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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Yalisco - Long Summer

Letra
It's been a long long summer
Thinking about you
And though I said I'd get through it
It still sounds a bit untrue
Girl, sometimes I wonder
If you feel as I do
Cause when the sun is going down
I just want to be around you

It's been a long long time
Alone with my thoughts
Trying to find anybody
To help me pass the time
Girl, sometimes I wonder
If you still dream about me
And when the tide is going out
You just want me by your side

It's been a long long summer
Think I've made up my mind
Now I must fill the emptiness
And try to start again
Girl, I do still wonder
If you feel as I do
Cause when the sun is going down
I still want to be around you

Anatomia da Melancolia Solar: A Poética Suíça de "Long Summer" dos Yalisco
Originais de Genebra, na Suíça, os Yalisco — projeto cofundado pelo vocalista e guitarrista Valentin Girardet — destacam-se no panorama do indie rock e surf pop alternativo europeu. A sonoridade de "Long Summer" enquadra-se num dream pop e surf rock atmosférico marcado por guitarras carregadas de reverb, ritmos cadenciados e timbres quentes. A produção da faixa, editada pela chancela independente Table Basse Records, constrói uma paisagem sonora envolvente e contemplativa que evoca a sensação estival e a languidez típica do final de tarde.

No que concerne ao significado da canção, a letra escrita por Valentin Girardet e pelos seus companheiros de banda aborda a transição emocional do isolamento após o fim de uma relação. O "longo verão" funciona como uma metáfora para um estado de suspensão temporal - um período dilatado em que a luz vibrante da estação contrasta fortemente com a solidão e a ruminação interior ("It's been a long long summer / Thinking about you"). A composição retrata o esforço para preencher o vazio e recomeçar, enquanto a maré e o pôr do sol sublinham a inevitabilidade da passagem do tempo.

Do ponto de vista literário e filosófico, a faixa estabelece um diálogo com o conceito de spleen baudelairiano e com a melancolia existencial, na qual a beleza da natureza coexiste com o tédio e a nostalgia interior. Releva também uma profunda ressonância com a reflexão de Albert Camus sobre encontrar um "verão invencível" no meio das adversidades do indivíduo, bem como com a noção de tempo psicológico ou durée de Henri Bergson: a perceção emocional da estação estende-se indefinidamente na psique de quem recorda. Em termos poéticos, a faixa revisita o efémero da juventude e do afeto, transformando o cenário solar num espaço metafísico de cura, saudade e aceitação.

Página oficial

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Metric - Eclipse [All Yours]

Melhor som aqui
Letra
All the lives always tempted to trade
Will they hate me for all the choices I made?
Will they stop when they see me again?
I can't stop, now I know who I am

[refrão]
Now I'm all yours, I'm not afraid
And you're all mine, say what they may
And all your love I'll take to a grave
And all my life starts now

Tear me down, they can't
Take you out of my thoughts
Under every scar there's a battle I've lost
Will they stop when they see us again?
I can't stop, now I know who I am

[refrão] 2X

Análise de "Eclipse (All Yours)" dos Metric: a música de Twilight
"Eclipse (All Yours)" é uma canção interpretada pela banda Metric, composta especialmente para a banda sonora oficial do filme A Saga Twilight: Eclipse (2010). O grupo é uma banda canadiana de rock independente, formada em Toronto, Ontário, em 1998, sob a liderança da vocalista e teclista Emily Haines e do guitarrista James Shaw.

No que respeita ao estilo musical, o Metric navega entre o Indie Rock, Synth-Pop, Post-Punk Revival e New Wave, unindo guitarras elétricas marcantes a sintetizadores pulsantes e linhas melódicas vocais bastante acessíveis. Embora não seja uma banda comercial na sua essência - tendo construído a sua carreira no circuito alternativo sob uma filosofia DIY ("do it yourself") e editando grande parte do seu catálogo através da sua própria editora independente, a Metric Music International -, o grupo alcançou uma grande projeção mainstream. Essa transição para o grande público foi impulsionada precisamente pela inclusão das suas faixas em bandas sonoras de sucessos globais, como a saga Twilight e o filme Scott Pilgrim vs. The World.

O significado da canção e do seu videoclipe está profundamente ligado à narrativa cinematográfica. A letra foi escrita sob a perspetiva direta da protagonista Bella Swan, abordando a devoção incondicional e a entrega definitiva refletidas no verso "I'm all yours" ("Sou toda tua"), ao mesmo tempo que expressa o conflito interno e o receio das consequências das suas decisões, visível na linha "Will they hate me for all the choices I've made?" - uma alusão clara ao triângulo amoroso e às tensões entre vampiros e lobisomens. Por sua vez, o vídeo combina a atmosfera melancólica e florestal do filme com a performance da banda. Nele, Emily Haines surge isolada numa cabana de madeira a compor ao piano enquanto observa trechos de romance e combate numa televisão retro, enquanto os restantes membros aparecem dispersos por cenários naturais sombrios, como florestas densas, penhascos e pedreiras, simbolizando a solidão e a tensão iminente da história.

Por fim, o som do Metric é moldado por um leque diversificado de influências musicais que equilibra o rock clássico, o pós-punk e o synth-pop. Entre as suas principais referências estão o New Wave e Post-Punk dos anos 80 (bandas como Joy Division, The Cure, New Order, Depeche Mode e Blondie) e o Indie e Alt-Rock dos anos 90 e 2000 (Sonic Youth, Pixies, The Velvet Underground, além da proximidade com a cena de Nova Iorque e Toronto ao lado de nomes como Yeah Yeah Yeahs, TV on the Radio e Broken Social Scene). Soma-se a isto a utilização de eletrónica vintage e uma base de estruturas clássicas, fruto da formação técnica de James Shaw na prestigiada escola Juilliard e das vivências vanguardistas da infância de Emily Haines.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Ramones - We’re A Happy Family

Melho som aqui
Letra
[Chorus 1]
We're a happy family
We're a happy family
We're a happy family
Me, Mom and Daddy (2X)

[Chorus 2]
Sitting here in Queens
Eating re-fried beans
We're in all the magazines
Gulpin' down Thorazines
We ain't got no friends
Our troubles never end
No Christmas cards to send
Daddy likes men

[Verse]
Daddy's telling lies
Baby's eating flies
Mommy's on pills
Baby's got the chills
I'm friends with the president
I'm friends with the pope
We're all making a fortune
Selling Daddy's dope

[Chorus 2]

[Chorus 1]
We're a happy family
We're a happy family
We're a happy family
Me, Mom and Daddy

Lançada em 1977 no aclamado álbum Rocket to Russia, a canção "We’re A Happy Family" dos Ramones é uma das obras mais emblemáticas do punk rock norte-americano. Oriunda de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, a banda imortalizou-se através de um estilo musical caracterizado pela velocidade avassaladora do punk, enraizado no garage rock e enriquecido com melodias orelhudas inspiradas no bubblegum pop dos anos 60.

O Sonho Americano em estilhaços
O significado da canção reside numa sátira profundamente corrosiva ao ideal do American Way of Life e ao mito da família suburbana impecável, exaustivamente vendido pelos meios de comunicação da época. A letra pinta o retrato de um lar completamente disfuncional e caótico, no qual os membros negociam psicotrópicos ("sellin' Thorazine"), consomem comida enlatada de forma compulsiva e lidam com fobias, vícios e psicoses. O génio da composição reside no contraste irónico: quanto mais degradante e surreal se torna o quotidiano daquela casa, com maior insistência a família repete o refrão que assegura estarem todos felizes.

Uma música intemporal
A atemporalidade de "We’re A Happy Family" deve-se à persistência do fenómeno que crítica. Se nos anos 70 a farsa do bem-estar se concentrava nos postais ilustrados e nos comerciais de televisão, hoje encontra o seu eco perfeito na cultura de aparências e validação das redes sociais. Além disso, a opção por abordar a alienação social através do humor negro e de uma sonoridade simples e direta garantiu que a faixa mantivesse o seu frescor ao longo das décadas.

A nível de influências literárias e filosóficas, embora os Ramones mantivessem uma postura estritamente urbana e sem pretensões académicas, a faixa conecta-se diretamente com o Absurdismo e o Existencialismo de pensadores como Albert Camus, ao expor a futilidade de tentar manter convenções sociais num mundo sem sentido. Em termos literários, a canção alinha-se com a ficção satírica da contracultura norte-americana de autores como Kurt Vonnegut e William S. Burroughs, utilizando o bizarro e a paródia para desmantelar a hipocrisia da sociedade de consumo.

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Neil Young a tireless righteous contrarian


Letra

Won't need no shadow man 
Runnin' the government 
Won't need no stinkin' WAR 
Won't need no haircut 
Won't need no shoe shine 

[refrão] 3x
After the garden is gone 
 
What will people do? 
After the garden is gone 
What will people say? 
After the garden 

Won't need no strong man 
Walkin' through the night 
To live a weak man's day 
Won't need no purple haze 
Won't need no sunshine

[refrão] 3x
After the garden is gone 

Where will people go?  
After the garden is gone 
What will people know? 
After the garden 

 [refrão] 2x

O videoclipe oficial de "After The Garden", integrado no projeto Living With War de Neil Young, cruza de forma crua o rock de protesto e o ativismo ecológico. Visualmente, o vídeo simula a urgência de um canal de notícias fictício, utilizando a imagem do ex-vice-presidente americano Al Gore e do seu documentário An Inconvenient Truth para expor a crise climática mundial. Os rodapés informativos na tela dividem as atenções entre a contagem de baixas de guerra e os alertas sobre o degelo, traçando um paralelo direto entre a destruição militar e o ecocídio provocado pela ganância industrial. A nível político, o "jardim" surge como uma metáfora óbvia para o planeta Terra e a natureza que a humanidade está prestes a esgotar, terminando com um apelo explícito à ação individual e coletiva, desde o consumo de energias limpas à pressão sobre os governos.

Musicalmente, a faixa assenta num rock de garagem denso e distorcido, onde a aspereza das guitarras traduz a gravidade e a pressa que o tema exige. A voz cética de Neil Young une-se a um coro potente no refrão, transformando a pergunta sobre o destino da humanidade "depois do jardim" num hino coletivo e numa espécie de prece fúnebre pelo planeta. É um rock de intervenção direto, sem artifícios, desenhado para incomodar e mobilizar.

English analysis
He is throwing back 1970 "After the Gold Rush (song)"
Now THIS
"After the Garden" serves as the powerful opening statement for Neil Young’s fiercely political album Living With War. Originally written in 2006 as a blistering critique of the George W. Bush administration and the Iraq War, it has taken on a new life with Young's Living With War 2026 archival project, reframing the music to parallel today's political landscape.

The song acts as a bridge between environmental destruction and the futility of war. Young uses "the garden" to represent pristine nature, Eden, or a peaceful Earth, posing the stark, driving question: "What will people say after the garden is gone?" He immediately follows this warning by asserting that in a devastated world, we "won't need no stinkin' war" because humanity will already be dealing with the fallout of its own survival. He sharply criticizes the public's desire for aggressive, authoritarian leaders, arguing that true strength is built on peace and preservation rather than military dominance or fear-mongering.

Musically, Young describes the track's style as "metal folk protest music." It features gritty, raw garage-rock guitar work and a steady, march-like rhythm that evokes the feeling of a protest movement. A massive, multi-voiced choir echoes his lyrics, giving the song the weight of a communal hymn rather than just a solo rant.

While the core vocal and instrumental performances remain from the original recording, Young remixed the entire project for this 2026 archival release to give it a refocused mix for the present day. In this edition, the 100-voice choir is mixed much higher and given a heavier, more distinct presence in the soundscape. By amplifying the wall of human voices, Young deliberately draws a straight line from his 2006 anti-war sentiments to modern anxieties, suggesting that the fight for the planet and against political division is more urgent than ever.

Fontes:
Neil Young Archives
Living with War (2006)

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Matt and Kim - Lessons Learned



Tape holds things that cannot stick
And keep leftovers in the fridge
While lessons learned go down the drain
I can't believe in everything
All the bad names gone
And the good ones were all wrong

And so I stayed up all night
Slept in all day
This is my sound
Thinking about tomorrow won't change how I feel today

Never let your mark erase
'Cause broken legs can be replaced
Two steps to the finish line
Three sips till I finish mine
A straw will always suck it out
Close your eyes and use your mouth
And tell me about your song

And so I stayed up all night
Slept in all day
This is my sound
Thinking about tomorrow won't change how I feel today

Lançada em 2009 no álbum Grand, a canção foca-se na ideia de viver o momento e aceitar as consequências das nossas ações, sem grandes arrependimentos. Há uma celebração da juventude e da falta de inibição.

A Letra: A música fala sobre a sensação de liberdade ao "deixar-se ir" e como as experiências (mesmo as mais caóticas ou embaraçosas) se tornam "lições aprendidas". Há uma celebração da juventude e da falta de inibição.

O Vídeo Icónico: É impossível falar desta música sem mencionar o videoclipe. Nele, o duo caminha por Times Square, em Nova Iorque, enquanto se despe completamente até ficarem nus em público.

O conceito do vídeo: Reforça a mensagem da letra — a vulnerabilidade total e a ideia de que, independentemente do "escândalo" ou da reação dos outros, o que importa é a experiência vivida e a liberdade pessoal.

Curiosidade: O vídeo foi gravado num dia de muito frio e foi filmado de forma "guerrilha" (sem autorizações completas para nudez em público), o que resultou na detenção (encenada) dos artistas no final.

O que foi real?
O Frio: Sim, era real. Foi filmado em fevereiro de 2009. Se olhares para as pessoas em pano de fundo em Times Square, verás que estão todas com casacos pesados de inverno.

O Estilo Guerrilha: Sim. Eles não tinham autorização para nudez (o que seria quase impossível de conseguir ali). A produção foi feita de forma rápida para evitar que a polícia os parasse antes de terminarem a caminhada.

O que foi encenado?
A Detenção: Não foi real. No final do vídeo, vemos agentes da polícia a algemarem o Matt e a Kim. No entanto, aqueles "polícias" eram, na verdade, atores contratados pela produção.

A Nudez: Embora eles estivessem tecnicamente despidos no local, a Kim revelou mais tarde em entrevistas que eles usaram "pequenos truques" (" modesty patches, "como fita adesiva de cor da pele e protetores) para não estarem 100% expostos perante a multidão, embora para quem passava a ilusão fosse total.

Porquê a confusão?
A banda e o realizador queriam que o vídeo parecesse um documentário real de um crime ou de um ato de rebeldia pura. Durante muito tempo, eles mantiveram o mistério para alimentar o "hype" do vídeo, que acabou por ganhar o prémio de Melhor Vídeo Revelação nos MTV Video Music Awards de 2009

Resumo: Eles foram corajosos ao ponto de passarem muito frio e arriscarem uma multa a sério, mas o final "atrás das grades" foi apenas uma escolha artística para fechar a narrativa da música.

Fontes:
Butts, Blood and Busting Moves: How Matt and Kim Videos Rock the Internet
Entrevista sobre o vídeo

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Highly Suspect - Serotonia


Letra
I wish that everyone I knew was dead
So that I'd never have to pick up the phone
I just wanna be naked
And masturbate all day at home

California dreamin'
Oh my heart just started screamin'
I think I want to be alive

I wish I lived on top of the Sunset
Yeah cause Hollywood you know my type
I'll get stoned all night with Lana
Half in and half out of the light

Ooh, it's california dreamin
Oh my heart just started screamin'
I think I wanna be alive

I can feel it too
So what am I waiting for?
I'm afraid of you

It's just I'm not that good of a person
But I might be enough for you

I'm gonna move to california
I'm gonna melt into the sand
Slow dance with Elizabeth Taylor
And Audrey
Bum a cigarette from Cary Grant

Now new york you know I love you
Because you made me who I am
Which is not that good of a person
I need to feel something again

I can feel it too
So what am I waiting for
I'm afraid of you

It's just I'm not that good of a person
But I might be enough for you
And I got enough love for two

I can feel it too
I'm afraid of you
It's just I'm not that good of a person
But I might be enough for you

O título é um trocadilho com a "serotonina" (a hormona da felicidade). A letra fala sobre o desejo de mudança, a saúde mental, o isolamento e a transição da vida em Nova Iorque para a Califórnia.
"Serotonia”, do Highly Suspect, fala sobre a sensação de não pertencer, a luta constante contra a ansiedade e a tristeza, e o desejo profundo de ser alguém diferente e emocionalmente mais equilibrado. A canção expressa frustração com a própria mente, vontade de fuga e a busca por uma vida mais leve, simbolizada pela ideia de ter “Califórnia nos ossos”. É um desabafo sobre tentar encontrar paz interior quando ela parece sempre fora de alcance.

O título “Serotonia”, um trocadilho com “serotonina”, já indica o tema central da música: a busca por equilíbrio emocional e felicidade. A letra apresenta de forma direta o desejo de escapar das pressões sociais e da própria insatisfação, como no verso “I wish that everyone I knew was dead / So that I'd never have to pick up the phone” (Eu queria que todos que eu conheço estivessem mortos / Assim eu nunca teria que atender o telefone). Esse desejo de isolamento extremo, aliado à vontade de se desligar do mundo e se entregar a prazeres solitários, revela um estado de exaustão emocional e autocrítica, reforçado pela frase recorrente “I'm not that good of a person” (Eu não sou uma pessoa tão boa assim).

A Califórnia aparece como símbolo de recomeço e possibilidade, um lugar idealizado onde o narrador acredita poder se reinventar e talvez encontrar o bem-estar que lhe falta. As menções a ícones de Hollywood, como Elizabeth Taylor, Audrey Hepburn e Cary Grant, trazem uma nostalgia pelo glamour e leveza de outros tempos, em contraste com a dureza do presente. O desejo de “melt into the sand” (derreter na areia) e “slow dance with Elizabeth Taylor” (dançar lentamente com Elizabeth Taylor) sugere tanto uma fuga da realidade quanto uma busca por pertencimento. Ao mesmo tempo, o passado em Nova York é reconhecido como parte da identidade do narrador, mas também como fonte de inseguranças. A música oscila entre esperança e medo, expressando de forma honesta a luta interna por sentido e conexão.

terça-feira, 21 de novembro de 2023

Patti Smith


Há norte-americanos fabulosos. Patti Smith é esse o exemplo. Tem poemas fabulosos e exploratórios. Apesar de Patti Smith nunca ter tido um disco certificado pela RIAA, apesar de ter lançado um único single que chegou ao Top 20, é reconhecida como uma das mais importantes e influentes artistas da história do rock. A revista Rolling Stone recentemente colocou-a no 47º lugar na sua lista dos cem maiores artistas de todos os tempos. 
Em 2012, Smith recebeu um doutorado honorário em belas artes do Pratt Institute.
Em 10 de Dezembro de 2016, Patti cantou "A Hard Rain's A-Gonna Fall" na cerimónia de entrega do Prémio Nobel a Bob Dylan (outro talentoso). 
Um novo festival em 2024 traz Patti Smith de volta a Portugal com Maria João e Camané e muitos outros ao CCB. Já está agendado.

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

Música do BioTerra: Sonic Youth - Mildred Pierce


Sobre o Filme
Mildred Pierce (Alma em Suplício) é um filme noir norte-americano de 1945, dos géneros drama criminal e suspense, dirigido por Michael Curtiz, e estrelado por Joan Crawford, Jack Carson e Zachary Scott. O roteiro de Ranald MacDougall foi baseado no romance homónimo de 1941, de James M. Cain. Este foi o primeiro papel principal de Crawford para a Warner Bros. depois de sua saída da Metro-Goldwyn-Mayer, e ela ganhou o Oscar de melhor atriz por sua interpretação. 
Em 1996, "Mildred Pierce" foi selecionado para preservação no National Film Registry, seleção filmográfica da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, como sendo "culturalmente, historicamente ou esteticamente significativo" 

Sinopse 
Monte Beragon (Zachary Scott), o segundo marido de Mildred Pierce (Joan Crawford), é assassinado com um tiro. Antes de morrer, ele murmura o nome da sua esposa, o que faz os policiais levarem a crer que a mulher é a assassina. No entanto, Bert Pierce (Bruce Bennett), o primeiro marido de Pierce, confessa ser o verdadeiro criminoso. Mildred diz que ele é muito gentil para matar alguém, e começa a revelar toda sua história para um policial num flashback.

Sonic Youth
Sonic Youth. É mesmo isso: juventude sónica, barulhenta, ruidosa, em ruína ou em construção. Destruição? Sublimação da agressividade. Éramos (somos jovens no coração) e não sabíamos. Rebel yeah!!!!!

terça-feira, 19 de julho de 2022

Dossiê Música Rock

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