- caixas de pizza com gordura
- lenços de papel usados
- pratos e copos de papel sujos
- papel vegetal ou plastificado
- papel plastificado
- papel autocolante
- papel de alumínio
- papel de lustro
- Sacos de cimento;
- embalagens de produtos químicos
- toalhetes e fraldas. [informação aqui]
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Há papel que nunca deve colocar no ecoponto azul e quase toda a gente erra
domingo, 30 de novembro de 2025
Creches e contacto com a Natureza - só vantagens
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024
Não é o fim do mundo é apenas tarde
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| The Man in the High Castle (1963) is an alternative history novel by American writer Philip K. Dick |
sexta-feira, 16 de junho de 2023
Vencedores do concurso Mares Circulares nas escolas 2022/2023
VENCEDOR
O vencedor do concurso, nesta categoria, foi o projeto “Bye Bye Plastic", dos alunos Mariana Rocha, Paulo Saavedra e Sofia Barros do 12º ano da Escola Secundária da Maia.
MENÇÃO HONROSA
atribuímos uma Menção Honrosa ao projeto “Corkatcher”, das alunas Bárbara Pereira, Beatriz Pereira, Catarina Almeida e Inês Reis do 12º ano da Escola Secundária da Maia.
CATEGORIA DE 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO
VENCEDOR
MENÇÃO HONROSA
Atribuímos uma menção honrosa ao projeto “Juntos Pelo Oceano”, da aluna Joana Santos da turma do 9ºC da Escola Secundária de Vagos.
sexta-feira, 14 de outubro de 2022
Município de Gouveia foi distinguido como “Município Parceiro Eco-Escolas 2022”
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Plantas silvestres: dez tesouros que crescem na berma dos caminhos

MOSTARDA BRAVA

(Fotografia: Fernanda Botelho)
Nome científico: Sinapis arvensis
Linda e exuberante, é uma planta da família das Brasicaceae, a mesma das couves, da rúcula e dos nabos. “Podemos dizer que é um antepassado silvestre das nossas hortícolas domesticadas”, refere Fernanda. Isto significa que podemos comer as suas flores e folhas, cruas ou cozinhadas, e ainda as suas sementes. Por ser picante, estimula a digestão. A mostarda brava encontra-se na beira dos caminhos, onde tem a função muito útil de ajudar a fixar os taludes, graças às suas grandes raízes. As borboletas e as abelhas adoram esta planta de ramos altos.
PAPOILAS
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Nome científico: Papaver rhoaes
São plantas da família das Papaveraceae, onde se inclui também a chamada “erva do betadine” ou celidónia. A sua delicadeza icónica, que todos conhecemos, tem outra utilidade além de ser apreciada: as semente e as pétalas das papoilas podem ser comidas ou usadas em infusões, graças aos seus efeitos antiespasmódicos e sedativos. No Alentejo, ainda é comum um chá de pétalas de papoila contra a tosse para ajudar as crianças a dormir, sublinha Fernanda. Ela sugere que se adicionem as pétalas a saladas e que se comam as sementes, tendo o cuidado de ingerir uma quantidade moderada (menos que uma colher de café, por exemplo) porque são opiácias. As pessoas com diverticuloses devem, contudo, evitar esta e outras sementes pequenas.
MALVA

(Fotografia: Fernanda Botelho)
Nome científico: Malva sylvestris
“É muito comum e está particularmente exuberante nesta primavera covídica”, assinala Fernanda sobre as malvas – ou lavateras – que são grandes aliadas nas lavagens ginecológicas ou para bochechar para tratar aftas ou lavar os olhos inflamados. “Ela trata e alivia todo o topo de inflamações internas e externas”, refere a especialista. Mas também pode ser utilizada na culinária, já que se podem consumir todas as suas partes – como as flores, folhas, raízes e as sementes conhecidas por queijinhos, que têm um sabor semelhante a ervilha crua e textura de quiabo.
TANCHAGEM

Nome científico: Plantago sp
Existem várias espécies de tanchagem, planta de aspeto arisco muito comum nos campos. “Todos os Plantago são medicinais, comestíveis e deliciosos, com um sabor a cogumelo cru e bastante adstringente”, diz Fernanda, que sugere usar as folhas tenras em sopas e batidos. Era uma planta muito usada na Antiguidade: Alexandre o Grande designava-a de “governante dos caminhos” e os germânicos consideravam-na sagrada. É rica em sais minerais e ácidos gordos, tem propriedades anti-inflamatórias, calmantes e diuréticas e fortificante dos vasos capilares. E é muito eficaz quando esmagada e aplicada diretamente sobre a pele em picadas de mosquito.
PILRITEIRO

Nome científico: Crataegus monogina
É também conhecida por espinheiro-alvar, esta árvore de médio porte e tronco espinhoso enquanto jovem, comum nas sebes e montes, que é muito rica em propriedades medicinais – e que podemos plantar facilmente no nosso quintal. As suas flores brancas e pequenas são comestíveis, tal como os seus frutinhos vermelhos – os pilritos – que podem ser usados para fazer geleias, marmeladas e sobremesas. Com as folhas, as flores e os frutos podem-se fazer infusões para tratar problemas de coração, como arritmias, insuficiência cardíaca, ataques de pânico e de ansiedade. Existem à venda, aliás, vários tipos de extrato de Crataegus.
URTIGA

Nome científico: Urtica sp
Apesar de mal amada por muitos, a urtiga é a planta preferida de Fernanda Botelho, que diz ser uma das ervas silvestres mais completas que existem, a nível nutricional. “Podemos fazer sopas, guisados, queijos, cerveja, sumos, pão e tudo o que a nossa imaginação quiser. Usam-se as folhas, as inflorescências e as sementes. Convém não incluir os caules nas sopas pois são demasiado fibrosos. Podemos desidratar as folhas e moê-las num moinho de café para polvilhar sobre os alimentos”, refere Fernanda. “As urtigas são tão importantes que existe mesmo uma Confraria da Urtiga em Fornos de Algodres, à qual pertenço, que celebra a urtiga em todas as suas vertentes, medicinais, comestíveis, hortícolas, tintureiras, no fabrico de fibras”, refere. Os romanos fustigavam o corpo com ela para estimular a circulação; e na Polónia e na Escócia faziam-se roupas, lençóis e toalhas de mesa com a fibra das urtigas, que é muito resistente. Usa-se para tratar anemia, reumático, gota, alergias de primavera.
ROSEIRA BRAVA

(Fotografia: Fernanda Botelho)
Nome científico: Rosa sp
Integra a família das rosáceas, cujas flores são sempre comestíveis e adstringentes. Por essa razão, são úteis para tratar diarreia e para lavar e desinfetar feridas. “Na culinária, podem usar-se as flores mas sobretudo os bonitos frutinhos vermelhos que surgem no outono e são uma das maiores fontes de vitamina C disponíveis na natureza”, afirma Fernanda. Não é à toa que as rosas eram o ingrediente básico nos tratamentos de beleza da rainha egípcia Cleópatra e que o botânico e médico grego Plínio, o Velho, indicava 30 doenças tratáveis com rosas.
CHICÓRIA

(Fotografia: Fernanda Botelho)
Nome científico: Cichorium intybus
Tem alguns primos bem conhecidos esta planta da família das Asteraceae, onde se inclui o dente-de-leão e os girassóis. “É da raiz desta planta que se faz o café de chicória e as suas folhas tenras, assim como as flores de um azul delicado, também se podem comer”, diz Fernanda. Os antigos egípcios conheciam-na desde o ano 4000 a.C. -, comiam-na crua e usavam-na para tratar problemas hepáticos. No tempo dos faraós, misturava-se sumo de chicória com óleo de rosas e vinagre para aliviar dores de cabeça. Existe também em cor branca ou rosa, mas as flores mais comuns são as azuis. Prefere terrenos secos e argilosos e as suas raízes profundas ajudam a descompactar a terra.
SABUGUEIRO

Nome científico: Sambucus nigra
Pertence à família das Caprifoleaceae este arbusto ou árvore de médio porte, que prefere zonas húmidas e sombrias. As suas flores e frutos são muito apreciadas para fins medicinais e culinários. “As flores podem ser fritas com tempura, estilo peixinhos da horta, usadas em refrescos, champanhe, gelados e outras sobremesas, combina bem com pétalas de rosas”, sublinha Fernanda Botelho. A infusão da flor fresca ou seca ajuda a combater alergias, tosses, gripes e constipações, tem propriedades anti-inflamatórias e antivíricas. As suas bagas pretas são muito ricas em antioxidantes, vitaminas e sais minerais e apreciadas em geleias, doces e bebidas.
BORRAGEM

(Fotografia: Fernanda Botelho)
Nome científico: Borago officinalis
“Diz o ditado que a borragem dá coragem, porque as suas sementes são usadas na extração de um óleo vegetal rico em ómegas 3, usado para fortalecer o sistema nervoso, cardiovascular e para melhorar problemas cutâneos”, refere Fernanda. Os jovens soldados romanos tomavam uma bebida de borragem quando partiam para as batalhas, para terem mais ânimo e coragem. As flores em forma de estrela são comestíveis, com sabor a lembrar o pepino, e Fernanda sugere usá-las também na decoração ou colocá-las em cubinhos de gelo para as conservar. As folhas tenras mais junto da base podem ser consumidas panadas ou adicionadas a sopas e guisados. É uma planta desintoxicante do organismo.
A HERBALISTA

(Fotografia: Nuno Antunes)
Fernanda Botelho estudou plantas medicinais na Scottish School of Herbal Medicine. Viveu 17 anos em Inglaterra onde fez formações em Botânica, Fitoterapia e Pedagogia. Tem o curso de guia de jardim botânico da Universidade de Lisboa. É colaboradora do programa Ecoescolas e autora de uma coleção de livros infantis “Salada de Flores”, “Sementes à Solta” e “Hortas Aromáticas”. Publica anualmente desde 2010 uma agenda de plantas medicinais, escreveu “Uma mão cheia de plantas que curam – 55 espécies espontâneas em Portugal” e “As plantas e a saúde”. Organiza passeios e workshops de reconhecimento de plantas a convite de várias associações, escolas e municípios. É uma das fundadoras do grupo Sintra sem Herbicidas. Participa em blogues e revistas e é convidada regular da RTP. Gosta de fotografar, escrever e comunicar. Tem um blog chamado Malva Silvestre.
- Cidade inglesa substitui relva por flores silvestres nas bermas das estradas
- É alarmante o colapso dos insectos
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- Insetos estão a desaparecer em várias regiões do mundo e há alimentos que podem acabar
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- Não corte já as "ervas daninhas". As abelhas agradecem
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- Prado - A sua relevância para controlar o declínio dos insectos (2017)
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- Wild plants keep saving humans from starvation
terça-feira, 26 de janeiro de 2021
Dia Mundial da Educação Ambiental
- deve adotar um enfoque global, mas ao mesmo tempo dirigida à comunidade para despertar o interesse em cada indivíduo na participação da solução de problemas ambientais e de iniciativas para a construção de um futuro melhor;
- deve ser contínua e permanente, acompanhando as mudanças constantes de nosso mundo em rápida evolução;
- deve abranger pessoas de todas as idades e todos os níveis de ensino, no âmbito- formal e não formal.
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
Manual da Bolota (2019) e o Manifesto da Bolota
sábado, 29 de junho de 2019
“O mar começa aqui”. Alunos de escola básica decoram sarjeta e enviam recado à população
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| Foto e notícia aqui |
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Eco Summit 2018 em Torres Vedras resultou numa carta de compromisso
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Escuteiros organizaram evento sobre sustentabilidade ambiental |
sábado, 14 de abril de 2018
Conheça Yoshi e Goby: os peixes que adoram comer plástico
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
The Challenge of Rudolf Steiner
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Projecto Eco-Escolas- um vídeo muito bom que faz um excelente balanço deste Programa
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.(Redirecionado de Eco-Escola)
O Programa Eco-escolas é um projecto educativo internacional promovido pela organização não governamental europeia Fundação para a Educação Ambiental (em inglês: Foundation for Environmental Education - FEE) e apoiado pela Comissão Europeia.
O programa, destinado preferencialmente às escolas do ensino básico, mas aberto a todos os graus de ensino do pré-escola às universidades, pretende reconhecer (com a atribuição da Bandeira Verde Eco-Escola) e estimular as escolas empenhadas em melhorar o seu desempenho ambiental, gestão do espaço escolar e sensibilização da comunidade.
Uma Eco-Escola é uma instituição de ensino que segue o Programa Eco-Escolas.
Obrigado Margarida Gomes (Abae) pela indicação.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Dia do Professor: Hoje não se esqueçam de agradecer a um Professor
Thank a teacher. Teachers inspire greatness and change lives. Take the time to show your appreciation today.http://www.mudpiesandbutterflies.com/thankateacher













