acreditavam que o mundo material era malévolo e que o mundo espiritual era virtuoso. De acordo com o site Explore God, os gnósticos acreditavam que os humanos eram "espíritos virtuosos presos dentro de corpos materiais malévolos".
Como viam os gnósticos Deus?
Os gnósticos acreditavam num Deus Supremo que era transcendental e além da compreensão. Também acreditavam que a criação do universo era obra de um Deus um tanto inferior chamado Demiurgo, e não do Deus Supremo.
Como viam os gnósticos Jesus?
Os gnósticos viam Jesus como o "Redentor", que veio à Terra para revelar a verdade aos humanos. Para alguns, Jesus era puramente divino e absolutamente nada humano (visto que a matéria era malévola), embora outros acreditassem que Jesus era apenas humano.
Deus está em nós
Os gnósticos acreditavam que conhecer-se a si mesmo era o caminho para conhecer Deus. De acordo com um trecho do livro The Gnostic Bible (A Bíblia Gnóstica), reproduzido pelo site Gnosis, os gnósticos rejeitavam a mediação de padres, rabinos e outras autoridades religiosas.
Documentário: Mistérios da Bíblia- Os Evangelhos Perdidos
Especialistas examinam os livros perdidos da Bíblia. Do deserto do Egipto aos laboratórios do Instituto Smithsonian, o programa revela os segredos dos Evangelhos de Maria Madalena, do apóstolo Pedro e de Judas Iscariotes.
Documentário: O Evangelho Proibido de Judas Iscariotes
O texto do Evangelho de Judas é um relato de duzentas e cinquenta linhas, da largura aproximada de uma página, que se encontra num códice de 66 páginas, mais de um terço do qual é ilegível, e que contém três outras obras. Duas delas (o Primeiro Apocalipse de Tiago e da Epístola a Filipe, atribuída a São Pedro) são obras gnósticas já conhecidas pelas descobertas de Nag Hammadi. O terceiro é um fragmento de um texto desconhecido, provisoriamente intitulado Livro de Alógenes. Todos os textos são escritos no dialeto Sahídico da língua copta, embora seja uma tradução de um original grego. Através de vários métodos, incluindo o carbono-14, o códice foi datado entre os anos 220 e 340.
O papiro está deteriorado: algumas partes do texto foram perdidas e outras estão preservadas apenas em fragmentos. 26 das 66 páginas correspondem ao Evangelho de Judas. A parte que pode ser traduzida começa indicando que se tratam das revelações que Jesus fez a Judas Iscariotes, em conversa privada, três dias antes da Páscoa. Escrito na terceira pessoa, o texto é um diálogo entre Jesus e seus discípulos, especialmente Judas, que aparece como o discípulo preferido de Jesus. De acordo com este evangelho, Judas entregou o seu mestre aos romanos seguindo ordens do próprio Jesus, que profetizou: "Tu serás o décimo terceiro, e serás amaldiçoado por gerações, e virás para reinar sobre eles" (página 47 do manuscrito).
O Jesus que apresentou este evangelho é tranquilo, ri-se com frequência dos mal-entendidos dos outros discípulos e de sua devoção superficial. A inversão da tradicional relação entre Jesus e Judas colocado pelo texto, é que Jesus está grato a Judas e o elogia: "Tu os vais superar a todos eles Porque tu sacrificarás o homem que me cobre (...) A estrela que indica o caminho é a tua estrela "(n. 56-57).
No final, pouco depois de entrar uma nuvem luminosa, Judas "recebeu algum dinheiro e o entregou a eles." Jesus agradecê-lo, já que prepara o momento em que Jesus vai ser libertado do corpo, permitindo que ele retorne para o "grande e ilimitado reino cuja imensidão nunca foi vista por nenhuma geração de anjos" (n. 47). O texto termina com Judas entregando a Jesus perante os sumos-sacerdotes, e não inclui qualquer menção à crucificação ou à ressurreição.
Documentário: O Evangelho de Essénio da Paz
Desde a noite dos tempos, todos os homens foram escravizados e governado por seres não-humanos que se fizeram passar por deuses. Nesses tempos, eles exigiam sacrifícios de animais, incluindo de crianças ou virgens, uma vez que o medo e sofrimento destes, produziam a energia que eles tanto desejavam.
Precisam do nosso sofrimento, por isso influenciaram a nossa alimentação e organizaram guerras e confrontos entre os seres humanos.
Esses supostos deuses, são os demónios nomeados em todas as religiões.
Sua morada está dentro da crosta terrestre. Eles são capazes de agir em nosso corpo astral tornando-nos doentes.
Quando elevamos a vibração do nosso corpo não podem fazer-nos nada, porque eles são seres de baixa vibração.
Mas como podemos elevar a vibração?
Há manuscritos antigos, cuja informação foi escondida dos olhos do mundo,
até mesmo o atual Novo Testamento, que é a base de todas as religiões cristãs, é distorcido e falsificado, no entanto, apesar de todos os obstáculos para que nos chegue até nós esta informação, surge o "Manuscrito dos essénios" onde Jesus nos ensina como nos livrarmos desses seres que se alimentam da nossa energia negativa.
Jesus é um personagem muito diferente do que nos foi mostrado por aqueles que nos dominam.
O tradutor pode ter impregnado algumas de suas crenças no texto, mas a essência está lá.
É um texto com um valor incrível, ele nos diz que podemos viver como Matusalém, mais de 900 anos e sem doenças. E, o melhor de tudo, livrar-nos das criaturas que nos parasitam.
A assim chamada "III"(terceira) carta de Shaúl (Paulo) aos Coríntios, na verdade deveria ser a "I"(primeira), pois as duas cartas que estão na coletânea romana "bíblia", são a continuação desta mesma carta, portanto, a "I" e a "II" aos Coríntios da "bíblia" deveriam ser sim a "II" e a "III" aos Coríntios
Mas isto eles não contaram nem para você e nem para mim!
Livros apócrifos mencionados na Bíblia, mas perdidos
Teriam os livros bíblicos, chamados Apócrifos, informações secretas e fantásticas capazes de modificar nossa visão dos Ensinamentos de Cristo para a humanidade?
Velho Testamento1. Livro do Convénio (Êxodo 24:4, 7)
2. Livro das Guerras (Números 21:14)
3. Livro de Jasher (Josué 10:13) e (2 Samuel 1:18)
4. Livro dos Estatutos (1 Samuel 10:25)
5. Livro dos Atos de Salomão (1 Reis 11:41)
6. Livro de Natã (1 Crónicas 29:29) (2 Crónicas 9:29)
7. Livro de Gade (Mesmo do número 6)
8. Profecias de Aías (2 Crónicas 9:29; 2:15; 13:22)
9. Visões de Ido (Mesmo do número 8)
10. Livro de Semaías (2 Crónicas 12:15)
11. Livro de Jeú (2 Crónicas 20:34)
12. Atos de Uzias, Escrito por Isaías (2 Crónicas 26:22)
13. Livros dos Videntes (2 Crónicas 33:19)
14. Profecias de Enoque Jude 14
15. Comentários de Mateus de Nazaré (Mateus 2:23)
Escritos perdidos do Novo Testamento (ou seja, somente mencionados, mas infelizmente totalmente perdidos)
16. Epístola Perdida de Paulo (1 Coríntios 5:9)
17. Segunda epístola perdida de Paulo (Efésios 3:3-4)
18. Terceira epistola perdida de Paulo (Colossenses 4:16)
19. Epístola perdida de Judas
Os livros da Bíblia Apócrifos (Escritos do Velho Testamento)
20. Tobit
21. Judite
22. Adição do livro de Ester
23. Sabedoria de Salomão
24. Eclesiásticos ou a Sabedoria de Jesus
25. Baruque
26. A Carta de Jeremias
27. Oração de Azarias
28. Canção dos Três Judeus (estes são os livros perdidos de Daniel)
29. Susana
30. Sino e o Dragão
31. I Macabeus
32. II Macabeus
33. III Macabeus
34. IV Macabeus
35. I Esdras
36. II Esdras
37. Oração de Manassés
38. Salmo 151
Novo Testamento
Escrito do Novo Testamento que foi eliminado, mas mencionado39. Livro de Maria
Os seguintes textos perdidos são mencionados em História Eclesiástica, de 337 d.C., pelo bispo Eusébio de Cesaréia, o qual os suprimiu por considerá-los “heresias”.
40. Atos de Paulo
41. Atos de André
42. Atos de João
43. O Proto-Evangelho
44. Infância I
45. Infância II
46. Cristo e Abgarus
47. Nicodemos
48. O Credo dos Apóstolos
49. Laodiceanos
50. Paulo e Sêneca
51. Paulo e Theca
52. Revelação de Pedro
53. Epístola de Barnabas
54. O Evangelho Perdido de Acordo com Pedro
55. Evangelho de Tomé
56. Evangelho de Matias
57. Clemente I
58. Clemente II
59. Efésios II
60. Magnésios
61. Tralianos
62. Romanos II
63. Filadelfos
64. Smaraneas
65. Policarpo
66. Filipenses (II)
66. Evangelho referido somente pela letra Q
Algumas destas podem ser referência nos escritos por Marcion, 150 d.C., e Muratória, 170 d.C.67. Sheppard de Hermas
68. Hermas I (Visões)
69. Hermas II (Mandamentos)
70. Hermas III
71. Cartas de Herodes e Pilatos (Ref. para o julgamento de Cristo)
Os seguintes são uma lista de Escritos Apócrifos que não mais existem; no entanto, eles são mencionados e referidos em outros, mais recentes, no século 4º d.C.
72. O Evangelho de André
73. Outos livros abaixo de André
74. Evangelho de Afiles
75. O Evangelho de Acordo com os Doze Apóstolos
76. O Evangelho de Barnabé
77. Os Escritos de Bartolomeu, o Apóstolo
78. O Evangelho de Bartolomeu
79. O Evangelho de Basilides
80. O Evangelho de Cernithus
81. A Revelação de Cernithus
82. Uma Epístola de Jesus Cristo para Pedro e Paulo
83. Vários outros livros abaixo do nome de Cristo
84. Uma Epístola de Cristo (produzido por Maniqueu)
85. Um Hino, ensinado por Cristo para seus Discípulos
86. O Evangelho de Acordo com os Egípcios
87. Os Atos dos Apóstolos II
88. O Evangelho de Ebionitas
89. O Evangelho de Encratites
90. O Evangelho de Eva
91. O Evangelho de Acordo com Hebreus (ou Hebreus II)
92. O Livro de Helkesaites
93. O Falso Evangelho de Hesíquius
94. O Livro de Tiago
95. Os Atos de João
96. Evangelho de Jude
97. Evangelho de Acordo com Judas Iscariotes (recentemente descoberto, causando furor no meio teológico. Para saber mais sobre o Evangelho de Judas Iscariotes, clique aqui.)
98. Atos do Apóstolo Leucius
99. Atos do Apóstolo Lentitus
100. Atos do Apóstolo Leontius
101. Atos dos Apóstolos Leuthon
102. Os Falsos Evangelhos, publicado por Lucianus
103. Atos dos Apóstolos (usado por Manichees)
104. O Evangelho de acordo com ou de Marcion
105. Livros abaixo de Mateus:
– O Evangelho de Matias
– As Tradições de Matias
– O Livro de Matias
– O Evangelho de Merinthus
106. Evangelho de Acordo com os Nazarenos
107. Os Atos de Pedro e Thecla
108. As Pregações de Pedro e Paulo
109. As Revelações de Paulo
110. O Evangelho da Perfeição
111. Atos Adicionais de Pedro
112. A Doutrina de Pedro
113. O Evangelho de Pedro (não confundir com o Evangelho de acordo com Pedro)
114. O Julgamento de Pedro
115. As Pregações de Pedro
116. As Revelações de Pedro
117. Os Atos de Filipe
118. O Evangelho de Filipe
119. O Evangelho de Scythianus
120. Os Atos dos Apóstolos, por Seleucus
121. A Revelação de Estêvão
122. O Evangelho de Titan
123. O Evangelho de Tadeu
124. Os Atos e o Evangelho de Tomé
125. O Evangelho da Verdade
126. Contra a Heresia
Números 66 (abaixo) e 72 a 126 somente existem nas referências, eles nunca foram encontrados, mas estão sendo ou foram conhecidos. Conhecidos porque muitos cristãos antigos referiam-se a eles em suas cartas (não oficiais, como as Epístolas) e outros tantos escritos religiosos. Alguns eruditos ainda debatem a legalidade destes escritos:
Modernas descobertas de textos considerados totalmente perdidos
Escrituras Bíblicas
127. Livro de Moisés
128. Livro de Abraão (127 e 128, foram encontrados em tumbas egípcias em 1830)
Piet Mondrian (1872-1944) foi um pintor holandês que despontou no começo do século XX e a sua obra virou um símbolo poderoso da modernidade.
Pieter Cornelis Mondrian, conhecido como Piet Mondrian, nasceu em Amersfoort, Holanda, no dia 7 de março de 1872. Filho de um pastor cresceu num ambiente extremamente religioso.
Em 1892 ingressou na Academia Real de Artes de Amsterdão. Quando era iniciante pintava paisagens, mas já revelava uma inquietação peculiar ao moldar a natureza, os moinhos e as igrejas com uma visão geométrica do mundo.
As suas obras mais antigas seguiram o estilo da Escola de Haia e dos impressionistas de Amsterdão. Por volta de 1909 começou a pintar num estilo mais abstrato. Ao longo dos anos, objetos e paisagens foram-se decompondo em traços básicos. Para Mondrian o mínimo era o máximo. “Na natureza, a superfície das coisas é bela, mas sua imitação é sem vida”, dizia ele.
Na base da pintura de Mondrian estava uma utopia de fundo religioso. Ele era entusiasta da Teosofia - doutrina esotérica criada pela russa Madame Blavatsky. Como fruto da filosofia humanista e espiritual sincrética extraiu a noção de que por baixo da matéria, uma engrenagem básica constituiria a essência do mundo.
Ao abraçar a abstração continuou pintando flores, símbolo universal feminino para a Teosofia (também as pintava porque ninguém comprava as suas telas abstratas).
“A Doutrina Secreta” foi escrita há menos de 150 anos e já é um dos maiores clássicos da literatura mundial de todos os tempos. Não há algo comparável a ela na literatura esotérica ou filosófica produzida e publicada nos últimos três mil anos.
Para a sua leitura é necessário um esforço especial. A abordagem meramente intelectual tem pouco valor. A obra exige o despertar de uma intuição universal na consciência do leitor, algo que o seu estudo paciente possibilita e estimula.
Apesar dos desafios, “A Doutrina Secreta” revela muito mais da sabedoria eterna do que, por exemplo, as obras de Platão, na Grécia antiga. Acompanhada de “Ísis Sem Véu” e outros escritos de H.P. Blavatsky, a obra máxima da literatura esotérica moderna decodifica as principais religiões e filosofias de todos os tempos e define as grandes linhas da religião, da ciência e da filosofia do futuro.
Quando percebem a importância da DS na literatura mundial, alguns estudantes se perguntam:
“Quem, exatamente, escreveu a obra? H. P. Blavatsky ou os Mahatmas?”
A questão é complexa. A forma externa da DS ficou a cargo de H. P. B. Quanto ao conteúdo, duas abordagens semelhantes ao problema podem ser encontradas nas cartas 69 e 70 da segunda série do volume “Cartas dos Mestres de Sabedoria”.
Na Carta 69, um Raja Iogue dos Himalaias anuncia que “A Doutrina Secreta”, quando estivesse pronta, seria uma “produção tríplice” dele próprio, de outro Raja Iogue, e de Helena Blavatsky.
Na Carta 70, outro Mestre se refere a H. P. B. como “Upasika” – palavra que significa “Discípula” – e escreve as seguintes palavras:
“Se esta puder ser de alguma utilidade ou auxílio (….) – embora eu duvide disso – eu, o humilde Fakir abaixo assinado, certifico que A Doutrina Secreta é ditada a Upasika, parte por mim mesmo e parte por meu Irmão .”
Estas duas evidências deixam claro quem são os autores de “A Doutrina Secreta”. No entanto, saber quem escreveu o livro é ainda uma indicação indireta da sua importância. O valor da DS deve ser verificado diretamente através da leitura de cada estudante, e, para isso, o público deve ter acesso à edição original.
A psicologia “moderna” mantém uma triste ilusão antropocêntrica: a ilusão segundo a qual o ser humano é dono exclusivo da consciência.
Assim como outras áreas de conhecimento científico, a psicologia convencional parte da premissa de que o universo é inconsciente. Ela pensa que o reino vegetal também não tem consciência. Ela vai além e considera que o mundo animal é inconsciente, e que o próprio ser humano é, amplamente, governado por algo que ela insiste em chamar de “inconsciente”.
O que vemos nesta situação é uma forma estreita de consciência imaginando que só ela própria é consciência, e que tudo o mais no universo é destituído de inteligência. A arrogância coletiva – neste caso como em outras situações – é diretamente proporcional à ignorância.
Em “A Doutrina Secreta”, Helena P. Blavatsky escreveu:
“Há uma só Onisciência e Inteligência indivisível e absoluta no Universo, e ela vibra por todos os átomos e em cada ponto infinitesimal de todo o Cosmos…”.
Poucas linhas mais abaixo ela acrescentou:
“A ordem inteira da natureza mostra uma marcha progressiva na direção de uma vida mais elevada. Há um desígnio na ação das forças aparentemente mais cegas. Todo o processo da evolução, com suas intermináveis adaptações, é uma prova disso. As leis imutáveis que eliminam as espécies fracas e débeis, abrindo espaço para as fortes, e que asseguram ‘a sobrevivência dos mais adaptados’, embora sejam tão cruéis na sua ação imediata – estão todas trabalhando para a grande meta. O mero fato de que as adaptações ocorrem, de que os mais adaptados sobrevivem na luta pela existência, mostra que aquilo que se chama de ‘Natureza inconsciente’ é na realidade um agregado de forças manipuladas por seres semi-inteligentes (Elementais) guiadas por Espíritos Planetários Elevados (Dhyan Chohans), cujo agregado coletivo forma o verbum manifestado do LOGOS imanifestado, e constitui ao mesmo tempo a MENTE do Universo e a sua imutável LEI.”
E H.P. Blavatsky acrescenta, na edição original da obra, a seguinte nota de rodapé:
“A Natureza tomada em seu sentido abstrato não pode ser ‘inconsciente’, porque é a emanação, e portanto um aspecto (no plano manifestado) da consciência ABSOLUTA. Onde está o indivíduo suficientemente audaz para pretender negar à vegetação e mesmo aos minerais uma consciência própria deles? Tudo o que ele pode dizer é que esta consciência está além da sua compreensão.”
Segundo a teosofia, portanto, não há matéria morta no universo, e a consciência cósmica permeia tudo o que existe. Em seu livro “A Lei do Triunfo”, Napoleon Hill escreveu sobre a inteligência presente em cada célula orgânica:
“As células de toda vegetação, bem como as da vida animal, são dotadas de um elevado grau de inteligência.”
Em seguida, Hill menciona o impacto positivo ou negativo da nossa alimentação sobre a inteligência celular do nosso corpo:
“Pelo fato de que muitas formas animais (inclusive o homem) vivem de devorar os animais menores e mais fracos, a ‘inteligência celular’ desses animais que entram no homem e se tornam parte dele traz consigo o medo nascido da experiência de ter sido comida viva.”
Da mesma forma, a literatura teosófica ensina que comer carne – isto é, devorar cadáveres de animais – é algo que embrutece o ser humano; e este embrutecimento começa pelo nível da inteligência celular.
Napoleon Hill aborda a interação entre as emoções e os órgãos digestivos do ser humano:
“Sabe-se que os aborrecimentos, as emoções ou os temores interferem com o processo digestivo e, em casos extremos, detêm inteiramente este processo (…..). É claro, pois, que o espírito tem parte importante na química da digestão e da distribuição dos alimentos”.
Napoleon Hill discute a relação entre o estado de espírito do indivíduo e a inteligência celular do seu corpo físico:
“A preguiça não é mais do que o resultado da ação de uma mente pouco ativa sobre as células do corpo. (…..) As células agem de acordo com o estado mental, exatamente da mesma maneira como os habitantes de uma cidade agem de acordo com a psicologia da massa que a domina. Se um grupo de cidadãos eminentes procura fazer com que a cidade adquira a reputação de ‘progressista’, esta ação influencia a todos os que ali vivem. O mesmo princípio se aplica às relações entre a mente e o corpo. Uma mente ativa e dinâmica conserva as células do corpo em constante estado de atividade.”
E ainda:
“Os pensamentos dominantes na nossa mente – ou seja, os mais frequentes e profundos pensamentos que nos vêm – influenciam a ação do nosso corpo. Cada pensamento posto em ação pelo cérebro atinge e influencia todas as células do corpo.”
Não existem, portanto, coisas ou seres inconscientes. Existem apenas seres e objetos cuja consciência nós ainda somos incapazes de perceber. Em algum momento, a psicologia convencional terá que adequar-se à verdade dos fatos e ir além da pretensão segundo a qual a única forma existente de consciência é a consciência verbal do hemisfério cerebral esquerdo do ser humano, aquela consciência que rotula e classifica, e que julga o futuro com base no passado.
Na verdade, toda natureza é consciente, embora nem todos os seres tenham a consciência individualizada, ou percepção autoconsciente. Além disso, é importante saber que a percepção autoconsciente – de acordo com a filosofia esotérica – é também uma forma de ilusão, de maya. Para que se alcance a sabedoria, ela deve ser transcendida, ao mesmo tempo que é preservada como instrumento.
O hemisfério cerebral esquerdo é útil, mas as inteligências das outras áreas cerebrais também devem ser usadas.
Nem sempre o público percebe com facilidade qual é a relação entre o movimento teosófico e a democracia. Alguns estão desinformados a respeito da posição da filosofia esotérica diante de fenómenos como o nazismo, o fascismo e outras formas de ação autoritária.
Para obter uma perspectiva mais clara da questão, será útil recordar certos fatos básicos da história. Eles nos fornecem pistas sobre a misteriosa ligação dinâmica entre o trabalho de H. P. Blavatsky no século 19 e a situação humana na primeira parte do século 21. Há “coincidências” interessantes e alguns indícios numerológicos que podem ser organizados em cinco itens.
1) Helena Blavatsky construiu a base conceitual de uma fraternidade universal da humanidade que é inseparável do sentimento de respeito em relação a cada povo, cada cultura e cada indivíduo. No plano oculto, não é mera coincidência o fato de que o final da Segunda Guerra Mundial na Europa e a vitória dos países democráticos contra o nazismo são celebrados exatamente no mesmo dia em que a sra. Blavatsky encerrou a sua encarnação. A fundadora do movimento esotérico moderno morreu em 8 de maio de 1891. A Guerra na Europa acabou em 8 de maio de 1945.
2) Harry Truman, o presidente dos EUA que liderou os momentos finais da Segunda Guerra Mundial, nasceu precisamente a 8 de Maio, em 1884. Ele foi o 33º presidente.
3) O movimento teosófico foi fundado em 1875, na cidade de Nova Iorque. A Organização das Nações Unidas foi criada em 1945, exatamente sete décadas ou setenta anos depois. A sede está estabelecida em Nova Iorque. Isto é, na mesma cidade onde o movimento teosófico foi fundado.
4) A Carta das Nações Unidas começa com uma vigorosa proclamação do primeiro objetivo do movimento teosófico – a Fraternidade Universal. Embora esteja longe da perfeição, o movimento teosófico é uma semente de fraternidade universal, do mesmo modo que a ONU é um instrumento da sua germinação no plano visível e externo. É inútil acusar uma muda de árvore de não ser uma árvore adulta.
5) A criação do movimento teosófico em 1875 serviu como um modelo oculto ou arquétipo para a ONU, mas a concepção do movimento não foi um processo inteiramente novo. Os EUA, como país, foi uma profunda fonte de inspiração para a estrutura do movimento teosófico.
HPB escreveu:
“Nascida nos Estados Unidos, a Sociedade foi constituída seguindo o modelo do seu país natal. Este último, omitindo da sua Constituição o nome de Deus para que isso não fosse um dia um pretexto para se fazer uma religião de estado, oferece igualdade absoluta nas suas leis para todas as religiões. Todas elas apoiam o Estado e são por sua vez protegidas por ele. A Sociedade, modelada de acordo com esta Constituição, pode ser corretamente chamada de ‘uma República de Consciência’.” [1]
Por isso, se de vez em quando as políticas do governo dos EUA refletem aspectos negativos do atual carma humano, e parecem em muitos aspectos erradas e injustas, pode ser sábio deixar que passem mais alguns séculos – talvez mais alguns milhares de anos – antes de ficarmos muito frustrados.
Enquanto isso, podemos tomar conta da nossa própria e até certo ponto precária “República de Consciência”, o movimento teosófico, a futura árvore de fraternidade universal. Estaremos cumprindo o nosso próprio dever da melhor forma possível? Somos uma saudável fonte coletiva de inspiração para o resto do reino humano? Estamos nós livres de “reis”, “papas”, “bispos” – e “candidatos a estes papéis”, no movimento teosófico como um todo?
Não existe, provavelmente, separação oculta entre os diferentes grupos teosóficos, nesta “república de consciência”. E esta ausência de separação interna cria uma responsabilidade comum para cada um e para todos os estudantes de teosofia.
Essa responsabilidade pode incluir uma parte significativa do destino da humanidade nas próximas décadas e nos séculos que virão.
"Music is a moral law. It gives soul to the universe, wings to the mind, flight to the imagination, and charm and gaiety to life and to everything" ~Plato
Nota: É uma citação inegavelmente bela e extraordinariamente popular, mas, para sermos totalmente francos, existe aqui uma reviravolta: Platão quase de certeza que nunca disse ou escreveu estas palavras. Embora soe exatamente ao tipo de reflexão poética que um filósofo da Grécia Antiga faria numa tarde ensolarada em Atenas, esta frase é uma criação moderna que acabou por lhe ser atribuída erradamente ao longo dos anos, espalhando-se pela internet e por cartazes motivacionais.
Na verdade, se Platão estivesse vivo hoje para ler esta citação, é muito provável que ficasse bastante surpreendido. A perspetiva real de Platão sobre a música, expressa em obras como A República, era consideravelmente mais rigorosa, política e regulada:
Música como controlo do estado: Platão acreditava que a música exercia um poder enorme porque o ritmo e a harmonia penetravam profundamente na alma. Precisamente por isso, defendia que o Estado Ideal devia censurar rigorosamente a música.
Escalas "boas" vs. "más": o filósofo favorecia modos musicais que inspiravam coragem, disciplina e ordem, enquanto argumentava a favor da proibição de modos que induzissem à tristeza, à preguiça ou a emoções caóticas.
Função moral e não mero entretenimento: para Platão, a música não servia para dar "encanto e alegria à vida" pelo simples prazer pessoal, mas sim como uma ferramenta educacional concebida para cultivar a virtude moral e a harmonia civil nos cidadãos.
Portanto, enquanto a citação apócrifa apresenta a música como uma força libertadora e alegre para a imaginação, o verdadeiro Platão via-a como uma ferramenta de grande alcance que exigia uma vigilância apertada para não desestabilizar a sociedade. [Fonte]
A colaboração entre Dave Gahan e o projeto Soulsavers junta a voz marcante do vocalista britânico dos Depeche Mode à produção da dupla inglesa composta por Rich Machin e Ian Glover. Lançada em 2015 como o primeiro single do álbum Angels & Ghosts, a faixa All of This and Nothing representa a fusão refinada de identidades artísticas do Reino Unido. Em termos de estilo musical, a canção enquadra-se no rock alternativo de matiz cinematográfica, combinando elementos de blues, gospel, música gótica e darkwave. Diferente do som predominantemente sintético dos Depeche Mode, a sonoridade construída pelos Soulsavers privilegia instrumentações orgânicas e densas, onde violinos ascendentes, um baixo pulsar cadenciado, arranjos de guitarra intimistas e coros de inspiração gospel envolvem a tessitura grave e barítona de Gahan. O significado da canção gravita em torno do paradoxo da existência e da fragilidade humana. Liricamente, a expressão «tudo isto e nada» expressa a dualidade entre o absoluto e a insignificância do indivíduo perante o universo. O eu lírico apresenta-se simultaneamente como a poeira sob os pés e o sol que nasce, encarnando o cosmos e a mortalidade. O apelo constante para «sair da escuridão» (move in from the dark) atua como uma busca por redenção e renovação espiritual em resposta a fantasmas do passado e a tempestades interiores. Essa carga temática revela profundas influências literárias do Romantismo Negro, do existencialismo e do gnosticismo. Nota-se uma afinidade com a poesia de William Blake na articulação dos opostos (luz e sombra, o divino e o terreno) e com a tradição das tragédias existenciais, onde a sobrevivência física e espiritual - marcas da história de vida do próprio Dave Gahan - é retratada através de alegorias bíblicas e imagens da natureza. O videoclipe da canção, dirigido pelo coletivo artístico fourclops, destaca-se pelo seu conceito tecnológico e metafórico inovador. Criado especificamente para ser visualizado através do efeito de ilusão holográfica do fantasma de Pepper (utilizando uma pirâmide de plástico sobre o ecrã do smartphone), o teledisco exibe imagens em sobreposição: o rosto e o corpo de Dave Gahan, exames neurológicos de cérebros, metamorfoses biológicas, flores a desabrochar e dinâmicas cósmicas. O significado visual reflete a mensagem da própria canção - a projeção efémera da vida sobre a vacuidade do espaço, onde a consciência humana e a matéria biológica se entrelaçam antes de se dissolverem na escuridão.
Obras de alguns dos grandes representantes da Teosofia, como Helena Blavatsky, C. W. Leadbeater e Annie Besant, foram traduzidas em português por um dos maiores nomes da nossa cultura, Fernando Pessoa, cuja poesia sofre também alguma influência dessa corrente de pensamento. Outros vultos da cultura mundial, como o grande músico russo Alexander Scriabine, o escritor D. H. Lawrence e o poeta Yeats, os pintores Mondrian e Kandinsky, foram igualmente influenciados pela Teosofia. A forma como a Teosofia vê a Natureza é o tema da terceira sessão do ciclo A NATUREZA NAS FILOSOFIAS E RELIGIÕES.