A Quercus pretende também que seja reavaliada a dimensão territorial da Zona Livre Tecnológica de energias renováveis de Abrantes, alegando que esta abrange mais de metade do concelho.
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Quercus exige avaliação ambiental conjunta dos centros de dados de Abrantes
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
Inteligência Artificial e água: a fatura invisível
domingo, 21 de junho de 2026
O economista Abhijit Banerjee, Nobel da Economia, defende taxar água utilizada para IA
segunda-feira, 30 de março de 2026
Centros de dados criam "ilhas de calor": impacto ambiental da IA vai para além do consumo de energia
sexta-feira, 20 de março de 2026
Como os nossos sistemas de água passaram da crise ao colapso
quinta-feira, 5 de março de 2026
Solar e Agricultura: como os projetos agrivoltaicos apoiam os agricultores e a economia rural?
- Pastoreio de ovinos
- Culturas de baixo porte adaptadas à sombra parcial
- Instalação de colmeias
- Reduzir a perda de água das culturas, mitigando o stress hídrico em contextos de calor extremo através de sombreamento parcial
- Melhorar a produtividade de determinadas culturas sensíveis ao calor extremo
- Aumentar a eficiência do uso dos solos
- Diversificação de fontes de receitas
- Redução da dependência exclusiva de ciclos agrícolas voláteis
- Maior previsibilidade financeira a longo prazo
- Contratação de serviços locais
- Receita fiscal municipal
- Estabilidade financeira para proprietários de terrenos
- Criação de emprego durante construção e operação – o setor solar fotovoltaico é o maior empregador global nas renováveis, representando cerca de 4,9 milhões de empregos em 2022
terça-feira, 3 de março de 2026
O olival Português transformado num activo financeiro
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
O Dia Internacional das Montanhas de 2025 destaca as comunidades e os ecossistemas das montanhas do mundo
sábado, 6 de dezembro de 2025
Que fazer aos cigarros electrónicos usados?
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Relatórios e críticas académicas sobre o REACH
Em complemento ao que já foi dito aqui, sugiro a leitura da seguinte informação. Apesar dos seus progressos, diversos estudos académicos têm apontado limitações importantes que comprometem a sua eficácia ambiental.
Entre as principais críticas destaca-se a lentidão dos processos de avaliação e autorização, que faz com que muitas substâncias perigosas permaneçam no mercado durante anos antes de qualquer restrição efetiva. A qualidade e transparência dos dados submetidos pelas empresas também suscitam dúvidas: análises recentes revelam que mais de metade dos estudos utilizados não seguem padrões regulatórios consistentes.
Outro ponto central é a avaliação insuficiente dos efeitos combinados de misturas químicas. O REACH tende a analisar substâncias isoladamente, ignorando o chamado efeito cocktail, em que misturas de compostos aparentemente inofensivos podem causar sérios impactos sobre ecossistemas aquáticos e terrestres. Investigadores e organizações ambientais defendem a introdução de um mixture assessment factor para refletir melhor a realidade ecológica.
Estudos em ecotoxicologia demonstram que os dados de toxicidade ambiental no REACH são incompletos ou de baixa qualidade, o que dificulta a avaliação da pegada ecológica das substâncias. Isto tem implicações diretas na biodiversidade, na contaminação da água e do solo, e na saúde dos ecossistemas.
Além disso, há disparidades na aplicação entre Estados-Membros, o que fragiliza a coerência da proteção ambiental. A indústria, por seu lado, reconhece o valor do REACH, mas critica os custos e a burocracia associados.
1. Comissão Europeia / ECHA
sábado, 8 de novembro de 2025
Não deve dar pão às aves
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
Áreas protegidas em risco na Europa. Trezentos hectares em Melides perdidos para grupo americano
quinta-feira, 25 de setembro de 2025
Amazon lança Centro de Excelência Water-AI Nexus
- Água para a IA – para garantir que a infraestrutura de IA utiliza a água da forma mais eficiente possível, com a otimização do consumo dentro das Regiões AWS e Zonas de Disponibilidade que albergam as cargas de trabalho de IA.
- IA para a Água – aproveitar as vastas capacidades da Inteligência Artificial (e Machine Learning), em plataformas como o Amazon SageMaker e outras, de análise de dados, para resolver desafios urgentes de escassez e gestão hídrica. O que inclui análises preditivas de procura, deteção de anomalias em redes e otimização de processos de tratamento.
- Design e localização inteligentes – considerando dados e impacto ambiental),
- Otimização operacional – com monitorização em tempo real e automação),
- Uso de fontes de água sustentáveis – integrando-se com tecnologias como AWS IoT) e
- Reposição de água nas comunidades – alinhado com as metas de responsabilidade social).
- A partilha de conhecimento é fundamental pelo WATER-AI NEXUS, e garantem estudos de caso e resultados divulgados em eventos como o AWS re:Invent, e outros fóruns, assim como a colaboração intersetorial – ligação entre empresas de água, desenvolvedores de IA, investigadores e o governo – vai ser incentivada para promover a inovação.
- Sistemas de alerta precoce baseado na cloud e IA para prevenção de inundações,
- Programas de apoio agricultores locais na implementação de IA para maximizar a produtividade e reduzir a pegada hídrica.
- Melhorias nas infraestruturas de abastecimento de água em Huesca.
- Outro exemplo claro de inovação e tecnologia aplicada na gestão da água é o da SPHERAG. Esta empresa espanhola utiliza soluções de IA, machine learning e IoT da AWS para melhorar a eficiência hídrica no setor agrícola, demonstrando como a tecnologia pode transformar a gestão deste precioso recurso e contribuir para o compromisso global da Amazon de devolver mais água às comunidades e ao ambiente do que utiliza nas suas operações até 2030.












