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terça-feira, 9 de abril de 2024

Música do BioTerra: Anohni - Drone Bomb Me

[Chorus 1]
Drone bomb me
Blow me from the mountains, and into the sea
Blow me from the side of the mountain
Blow my head off, explode my crystal guts
Lay my purple on the grass

[Verse 1]
I have a glint in my eye, I think I wanna die
I wanna die
I wanna be the apple of your eye

[Chorus 1]

[Verse 2]
Let me be the first
I'm not so innocent
Let me be the one
The one that you choose from above
After all, I'm partly to blame

[Chorus 2]
So, drone bomb me, I'm partly to blame
Blow me from the mountains, and into the sea
I'm partly to blame
Blow me from the mountains, and into the sea
I wanna die
I’m not so innocent
I'm partly to blame
Blow my head off
Explode my crystal guts

[Verse 3]
My blood, my blood, my blood
Choose me, choose me, choose me tonight
Choose me
Let me be the one
The one that you choose tonight
Choose me tonight, tonight

Acerca do Tema: Drone Bomb Me

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Música do BioTerra: ANOHNI and the Johnsons - Sliver Of Ice


Este tema é especialmente dedicado ao falecimento do seu amigo Lou Reed. Já me faleceram alguns. Já suportei perdas maiores. Anohni, que já tive o prazer de a ver ao vivo, é um colosso de emoções. Obrigado por existires e continua a tua bela arte.

Há cerca de 5 meses quando saiu este tema, fiquei logo apaixonado por ele. Entrei em loop. Hoje volto a revê-lo. Novas emoções. Olho para o videoclipe e sublinho este trecho da música:

"I couldn’t believe it ’til tonight
This whole place made of light
I made myself a home

Don’t know what’s wrong
Don’t know what’s right
I belong here as animals might"

sexta-feira, 23 de junho de 2023

Racing Extinction (Vida em Extinção) - tema original e tema com ANOHNI


A premissa do documentário, que o Discovery Channel exibiu em 220 territórios em 24 horas, é simples. A quinta fase de extinção na Terra, há 65 milhões de anos, foi a que fez desaparecer os dinossauros. A causa? Um asteróide. Em 2015, os cientistas ouvidos no documentário argumentaram que estamos a viver a sexta era, o Antropoceno. "A Humanidade é o asteroide". E esta é a ultima oportunidade para salvarmos o planeta. "Os meus amigos paleontólogos dizem que, se olharmos para a história do Homem desde a revolução industrial até 2100, a II Guerra Mundial será apenas uma nota de rodapé em comparação com a nossa geração, que está a levar a cabo a maior perda de diversidade desde a extinção dos dinossauros".

Realizado como um thriller de espionagem, Racing Extinction mostra Louie Psihoyos e a sua equipa em verdadeiras missões de detetives. Munidos de câmaras e microfones ocultos, viajam até Hong Kong, disfarçados de turistas gastronómicos, à procura de estabelecimentos que vendam espécies em vias de extinção. E é ali, no topo de um edifício, que fazem uma descoberta chocante. Depois, na província de Cantão, na China, visitam um mercado ilegal, em pleno céu aberto, onde são vendidas inúmeras espécies raras, desde corais a mamíferos. Do fundo do mar, Racing Extinction passa para a criação industrial de gado. Três quartos do terreno agrícola do mundo todo é usado para alimentar animais para consumo. E há uma conclusão que, na entrevista, Psihoyos faz questão de enfatizar: "A criação de gado emite mais gases nocivos do que todo o setor dos transportes. Um vegetariano que conduza um Hummer usa menos energia do que uma pessoa que coma carne e ande de bicicleta".

Mas nem tudo são más notícias: o documentário foca os resistentes, os investidores nas energias renováveis, os esforços feitos em países em vias de desenvolvimento para transformar regiões dependentes da caça de espécies em perigo em zonas de turismo. Racing Extinction não é apenas um documentário. Pretende criar um movimento, primeiro nas redes sociais, e depois na prática, usando a hashtag #Startwith1thing (em português, "começa com uma coisa"). Embora admita que governos e organizações governamentais "não estão a fazer o suficiente", o realizador salienta o facto de, "pelo menos, se estar a falar sobre estes assuntos".

Vale a pena conhecer o trabalho e activismo de J. Ralph

Ver também o lindíssimo vídeo com ANOHNI.

sábado, 10 de julho de 2021

Música do BioTerra - "Manta Ray" by J. Ralph & Anohni (F.K.A. Antony)


In the trees
Between the leaves
All the growing
That we did

All the loving
And seperating
All the turning
To face each other

I divide
In the sky
In the seams
Between the beams

Without biodiversity
And nothing
Means like I never
Existed

Without my home
With no reflection
I cease to exist

And my children
Are dying now
Inside me
My children
Are dying now
Inside me
My children

All I love
All I know
All I've known
I am dying now
Inside me
My children
My children

Tradução para Português aqui
 
Página Oficial de ANOHNI

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Antony & The Johnsons - Hope There's Someone


Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, will I go?

Hope there's someone
Who'll set my spirit free
Tell me why I'm coming home

Oh, I'm scared of the middle place
Between light and nowhere
I don't want to be the one
Left in there, left in there

There's a ghost on the horizon
When I go to bed
How will I fall asleep tonight?
How will I rest my head?

Oh, I'm scared of the middle place
Between light and nowhere
I don't want to be the one
Left in there, left in there

Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, will I go?

Hope there's someone
Who'll set my spirit free
Tell me why I'm coming home


"Hope There's Someone" é uma meditação sombria e vulnerável sobre a mortalidade e o isolamento existencial. O tema central é o pavor do desconhecido que surge após a morte; não é apenas uma questão de onde se vai, mas de quem estará lá.

A canção destaca o conceito do limbo — o tal "lugar do meio" — que representa o medo de não alcançar a paz nem o descanso final. Para Anohni, a música funciona como uma prece laica, um pedido desesperado por companhia no momento mais solitário da experiência humana: a transição da vida para a morte. A progressão sonora da faixa, que começa com um piano fúnebre e termina com vocalizações quase agónicas, mimetiza a ansiedade e o pânico que o tema da finitude muitas vezes desperta. Além disso, no contexto da vivência da artista, a obra toca na fragilidade de quem procura aceitação e segurança num mundo que, por vezes, exclui identidades marginalizadas.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Música do BioTerra: Antony Hegarty - Cut the World


For so long I've obeyed
That feminine decree

I've always contained
Your desire to hurt me

But when will I turn
And cut the world?

When will I turn and cut the world?

My eyes are coral
Absorbing your dreams

My skin is a surface
To push to extremes

My heart is a record
Of dangerous scenes
But when will I turn
And cut the world?

When will I turn and cut the world? [5X]

Melhor som aqui

sábado, 19 de novembro de 2011

Música do BioTerra: Bird Girl - Antony Johnson


Este ano 3 mulheres receberam o Prémio Nobel da Paz. Ellen Johnson Sirleaf, presidente da Libéria (foi a 1ª presidente africana eleita, Leymah Gbowee, activista liberiana e Tawakkul Karman, activista do Iémen (veja as fotos da cerimónia Em Maio de 2004 salientei o projecto 1000 mulheres para a Paz. Em todo o mundo as Mulheres da Paz estão comprometidas com a promoção da paz, a justiça social, o ambiente e um futuro seguro, actuando com criatividade, usando diversos métodos e dinâmicas de valores. Juntaram em 2005 as suas experiências, seus conhecimentos e seus contactos na organização Mulheres da Paz no Mundo - PeaceWomen Across the Globe .
Durante a guerra, Gbowee conviveu diariamente com as crianças soldados e percebeu que "a única maneira de mudar as coisas, do mal para o bem, era que nós, mulheres e mães dessas crianças, nos levantássemos e avançássemos pelo bom caminho".
Hoje ela é mãe de seis filhos e está instalada desde 2005 em Gana.
"Nada deveria levar as pessoas a fazer o que fizeram com as crianças da Libéria", drogadas, armadas, convertidas em máquinas de morte, explicou em um documentário sobre a luta das liberianas pela paz.
Esta luta "não é uma história de guerra tradicional. Trata-se de um exército de mulheres vestidas de branco, que se ergueram quando ninguém queria fazê-lo, sem medo, porque as piores coisas imagináveis já haviam ocorrido conosco", escreveu em sua autobiografia.
"Trata-se da maneira como encontramos a força moral, a perseverança e a valentia para levantar nossa voz contra a guerra, e reestabelecer o sentido comum em nosso país", acrescentou.
Veja fotos das vencedoras e do anúncio em Oslo
Activismo de Leymah Gbowee na Libéria rende-lhe o Nobel
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