domingo, 19 de julho de 2026
A tecnocratização do erro: como o Marketing Político substituiu a resolução de problemas
segunda-feira, 11 de maio de 2026
O futuro passa pelas Comunidades de Energia Renovável (CER) mas com mais reindustrialização solar dentro da Europa /União Europeia
sábado, 25 de abril de 2026
Cidade portuguesa entra no top das mais felizes do mundo
- a governação
- o ambiente
- a economia
- a saúde
- a sustentabilidade
- o envolvimento dos cidadãos
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
A máquina da atenção: análise da cobertura do Chega e do seu líder
Há uma pergunta que não podemos evitar sempre que começa uma campanha eleitoral: quem define, de facto, os temas que ocupam o espaço público: os partidos ou as redacções dos Meios de Comunicação Social? Nas Autárquicas de 2025, a resposta ganhou contornos mensuráveis. Um levantamento exploratório do MDP: Movimento pela Democracia Participativa em que participei, baseado em pesquisas diárias realizadas no Google nos principais órgãos de comunicação portugueses entre 22 de setembro e 11 de outubro, mostra como a presença do Chega e, em particular, de André Ventura, foi não apenas dominante, mas também organizada em “ondas” temáticas com alto potencial de amplificação.
Com efeito, a curva de menções a “André Ventura” seguiu o padrão clássico dos ciclos mediáticos eleitorais: um pré-arranque relativamente discreto (André Ventura esteve três dias em parte incerta), uma explosão mediática no início oficial da campanha, um pico pronunciado e, por fim, uma retracção que permanece, ainda assim, acima do ponto de partida. Os números são eloquentes: de 1 700 referências no início da série para 9 080 na recta final, com um pico absoluto de 14 900 a 9 de outubro. Não é só volume; é o “timing”. O auge ocorre precisamente quando a disputa de mensagens é mais valiosa, ou seja, na fase em que os indecisos ainda escutam e os alinhados reforçam convicções.
Esta dinâmica não acontece no vazio: É construída. Entre 30 de setembro e 9 de outubro, a visibilidade de Ventura cresce de forma quase contínua, sinal de uma estratégia de “campanha de choque”: gerar acontecimentos (declarações, polémicas, episódios viralizáveis) capazes de puxar a cobertura para si, antes de a agenda estabilizar ou saturar.
Não basta contar menções: é preciso saber ao que remetem. O estudo isolou cinco enquadramentos discursivos recorrentes no discurso do Chega: justiça, corrupção, segurança, imigração e “comunidades ciganas” e seguiu a tração mediática de cada uma destas “frames”:
- A Justiça destacou-se como o eixo mais persistente e volumoso, liderando durante todo o período e batendo o recorde absoluto no dia 10 de outubro. Não é um acaso: “justiça” funciona como ponto de convergência para indignação, moralidade e punição: uma gramática que oferece ao Chega o papel autoatribuído de “voz do povo contra o sistema”.
- A Segurança mostrou-se o tema mais estável. Sem fogos-de-artifício, mas sempre alto. Se “justiça” dá a moral, “segurança” dá a ordem e sustenta a narrativa dia após dia.
- Imigração e “ciganos” operaram como boosters episódicos. Picos abruptos e quedas rápidas: sinais de ativação deliberada de polémicas com forte valor-notícia. Servem para reconfigurar a conversa nos momentos-chave, mas não se mantém como eixo estrutural da campanha.
- No agregado, o retrato é claro: o Chega agarrou a agenda com um tema estruturante (“justiça”), alimentou-a com um tema perene (“segurança”) e potenciou a sua visibilidade com detonadores de curto prazo (“imigração” e “ciganos”).
Comparando com PS e PSD, o Chega liderou o volume total de menções ao longo da série. O PS acompanhou a tendência na segunda metade da campanha, crescendo com intensidade na aproximação ao fecho. O PSD teve um pico precoce e perdeu tração logo depois. Três estilos distintos de presença mediática: exposição contínua e controversa (Chega), mobilização institucional concentrada (PS) e arranque forte com menor capacidade de retenção (PSD).
A consequência é um efeito de sobrerrepresentação temática: quando uma força política consegue impor, com regularidade, os seus temas preferidos, o risco não é apenas assimétrico, é cumulativo. A atenção puxa atenção; a polémica puxa cliques; e os cliques, por sua vez, reforçam o alinhamento editorial com aquilo que “rende”.
Este não é um apelo para “calar” ou silenciar ninguém ou nenhum partido (por muito extremista e radical que seja o Chega). É, sobretudo, um convite à existência de filtros editoriais mais conscientes: diversificar as fontes e os temas; distinguir o facto novo da provocação repetida; exigir contexto antes do título; medir o impacto de cobertura em narrativas que estigmatizam grupos sociais; e, sobretudo, não confundir barulho com relevância pública.
Do lado dos cidadãos, o antídoto chama-se literacia mediática: reconhecer quando um tema reaparece como trigger emocional; perguntar o que ficou de fora enquanto seguimos a polémica da semana; exigir contraditório e escrutínio simétrico para todas as forças políticas.
O estudo do MDP é exploratório, limitado na quantidade de media analisados e na duração dos dias medidos. O estudo assenta em contagens manuais de resultados do motores de busca da Google, restringidas a domínios jornalísticos de referência e recolhidas diariamente, sempre no mesmo intervalo horário. Como qualquer contabilização automatizada, pode incorporar duplicações, variações editoriais e ruído algorítmico. Por isso, o mais prudente é encarar estes números como indicadores de tendência, não como um estudo exaustivo e muito profundo.
Se quisermos um debate mais informado e plural, precisamos de monitorização periódica e transparente da agenda mediática. O MDP propõe-se fazê-la em ciclos regulares, incluindo as presidenciais que se avizinham. Não para limitar a pluralidade mas para iluminar as assimetrias que, invisíveis, decidem o que vemos, quando vemos e com que emoção vemos.
Democracia participativa também é isto: olhar para o espelho dos media, medir o reflexo e perguntar, sem receio, quem está a segurar a câmara ou o teclado que escreve as notícias.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
Paul Evans
sábado, 8 de novembro de 2025
Dia Mundial do Urbanismo. O exemplo Holandês
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| Dordrecht |
- 3 árvores à vista: todas as pessoas devem conseguir visualizar pelo menos 3 árvores maduras e de bom porte a partir da janela da sua habitação ou local de trabalho.
- 30% de cobertura de copa (Canopy Cover): cada bairro deve garantir, no mínimo, 30% de cobertura vegetal de copa para mitigar o efeito de ilha de calor urbana, melhorar a qualidade do ar e promover a biodiversidade local.
- 300 metros de distância: nenhum cidadão deve caminhar mais de 300 metros a partir da sua porta para aceder a um parque público ou espaço verde de alta qualidade.
- Zonas de acalmia de tráfego: as artérias envolventes aos parques são redesenhadas para limites de velocidade de 30 km/h, incorporando passadeiras elevadas, estreitamentos de via e elementos vegetais de acalmia (traffic calming).
- Corredores Verdes contínuos: os parques funcionam como nós de uma rede contínua de mobilidade suave, interligada por caminhos pedonais e ciclovias segregadas.
- Acessibilidade universal: crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida conseguem aceder aos parques de forma autónoma, sem a necessidade de atravessar eixos rodoviários de elevado tráfego automóvel.
- Zoneamento rígido: Os parques são divididos em zonas sem entrada de cães (hondenvrij - em torno de relvados de piquenique e parques infantis), zonas de circulação obrigatória à trela (aanlijnplicht) e áreas vedadas e dedicadas onde os cães podem andar soltos (hondenlosloopgebied).
- Infraestrutura e higiene: As zonas dedicadas contêm dispensadores de sacos e contentores de lixo de despejo diário.
- Fiscalização e coimas: Agentes de autoridade municipal (BOA - Buitengewoon Opsporingsambtenaar) fiscalizam os parques. O incumprimento da remoção de dejetos (opruimplicht) ou a presença de cães fora das zonas permitidas resulta na aplicação imediata de coimas (frequentemente superiores a 100€).
- As autarquias utilizam os referenciais do CROW - Plataforma Holandesa de Infraestruturas e Espaço Público para classificar o estado do parque (de A+ a D). Se os bancos, caminhos ou iluminação ficam abaixo do nível de qualidade estipulado, são ativadas intervenções de reparação contratualizadas antes que ocorra vandalismo ou risco de acidente.
- Avaliação sanitária das árvores (VTA): Cada árvore é catalogada num cadastro digital municipal e submetida à Visual Tree Assessment por arboristas qualificados, programando-se podas de formação e garantindo a segurança de ramos e troncos.
- Maneio Ecológico do Relvado: Em alternativa ao corte indiscriminado, alternam-se relvados de uso intensivo com áreas periféricas geridas como prados floridos (ecologisch beheer), ceifados apenas uma a duas vezes por ano para apoiar polinizadores e a biodiversidade local.
- Plataformas digitais de reporte: Através de aplicações municipais e sistemas integrados como o BuitenBeter qualquer cidadão pode fotografar e georreferenciar um banco danificado, um contentor cheio ou um baloiço partido.
- Acordos de Nível de Serviço (SLA): As equipas municipais e os empreiteiros de manutenção operam sob prazos estritos de resposta (geralmente de 24 a 48 horas para questões de segurança e limpeza urbana), assegurando a manutenção contínua e a confiança da população no espaço público.
domingo, 2 de novembro de 2025
Por onde andam a democracia e o bem comum e qual o papel da petição?
Referências bibliográficas selecionadas
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Freire, P. (1996). Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra.
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Habermas, J. (1996). Between Facts and Norms: Contributions to a Discourse Theory of Law and Democracy. MIT Press.
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Nabatchi, T., & Leighninger, M. (2015). Public Participation for 21st Century Democracy. Jossey-Bass.
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Nussbaum, M. (2011). Creating Capabilities: The Human Development Approach. Harvard University Press.
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Orr, D. (2004). Earth in Mind: On Education, Environment, and the Human Prospect. Island Press.
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Rosanvallon, P. (2008). La légitimité démocratique. Seuil.
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Rosanvallon, P. (2015). Le bon gouvernement. Seuil.
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Smith, G. (2009). Democratic Innovations: Designing Institutions for Citizen Participation. Cambridge University Press.
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Sterling, S. (2010). Transformative Learning and Sustainability: Sketching the Conceptual Ground. Learning and Teaching in Higher Education, 5(11), 17–33.
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UNESCO (2019). Education for Sustainable Development Beyond 2019. Paris: UNESCO.
sexta-feira, 17 de outubro de 2025
C7 toma posição sobre possível extinção do ICNF
quinta-feira, 9 de outubro de 2025
Pró - Democracia
terça-feira, 7 de outubro de 2025
O papel cívico das tascas
1. Espaço de convivência e debate
2. Igualdade e pertença
3. Preservação da cultura popular
4. Solidariedade e redes de apoio
5. Resistência e identidade localsexta-feira, 26 de setembro de 2025
Valpaços foi distinguida como Cidade Biológica Europeia de 2025
sábado, 20 de setembro de 2025
Dinamarca - ilhas flutuantes artificiais cobertas de flores silvestre
domingo, 1 de junho de 2025
Manual de Métodos para Pesquisa Digital
sexta-feira, 16 de maio de 2025
Prioridades ambientais para as Legislativas 2025
- Retorno da Secretaria de Estado de Conservação da Natureza, e da pasta das Florestas ao Ministério do Ambiente.
- Reverter a alteração à lei dos solos que veio permitir construção em solos rústicos.
- Garantir o cumprimento da meta de proteção de 30% do território terrestre e marinho até 2030, incluindo os 10% de proteção estrita, através de uma rede eficaz de Áreas Protegidas ecologicamente representativas, conectadas e bem geridas - necessidade de cumprir as metas definidas na Lei do Restauro;
- Garantir a implementação da Rede Natura 2000 (nomeadamente, a conclusão da elaboração dos planos de gestão e a ampliação desta rede ecológica em Portugal) e a efetiva aplicação da legislação, da regulamentação e de iniciativas de conservação, monitorização e fiscalização em todo o Sistema Nacional de Áreas Classificadas;
- Garantir financiamento para a elaboração e implementação do Plano Nacional de Restauro, para promover o restauro ecológico à escala da paisagem e dos ecossistemas degradados, reabilitar o equilíbrio ecossistémico e reverter a perda de biodiversidade;
- Promover o restauro dos rios através da remoção de barreiras fluviais obsoletas, em linha com o Regulamento do Restauro da Natureza e o objetivo do Pacto Ecológico Europeu de libertar 25 mil km de rios;
- Repensar a estratégia nacional para a gestão da água apostando em soluções baseadas na natureza, enquanto alternativas mais sustentáveis e de baixo custo, como o restauro de zonas húmidas, proteção de aquíferos e o uso de tecnologias de armazenamento alternativas, como reservatórios naturais ou infiltração de água no solo, em detrimento da construção de novas grandes barragens e transvases;
- Aumentar em pelo menos 50% o financiamento disponível (quer em Orçamento de Estado, quer no Fundo Ambiental quer no Fundo Azul) para ações de conservação da natureza, que deverá ser plurianual, de forma a garantir o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos, nomeadamente o Global Biodiversity Framework da Convenção da Diversidade Biológica;
- Reforçar a proteção do lobo ibérico ao nível nacional e estimular ativamente a adoção de medidas que promovam a coexistência harmónica, tendo em consideração que a proteção desta espécie será severamente reduzida ao nível europeu;
- Criar legislação para a conservação das árvores junto das estradas nacionais e municipais, obrigando as entidades gestoras a fundamentarem publicamente as decisões sobre abates.
- Garantir a implementação imediata do disposto na Lei de Bases do Clima, atendendo a que o seu calendário de implementação se encontra manifestamente atrasado;
- Concretizar a revisão do Roteiro Nacional de Baixo Carbono e a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas, previstos para 2025, garantindo a participação efetiva das ONGAs e tendo como ponto de partida uma avaliação completa dos resultados das estratégias anteriormente em vigor;
- Garantir a efetiva implementação do Plano Nacional de Energia e Clima 2030, tendo em consideração a necessidade de compatibilizar as suas ambições com outros objetivos ambientais, como a proteção da biodiversidade, e com a racionalidade económica;
- Promover a transição para uma economia de baixo carbono, incluindo a eliminação de todos os subsídios e apoios públicos aos combustíveis fósseis;
- Promover a eficiência energética, nomeadamente garantindo recursos para a implementação da Estratégia de Longo-Prazo para a Renovação dos Edifícios e da Estratégia Nacional de Longo Prazo para o Combate à Pobreza Energética 2023-2050, e apostar prioritariamente na descentralização e democratização da produção renovável, nomeadamente através do autoconsumo e das comunidades de energia;
- Concretizar o processo de seleção de áreas de aceleração de energias renováveis, através de uma Avaliação Ambiental Estratégica, e definir mecanismos para encorajar a localização de projetos de energias renováveis em áreas de menor sensibilidade ambiental (por exemplo, limitar a aplicação do princípio do “interesse público prevalecente” dos projetos de energias renováveis, previsto na REDIII, a estas áreas de aceleração);
- Incorporar critérios ecológicos e sociais (critérios não-preço) nos futuros leilões de renováveis (incluindo os leilões para a energia eólica offshore), bem como realizar um planeamento cuidadoso da instalação das infraestruturas de produção e de rede e uma monitorização rigorosa e contínua dos impactos ambientais e sociais dos mesmos;
- Maior integração dos aspetos da transição justa, nomeadamente com a elaboração participada do Plano Social Climático de Portugal;
- Garantir recursos para apoiar o desenvolvimento e implementação dos planos municipais e regionais de ação climática.
- Criar o Plano Nacional de Alimentação Sustentável, que defina de forma participada e transparente os princípios para a alimentação sustentável e os integre de forma sistémica nas políticas de produção, consumo e combate ao desperdício e perdas de alimentos, bem como nas políticas de saúde;
- Elaborar a Estratégia Nacional de Promoção do Consumo de Proteínas Vegetais, conforme disposto no PNEC 2030;
- Investir na agricultura de baixo impacto, que realiza práticas sustentáveis de uso do solo e da água, com reduzida emissão de gases de efeito de estufa e que beneficia a biodiversidade e que reduz o desperdício agro-alimentar, através de práticas agro-ecológicas;
- Promover o uso eficiente e contido da água na agricultura, diversificação e complementaridade entre origens de água nos diversos sistemas de abastecimento, e a regulação do uso de água em todos os sistemas, respeitando sempre os ecossistemas; Promover instrumentos que permitam acabar com a subsidiação pública da água na agricultura de forma a que os agricultores paguem o real custo da água.
- Inserir critérios ambientais obrigatórios para as compras públicas de alimentação escolar, garantindo uma alimentação saudável e sustentável nas cantinas, privilegiando cadeias de abastecimento mais sustentáveis e dando escala à implementação da Estratégia Nacional para as Compras Públicas Ecológicas;
- Garantir financiamento estrutural que permita o adequado funcionamento dos comités de cogestão das pescarias e a realização de todas as suas funções, de maneira contínua e que dê resposta às singularidades deste modelo de gestão;
- Desenvolver de maneira colaborativa e implementar o Plano de Ação Nacional para a Gestão e Conservação de Tubarões e Raias, bem como o Plano de Ação para a Mitigação dos Impactos da Pesca sobre Cetáceos, Aves e Tartarugas;
- Criar o Fórum de Carbono Azul em Portugal;
- Apoiar a transição para práticas pesqueiras de baixo impacto, direcionando fundos públicos para avaliações que comprovem os impactos das pescarias e eliminando gradualmente os subsídios prejudiciais aos recursos pesqueiros;
- Assegurar a implementação eficaz da Diretiva-Quadro da Estratégia Marinha por meio de planos de monitorização assentes na ciência, com financiamento adequado;
- Garantir a implementação correta da Política Comum de Pescas, com destaque para o novo Regulamento de Controlo e o Plano de Ação Marinha.
- Assegurar a ratificação do Tratado de Alto Mar, para proteção da biodiversidade em áreas para além da jurisdição nacional.
Robert de Niro ataca Trump em Cannes: “Temos de agir agora“
sexta-feira, 9 de maio de 2025
Couto Mixto - criação de um microestado
- Santiago de Rubiás : Famosa por sua igreja e seu charmoso entorno rural.
- Rubiás de los Mixtos : Uma cidade tranquila com vestígios de sua história única.
- Meaus : Outra das vilas históricas, com arquitetura tradicional e paisagens naturais.



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