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sábado, 8 de junho de 2024

Música do BioTerra: The Culture Club - The War Song

Melhor som aqui
Letra
[refrão]
War, war is stupid
And people are stupid
And love means nothing
In some strange quarters
War, war is stupid
And people are stupid
And I heard them banging
On hearts and fingers
(War)

People fill the world
With narrow confidence
Like a child at birth
A man with no defense
What's mine is my own
I won't give it to you
No matter what you say
No matter what you do

Now we're fighting
In our hearts
Fighting in the street
Won't somebody help me?

[refrão]

Man is far behind
In the search for something new
Like a Philistine
We're burning witches too
This world of fate
Must be designed for you
It matters what you say
It matters what you do

Now we're fighting
In our hearts
Fighting in the street
Won't somebody help me?

[refrão]

(War)

After the bird has flown
He walked ten thousand
Miles back home
You can't do that to me, no
You can't do that to me
You can't do that to me, no
You can't do that to me

(War, war)

In this heart of mine
I find a place for you
For black or white
For all the children, too

Now we're fighting
In our hearts
Fighting in the street
Won't somebody help me?

[refrão]

No more war
(War, war is stupid)
Said no more war
(And people are stupid)
Said war
(And love means nothing
In some strange quarters)
I said war
No more war
(War, war is stupid)
Said no more war
(And people are stupid)
Said war
(And I heard them banging
On hearts and fingers)

Said no more war
(War, war is stupid
And people are stupid)
I said no more war
(And love means nothing
In some strange quarters)
Senso hant-ai
(War, war is stupid
And people are stupid)
Senso hant-ai
Say no more war
(And I heard them banging
On hearts and fingers)
Say no more

No more war
(War, war is stupid)
Say no more war
(And people are stupid
And love means nothing)
Say no more war
(In some strange quarters
War, war is stupid)
And no more war
(And people are stupid)
Oh, war
(And I heard them banging
On hearts and fingers)
I said no more war

(War, war is stupid)
And no more war
(And people are stupid)
Oh, war
(And love means nothing
In some strange quarters)

Quando Boy George lançou o tema The War Song, tive uma reacção cínica e achei o video muito light: como é que o pessoal pode dançar com o sofrimento de tantas vítimas das armas e guerras? Algumas guerras são motivações espúrias e estúpidas: gente maluca, com ideias  neoimperialistas, eugenia, nacionalistas, falsas interpretações da realidade etc... Agora, que envelheci vejo o clip de outra forma. Há alguma ingenuidade do cantor, mas realmente o mundo devia ser mais divertido, baseado em jogos tradicionais, mais pacifista e aproveitar os bons momentos da vida, como por exemplo, dançar.

Crítica à ignorância e apatia em "The War Song"
Em "The War Song", dos Culture Club, Boy George utiliza um refrão repetitivo e direto - “War is stupid and people are stupid” (A guerra é estúpida e as pessoas são estúpidas) - para ironizar a forma simplista e superficial com que a sociedade encara a guerra. O próprio artista já afirmou em entrevistas que a opção por uma linguagem simples foi intencional, servindo como crítica à apatia coletiva e à glamorização dos conflitos. Excertos como “love means nothing in some strange quarters” (o amor não significa nada em certos lugares) reforçam a ideia de que valores humanos básicos são facilmente descartados em contextos de intolerância e violência.

A letra também aborda como o egoísmo e a intolerância alimentam guerras, exemplificado em “What's mine is my own, I won't give it to you, no matter what you say, no matter what you do” (O que é meu é meu, não te vou dar, não importa o que digas, não importa o que faças). Ao citar comportamentos como o de “um filisteu” e mencionar “queimando bruxas também”, a música faz referência à repetição histórica de perseguições e violência irracional. O videoclipe, com crianças mascaradas de esqueletos, reforça visualmente a mensagem de que a guerra destrói o futuro e a inocência. O apelo final por “no more war” (chega de guerra) e a inclusão de versos noutros idiomas, como “senso hant-ai” (anti-guerra, em japonês), ampliam o alcance da mensagem pacifista, tornando-a relevante para diferentes culturas.

sábado, 10 de dezembro de 2022

Amazonia (Into The Light)

Amazónia (Into The Light) é um videoclipe de sete minutos em estilo documentário apresentando breves cenas da "vida quotidiana" da tribo indígena Huaorani da bacia do rio Amazonas no Equador contra as inúmeras ameaças à floresta amazônica que ameaçam seu modo de vida tradicional .

Desmatamento em larga escala por meio de extração de madeira descontrolada, aumento de incêndios e contaminação ambiental por meio de operações de mineração ilegais, bem como extração de petróleo e gás são ameaças constantes e crescentes aos meios de subsistência humanos e aos habitats de muitas espécies animais que dependem das florestas e ecossistemas ao redor do Rio Amazonas para sobreviver e prosperar.

O vídeo destaca a trilha sonora de "Into The Light" da suíte musical Regalia - The Enchanted Forest - uma trilha sonora orquestral melancólica e triste / composição de World Music com sabor étnico apresentando membros da Ethnic World Orchestra.

Música por Anthology Records e Peter Heckmann
Produção / Mixagem / Master: P. Heckmann para IPI Ltd. e Rose Records and Publishing

Videomakers: Wind Collective (Huaorani Tribe), Daniel Schua, Wilson Streibig e BlackBoxGuild (licenciado pela Artgrid e Envato Elements)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

domingo, 22 de setembro de 2019

Blavatsky, ONU e Democracia



Nem sempre o público percebe com facilidade qual é a relação entre o movimento teosófico e a democracia. Alguns estão desinformados a respeito da posição da filosofia esotérica diante de fenómenos como o nazismo, o fascismo e outras formas de ação autoritária.
 
Para obter uma perspectiva mais clara da questão, será útil recordar certos fatos básicos da história. Eles nos fornecem pistas sobre a misteriosa ligação dinâmica entre o trabalho de H. P. Blavatsky no século 19 e a situação humana na primeira parte do século 21. Há “coincidências” interessantes e alguns indícios numerológicos que podem ser organizados em cinco itens. 
 
1) Helena Blavatsky construiu a base conceitual de uma fraternidade universal da humanidade que é inseparável do sentimento de respeito em relação a cada povo, cada cultura e cada indivíduo. No plano oculto, não é mera coincidência o fato de que o  final da Segunda Guerra Mundial na Europa e a vitória dos países democráticos contra o nazismo são celebrados  exatamente no mesmo dia em que a sra. Blavatsky encerrou a sua encarnação. A fundadora do movimento esotérico moderno morreu em 8 de maio de 1891. A Guerra na Europa acabou em 8 de maio de 1945. 
 
2) Harry Truman, o presidente dos EUA que liderou os momentos finais da Segunda Guerra Mundial, nasceu precisamente a 8 de Maio, em 1884. Ele foi o 33º presidente. 
 
3) O movimento teosófico foi fundado em 1875, na cidade de Nova Iorque. A Organização das Nações Unidas foi criada em 1945, exatamente sete décadas ou setenta anos depois. A sede está estabelecida em Nova Iorque. Isto é, na mesma cidade onde o movimento teosófico foi fundado. 
 
4) A Carta das Nações Unidas começa com uma vigorosa proclamação do primeiro objetivo do movimento teosófico – a Fraternidade Universal.  Embora esteja longe da perfeição, o movimento teosófico é uma semente de fraternidade universal, do mesmo modo que a ONU é um instrumento da sua germinação no plano visível e externo. É inútil acusar uma muda de árvore de não ser uma árvore adulta. 
 
5) A criação do movimento teosófico em 1875 serviu como um modelo oculto ou arquétipo para a ONU, mas a concepção do movimento não foi um processo inteiramente novo. Os EUA, como país, foi uma profunda fonte de inspiração para a estrutura do movimento teosófico.  
 
HPB escreveu: 
 
“Nascida nos Estados Unidos, a Sociedade foi constituída seguindo o modelo do seu país natal.  Este último, omitindo da sua Constituição o nome de Deus para que isso não fosse um dia um pretexto para se fazer uma religião de estado, oferece igualdade absoluta nas suas leis para todas as religiões. Todas elas apoiam o Estado e são por sua vez protegidas por ele. A Sociedade, modelada de acordo com esta Constituição, pode ser corretamente chamada de ‘uma República de Consciência’.” [1] 
 
Por isso,  se de vez em quando as políticas do governo dos EUA refletem aspectos negativos do atual carma humano,  e parecem em muitos aspectos erradas e injustas, pode ser sábio deixar que passem mais alguns séculos –  talvez mais alguns milhares de anos –  antes de ficarmos muito frustrados.  
 
Enquanto isso, podemos tomar conta da nossa própria e até certo ponto precária “República de Consciência”,  o movimento teosófico, a futura árvore de fraternidade universal. Estaremos  cumprindo o nosso próprio dever da melhor forma possível? Somos uma saudável fonte coletiva de inspiração para o resto do reino humano? Estamos nós livres de “reis”, “papas”, “bispos” – e “candidatos a estes papéis”,  no movimento teosófico como um todo? 
 
Não existe, provavelmente, separação oculta entre os diferentes grupos teosóficos, nesta “república de consciência”.  E  esta ausência de separação interna cria uma responsabilidade comum para cada um e para todos os estudantes de teosofia.  
 
Essa responsabilidade pode incluir uma parte significativa do destino da humanidade nas próximas décadas e nos séculos que virão. 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Encontros improváveis: Ana Luísa Amaral e Oregon- "The Silence Of A Candle"


DA COMUM CLARIDADE
Há um saber qualquer
que há-de ser semelhante ao das estrelas
no seu mais fino fio ausente colisão:
é quando as coisas se ampliam, ou se abrem,
ou muito simplesmente
se incendeiam
Estará decerto no amor esse saber,
e por isso talvez do coração
diziam os antigos ser o meio,
o centro do pensar
Talvez assim também
entre a cor da paisagem
e o recordar de cor
um rosto, uma janela quase circular,
um levíssimo gesto antecipado,
pode haver o mais óbvio
comum a universo:
explosão de estrela nova gerando
outras estrelas, ou mesmo
revogando a antiga luz
Mas em tal comprimento de energia
que o átomo foi,
desconcertado,
de encontro ao mais vazio,
tenta reconcertar outro
caminho
de onde: novo saber,
um brilho novo
transversal a tudo
Quanto ao humano,
sublunar na sua imperfeição,
cinde-o a maravilha do cuidar,
e só lhe resta amar –
o que o perfaz, em soma,
igual ao fogo de que é feita
a estrela –
Ana Luísa Amaral, in “E todavia”, Assírio & Alvim, 2015

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A Ouvir Deep Forest - Pacifique



1. Expedição num barco feito de material plástico reciclado que atravessou o Pacífico, desde a Califórnia até à Austrália [visita e conhece toda a viagem e projecto em Adventure Ecology]

2. O infeliz fenómeno antogénico conhecido por Trash Vortex, é uma mancha enorme de resíduos de plástico que circulam como corrente no Norte do Pacífico

3. Fotografias da Erosão Costeira nas ilhas Palau

4. O desenvolvimento da Permacultura nas ilhas do Pacífico e conheça a obra do pioneiro Russ Grayson