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domingo, 16 de junho de 2024
terça-feira, 9 de abril de 2024
Música do BioTerra: Anohni - Drone Bomb Me
[Chorus 1]
Drone bomb me
Blow me from the mountains, and into the sea
Blow me from the side of the mountain
Blow my head off, explode my crystal guts
Lay my purple on the grass
[Verse 1]
I have a glint in my eye, I think I wanna die
I wanna die
I wanna be the apple of your eye
[Chorus 1]
[Verse 2]
Let me be the first
I'm not so innocent
Let me be the one
The one that you choose from above
After all, I'm partly to blame
[Chorus 2]
So, drone bomb me, I'm partly to blame
Blow me from the mountains, and into the sea
I'm partly to blame
Blow me from the mountains, and into the sea
I wanna die
I’m not so innocent
I'm partly to blame
Blow my head off
Explode my crystal guts
[Verse 3]
My blood, my blood, my blood
Choose me, choose me, choose me tonight
Choose me
Let me be the one
The one that you choose tonight
Choose me tonight, tonight
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quarta-feira, 22 de novembro de 2023
Música do BioTerra: ANOHNI and the Johnsons - Sliver Of Ice
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sexta-feira, 23 de junho de 2023
Racing Extinction (Vida em Extinção) - tema original e tema com ANOHNI
A premissa do documentário, que o Discovery Channel exibiu em 220 territórios em 24 horas, é simples. A quinta fase de extinção na Terra, há 65 milhões de anos, foi a que fez desaparecer os dinossauros. A causa? Um asteróide. Em 2015, os cientistas ouvidos no documentário argumentaram que estamos a viver a sexta era, o Antropoceno. "A Humanidade é o asteroide". E esta é a ultima oportunidade para salvarmos o planeta. "Os meus amigos paleontólogos dizem que, se olharmos para a história do Homem desde a revolução industrial até 2100, a II Guerra Mundial será apenas uma nota de rodapé em comparação com a nossa geração, que está a levar a cabo a maior perda de diversidade desde a extinção dos dinossauros".
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sábado, 10 de julho de 2021
Música do BioTerra - "Manta Ray" by J. Ralph & Anohni (F.K.A. Antony)
Between the leaves
All the growing
That we did
All the loving
And seperating
All the turning
To face each other
I divide
In the sky
In the seams
Between the beams
Without biodiversity
And nothing
Means like I never
Existed
Without my home
With no reflection
I cease to exist
And my children
Are dying now
Inside me
My children
Are dying now
Inside me
My children
All I love
All I know
All I've known
I am dying now
Inside me
My children
My children
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sexta-feira, 5 de junho de 2020
Antony & The Johnsons - Hope There's Someone
"Hope There's Someone" é uma meditação sombria e vulnerável sobre a mortalidade e o isolamento existencial. O tema central é o pavor do desconhecido que surge após a morte; não é apenas uma questão de onde se vai, mas de quem estará lá.
A canção destaca o conceito do limbo — o tal "lugar do meio" — que representa o medo de não alcançar a paz nem o descanso final. Para Anohni, a música funciona como uma prece laica, um pedido desesperado por companhia no momento mais solitário da experiência humana: a transição da vida para a morte. A progressão sonora da faixa, que começa com um piano fúnebre e termina com vocalizações quase agónicas, mimetiza a ansiedade e o pânico que o tema da finitude muitas vezes desperta. Além disso, no contexto da vivência da artista, a obra toca na fragilidade de quem procura aceitação e segurança num mundo que, por vezes, exclui identidades marginalizadas.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Música do BioTerra: Lou Reed and Antony- Perfect Day
Lou Reed and Antony - Perfect Day
O mundo pode ser assim...Mais amorcracia.
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Música do Bioterra: Imagine by Antony and the Johnsons
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Música do BioTerra: Antony Hegarty - Cut the World
That feminine decree
I've always contained
Your desire to hurt me
But when will I turn
And cut the world?
When will I turn and cut the world?
My eyes are coral
Absorbing your dreams
My skin is a surface
To push to extremes
My heart is a record
Of dangerous scenes
But when will I turn
And cut the world?
When will I turn and cut the world? [5X]
Melhor som aqui
sábado, 19 de novembro de 2011
Música do BioTerra: Bird Girl - Antony Johnson
Este ano 3 mulheres receberam o Prémio Nobel da Paz. Ellen Johnson Sirleaf, presidente da Libéria (foi a 1ª presidente africana eleita, Leymah Gbowee, activista liberiana e Tawakkul Karman, activista do Iémen (veja as fotos da cerimónia Em Maio de 2004 salientei o projecto 1000 mulheres para a Paz. Em todo o mundo as Mulheres da Paz estão comprometidas com a promoção da paz, a justiça social, o ambiente e um futuro seguro, actuando com criatividade, usando diversos métodos e dinâmicas de valores. Juntaram em 2005 as suas experiências, seus conhecimentos e seus contactos na organização Mulheres da Paz no Mundo - PeaceWomen Across the Globe .
Veja fotos das vencedoras e do anúncio em OsloDurante a guerra, Gbowee conviveu diariamente com as crianças soldados e percebeu que "a única maneira de mudar as coisas, do mal para o bem, era que nós, mulheres e mães dessas crianças, nos levantássemos e avançássemos pelo bom caminho".Hoje ela é mãe de seis filhos e está instalada desde 2005 em Gana."Nada deveria levar as pessoas a fazer o que fizeram com as crianças da Libéria", drogadas, armadas, convertidas em máquinas de morte, explicou em um documentário sobre a luta das liberianas pela paz.Esta luta "não é uma história de guerra tradicional. Trata-se de um exército de mulheres vestidas de branco, que se ergueram quando ninguém queria fazê-lo, sem medo, porque as piores coisas imagináveis já haviam ocorrido conosco", escreveu em sua autobiografia."Trata-se da maneira como encontramos a força moral, a perseverança e a valentia para levantar nossa voz contra a guerra, e reestabelecer o sentido comum em nosso país", acrescentou.
Activismo de Leymah Gbowee na Libéria rende-lhe o Nobel
Ellen Sirleaf foi a 1ª presidente africana eleita
Tawakkol Karman dedica Nobel à Primavera Árabe
Leia os perfis das vencedoras do Nobel
domingo, 9 de janeiro de 2005
Musica do BioTerra: Antony and The Johnsons - Cripple and the Starfish
Mesmo que a realidade possa ferir-nos um pouco, sejamos como as estrelas-do-mar e recuperemos os braços (=as forças)
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