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sexta-feira, 27 de maio de 2022

ADN revela espécies escondidas sob um mesmo disfarce

Exemplar da espécie Eumida sanguinea. Foto: Arne Ny Gren

A análise molecular de anelídeos marinhos do Nordeste Atlântico revelou que o que era previamente considerada uma só espécie são afinal nove espécies diferentes com a mesma aparência morfológica, segundo a Universidade de Aveiro.

A descoberta de uma equipa das universidades de Aveiro e do Minho deu origem à descrição de cinco espécies novas para a Ciência, estando as restantes a aguardar colheita de mais exemplares para um estudo mais aprofundado.

Os anelídeos são animais invertebrados com o corpo formado por vários segmentos que lembram uma série de anéis fundidos uns aos outros. Fazem parte dos ecossistemas costeiros e vivem em substratos arenosos e lodosos ou entre algas, até cerca de 50 metros de profundidade.

O crescente recurso a técnicas moleculares para a identificação de organismos tem vindo a revelar uma maior diversidade de espécies do que o pensado anteriormente.

Publicado na revista Zoological Journal of the Linnean Society, um estudo de investigadores do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro (UA), da Universidade do Minho e da Universidade de Gotemburgo (Suécia) a 148 exemplares da espécie Eumida sanguinea colhidos ao longo da costa europeia (desde a Noruega à Itália) revelou tratar-se, afinal, de um complexo de nove espécies diferentes.

Estas espécies de anelídeo distinguem-se apenas por variações subtis de coloração corporal e de proporção dos seus apêndices, as quais passam despercebidas até aos olhos mais atentos e experientes.

Com o cada vez maior uso dos testes de ADN poderá haver surpresas com outras espécies. “Na verdade” aponta, em comunicado, a investigadora Ascensão Ravara, do CESAM, “este foi só o primeiro ‘complexo de espécies’ de entre quatro que estamos a estudar”. A equipa – da qual fazem também parte os investigadores Marcos Teixeira, Pedro Vieira, Filipe Costa e Arne Nygren – tem já sinalizadas outras espécies que provavelmente também serão afinal complexos de espécies diferentes. “Certamente existirão mais casos por identificar”, sublinha Ascensão Ravara.

Antigamente, explica Ascensão Ravara, “a descrição das espécies baseava-se unicamente nas características externas dos organismos [morfologia]”. Hoje em dia, “as técnicas moleculares – com obtenção de sequências de ADN – permitem-nos caracterizar e comparar os organismos também ao nível genético. São duas ferramentas [morfologia e genética] que se complementam e nos ajudam a conhecer melhor o mundo que nos rodeia”.

Os organismos estudados neste trabalho estão depositados na CoBI – Coleção Biológica de Investigação da UA, uma coleção que está disponível para estudo pela comunidade científica.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Devolver metade do planeta à natureza não é uma ideia tão louca quanto parece


A sexta extinção em massa – é assim que os biólogos se referem ao que está a acontecer hoje em dia. Estima-se que, até ao final do século, uma em cada seis espécies esteja extinta devido a uma variedade de causas, entre as quais o crescimento populacional e a perda de habitat, causas estas que são complexas e estão interligadas.

Edward O. Wilson, biólogo de Harvard e vencedor de dois prémios Pulitzer, acredita, no entanto, que ainda temos tempo para salvar o planeta. O seu plano, exposto no livro “Half Earth: Our Planet’s Fight for Life” (Meia Terra: a Luta do Nosso Planeta pela Vida), é ousado: e se devolvêssemos metade do planeta à natureza? Este é um plano que o influente biólogo acredita ser possível e que poderá salvar de 80 a 90% das espécies da Terra.

Em conversa com a National Geographic, E. O. Wilson explicou, com mais pormenor, a sua teoria, defendendo que o desespero não é a resposta para os problemas enfrentados pelo nosso planeta e que, no fim de contas, a maioria das espécies da Terra ainda não foi identificada.

A situação actual do planeta

“Houve cinco grandes episódios de extinção durante a história geológica do passado, tendo o último ocorrido há 65 milhões de anos. Acho que é correto chamar ao que está a acontecer, atualmente, devido à atividade humana, o sexto. Se permitirmos que continue, poderíamos levar a uma diminuição da diversidade de vida na Terra que a deixaria perto do que era na última grande extinção, no final do Mesozoico. Temos bons cálculos, e embora se tratem de aproximações, foram elaborados cuidadosamente por equipas de cientistas, que colocam a taxa de extinção num valor 100 a 1000 vezes superior ao de antes do aparecimento da humanidade. De facto, acredito que esteja mais perto dos 1000, de momento, do que dos 100.”

“O processo de extinção pode ser resumido com a palavra HIPPO [alusão ao hipopótamo, espécie considerada vulnerável pela Lista Vermelha da IUCN]. Cada uma das letras, do H ao O, designa uma das causas de extinção. Portanto, H é habitat; I é o impacto das espécies invasoras; o primeiro P refere-se aos contínuos níveis elevados de crescimento populacional; e o segundo P é para a poluição. [O O refere-se a um termo em inglês “overharvesting”, que engloba a pesca, a criação de animais e a agricultura insustentáveis.]

Sobre a “nova conservação” e quem defende que se deve deixar de tentar salvar o planeta

“Isto é derrotismo que é tanto irracional como perigoso. O que eles estão a dizer é que não há como parar a extinção, que a humanidade é uma força imparável essencialmente irracional e que nos deveríamos concentrar em salvar as espécies que mais valorizamos, como os elefantes e outros mamíferos grandes. Parecem não estar cientes da vastidão da biodiversidade, que ascende a milhões de espécies, muitas das quais ainda desconhecidas pelo mundo científico. É uma combinação de ignorância e de desespero. O outro elemento que surge é uma proposta de que, se guardarmos o ADN, poderemos clonar essas espécies mais tarde e trazê-las de novo à vida. Isto é um absurdo.”

Metade do planeta como reservas naturais

“Se se pudesse reservar metade da superfície da Terra [para a natureza], conseguir-se-ia salvar entre 80 e 90 por cento de todas as espécies.”
“Comecemos com o oceano. Atualmente, 3% do oceano está protegido sob a forma de reservas marinhas. As reservas estão localizadas, normalmente, ao longo das zonas costeiras dos países e queremos que isso chegue aos 50%. Pode parecer quase impossível. Mas dois estudos independentes recentes, realizados por especialistas em organismos marinhos, mostram que se pudéssemos pôr de parte a totalidade da água azul fora das Zonas Económicas Exclusivas dos países costeiros e proibir a pesca em alto mar, teríamos, de facto, um aumento, não uma diminuição, do crescimento global das pescarias. Haveria pescarias mais ricas e um crescimento mais rápido nas áreas costeiras de pesca. Seria para nosso benefício reservar o oceano, o alto mar. Esta é uma consequência notável e não intencionada do conceito da meia Terra.”

O desconhecimento da vida na Terra

“O nosso desconhecimento da diversidade biológica é um dos grandes escândalos das ciências biológicas. Aqueles de entre nós que trabalham em biodiversidade, retrocedendo ao tempo de Lineu [naturalista sueco do séc. XVIIl, conhecido como o “pai da taxonomia moderna”], catalogaram um pouco mais de dois milhões de espécies de todos os tipos de organismos. Mas o número estimado de plantas, animais e micro-organismos no mundo está próximo dos 10 milhões. Por outras palavras, aproximadamente 80% das espécies na Terra continuam por descobrir. Vivemos num planeta com muito por descobrir.”

A fragilidade do ser humano

“Fizemos avanços inimagináveis no nosso conhecimento científico e tecnológico. Mas esse conhecimento está, na sua maioria, confinado ao nosso bem-estar imediato, em particular no que diz respeito aos aspetos biológicos da medicina. Temos um instinto muito poderoso para explorar; sabemos, agora, bastante de astrofísica, mas quando olhamos para o mundo biológico – os recursos que há e como vamos gerir o nosso futuro com ou sem um certo número de espécies a viver connosco – é praticamente uma incógnita. Nós somos frágeis e se continuarmos as tendências vigentes na utilização da Terra, poderíamos ter uma catástrofe.”

O papel da tecnologia e da revolução digital

“Tomei um rumo diferente de alguns dos meus colegas, que defendem a oposição clássica entre o progresso humano e a tecnologia versus a Natureza. Penso de outra forma. Na era digital, com os incentivos económicos básicos que os seres humanos têm para tirar o máximo proveito de qualquer coisa, a economia caminha, quase automaticamente, em direção a um mundo menos material, com menos energia e mais eficiência. Esta tendência, aliada a uma mudança para as fontes de energia alternativas, cria o potencial de se reduzir aquilo a que chamamos a nossa pegada ecológica: a quantidade média de espaço necessária para a subsistência de cada ser humano.”

Como seria implementado? A Terra seria mesmo dividida ao meio?

“Atualmente, 15% da superfície terrestre e 3% do mar estão reservados para fins de conservação. O sistema de Parques Nacionais dos EUA idealizou algumas estratégias que demonstram como se pode alcançar a meia Terra em etapas. Estas incluem coisas como os monumentos naturais nacionais: áreas que têm um valor especial para o país, seja em termos de natureza ou de história. Não haveria alteração na posse [da propriedade] ou regras contra o uso desta terra. Mas quando as pessoas possuem propriedades num monumento natural nacional, costumam ter orgulho disso e fazer bom uso da terra. Este é apenas um dos muitos passos que foram idealizados dentro do nosso sistema atual de parques nos Estados Unidos. Também existem as áreas demarcadas reconhecidas oficialmente pelas Nações Unidas. Podemos fazê-lo aos poucos.”

Estou bastante otimista. Acho que uma das principais razões por que não temos avançado mais rapidamente é porque não passámos por essa transformação em que as pessoas valorizam aquilo a que se chama vida selvagem. Não apenas os animais grandes, mas o resto das formas de vida. Assim que as pessoas se apercebam do que isso é e da sua importância para os ecossistemas da natureza e, em última análise, para elas próprias, acredito que uma mudança rumo à preservação das outras formas de vida seguir-se-ia, para nosso benefício geral.

Fonte: Uniplanet

sexta-feira, 28 de maio de 2021

Iconotypes: A Compendium of Butterflies & Moths by Richard Vane-Wright

An enhanced facsimile published in partnership with Oxford University Museum of Natural History and sub-titled 'Jones's Icones Complete'. 

A key moment for natural history was the foundation of the Linnean Society of London in 1788. 

The Oxford Museum holds correspondence between William Jones and Sir James Smith discussing the founding of the society, reproduced here, and the Icones themselves, 13 paintings and sketches and almost 1,300 illustrations of butterflies and moths from the seven original volumes, all painted in exceptional detail in colour and at around life size. 

Far more than an Enlightenment curiosity, the paintings were used as the basis for the description of 231 new species in the third volume of the 1793 monograph Entomologia systematica. Fabricius was the leading entomology student of Linnaeus and this monograph greatly expanded the earlier accounts of Lepidoptera species. 

Icones constitutes part of the foundations of butterfly taxonomy and systematics. This early documentation of the global butterfly fauna also carries important messages for conservation biology at a time when repeated studies are showing that global insect abundance has declined by as much as 45% in half a century. In Europe alone, grassland butterflies have experienced a 40% decline in the past 30 years down to habitat loss and chemical pollution. 

Significantly, Icones documents a pre-industrial butterfly world and several of the species illustrated are extinct. The masterpiece is now available together with a reproduction of the original French frontispiece to volume two entitled 'Papiliones Helicon II'. 

We are taken back to those drawers of butterflies, moths and other insects pierced by a pin in large wooden display boxes in museums, but it is the sheer beauty of these botanical plates, page after page in full colour full page together with distribution maps, texts and explanation of the butterfly species from around the world from Africa to Vietnam which will delight. 

With full listing of Jones's Iconotypes, Index of Butterfly Species and To the Article. A Thames & Hudson quality 2021 first edition, satin pagemarker, truly heavyweight at over 2kg and 688 pages, 19 x 26.5cm.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Dossiê Zoologia, Etologia e Neurobiologia

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Lineu (Carl Nilsson Linnæus)

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Vida e obra de Lineu e links


Carlos Lineu, Carolus Linnaeus ou Carl Linnaeus (também  Carl von Linné, 1707-1778) foi um botânico, médico e zoólogo sueco cujo trabalho lançou as bases da sistemática e nomenclatura biológica moderna. Muito antes de Lineu, a ciência clássica foi importante na formação da ciência subsequente no Ocidente. Transmitida pelas culturas da área mediterrânea, a ciência clássica foi recuperada durante o Renascimento e a Revolução Científica que se seguiu, e alicerçou a busca de um novo sistema botânico. Com base no trabalho de seus predecessores e contemporâneos, Linnaeus desenvolveu um sistema coerente para descrever, classificar e nomear organismos. Os alunos de Linnaeus viajaram pelo mundo para explorar e coletar informações e espécimes. Aspectos do sistema de Lineu permitiram que amadores e profissionais em todo o mundo identificassem, nomeassem e descrevessem plantas por mais de dois séculos.

Para saber mais:

Pre-Linnaean botany
Materia Medica Mediterranea is a forthcoming database dealing with medicinal plants in the ancient Mediterranean world and resulting from 25 years of research into ancient books in libraries throughout the world by Alain Touwaide.

Maps of the Mediterranean world

Linnaeus

In addition to the Strandell Collection of Linnaeana, there are several other collections of Linnaean material of possible interest to researchers.

The library of The Linnean Society of London holds Linnaeus' own collections of plant and animal (fish, insects, shells) specimens as well as his personal library (books, manuscripts, correspondence).

The Institut de France, Paris, holds the plant specimens that Linnaeus collected in Lapland.

The Natural History Museum in London holds several collections of plant specimens and drawings consulted by Linnaeus.

The Botanical Museum at Uppsala University, Sweden (now Botany Section of the Museum of Evolution), contains plant specimens consulted by Linnaeus.

The University Libraries at Kansas State University, in Manhattan, Kansas, hold the Mackenzie Linnaeana collection, formerly at the New York Horticultural Society, which consists of books and dissertations.

A short biography of Linnaeus can be found at the Web site of the Department of Systematic Botany, Uppsala University.

A brief biography, plus a portrait and a synopsis of his scientific thought, can be found at the Museum of Paleontology, University of California, Berkeley site.

Information on the Linnaean herbarium at the Swedish Museum of Natural History, Stockholm, is available.

The Linnaeus Link project is an international collaboration based at The Natural History Museum in London. The project aims to improve access to Linnaean collections in a number of institutions through the creation of an on-line union catalogue of Linnaean material on the Web.

The Linnaean Society of New York was founded in 1878 as a natural history society and serves interested amateurs and professional scientists. Their public lectures, meetings and membership are open to persons with an active interest in ornithology, natural science and conservation, with a focus on the northeast United States. In the spirit of the society's namesake Carl Linnaeus, they maintain several funds promoting field work and scientific research and they also grant awards.

The Herbarium at Moscow State University has a Linnaean Collection.

Available on the Hunt Institute's Web site are databases of the index and the bibliography from Robert W. Kiger, Charlotte A. Tancin and Gavin D. R. Bridson's Index to Scientific Names of Organisms Cited in the Linnaean Dissertations together with a Synoptic Bibliography of the Dissertations and a Concordance for Selected Editions (Pittsburgh, Hunt Institute, 1999) and the Index to Bionomials Cited in the First Edition of Linnaeus' Species Plantarum.

terça-feira, 19 de março de 2013

Dia do Taxonomista (Taxonomist Appreciation Day)


Dia do taxonomista: No dia 19 de março celebramos o profissional que faz um trabalho de grande importância para a biologia.

O taxonomista é responsável por definir os grupos de organismos biológicos com base em características comuns.

Dia do taxonomista
A taxonomia é geralmente é praticada por biólogos conhecidos como taxonomistas, embora naturalistas entusiastas frequentemente se envolvam em publicações de novos taxa.

Importância dos taxonomistas
O trabalho taxonômico é a base para entendermos como podemos salvar as espécies em perigo de extinção e também para podemos fazer planos para o futuro.

Dois campos da biologia aplicada em que o trabalho taxonómico é de fundamental importância é o estudo da biodiversidade e conservação.


Lineu, criador da nomenclatura binomial e da classificação científica, o “pai da taxonomia moderna”

Sem uma taxonomia dos organismos numa determinada área, estimar a quantidade da diversidade presente não é realista.

Biodiversidade em perigo – Dia do taxonomista
Durante as últimas décadas, uma grande erosão da biodiversidade vem sendo observada. A maioria dos biólogos acredita que uma extinção em massa está a caminho. Apesar de divididos a respeito dos números, muitos cientistas acreditam que a taxa de perda de espécies é maior agora do que em qualquer outra época da história da Terra.

Alguns estudos mostram que cerca de 12,5% das espécies de plantas conhecidas estão sob ameaça de extinção. Alguns dizem que cerca de 20% de todas as espécies viventes podem desaparecer em 30 anos. Quase todos dizem que as perdas são decorrentes das atividades humanas, em particular a destruição dos habitats de plantas e animais.

19 de março
Como a conservação tornou-se cada vez mais politicamente importante, o trabalho taxonômico impacta não só na comunidade científica, mas toda a sociedade. 

O dia do Taxonomista (Taxonomist Appreciation Day) é celebrado desde 2013 para valorizar essa ciência que é crítica para quase tudo que fazemos em biologia, e que infelizmente, ainda é pouco valorizada e compreendida pela sociedade. Vamos mudar isso!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Grande Botânico (1817-1911)- centenário da sua morte






No centenário da morte do grande botânico, intelectual e ilustrador que foi Joseph Hooker [Botanical Journal of the Linnean Society, 167: 353–356] que coincide com a época natalícia redobro o apelo que protejamos as briófitas (vulgo musgo). Muitos têm elevado estatuto de conservação. Não recolham musgos nem os comprem.

Saiba mais sobre este grande explorador aqui

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Uma viagem por toda a História da Botânica - Exposição Order From Chaos: Linnaeus Disposes




The from which Linnaeus brought order can be seen not only as the previous and contemporary literature in which plants and animals were named and described in as many styles as there were authors but also as the explosion in new species found during European voyages of discovery that had to be accounted for in the overall knowledge of the plant world.

To bring order from chaos, Linnaeus did two things:
1. He synthesized the previous literature about all plants and animals known to the western world, determining which descriptions in one work correlated to which descriptions in another work.
2. He developed a comprehensive system for grouping, naming and describing species, and he added references from previous authors to his own text, correlating his names and descriptions to those of earlier and current writers.

His new plant classification system was artificial and thus undesirable from the point of view of those working to achieve a natural system of classification. However, what it lacked in naturalness it made up for in ease of application, usability, and expansibility. A problem with many earlier systems was that an inexperienced person with an unknown plant in hand could not easily find its place within the system and could not ascertain whether it was already recorded somewhere else.

The essence of Linnaeus’ achievement is that he succeeded in regularizing the way plants and animals were studied. He made systematics systematic, through a system of uniform description, classification and nomenclature, which in turn simplified and facilitated identification. Others had done one or more of these things before but in a more limited and less coherent way. His precise terminology, use of an international language, consistently-applied system and global scope ensured widespread usability of his system. The magnitude, utility and comprehensiveness of his system made it unique and influenced the way that his colleagues and successors would approach their work. Modern systematic biology began with his mid-18th-century publications.

Visita merecida até Hunt Institute

domingo, 7 de junho de 2009

Herbário de Lineu

Nome: Rosa carolina L. [Fonte:Linnaeus Herbarium ]

Clica nas seguintes letras e observarás as espécies de plantas recolhidas por Lineu. As imagens são os microfilmes a partir do Herbário de Lineu.

At present: 3658 sheets are presented.
A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z      

quinta-feira, 29 de março de 2007

Dossiê Aves

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sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Apenas há uma estrada....a menos viajada!!

1. Um olhar de Walt Whitman (poemas bilingues retirados do artigo Natureza e Poesia-Naturlink)
1.1. I believe a leaf of grass is no less than the journey-work of the stars,And the pismire is equally perfect, and a grain of sand, and the egg of the wren,And the tree-toad is a chef-d’oeuvre for the highest
Creio que uma folha de erva não vale menos que a jornada das estrelas / E que a formiga não é menos perfeita, nem um grão de areia, nem um ovo de carriça / E que o sapo é uma obra-prima para o mais exigente.

1.2. wonder about the trees:Why do we wish to bear Forever the noise of this (…)
Questiono-me acerca das árvores / Porque pretendemos nós preservar para sempre o seu som?

1.3. Two roads diverged on a yellow wood,I took the one less travelled by,And that made all the difference.
Numa estrada amarela, duas estradas divergem / Segui a menos viajada / E isso fez toda a diferença.

2. Novos Portais do GEA (com imensa informação disponível e actualizada)
Portais Agenda 21 Local, Zero Resíduos, Fórum do Urbanismo e Portal do Ambiente e do Cidadadão da Maia (Setembro de 2006)
3. Estou mais feliz: o Vulgar de Lineu regressou à blogosfera!!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

Festas Felizes Sem Fronteiras

Natal Navidad Χριστούγεννα Noel Christmas クリスマス Kerstmis Рождество
Natale 크리스마스 Weihnachten
Natal de Miguel Torga - Coimbra, 24 de Dezembro de 1988
Menino Jesus feliz
Que não cresceste
Nestes oitenta anos!
Que não tiveste
estes desenganos
Que eu tive
De ser homem,
E continuas criança
Nos meus versos
De saudade
Do presépio
Em que também nasci,
E onde me vejo sempre igual a ti.