sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Música do BioTerra: Xmal Deutschland- "I´ll be Near You" e a seguir "Polarlicht"




"I'll Be Near You "

Now you've gone away and I am left behind
I won't ask you to take me along
But when you turn this crystal in your hand
You call me
Wherever you stay - I'll be around
I'll watch every move you make night and day
I'll be there - whatever you do
Just call me

I will be near you - wherever you are
I will be near you
I'll walk beside you - wherever you go
I will be near you

When you close your eyes
And try to touch my mind
I'll be the vision and voice that you hear
I'll be a part of all the things you see
Just call me
Wherever you stay - whatever you do
I'll be the spirit of all the steps you take
Just hold this crystal in your hand
And call me

"Polarlicht"

Polarlicht Polarlicht Polarlicht
Scheine scheine...

Polarlicht...
Von Alaska bis Kiruna
Von Alaska bis Kiruna
Scheine scheine...

Polarlicht...
Sturm zwischen den Sternen
Fackeln am Horizont !
Brenne brenne...
Aura am Nachthimmel

Polarlicht...
(Tänzer am firmament)
Scheine scheine...

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Desenvolvimento Humano vs Alterações Climáticas



Acabou de ser publicado o Relatório das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Humano 2007/2008 e está principalmente focado na problemática desenvolvimento humano vs alterações climáticas

Tem início na próxima segunda-feira, dia 3 de Dezembro (prolongando-se até 14 de Dezembro), em Bali na Indonésia, a 13ª Conferência das Partesda Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas. A Conferência de Bali conta com a participação de 13.000 participantes de todo o mundo entre representações oficiais, organizações nãogovernamentais e comunicação social.A Quercus manterá durante a conferência um BLOGUE com pormenores da negociação, curiosidades, fotos e vídeos recolhidos pelos
seus participantes.

Blogue da Semana
Terra Alerta


segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Fotografo da semana- Miguel Claro

Depois de em maio do ano passado ter tido duas fotografias suas destacadas pela Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA na sigla em inglês), o astrofotógrafo português Miguel Claro volta a ter uma fotografia sua na galeria 'foto do dia' da agência espacial, destaca o Diário de Notícias.

No site a NASA explica que o especialista português conseguiu captar um fenómeno raro. Mas antes da explicação, o melhor é mesmo ver a imagem.

O destaque na composição vai para os 'arco-íris' repetidos que mostram-se no céu estrelado. A NASA diz que este é um fenómeno provocado por uma perturbação atmosférica, possivelmente uma tempestade. O que vemos na imagem é o equivalente às ondulações na água quando atira uma pedra para uma lagoa, por exemplo.

Para explicar as cores a agência espacial diz que estas são resultado do efeito em diferentes partículas, desde o sódio até ao oxigénio. A NASA destaca ainda a plena visibilidade da Via Látea no centro da imagem e a galáxia de Andrómeda na parte superior esquerda da composição.

A fotografia de Miguel Claro foi captada na montanha do Pico, nos Açores. Na parte inferior da imagem é possível ver a ilha do Faial.

Página Oficial do autor

sábado, 24 de novembro de 2007

Documentário - The Corporation (2003), por Mark Achbar e Jennifer Abbott




Toda a informação em
The Corporation

Excelente documentário canadiano de 2002, que apresenta o poder das Corporações, mais forte que o poder politico.

Através de seus lobbies junto aos governos e suas ferramentas de merchandising, marketing, branding, etc ,elas definem tendências de consumo de produtos eletrónicos, vestuário, alimentos, entretenimento, medicamentos, etc.
 
Corporações farmacêuticas influenciam e ate definem o que será e o que não será ensinado nos currículos universitários de Medicina, Farmácia e outras áreas de Saúde, para defender os seus interesses mercantilistas de vendas de inúmeros medicamentos nocivos. 
 _____

"A Corporação" ataca questões éticas de grandes empresas

Por Richard James Havis
20/04/2005

Os ataques às práticas éticas e sociais das grandes empresas que compõem o documentário "A Corporação" não serão novidade para a maioria dos liberais bem informados.

Mas a pesquisa bem feita, a apresentação clara e a correlação precisa com os escândalos recentes envolvendo grandes empresas norte-americanas devem incentivar os espectadores bem menos informados a refletir mais profundamente sobre o papel das grandes firmas no mundo.

Se tivesse sido exibido alguns anos atrás, "A Corporação" provavelmente tivesse passado desapercebido. Mas o destaque ganho por "Fahrenheit 11 de Setembro" e os escândalos envolvendo empresas norte-americanas devem despertar o interesse do público. O fato de Michael Moore aparecer no filme, como entrevistado, é uma atração adicional.

A produção canadiana é dirigida por Mark Achbar ("Manufacturing Consent: Noam Chomsky and the Media") e Jennifer Abbot a partir do livro "The Corporation: The Pathological Pursuit of Profit and Power" de Joel Bakan.

O documentário começa com um breve histórico legal das grandes empresas. De acordo com a lei, as firmas têm os mesmos direitos que os indivíduos: podem processar, ser processadas, etc.

Mas o foco do filme está em mostrar que existe uma grande diferença entre o indivíduos e a corporação. Espera-se dos indivíduos que demonstrem responsabilidade ética e social. Já a corporação tem, por lei, apenas uma responsabilidade: garantir a seus acionistas o maior lucro possível.

O longa-metragem afirma que esta é uma abordagem unidimensional que conduz à exploração da força do trabalho, à devastação do meio ambiente, a fraudes contábeis e várias outras coisas do gênero.

WTC E O OURO

Para comprovar seu argumento, os cineastas entrevistam cerca de 40 pessoas, incluindo Noam Chomsky, Milton Friedman, Mark Moody-Smith (ex-presidente da Royal Dutch Shell) e os jornalistas Jane Akre e Steve Wilson, ex-funcionários da Fox News.

Os temas variam desde fábricas de fundo de quintal no Terceiro Mundo até a destruição do meio ambiente, passando pela patenteação do DNA.

Uma parte perturbadora do filme mostra um negociador de commodities, Carlton Brown, dizendo que, ao assistir ao ataque terrorista contra o World Trade Center, os dealers de ouro acharam que a tragédia teria um aspecto positivo, na medida em que faria o preço do ouro subir.

Os cineastas deram a executivos-chefes como Mooy-Smith a oportunidade de apresentar argumentos em favor da responsabilidade empresarial.

O que Moody-Smith quer mostrar é que existem alguns líderes bons nas grandes empresas, capazes de conduzi-las num rumo positivo.

Os diretores respondem que esses poucos bons líderes não serão capazes de impor uma responsabilidade ética a uma máquina construída com o objetivo único de auferir lucros.

Um raio de esperança é lançado por Ray Anderson, executivo-chefe da Interface, a maior fabricantes mundial de tapetes. Anderson se conscientizou da questão ambiental e reestruturou um terço de sua empresa, que vale 1,4 bilhão de dólares, com base em princípios ecologicamente sustentáveis.

"A Corporação" não é um trabalho de ativismo global que defenda a derrubada do capitalismo. Uma seção final do filme analisa como o poder das grandes empresas pode ser reduzido por meios legais e sociais.

Alguns trechos do filme, como um em que Michael Moore, antes do lançamento de "Fahrenheit", comenta por que a Disney lança filmes de um inimigo declarado das grandes empresas, como ele, estão datados, e o filme fala muito pouco da Worldcom ou da Enron.

Mesmo assim, será muito bem-vindo pela parte do público cujas preferências políticas se situam à esquerda do centro.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Sementes de Luz


A razão de ser do título prende-se não só com o facto de se comemorar hoje o Dia da Floresta Autóctone (data que deveria substituir em protagonismo o Dia Mundial da Floresta, celebrado numa época do ano pouco adequada, no nosso País, às plantações de árvores) mas também este vídeo de Sandra Egidio como raíz e tronco sobre o quanto belo tem o mundo e quanta luz pode iluminar os nossos desígnios com mais gestos de solidariedade , de abraços e com ramos e folhas para enviar a boa mensagem e frutos e delas germinando sementes do amanhã, celebrando os esposais entre os humanos e a natureza, citando António Gedeão.

Sítios da Semana
Earth Spirit Earth Crash: Healing Ourselves and a Dying Planet


The Oil Drum


Amanhã, 24 de Novembro é o Dia Sem Compras. Sugiro que visitem Vigotroca: um novo espaço para fazer trocas de bens; é a aposta dum conjunto de associações a favor do consumo consciente, pela reutilização e a reciclagem, pela participação cidadã e a recuperação da rua como espaço de conhecimento, relação e disfrute.


Blogue de Natureza e Fadas, tudo em Chaminé de Fadas

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Pam Warhurst: Como transformar a nossa comunidade numa horta colectiva

Original em Inglês

Pam Warhurst: How we can eat our landscapes


O que deve fazer uma comunidade com a sua terra não utilizada? Alimentos vegetais, é claro. Com energia e humor, Pam Warhurst diz no TEDSalon a história de como ela e uma equipa crescente de voluntários se uniram para transformar lotes de terra não utilizada em hortas comunitárias, e de mudar a narrativa da agricultura e economia dos alimentos na sua comunidade.

Todmorden- "Incredible Edible"

Versão Portuguesa

Mais Leituras

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Lixo electrónico - como reduzir

Red Lorry Yellow Lorry: Chance (1985)


Sobre Red Lorry Yellow Lorrey: aqui

Campanha da UNEP

Agora que o nosso Governo tem uma forte aposta no Plano Tecnológico, tem vantagens e desvantagens. Convém estares atento primeiro à publicidade e reflectir e ponderar muito bem se a compra de PC, telemóveis, iPod é mesmo prioritário pra a tua vida. Maximiza todas as potencialidades dos programas e operações que estão nestas e-máquinas (consulta manuais de programação, frequenta acções de formação).Com estas atitudes estarás a maximizar e retirar o máximo benefício da máquina que compraste, estás a reduzir a exposição às ondas electromagnéticas e a diminuir o lixo electrónico. No nosso País já há uma razoável cobertura de empresas de recilagem de tinteiros e toners. Quanto a novos computadores, telemóveis, faz-se frequentemente o reaproveitamento, passando a solução pela sua regeneração e venda nos mesmos locais de aquisição de hardware e software ou em campanhas de trocas. O ideal é também a possibilidade de entrares em grupos de freecycling, isto é, são comunidades cujo objectivo é Reusar : Não Deitar Fora objectos. Portanto é um movimento de pessoas interessadas em manter os objectos usáveis fora das lixeiras. Visita freecycle.org para conheceres as comunidades e mais informações acerca do movimento. Há sempre Hipóteses (Chance como diz a música desta postagem) para que isto que vais ver nesta apresentação de diapositivos não aconteça mais:

Tanta injustiça, pois não? Sempre que efectuares a compra, opta por comprares material informático e de comunicação a empresas electrónicas mais verdes. Para esse efeito a Greenpeace actualiza, de três em três anos, um ranking de empresas tecnológicas amigas do ambiente e alerta os consumidores com muito detalhe nomeadamente, que produtos tóxicos podem existir, quais os consumos energéticos, que efeitos no Ambiente e na Saúde e menos pobreza e exploração.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Documentário: The Future of food - O Futuro dos Alimentos


A partir da pradarias de Saskatchewan, Canadá para os campos de Oaxaca, México, este filme dá voz aos agricultores cujas vidas e meios de subsistência foram negativamente afectados por esta nova tecnologia. As implicações para a saúde, as políticas governamentais e impulso à globalização fazem parte da razão pela qual muitas pessoas estão alertadas com a introdução de culturas geneticamente modificadas no nosso abastecimento alimentar.

Com imagens dos E.U.A., Canadá e México, O FUTURO DA ALIMENTAÇÃO examina a complexa teia de mercado e as forças políticas que estão a mudar aquilo que comemos como grandes empresas multinacionais procuram controlar o sistema mundial de alimentos. O filme também explora as alternativas para a agricultura industrial em larga escala, colocando a agricultura biológica e sustentável como soluções reais para a crise agrícola de hoje.

Página oficial: The Future of Food
Em Inglês
There is a revolution happening in the farm fields and on the dinner tables of America - a revolution that is transforming the very nature of the food we eat.
The Future of Food offers an in-depth investigation into the disturbing truth behind the unlabeled, patented, genetically engineered foods that have quietly filled U.S. grocery store shelves for the past decade.
From the prairies of Saskatchewan, Canada to the fields of Oaxaca, Mexico, this film gives a voice to farmers whose lives and livelihoods have been negatively impacted by this new technology. The health implications, government policies and push towards globalization are all part of the reason why many people are alarmed by the introduction of genetically altered crops into our food supply. Shot on location in the U.S., Canada and Mexico, The Future of Food examines the complex web of market and political forces that are changing what we eat as huge multinational corporations seek to control the world's food system. The film also explores alternatives to large-scale industrial agriculture, placing organic and sustainable agriculture as real solutions to the farm crisis today.

sábado, 17 de novembro de 2007

TranXgenia, documentário da Catalunha sobre OGM



TranXgènia: a história do verme e do milho: 37 min

Um documentário elaborado pela Plataforma Transgènics Fora! da Catalunya, onde é apresentado como os transgénicos, sem fazer muito barulho, estão cada vez mais presentes nas nossas vidas, desde o campo do produtor até ao prato do consumidor. Baseado na experiência local da Catalunha e de Aragão, explora-se os diferentes pontos da acção dos transgénicos e expõe-se o conflito que eles provocam.

Projecção e debate na 5ª feira, 22 Novembro, BACALHOEIRO
Rua das Bacalhoeiros 125, Lisboa
Início às 22h00
Organização
Gaia

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

O significado da Vida




Já pensaram que Vida já há muito tempo que não é mais um conceito natural?
Neste documento por exemplo,
A global study on the state of forest tree genetic modification , vejam os números e os países já envolvidos em plantações de árvores GM.

Ou ainda Looking to a Future with Genetically Enhanced Humans , onde a eugenia de alta-tecnologia estará prestes a ser realidade...e resultam de trabalhos dos recém laureados este ano ao Prémio Nobel da Medicina.


Puro paradoxo, mas muita gente rejeitará a presença de falcões nas cidades, por
exemplo...outros rejeitam as árvores nas suas ruas...colocam o lixo perto do tronco, como se mastros fossem e são organismos vivos...
Que conceito de Vida queremos? E aceitamos? Que riscos trazem estas descobertas?

Seremos capazes de amar a lentidão, a vida simples, das crianças nas ruas, apelar a uma redução e maior resistência à publicidade e ao consumir por consumir (consumir paisagens, já agora....), amar os campos cultivados (e bosques, matos) de acordo com processos mais ecológicos e protegendo as sementes mais adaptadas aos climas e solos de cada região? Não seria importante que os nossos campos estivessem mais perto das cidades? Não seria importante requalificar os subúrbios - dormitório? Não seria importante apoiar os que preservam os pequenos quintais e quintas no interior da cidade do Porto e de outras cidades Portuguesas? Os que há muito desejam litorais com dunas e não ruas de buzinas e motores e cordões electrificados pelos passadiços.....

Há anos que cidadãos desesperam por um ordenamento ecológico das nossas cidades, que se apoie genuínamente a preservação da Rede Natura 2000,alertando para os princípios de precaução e prevenção, amando as árvores e a biodiversidade das nossas terras.

Manifesto Global Contra as Patentes Sobre Sementes e Animais

Leitura recomendada

The Meaning of Life , de Carl Zimmer, Revista Seed

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

André Gorz



Filósofo francês pioneiro nas ideias de ecologia política

André Gorz, que se suicidou, aos 84 anos, junto com sua esposa incuravelmente doente, foi um dos principais filósofos sociais do século XX e um pioneiro da ecologia política. Membro do comitê editorial (1961-74) de Les Temps Modernes, de Jean-Paul Sartre, e cofundador do semanário de esquerda Le Nouvel Observateur, foi também associado por algum tempo ao bimestral ecológico Le Sauvage, onde muitos dos artigos coletados no inovador Ecology As Politics (1975) foram publicados.

Ele argumentou que uma ecologia política significativa deve implicar uma crítica do pensamento econômico em geral, com base em que qualquer concepção adequada de riqueza deve necessariamente exceder a noção empobrecida de "valor" do economista. Esse fio percorreu seus escritos posteriores, que se concentraram particularmente nas questões da transformação do trabalho e do tempo de trabalho, vislumbrando a possibilidade de que os ganhos de produtividade possibilitados pelo capitalismo pudessem ser usados ​​para melhorar a vida individual e social, em vez de intensificar a competição econômica implacável e divisão social.

Em livros como Farewell to the Working Class (1982), Paths to Paradise (1985), Critique of Economic Reason (1988), Reclaiming Work (2000) e o ainda não traduzido L'Immatériel, Gorz argumentou que estamos nas garras de um sistema que está abolindo o trabalho como o conhecemos: o problema não era a destruição do emprego como tal, mas os esforços irracionais do novo sistema para perpetuar a ideologia do trabalho como fonte de direitos - e, mais importante, do direito à um rendimento. Apesar das ligações de longa data de Gorz com os sindicatos, ele olhava cada vez mais além do proletariado marxista tradicional para implementar seu programa "radical reformista", que defendia um êxodo em massa das relações de trabalho e das relações sociais baseadas na mercadoria.

Nascido Gerhard Hirsch em Viena, filho de um comerciante judeu e de uma secretária católica, teve seu nome alterado para Horst em 1930, aos sete anos, por ocasião da conversão de seu pai à religião de sua mãe. Depois de fugir da Áustria em 1939, um ano após sua anexação pela Alemanha nazista, estudou durante a guerra em Lausanne, onde trocou a língua alemã pelo francês e obteve um diploma em engenharia química.

Um fascínio pela filosofia de Sartre - notadamente refletido em sua primeira obra publicada O traidor (1958) - levou ao encontro deles em 1946, e os dois permaneceram próximos até meados da década de 1970. Em 1949, Gorz mudou-se para Paris com sua esposa inglesa Dorine, que conheceu na Suíça, onde ela trabalhava como atriz. Ele trabalhou para o Movimento Cidadão Mundial, uma organização utópica que defende o governo mundial, antes de iniciar, em 1952, uma carreira jornalística na Paris-Presse, como Michel Bosquet. Sob esse nome, ele passou a desfrutar de uma reputação destemida no L'Express (1955-64) e no Le Nouvel Observateur.

Mas foi como André Gorz - pseudónimo tirado do nome estampado nas lunetas do exército austro-húngaro de seu pai - que escreveu para Les Temps Modernes e publicou trabalhos teóricos, como Stratégie Ouvrière et Néo-Capitalisme (1964), um projeto para a ação socialista, que teve uma grande influência na esquerda italiana e alemã.

Os eventos parisienses de maio de 1968 confirmaram sua crença na possibilidade de uma convergência entre sua visão humanista do socialismo, baseada na busca da autonomia individual, e os objetivos emancipatórios de movimentos sociais mais amplos. Ele também foi fundamental nessa época ao apresentar os escritos de seus amigos Herbert Marcuse e Ivan Illich a um público francês que deveria ser singularmente receptivo às suas ideias.

Os anos turbulentos após 1968 viram conflitos internos na Les Temps Modernes: Gorz renunciou em 1974. Mais ou menos na mesma época, sua oposição à indústria nuclear levou a conflitos com a administração do Nouvel Observateur, a sua saída daquela revista e uma virada mais acentuada à política ecológica.

Seu último livro foi, em muitos aspectos, uma extensa carta de amor para sua fiel aliada Dorine, que por muitos anos sofria de uma aracnoidite debilitante, inicialmente diagnosticada erroneamente. Lettre à D, um sucesso comercial surpresa de 2006-07, permitiu a Gorz pagar uma dívida que ele sentiu ter incorrido ao distorcer o retrato de Dorine em seus primeiros escritos sartreanos. Nela, ele também anunciou que os dois decidiram que não queriam sobreviver um ao outro.

Eles foram encontrados deitados lado a lado. Amigos receberam a notificação da morte nos seguintes termos: "Gérard Horst e sua esposa Dorine se uniram na morte como estavam unidos pela vida". Nicolas Sarkozy saudou Gorz "como uma grande figura da esquerda intelectual". Os moradores da vila do casal os descreveram como pessoas simples e acolhedoras. Suspeito que meu amigo despretensioso teria achado o último tributo mais comovente.

· André Gorz (Gérard Horst, Michel Bosquet), filósofo, nascido em fevereiro de 1923; morreu em 22 de setembro de 2007

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Mãos

Música: Jack Johnson and Ben Harper



With My Own Two Hands

Now I can change the world
With my own two hands
Make it a better place
With my own two hands
Make it a kinder place

With my own two hands
With my own, with my own two hands
With my own, with my own two hands

Now I could make peace on earth
With my own two hands
And I could clean up the earth
With my own two hand
And I can reach out to you
I'm gonna make it a brighter place

With my own two hands
I'm gonna make it a safer place
With my own two hands
I'm gonna help the human race

Now I could hold you
With my own two hands
And I can comfort you
With my own two hands

But you got to use
Use your own two hands
Use your own, use your own two hands
Use your own, use your own two hands
Oh, you got to use your own two hands

1. Saiu o Relatório do Estado do Ambiente em Portugal 2006 (Publicação do Ministério do Ambiente)

2. A Greenpeace Brasil traduziu um estudo intitulado Receitas Contra a Fome - histórias de sucesso para o futuro da agricultura, realizado por pesquisadores da Universidade de Essex e que abrange projectos em mais de 4 milhões de propriedades rurais em 52 países.

3. Novo Ataque ao Sapal de Corroios (Grupo Flamingo, 04-Nov-2007) Após a anulação, em Julho de 2003, das licenças de construção de tanques para engorda de peixe dentro do Sapal de Corroios, o mesmo projecto volta a ameaçar o frágil ecossistema do Sapal. Não podemos deixar cair as promessas feitas para a Salvaguarda do Sapal: Promessas para a Salvaguarda do Sapal de Corroios (Video). Força! 4. Depois de mais de vinte anos de avanços e recuos, o final desta semana parece ter constituído um decisivo ponto de viragem no processo de garantir um futuro para todas as comunidades vivas da Ria de Alvor. A Associação A Rocha inclusive tem um sítio Ria de Alvor Org com toda a documentação e informações de tão importante refúgio biodiverso. Parabéns!!

5. Concelho de Lagos: primeira zona livre de cultivo de milho geneticamente modificado. Foi publicado dia 5 de Novembro em Diário da Republica o Despacho nº 25306 do Director Regional de Agricultura e Pescas do Algarve, que reconhece o estabelecimento de uma Zona Livre do cultivo de milho geneticamente modificado (OGM) no Concelho de Lagos. Parabéns aos munícipes de Lagos!!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Michael Moore: Sicko


Tudo aqui, no sítio do Michael Moore

Sicko mostra que cerca de 50 milhões de norte-americanos não possuem plano de saúde. Enquanto isso, aqueles que o possuem, são normalmente vítimas de fraude das companhias ou falta de cobertura. O sistema de saúde dos Estados Unidos está classificado no trigésimo sétimo lugar, no ranking de 191 países da Organização Mundial da Saúde, por possuir alguns índices, como mortalidade infantil e expectativa de vida, igual a países menos desenvolvidos.[7] Neste documentário entrevistas foram feitas com vários cidadãos que pensavam possuir cobertura de seus planos, mas não puderam ter acesso ao tratamento. Antigos funcionários de companhias de planos de saúde descrevem as iniciativas para o corte de custos, dando bônus aos funcionários e médicos que encontrassem formas de aumentar o lucro das empresas, negando tratamentos e procedimentos em seus clientes.[3][8]

No Canadá, um cidadão descreve o caso de Tommy Douglas, considerado o maior canadense de 2004, por suas contribuições ao sistema único de saúde do país. Michael Moore também entrevista pacientes em salas de espera de pronto-socorros e ambulatórios de um hospital público do Canadá. Enquanto isso, os defensores do sistema de saúde dos Estados Unidos se opõem ao sistema universal de atendimento, fincados no contexto dos anos 50 e sua perseguição por comunistas, alegando que um sistema universal levaria à perda de direitos e ao socialismo. Em contrapartida, Michael Moore mostra outros serviços públicos do país como os correios, polícia, bombeiros, ensino e bibliotecas que não levaram o país ao comunismo.

As origens do Health Maintenance Organization Act, de 1973, remonta à uma conversa gravada entre o presidente Richard Nixon e John Ehrlichman, em 17 de setembro de 1971. John Ehrlichman argumenta que "quando menos cuidado de saúde você der a eles, mais dinheiro eles vão lhe gerar", elogiado por Nixon como "nada mal". Isso levou à expansão do atual serviço de saúde mantido por seguradoras e empresas de planos de saúde. O lobby da indústria farmacêutica também foi grande junto ao congresso para a manutenção desse sistema. Hillary Clinton é mostrada no documentário como uma defensora do plano de saúde de Bill Clinton, na época em que ele era presidente, mas seus esforços foram fortemente criticados pelos republicanos, no Capitólio e pela mídia da ala direitista, de que o plano era um primeiro passo para o socialismo.

No Reino Unido existe o Serviço Nacional de Saúde, um sistema financiado pelo governo, onde Michael Moore entrevista pacientes e questiona sobre as despesas dos hospitais com as pessoas, apenas para lhe dizerem que não há nenhuma cobrança feita aos pacientes. Em uma típica farmácia pública, os farmacêuticos dão remédios de graça para todas as pessoas da Irlanda do Norte, Escócia e Gales, menores de 16 anos, estudantes de período integral de 16 a 17 anos, desempregados, pessoas com deficiência e idosos com mais de 60 anos na Inglaterra, tudo com subsídio do governo. Além disso, os hospitais possuem um caixa que reembolsa pacientes de baixa renda pelo transporte até o hospital. As entrevistas incluem um usuário do sistema de saúde, uma norte-americana que reside em Londres e o político britânico Tony Benn.

Na França, Moore visita um hospital e entrevista o chefe de ginecologia e obstetrícia, além de um grupo de norte-americanos residentes em Paris. Ele passa um dia com o "SOS Médecins", um serviço médico 24 horas, que vai de casa em casa fazendo atendimentos médicos. Ele descobre que o governo francês provê muitos serviços sociais e direitos junto ao sistema universal de saúde, como cuidados diários a 1 dólar por hora, educação gratuita nas universidades e um mínimo de cinco semanas pagas de férias, além de suporte neonatal, cuidados com a casa e até férias pagas para as novas mães.

De volta aos Estados Unidos, Moore entrevista voluntários que trabalharam no marco zero dos ataques de 11 de setembro de 2001 e como eles tiveram fundos para tratamento de saúde negados pelo governo, desenvolvendo diversas doenças para as quais não tinham como tratar como problemas respiratórios, bruxismo e transtorno de estresse pós-traumático. Incapazes de arcar com os custos em seu país, Michael Moore leva os voluntários até Miami e de lá pegam barcos rumo à Base Naval da Baía de Guantánamo, na tentativa de conseguir atendimento para heróis norte-americanos. Com um megafone, Moore pede que eles recebam tratamento igual ao que os prisioneiros estão recebendo, mas sirenes o expulsam da baía. O grupo segue para a capital de Cuba, Havana, onde são prontamente internados no Hospital Hermanos Ameijeiras, sem nenhum custo, para exames e tratamento, dando apenas nomes e datas de nascimento. Antes de partir, eles ainda foram homenageados pelo corpo de bombeiros de Havana.

Finalmente, Moore se dirige ao público, enfatizando que as pessoas deveriam cuidar umas das outras, não importa as diferenças entre elas, demonstrando seu comprometimento pessoal com o tema. Assim, ele decide ajudar Jim Kenefick, um de seus principais opositores, que precisavam de 12 mil dólares para custear o tratamento médico da esposa. Ele faz uma doação anônima para Jim, para que ele não dependa do sistema de saúde do país. O documentário termina com Moore em frente ao Capitólio, com um cesto de roupas sujas, ironizando que o governo poderia lavar suas roupas enquanto ele aguardava por dias melhores para os doentes que não tinham condições de pagar por um plano de saúde.


Saber mais:

Wiki (PT)

Wiki (EN)

sábado, 3 de novembro de 2007

Pico da Água (Peak Water), Água e Conflitos Armados, GEE e Barragens, Expedição Arctic Sunrise, Seca e Centrais Nucleares




WIRED SCIENCE Peak Water PBS
Colocado por pbs_usa



4% do Aquecimento Global é devido às Barragens (artigo original; versão portuguesa)

Boletim Bimensal do Portal da Água da UNESCO,No. 194, 1 Novembro 2007 (selecção de temas mais importantes)

1. A 6 Novembro, participa na celebração da Jornada Internacional pela Prevenção da Exploração do Ambiente em Tempos de Guerra e de Conflito Armado

2. Conheça a família da Água da UNESCO

3. À conversa com Richard Meganck, Director do Instituto UNESCO-IHE para a educação relativa à água

4. Sabias que? Factos e números sobre a água e os conflitos armados

5. E- Livro da UNESCO-ÁGUA Water a Shared Responsiblity (15,9 Mb)
Barco da Greepeace e respectiva expedição científica Arctic Sunrise

Seca extrema pode causar danos em centrais nucleares (artigo: Drought fueling power concernsDuke facing a problem as water level drops on Lake Norman )

Sítios do dia

Transboundary Waters Edu

Amazónia Org

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Carta Aberta Contra o Uso de Árvores GM para biofuel

CARTA ABERTA À SBSTTA (*) SOBRE AS ÁRVORES GM ( versão original ) Tradução para português por Avelino Braga 
Os abaixo assinados participantes da SBSTTA ou de reuniões preparatórias da SBSTTA desejam manifestar as suas preocupações acerca da questão das árvores GM dentro do processo da Convenção da Diversidade Biológica. Como é sabido, a última Conferência das Partes aprovou a Decisão VIII/19 que reconhecia as incertezas relacionadas com os impactos ambientais e sócio económicos potenciais, incluindo os de longo prazo e transfronteiriços das árvores GM sobre a diversidade biológica dos bosques a nível global assim como nos meios de subsistência das comunidades locais e indígenas e dada a ausência de dados seguros e da capacidade de alguns países de levar a cabo a avaliação de riscos e dos impactos potenciais. Entre outras coisas é recomendado às Partes uma atitude de precaução ao tratar a questão das árvores geneticamente modificadas . A recomendação anterior parece ter sido ignorada por um certo número de países onde quer centros oficiais de pesquisa quer empresas privadas continuam a realizar trabalhos na modificação genética das árvores e estão mesmo a planear fazer testes de campo como o caso actual da empresa ArborGen que procura obter autorização para ensaios de campo aberto de eucaliptos em floração nos EUA. Hoje estão a fazer-se trabalhos na modificação genética das árvores –ignorando a Decisão da COP- pelo menos nos seguintes países: Alemanha, Áustria, Brasil, Cabadá, Chile, China, Espanha, EUA, Finlândia, França, Japão, Nova Zelândia, Portugal, Reino Unido e Suécia. Dado que a Decisão da COP8 encarregou a SBSTTA de fazer a avaliação dos possíveis impactos ambientais, culturais e sócio económicos das árvores geneticamente modificadas na conservação e utilização sustentável da diversidade biológica florestal e de apresentar o relatório à nona Conferência das Partes e dada a pressa em produzir biocombustíveis estar a ser usada para promover o rápido desenvolvimento comercial de árvores geneticamente modificadas, apelamos à SBSTTA que : -insista no cumprimento por todos os países do princípio da precaução como foi acordado no COP8 -recomende a proibição das árvores GM baseada nos seus impactos potenciais sobre a diversidade biológica florestal.
55 Organizações Mundiais subscritoras Global Justice Ecology Project = World Rainforest Movement = Global Forest Coalition = Sobrevivencia, FOE , Paraguay = STOP GE Trees Campaign, North America = NOAH, Friends of the Earth, Netherlands = Africa Europe F & J Network = Friends of the Earth, Europe = Friends of the Earth, Malaysia = CENSAT, Aguaviva FOE, Colombia = Indigenous Information Network, Kenya = Nordre Folkcenter for Renewable Energy, Denmark = Friends of the Siberian Forests, Russia = CELCOR, FOE Papua New Guinea = Pro REGENWALD, Germany = Robin Wood, Germany = Friends of the Earth, England, Wales and Northern Ireland = Consumers Association of Penang, Malaysia = Comision Intereclesiastica de Justicia y Paz, Colombia = Consejo Comunitario de la Cuenca del Currarado = Ole Siosiomaga Society Incorporated (OLSSI), Samoa = Fundación para la Promocion del Conocimiento Indigena, Panama = ICTI, Tanibar, Indonesia = PIPEC, Pacific Indigenous Peoples Environment Coalition, New Zealand = FERN = International Alliance of the Indigneous and Tribal Peoples of the Tropical Forests = Corporate Europe Observatory = Greenpeace International = Ecologica Movement BIOM, Kyrgyzatan = CORE, Centre for Organization Research & Education, Northeast Region India = EQUATIONS =Ecological Society of the Philippines = Timberwatch Coalition, South Africa = Forest Peoples Programme, UKMST = Brazil’s Landless Workers’ Movement Viola, Russia = Ecoropa, Germany = ETC Group = Asociación Indígena Ambiental = Umwelt-und Projehtwerhstatt, Germany = Global Environment Centre, Malaysia =Washington Biotechnology Action Council, U.S. = BUKO Campaign against Biopiracy, Germany = The Gaia Foundation, UKHATOFF Foundation, Ghana = Tebteba Foundation, Philippines = Nature Tropicale, Benin (West Africa) = Jeunes Volontairs pour l’Environnement, Togo = Biofuelwatch, UK = Bangladesh Indigenous Peoples Forum = NABU, Nature and Conservation Union, Germany = BUND, Friends of the Earth Germany = Indigenous Network on Economics and Trade, Canada (*) (SBSTTA) SUBSIDIARY BODY ON SCIENTIFIC, TECHNICAL AND TECHNOLOGICAL ADVICE

Impressionante o número e projectos Florestação OGM no Mundo

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quinta-feira, 1 de novembro de 2007

George Steiner - holocausto ou holocaustos?



George Steiner esteve recentemente em Portugal e de acordo com notícia no Ciência Hoje o ensaísta vem proferir um discurso que a Europa é uma civilização decadente e que aparecerão outros locais do planeta como a China e a Índia?. Esta afirmação levantou-me uma série de inquitações:
Ora a Índia e a China já têm o seu espaço, as suas incongruências e cometendo os piores atentados ecológicos de sempre enquanto hoje há uma Europa que tem feito da sustentabilidade um exemplo a este planeta...exigir mais é possível, concerteza.
Mas George Steiner (G.S.), proferiu uma outra barbaridade ainda mais grave uma civilização que mata os seus judeus não recupera ...Não visitou o memorial em Berlim, concerteza...ou tão aplaudido sábio terá esquecido de Aristides Sousa Mendes ou de Oskar Schindler?

Por mim G.S. que fique pela América e ataque outros holocaustos que não criticou: Guantanamo, o muro internacional no México, que ataque a administração Bush que ainda não assinou o Protocolo de Quioto, que ataque um país que mantem a pena de morte, que ataque um país onde é constitucional o uso de armas...e lembrar-lhe que há muitos holocaustos no mundo...

G.S., enquanto aufere uns bons milhões de dólares e estará num gabinete provavelmente nada ecológico, com ar condicionado, podia sair um pouco da sua aura de eterna vítima de anti-semitismo e demonstar mais solidariedade com estas irracionalidades no Mundo de hoje como Angola e que são também holocautos tão ou mais graves que Kosovo e/ou Israel-Palestina: Darfur, Birmânia, Congo, Ruanda, Singapura , Indonésia, Tibete, povos da Amazónia, Curdos e Nações sem Estado.


Leituras recomendadas
Worst Places on Earth Are Home to Millions , por Stephen Leahy
China-Envionment, por Jean-François Huchet
Documentário Darfur Our Choice, Too: On the Edge in Darfur, livro e sítios
Ecologia do Stress, por Afonso Cautela
Darfur is Dying um videojogo lançado ainda este mês que descortina a quem joga viver a experiência de cerca de 2.5 milhões de refugiados em Darfur (região do Sudão)
Sítio Eurominority Org
Hidden Apartheid - Relatório de 113 páginas da HRW denunciando a contínua discriminação de castas
Contraditions on Interent Diffusion in Singapore, por Andrew Chadwick
Remembering Rwanda: Africa in Conflict, Yesterday and Today
Una ONG israelí denuncia que las familias de Gaza son más pobres que las de Ruanda (El País, 17/10/07)
Soja na Amazónia - em nome do progre$$o
Não há Paz com a carteira vazia (CIA- The Worlfact Book 2007), e-livro gratuito

Documentário: A Carne é Fraca



Alguma vez você já pensou sobre a trajetória de um bife antes de chegar ao seu prato? Nós pesquisamos isso para você e contamos, neste documentário, aquilo que não é divulgado. Saiba dos impactos que esse acto - aparentemente banal - de consumir carne representa para a sua saúde, para os animais e para o planeta. Com depoimentos dos jornalistas Washington Novaes e Dagomir Marquezi, entre outros. 

Realização do Instituto Nina Rosa.

Dia Mundial do Veganismo