sábado, 18 de julho de 2026
Anatomia de um arboricídio: o sacrifício de um Pinheiro-Manso em Lisboa
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Sobreturismo nas montanhas: o impacto ambiental que ninguém quer ver
terça-feira, 14 de julho de 2026
Governo vai rever regime de gratuitidade dos museus e diz que são exigências da Comissão Europeia
terça-feira, 21 de abril de 2026
Mais um miradouro, neste caso, em frente à Cascata de Fisgas do Ermelo

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
A graciosidade efémera nas nossas cidades
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| Foto do meu amigo Nuno Pimenta |
Tracing the lines where the sunlight is shed.
The other lingers, a quiet surprise,
With the world’s hidden mischief caught in her eyes.
Between the stone walls and the crowd's muffled roar,
Is a secret shared, then a moment more.
Amidst the grind, two women remain in a soft, steady light
The heart of the city, looking back at you. "
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Mapeado: Como variam os preços das rendas nas principais cidades do mundo (valores em dólares)
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| Para melhor visualização amplie aqui |
domingo, 21 de setembro de 2025
Turismo Imersivo: Da Massificação à Experiência com Significado
- Descobrindo saberes tradicionais, como a cestaria com plantas autóctones ou a produção de queijo de cabra numa pequena unidade artesanal
- Partilhando refeições com gastronomia regional preparada com produtos locais.
- Integrando-se em festividades comunitárias e tradições vivas.
- Explorando a natureza através de passeios guiados que revelam paisagens, histórias e biodiversidade.
- As economias locais beneficiam diretamente: artesãos, produtores, guias e pequenos negócios veem o seu trabalho valorizado e justamente compensado.
- O património cultural é preservado: os ofícios e práticas tradicionais ganham visibilidade e continuam a florescer.
- As comunidades são fortalecidas: receber viajantes aumenta o orgulho na identidade local e abre novas oportunidades.
- O ambiente é respeitado: o formato de pequenos grupos e as atividades de contacto com a natureza promovem práticas de baixo impacto.
segunda-feira, 9 de junho de 2025
Multas, selfies proibidas e códigos de vestuário: as novas regras que deve conhecer antes de viajar para estes países europeus
A Europa prepara-se para um novo recorde de visitantes em 2025, mas os destinos mais procurados estão a apertar o cerco aos comportamentos desordeiros dos turistas. De Espanha à Grécia, passando por Itália e Portugal, multiplicam-se as restrições, as proibições e, sobretudo, as multas. Se está a planear férias no continente europeu este verão, convém conhecer bem as novas regras para evitar surpresas desagradáveis — e caras.
Urinarem locais públicos — incluindo no mar — pode custar aos visitantes até €750 em locais como Marbella e Vigo. O vestuário é outra preocupação: circular em roupa de praia, fora do areal, pode render coimas nas cidades de Málaga e Barcelona.
Até a condução está sob escrutínio. Embora não seja ilegal usar chinelos ao volante, os agentes podem aplicar uma multa até €200 se considerarem o calçado inseguro.
A repressão é particularmente forte nas zonas de diversão noturna como Maiorca, Ibiza e as Canárias. Foram proibidas as festas em barcos e os “pub crawls”, enquanto o consumo excessivo de álcool em público pode levar a coimas de €3.000.
Portofino impôs zonas de “paragem proibida” onde tirar selfies que atrapalhem a circulação pode custar €275. Em Garda, saltar de penhascos ou nadar em zonas perigosas já custou a turistas até €700. Até um simples jogo de futebol pode valer €600 de multa.
O código de vestuário também está em vigor em localidades costeiras como Sorrento, onde andar em fato de banho fora da praia pode ser punido com até €500.
Para limitar multidões, Pompeia passou a aceitar no máximo 20.000 visitantes por dia, enquanto o Coliseu em Roma só permite 3.000 pessoas ao mesmo tempo. Vendedores de bilhetes fraudulentos estão a ser multados.
Na Côte d’Azur, o vestuário excessivamente revelador fora da praia — como andar de bikini ou sem camisa em Cannes — pode render multas de até €38.
As praias gregas devem manter 70% da sua área livre de espreguiçadeiras. Levar conchas ou pedras da praia como recordação é ilegal em muitas zonas e pode custar até €1.000.
Nos sítios arqueológicos, há proibição de usar saltos altos — medida que visa proteger os pavimentos antigos —, com multas até €900. A entrada na Acrópole está limitada a 20.000 visitantes por dia, e os bilhetes são vendidos com hora marcada.
Dubrovnik, símbolo do excesso turístico, só permite agora o desembarque de dois navios de cruzeiro por dia. Foram encerradas bancas de souvenirs, reduzido o número de cadeiras nas esplanadas e limitada a circulação de táxis. O objetivo é tornar a cidade mais habitável para residentes e visitantes.
A poluição sonora é alvo de atenção: colunas com volume elevado estão proibidas em várias praias, com coimas que podem ascender a impressionantes €36.000. Em alguns locais, os horários dos bares foram encurtados. Em Sintra, protestos locais levaram a autarcas a considerar limitar novos hotéis.
As festas em barcos estão sujeitas a regras mais apertadas sobre ruído e álcool. Está também proibida a construção de novos hotéis. Alguns habitantes processaram lojas tornadas virais no TikTok por atraírem multidões.
sábado, 3 de maio de 2025
Música do BioTerra: A Garota Não - Não sei o que é que fica
terça-feira, 18 de março de 2025
Gentrificação: o problema de saúde pública que afeta a cidade do Porto
domingo, 2 de junho de 2024
É assim que o TikTok ou o Instagram destroem praias, montanhas e outros locais naturais

- Gentrificação: o aumento dos preços da habitação causado pela 'proliferação' de apartamentos turísticos, e também de bens e serviços, resulta no deslocamento dos residentes locais dos seus próprios bairros.
- Perda de autenticidade: na sociedade de consumo tudo é comercializável. Também a cultura local, da qual são selecionados apenas os elementos, considerados produtos ou meros espetáculos de entretenimento, que fazem maior sucesso junto dos turistas. A consequência é a perda de tradições e costumes genuínos.
- Superlotação: quando afeta locais históricos ou bens culturais, podem sofrer danos devido ao excesso de visitantes.
- Dependência económica: quando as economias locais se tornam muito dependentes do turismo, tornam-se muito vulneráveis às mudanças que podem ocorrer na procura turística.
- Má qualidade de emprego: que o turismo gera riqueza é um facto. Porém, outra coisa é como isto é redistribuído. E, muitas vezes, os empregos ligados a este setor económico são sazonais e mal remunerados.


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