- MARE (Centro de Ciências do Mar e do Ambiente) reúne a Universidade de Évora, a FCUL, a FCT-NOVA, a Universidade de Coimbra, a Universidade da Madeira, o IPLeiria, o IPSetúbal, o ISPA e o ARDITI, sob direção de Pedro R. Almeida.
- CESAM (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar), sediado na Universidade de Aveiro, é dirigido por Amadeu Soares.
- CIIMAR (Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental), sediado na Universidade do Porto, é dirigido por Vitor Vasconcelos.
- CCMAR (Centro de Ciências do Mar), sediado na Universidade do Algarve, é dirigido por Adelino Canário.
- OKEANOS (Instituto de Investigação em Ciências do Mar), sediado na Universidade dos Açores, é dirigido por Gui Menezes.
sexta-feira, 31 de julho de 2026
Oceano reivindica lugar entre os Domínios Estratégicos da AI²
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Dia Internacional das Áreas Marinhas Protegidas: primeira celebração em Portugal acontece no Algarve no dia 1 de agosto


sábado, 13 de junho de 2026
Milhares de espécies de peixes são apanhadas na pesca de arrasto de fundo, incluindo ameaçadas de extinção
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Portugal deve liderar a proteção do Mar dos Sargaços
- Poluição: o mesmo sistema de correntes que mantém o Sargaço nesta região, aprisiona plásticos e outro tipo de poluição, que ameaçam asfixiar as tartarugas e restantes espécies marinhas.
- Mineração em mar profundo: empresas e líderes mundiais já começaram os primeiros testes para conseguirem rasgar o fundo do oceano e extrair minerais. Para alimentar interesses financeiros, querem colocar em risco ecossistemas essenciais à vida no planeta.
- Exploração: a pesca industrial excessiva está a dizimar as populações de peixes e a destruir habitats marinhos.
- Dados científicos recolhidos ao longo de 40 anos revelam uma aceleração acentuada nas alterações da temperatura, salinidade, níveis de oxigénio e acidez da água.
1.Tratado do Alto-Mar entra em vigor e Portugal é desafiado a proteger Mar de Sargaços2.Assinar e divulgar a petição da Greenpeace
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Dia Mundial dos Oceanos alerta para importância das áreas marinhas protegidas
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Já ouviu falar do Síndrome da Referência Móvel - Shifting Baseline Syndrome?
quinta-feira, 12 de março de 2026
As observações de satélite confirmam a previsão da variação do nível do mar dos anos 90
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
domingo, 16 de novembro de 2025
Dia Nacional do Mar
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
Trophic convergence of marine vertebrate communities worldwide
- Temperature: As temperatures get colder towards the poles, overall trophic complexity tends to decrease.
- Productivity: The availability of energy at the base of the food web is a fundamental driver of community structure.
- Depth: Shallower coastal areas tend to support more complex and specialized trophic communities.
Cocteau Twins - How to Bring a Blush to the Snow
A canção “How to Bring a Blush to the Snow”, dos Cocteau Twins, faz parte do álbum Victorialand (1986), um dos trabalhos mais etéreos e contemplativos da banda. Gravado sem o baixista Simon Raymonde, o disco apresenta uma sonoridade leve, dominada por guitarras cristalinas e ambientes sonoros quase imateriais, que criam a sensação de um espaço gelado e luminoso, entre a melancolia e o sonho. A faixa em particular destaca-se pelo seu clima de fragilidade e pela forma como as guitarras parecem “tremeluzir”, acompanhando a voz de Elizabeth Fraser — uma voz que não narra, mas se transforma num instrumento emocional.
Como em quase todas as canções dos Cocteau Twins, as letras são enigmáticas, por vezes ininteligíveis, e o significado é mais sugerido do que dito. O título, “How to Bring a Blush to the Snow” (“Como fazer a neve corar”), evoca a ideia de dar cor, calor ou vida a algo frio e imaculado. Pode ser lido como uma metáfora para o despertar da emoção num ambiente de silêncio e distância, ou como a tentativa de introduzir humanidade e ternura num mundo de gelo — literal ou simbólico. Há quem veja na canção uma meditação sobre o renascimento e a delicadeza, uma paisagem sonora onde o frio se dissolve aos poucos pela presença de algo vivo.
Em Victorialand, as referências à neve, ao vento e às paisagens árticas são recorrentes, e esta faixa parece representar o momento em que a natureza começa a mudar, quando o gelo ganha um leve rubor — o presságio da primavera ou do afeto. Mais do que transmitir uma mensagem concreta, a canção convida o ouvinte a uma experiência sensorial: é sobre sentir a beleza efémera do calor que toca o frio, do silêncio que ganha voz. O seu significado, como o próprio mundo dos Cocteau Twins, reside menos nas palavras e mais na emoção que provoca.
No no no no no (I did everything) (I want a banana) But it’s driving me bonkers (I did everything) (I want a banana) Every beddie time he cries (I want a banana) (I want a banana) They mostly never soothe them (Oh wonderful food-ah) (Oh wonderful food-ah) I did everything I did everything No no no no no (I did everything) (I want a banana) But it’s driving me bonkers (I did everything) (I want a banana) Every beddie time he cries (I want a banana) (I want a banana) They mostly never soothe them (Oh wonderful food-ah) (Oh wonderful food-ah) I did everything (The fold-over, proper cheeks, I got …) I did everything (… Be firm, I said “It’s very fattening!”) (oh) Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Don’t know, hurry, hurry (Oh wonderful food-ah) Siss, I miss your commentary (Oh wonderful food-ah) Any time he cries (You ate a banana) (You ate a banana) They mostly never soothe them (You ate a banana) (You ate a banana) Oh wonderful food-ah Oh wonderful food-ah Someone hurry, hurry (Oh wonderful food-ah) Siss, I miss your commentary (Oh wonderful food-ah) Any time he cries (You ate a banana) (You ate a banana) They mostly never soothe them (You ate a banana) (You ate a banana) Oh wonderful food-ah (The fold-over, proper cheeks, I got …) Oh wonderful food-ah (… Be firm, I said “It’s very fattening!”) Tondo Bravo Rota, did ya see you move a mondo Tondo Bravo Rota, did ya see you move a mondo
terça-feira, 4 de novembro de 2025
Duas Leis, Um Planeta e um Tribunal Silencioso
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
‘Change course now’: humanity has missed 1.5ºC climate target, says UN head

quarta-feira, 1 de outubro de 2025
Superfície global do oceano atingiu a temperatura recorde de 21 graus em 2024
segunda-feira, 1 de setembro de 2025
Esta espécie de caranguejo pode ser um aliado de peso na sobrevivência dos corais
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Um caranguejo Cyclodius ungulatus escondido entre os braços de um coral, na Grande Barreira de Coral, na Austrália. |
segunda-feira, 11 de agosto de 2025
Em 2025 a civilização ultrapassou 7 dos 9 limites planetários
sexta-feira, 8 de agosto de 2025
Adeus às embalagens de plástico? Jovens portugueses criam cápsula de algas com gel de banho que se dissolve na água
Todos os anos, 120 mil milhões de embalagens de plástico são descartadas. Os produtos de higiene, por exemplo, são usados durante semanas, mas as embalagens têm vida longa e acabam muitas vezes nos oceanos ou em aterros.









