sábado, 21 de março de 2026
Dia Mundial dos Glaciares: Por que o Destino dos Glaciares é o Nosso Próprio Destino
quinta-feira, 12 de março de 2026
Viktor Orri Árnason - Hino da Terra
- Gimlé: na mitologia nórdica, é o lugar mais alto e belo, destinado a sobreviver ao Ragnarök (o fim do mundo). É o refúgio da luz.
- "Gentes honradas" (Dyggvar dróttir): a tradução de righteous people em Portugal ganha um peso ético e comunitário, remetendo para aqueles que vivem com integridade.
- O simbolismo: A imagem da águia a pescar no monte simboliza uma natureza que recuperou o seu vigor e abundância originais.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
Floco de neve visto ao microscópio electrónico
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
World heading toward ‘peak glacier extinction’ with up to 4,000 set to disappear a year
sábado, 13 de dezembro de 2025
Estudo genético diz que os humanos terão chegado à Austrália há cerca de 60.000 anos, vindos de África
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
O Dia Internacional das Montanhas de 2025 destaca as comunidades e os ecossistemas das montanhas do mundo
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
Cocteau Twins - How to Bring a Blush to the Snow
A canção “How to Bring a Blush to the Snow”, dos Cocteau Twins, faz parte do álbum Victorialand (1986), um dos trabalhos mais etéreos e contemplativos da banda. Gravado sem o baixista Simon Raymonde, o disco apresenta uma sonoridade leve, dominada por guitarras cristalinas e ambientes sonoros quase imateriais, que criam a sensação de um espaço gelado e luminoso, entre a melancolia e o sonho. A faixa em particular destaca-se pelo seu clima de fragilidade e pela forma como as guitarras parecem “tremeluzir”, acompanhando a voz de Elizabeth Fraser — uma voz que não narra, mas se transforma num instrumento emocional.
Como em quase todas as canções dos Cocteau Twins, as letras são enigmáticas, por vezes ininteligíveis, e o significado é mais sugerido do que dito. O título, “How to Bring a Blush to the Snow” (“Como fazer a neve corar”), evoca a ideia de dar cor, calor ou vida a algo frio e imaculado. Pode ser lido como uma metáfora para o despertar da emoção num ambiente de silêncio e distância, ou como a tentativa de introduzir humanidade e ternura num mundo de gelo — literal ou simbólico. Há quem veja na canção uma meditação sobre o renascimento e a delicadeza, uma paisagem sonora onde o frio se dissolve aos poucos pela presença de algo vivo.
Em Victorialand, as referências à neve, ao vento e às paisagens árticas são recorrentes, e esta faixa parece representar o momento em que a natureza começa a mudar, quando o gelo ganha um leve rubor — o presságio da primavera ou do afeto. Mais do que transmitir uma mensagem concreta, a canção convida o ouvinte a uma experiência sensorial: é sobre sentir a beleza efémera do calor que toca o frio, do silêncio que ganha voz. O seu significado, como o próprio mundo dos Cocteau Twins, reside menos nas palavras e mais na emoção que provoca.
No no no no no (I did everything) (I want a banana) But it’s driving me bonkers (I did everything) (I want a banana) Every beddie time he cries (I want a banana) (I want a banana) They mostly never soothe them (Oh wonderful food-ah) (Oh wonderful food-ah) I did everything I did everything No no no no no (I did everything) (I want a banana) But it’s driving me bonkers (I did everything) (I want a banana) Every beddie time he cries (I want a banana) (I want a banana) They mostly never soothe them (Oh wonderful food-ah) (Oh wonderful food-ah) I did everything (The fold-over, proper cheeks, I got …) I did everything (… Be firm, I said “It’s very fattening!”) (oh) Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Don’t know, hurry, hurry (Oh wonderful food-ah) Siss, I miss your commentary (Oh wonderful food-ah) Any time he cries (You ate a banana) (You ate a banana) They mostly never soothe them (You ate a banana) (You ate a banana) Oh wonderful food-ah Oh wonderful food-ah Someone hurry, hurry (Oh wonderful food-ah) Siss, I miss your commentary (Oh wonderful food-ah) Any time he cries (You ate a banana) (You ate a banana) They mostly never soothe them (You ate a banana) (You ate a banana) Oh wonderful food-ah (The fold-over, proper cheeks, I got …) Oh wonderful food-ah (… Be firm, I said “It’s very fattening!”) Tondo Bravo Rota, did ya see you move a mondo Tondo Bravo Rota, did ya see you move a mondo
sábado, 25 de outubro de 2025
Anja Huwe / Xmal Deutschland - Polar Forest
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
Superfície global do oceano atingiu a temperatura recorde de 21 graus em 2024
segunda-feira, 14 de julho de 2025
Um verme ancestral acaba de acordar de um congelamento de 46.000 anos
quinta-feira, 10 de julho de 2025
Prémio Gulbenkian atribuído à Antarctic and Southern Ocean Coalition
sábado, 22 de junho de 2024
Cientistas descobrem população de ursos polares que sobrevive com pouco gelo
domingo, 2 de junho de 2024
Descobertos fósseis que podem ter sido dos maiores animais do mundo
segunda-feira, 22 de janeiro de 2024
Gronelândia perdeu mais de 5 mil quilómetros quadrados de gelo desde 1985
sábado, 9 de dezembro de 2023
“Numa trajetória desastrosa”: Cientistas alertam para risco de cinco pontos de inflexão da Terra
segunda-feira, 30 de outubro de 2023
Mensagem Secretário-geral sobre os Glaciares da Região do Monte Evereste
quarta-feira, 11 de outubro de 2023
Esgotamento de oxigénio. Um cisne negro?
terça-feira, 1 de agosto de 2023
Manifesto - Urge Mitigar as Alterações Climáticas Antropogénicas
sexta-feira, 7 de julho de 2023
O Planeta continua a aquecer!
Num caminho cujo final se desconhece, mas se antevê seja um precipício, o Planeta continua a aquecer!
Dia 4 de Julho foi o dia mais quente do mundo já registado, ultrapassando o recorde de 17,01°C da véspera, dia 3, atingindo a temperatura média global 17,18°C; os especialistas preveem que este recorde seja ultrapassado em breve.
Os recordes mundiais de temperatura foram quebrados pelo segundo dia consecutivo, e os especialistas emitiram um alerta de que os dias mais quentes deste ano ainda estão por vir – e com eles os dias mais quentes já registados. (Fonte: Centro Nacional de Previsão Ambiental dos EUA).
Em 2020, a temperatura média global ficou cerca de 1,2°C acima do nível pré-industrial. Para este ano, com a formação do fenómeno El Niño agravado pelas mudanças climáticas, já ultrapassamos os recordes da temperatura média global do ar na Terra duas vezes. A previsão é que o mês de Julho seja o mais quente de todos os tempos. Nos próximos meses, o mundo pode ultrapassar o marco de aquecimento de 1,5°C com ondas de calor intenso (Fonte: BBC).
O relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, IPCC deixa claro: se ultrapassarmos 1,5°C de aquecimento as consequências serão irreversíveis e estamos perigosamente à beira do precipício. O mundo enfrentará uma crise humanitária sem precedentes. (Fonte: ONU - Relatório do Estado do Clima Global da Organização Meteorológica Mundial (OMM)
Por isso, e não só, defender o ambiente é defender a vida de cada um de nós: a Agência Europeia do Ambiente (AEA) estima que 18% das mortes por doenças cardíacas na Europa são causadas por problemas ambientais, nomeadamente a poluição e as temperaturas extremas Este número está subestimado, pois há muitos parâmetros ambientais que não foram considerados no estudo. (Fonte: Lusa, 23/06/2023).
Por que é que a Terra está a aquecer tanto nos últimos 100 anos?
Durante milhares de anos, a natureza regulou a concentração de gases na atmosfera que retêm o calor emitido pela Terra e agem como uma estufa para permitir a vida no planeta. Isso começou a mudar depois da Revolução Industrial quando indústrias passaram a queimar combustíveis fósseis como fonte de energia e promover o consumo e descarte em massa, causando um aumento exponencial das emissões não naturais de gases do efeito estufa. Neste curto período de 150 anos, o planeta ficou coberto por uma capa densa de gases que aprisiona o calor do Sol.
Uma pesquisa publicada pela Science reconstruiu a temperatura do planeta nos últimos 11 mil anos e chegou a mesma conclusão que relatórios já vinha alertando: no século XX a Terra aqueceu mais do que em qualquer outro momento desde o fim da última era glacial.
Quem são os principais poluidores?
Dados mostram que 100 empresas de combustíveis fósseis são responsáveis por 70% das emissões de gases efeito estufa históricas de todo o planeta e as 20 maiores Petrolíferas e Companhias de Gás são responsáveis por um terço de toda essa emissão sozinhas . A americana Chevron sozinha tem emissões projetadas equivalentes às emissões anuais de 364 centrais a carvão, e mais do que as emissões de 10 países europeus combinadas por um período semelhante de três anos.
Apesar de todos conhecerem esses dados, a indústria do petróleo investe milhões de dólares para persuadir tomadores de decisão, acionistas e o público que leva a sério a ação climática (Influence Map- 2022).
O caminho é a redução do consumo, o aumento da eficiência energética, a pesquisa de novas fontes de energia menos poluentes, a par com a renaturalização de amplas áreas do planeta.[IPCC AR6 Synthesis Report: Summary for Policymakers 2023]
P.S. O IPCC conta com a revisão de 270 autores-pesquiadores de 67 países e mais outros 675 colaboradores ao redor do mundo debruçados sobre mais de 34 mil artigos e 62 mil comentários de países para organizar a análise científica.







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