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sábado, 25 de abril de 2026
Cidade portuguesa entra no top das mais felizes do mundo
domingo, 2 de novembro de 2025
Por onde andam a democracia e o bem comum e qual o papel da petição?
Referências bibliográficas selecionadas
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Freire, P. (1996). Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra.
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Habermas, J. (1996). Between Facts and Norms: Contributions to a Discourse Theory of Law and Democracy. MIT Press.
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Nabatchi, T., & Leighninger, M. (2015). Public Participation for 21st Century Democracy. Jossey-Bass.
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Nussbaum, M. (2011). Creating Capabilities: The Human Development Approach. Harvard University Press.
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Orr, D. (2004). Earth in Mind: On Education, Environment, and the Human Prospect. Island Press.
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Rosanvallon, P. (2008). La légitimité démocratique. Seuil.
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Rosanvallon, P. (2015). Le bon gouvernement. Seuil.
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Smith, G. (2009). Democratic Innovations: Designing Institutions for Citizen Participation. Cambridge University Press.
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Sterling, S. (2010). Transformative Learning and Sustainability: Sketching the Conceptual Ground. Learning and Teaching in Higher Education, 5(11), 17–33.
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UNESCO (2019). Education for Sustainable Development Beyond 2019. Paris: UNESCO.
quinta-feira, 9 de outubro de 2025
Pró - Democracia
quinta-feira, 31 de outubro de 2024
Necear
domingo, 5 de maio de 2024
Subscreva o Manifesto Mais Cidadania
quinta-feira, 2 de novembro de 2023
A 'hipocrisia verde" do aumento do IUC
- Webinar: Aviation Greenwashing and False Solutions (2020)
- As companhias aéreas estão a ser atingidas por litígios anti-greenwashing – eis o que as torna alvos perfeitos
segunda-feira, 2 de janeiro de 2023
Da tenacidade germânica vs. lusa- estudo de caso Frankfurt
segunda-feira, 26 de setembro de 2022
Baloiços e afins
quarta-feira, 13 de julho de 2022
Citizenwashing: What it is and how to spot it

- Where: Run of the mill politician’s speeches
- Politicians’ Tweets
- Politicians’ op-eds
- Where: Public authority press release
- Calls for public consultations
- Dodgy statistics
- Where: Angry politicians’ speeches
- Response to criticism of a policy decision
domingo, 16 de janeiro de 2022
Assembleias de cidadãos: “Podemos ser muito mais poderosos do que somos, politicamente”

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
Petição: É Possível Impedir a Destruição do Geossítio do Paredão
segunda-feira, 13 de setembro de 2021
Zero Apela a que Candidatos se Comprometam a Promover a Sustentabilidade a Nível Local
Oito áreas, trinta e cinco medidas para debate na campanha eleitoral que começa amanhã
Amanhã, dia 14 de setembro, dia em que se inicia oficialmente a campanha eleitoral para as eleições autárquicas, e dado o seu impacto direto na vida quotidiana dos portugueses, a ZERO apela a que os candidatos dos partidos políticos e dos movimentos de cidadãos independentes se comprometam com medidas concretas para garantir a sustentabilidade e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
Para fomentar a reflexão e o debate durante este período, a ZERO apresenta um conjunto de medidas, algumas com impactos positivos nas contas dos municípios e das freguesias, que não só podem ser adotadas pelas listas candidatas, como podem vir a fazer parte das Grandes Opções dos Planos Municipais a aprovar pelos eleitos para os próximos quatro anos.
Neste contexto, foram identificadas oito áreas de atuação onde os autarcas terão um papel decisivo a desempenhar.
- Fazer da mitigação e adaptação às alterações climáticas uma verdadeira prioridade com metas e medidas a cumprir
- O combate às alterações climáticas é um dos maiores desafios para a humanidade e a ação a nível local é decisiva; é fundamental a adesão de todas as autarquias portuguesas ao Pacto dos Autarcas em Matéria de Clima e Energia e comprometerem-se principalmente com a meta de atingir a neutralidade climática até 2050. Note-se que atualmente apenas 169 autarquias são signatárias do Pacto dos Autarcas.
- O Plano de Recuperação e Resiliência vai ter um conjunto de investimentos à escala municipal associados ao pilar da transição verde, nomeadamente na componente relacionada com as alterações climáticas, que em conjunto com outras áreas como a resiliência e a transição digital, têm de ser bem aplicados na promoção da sustentabilidade, melhoria da qualidade de vida e bem-estar.
- Promover o combate à pobreza energética, investir na eficiência energética e na produção local de energia renovável
- Identificar e intervir na melhoria do conforto das famílias em pobreza energética, recorrendo à cooperação com as agências de energia e outras instituições relevantes.
- Apostar na reabilitação do parque edificado, integrando critérios exigentes de eficiência energética e promoção da produção local de energia renovável.
- Prioridade à instalação de unidades de produção em autoconsumo nos edifícios das autarquias (fotovoltaico e eólico), ambas as medidas com reflexos na diminuição de custos no médio/longo prazo.
- Assegurar a sustentabilidade da instalação de parques solares no concelho, envolvendo a população e assegurando uma compatibilização com a proteção da paisagem e da biodiversidade.
- Incentivar a mobilidade sustentável
- Promover a mobilidade sustentável nas vilas e cidades, tornando-as mais próximas dos seus cidadãos, dando prioridade aos serviços locais na malha social em que estes vivem, trabalham, estudam e se divertem.
- Redução do uso do transporte individual através da promoção do transporte público, mobilidade suave e penalização do uso do automóvel sempre que haja oferta alternativa.
- Criação de ciclovias por todo o território (com particular enfoque nos acessos a estabelecimentos de ensino) e generalização de redes de bicicletas partilhadas e de locais de estacionamento para bicicletas.
- Incremento das áreas pedonais urbanas, com aplicação de restrições à circulação de veículos.
- Garantir infraestruturas acessíveis e generalizadas para carregamento de veículos elétricos, já que esta é a principal restrição na promoção da mobilidade elétrica.
- Eletrificação progressiva dos transportes públicos e viaturas municipais
- Reabilitação ou criação de novos interfaces (nós do sistema de transportes que permitem conexões entre vários modos e/ou serviços de transporte que facilitam os transbordos), com o objetivo de reforçar a utilização do transporte público e, de igual modo, promover uma utilização conjunta deste com os modos suaves (andar a pé, bicicleta).
- Promover a alimentação com base na produção agrícola de proximidade
- Intervir nos mercados municipais e junto das empresas do concelho na promoção de fornecimento de recursos alimentares de proximidade.
- Criação e/ou continuação da dinamização de hortas comunitárias, com a distribuição de talhões para cultivo aos cidadãos interessados, de preferência em modo de produção biológico.
- Criação de bolsas de terrenos agrícolas municipais para facilitar o acesso à terra e, assim, estimular o aparecimento de novos produtores locais com surgimento ou consolidação de cadeias curtas agroalimentares.
- Dinamizar um consumo responsável assente nos princípios da economia circularDesenvolvimento e apoio a diferentes iniciativas promotoras de uma cultura resíduos zero:
- Criação de espaços agregadores de serviços locais de pequenas reparações de equipamentos e de mobiliário, e de promoção da reutilização (e.g. troca/venda de roupas em segunda mão, móveis, têxteis).
- Apoio a iniciativas coletivas e partilhadas de disponibilização de recipientes reutilizáveis para o pronto a comer na área do município.
- Proibição da utilização de pratos, copos e utensílios descartáveis em festas, romarias ou eventos realizados na área do seu município (públicos ou privados), promovendo, ao mesmo tempo, iniciativas de disponibilização e higienização de alternativas reutilizáveis.
- Promoção da utilização de fraldas reutilizáveis e de produtos menstruais reutilizáveis – copo menstrual, pensos reutilizáveis, cuecas menstruais, etc. – através da oferta de vouchers para aquisição destes produtos. No caso das fraldas é também importante o fomento de iniciativas de lavagem centralizada, no sentido de facilitar a vida às famílias.
- Distribuição alargada de compostores domésticos, instalação de compostores comunitários e dotar os espaços de restauração coletiva das escolas, dos lares e de outros serviços, de equipamentos de biocompostagem.
- Investimento na instalação de pequenas centrais de compostagem, por forma a evitar o transporte dos resíduos a longas distâncias, a facilitar a devolução dos nutrientes aos solos e apoiar a agricultura de proximidade.
- Investimento estrutural na recolha seletiva porta-a-porta, incluindo a dos resíduos orgânicos (40% do total de resíduos).
- Promover a eficiência e o uso sustentável da água
- Realização de auditorias ao sistema de abastecimento de água, com especial enfoque na análise ao volume de água não faturada.
- Promoção do consumo de água da torneira, em detrimento do uso de água engarrafada, e para divulgar boas práticas de prevenção do desperdício de água e de reutilização de águas pluviais.
- Investimento no tratamento de águas residuais, desenvolvendo esforços financeiros para melhorar a acessibilidade dos cidadãos às redes de drenagem e ao tratamento, dando especial atenção a investimentos em soluções de saneamento descentralizado (micro-ETAR, fito-ETAR), para melhorar a qualidade das águas superficiais.
- Gestão do território integrando os processos naturais nas decisões
- Implementação de estratégias baseadas na natureza na adaptação às alterações climáticas.
- Ponderação da designação de áreas protegidas de âmbito regional ou local
- Programação da reabilitação ecológica de espaços degradados, nomeadamente linhas de água e zonas húmidas.
Promoção da biodiversidade no interior das cidades e vilas, através nomeadamente:
- Do abandono do uso de pesticidas e dos fertilizantes artificiais;
- Da reciclagem dos resíduos da gestão dos espaços verdes, mantendo o solo vivo;
- Da utilização de espécies autóctones em detrimento de exóticas;
- Da promoção de iniciativas de cidadãos – como a criação de charcos, o reaproveitamento das águas pluviais, a plantação de sebes que favoreçam as aves e os polinizadores, a instalação de ‘hotéis’ para polinizadores, a colocação de caixas-ninho para aves e morcegos ou a criação de espirais de ervas aromáticas.
- Instituir Orçamentos Participativos
- Adoção de Orçamentos Participativos deliberativos como uma forma de melhorar a gestão autárquica, sem receio de envolverem os cidadãos e de aprofundar a democracia participativa a nível local.
- Criação de novas formas de “dinheiro”, como as moedas locais, senhas para aquisição de produtos locais, os bancos de tempo (trocas solidárias), e a incentivarem novas formas de economia cooperativa e colaborativa.
terça-feira, 20 de abril de 2021
Do calor às inundações: o papel fundamental das florestas urbanas
- “Árvores urbanas” têm estreia mundial em Lisboa. Produzem oxigénio para 7.000 pessoas por hora
- Plantar árvores nas cidades devia ser visto como uma medida de saúde pública, diz cientista
- Entenda como as árvores ajudam a combater as ilhas de calor nas cidades
- A importância das árvores urbanas
- Vantagens de ter árvores na cidade
- Por falar em calor: ilhas de calor urbano
domingo, 23 de fevereiro de 2020
Entrevista. José Carlos Mota: A falta de cultura participativa dos portugueses é um 'mito urbano'

José Carlos Mota é professor do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT), e considera que a Universidade de Aveiro atravessou três fases na relação com a comunidade: cooperação com o tecido industrial, relação com as autarquias da região e aproximação às comunidades locais. “A falta de cultura participativa dos portugueses é um ‘mito urbano’”, contesta.
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