Designer de moda, artista, DJ e música, mas mais do que isso, ícone da cultura visual britânica desde os anos 80, morreu esta quarta-feira a escocesa Pam Hogg, com um percurso marcado pela independência e por uma estética inspirada no punk e pós-punk, que atravessou a moda, a música, a boémia ou as artes visuais. No campo da música, para além de ter sido líder da banda Doll, vestiu imensa gente (de Lady GaGa a Rihanna, de Grace Jones a Beyoncé), tendo uma relação – profissional e pessoal – privilegiada com nomes tão diversos como Siouxsie Sioux, Debbie Harry, Björk, Duran Duran, Peaches, Chicks on Speed, Nick Cave ou Bobby Gillespie, inspirando várias movimentações, do pós-punk aos neo-românticos, passando pelo electroclash. Era também uma ativista. A sua última colecção, de 2024, focava-se nas questões ambientais e na Palestina. “É um mundo injusto e desigual este, por favor, usem a vossa voz, no presente, para o corrigir”, foi uma das suas derradeiras proclamações.
Following our recent presentation at the Digital Collegium annual conference, this expanded webinar builds on our original research with a new case study and updated UX findings. As AI continues to reshape how prospective students discover and evaluate institutions, higher education websites must adapt not just in content, but in design and interaction.
We will explore emerging UX patterns shaped by conversational interfaces and AI-driven expectations, and how Gen Z users are blending intuitive navigation with AI-based discovery. Through usability testing insights and practical examples, you will learn how to evolve your information architecture and content to prepare for more conversational user experiences while keeping your site relevant, discoverable, and user-centered in this rapidly changing landscape.
"UX patterns" (padrões de UX) são soluções de design repetidas e testadas para resolver problemas comuns na experiência do utilizador. Em vez de criar uma nova solução para cada desafio, os designers usam estes padrões para garantir usabilidade, consistência e eficiência, como a hierarquia visual, os elementos de feedback ou as heurísticas de usabilidade. É importante diferenciar entre os "padrões de UX" positivos e os "dark patterns" (padrões obscuros), que manipulam o utilizador, como visto em Alura.
As AI reshapes how prospective students discover and evaluate institutions, higher education websites are entering a new era defined by changing expectations.
AI is everywhere right now. It’s writing emails, generating designs, powering customer service bots, and making its way into tools we use every day as designers. And while the hype is loud, the reality is more subtle – AI isn’t replacing us anytime soon, but it is changing how we work, what users expect, and how we should be thinking about product experiences.
For UX designers, this raises some big questions. How do you design for something that behaves unpredictably? How do you build trust when users don’t fully understand what’s happening? And what skills actually matter in a world where AI is baked into almost everything?
O que faz um designer de UX
Foco no utilizador: Um designer de UX, ou designer de experiência do utilizador, foca-se na criação de experiências de usuário significativas e agradáveis ao interagir com um produto, serviço ou interface digital.
Mapeamento da jornada: Cria cenários de utilizador, padrões de interação, protótipos e testa o produto para garantir que atende às necessidades do utilizador.
Colaboração: Trabalha frequentemente com equipas de programação para garantir a viabilidade técnica das soluções de design.
I know so many people who think they can do it alone
They isolate their heads and stay in their safety zone
What can you tell them?
What can you say that will make them defensive?
[Chorus]
Hang on to your ego
Hang on but I know that you're gonna lose the fight
[Verse 2]
They come on like they're peaceful but inside they're so uptight
They trip through the day and waste all their thoughts at night
Now how can I say it?
How can I come on when I know I'm guilty?
[Chorus]
Yeah
Hang on to your ego
Hang on, but I know you're gonna lose the fight
Por volta de 1965–1966, Brian Wilson começou a experimentar LSD enquanto trabalhava em novas ideias musicais para os Beach Boys.
Essas experiências expandiram a sua perceção sonora e emocional, levando-o a criar composições cada vez mais ambiciosas, espirituais e psicodélicas — o que culminou no álbum Pet Sounds, um dos mais inovadores da história da música pop.
O título “Hang On to Your Ego” (algo como “Agarra-te ao teu ego”) vem diretamente dessa fase.
Wilson descreveu a canção como uma reflexão sobre o ego, a identidade e o efeito do LSD — uma tentativa de compreender como a mente muda sob a influência psicodélica.
A letra inclui versos como:
“They said I had to learn to let go / But I was so afraid of losing control.”
(“Disseram-me que eu tinha de aprender a largar / Mas eu tinha tanto medo de perder o controlo.”)
Isto remete diretamente à dissolução do ego que muitos relatam nas experiências com LSD — a sensação de perder os limites entre o “eu” e o mundo.
Os outros membros da banda — especialmente Mike Love — acharam a letra “demasiado inspirada em drogas” e exigiram mudanças. Resultado: Brian Wilson foi pressionado a alterar o texto e o título, rebatizando a faixa como “I Know There’s an Answer” para o álbum final.
Mas o LSD também o expôs a vulnerabilidades mentais — intensificou a sua sensibilidade e ansiedade, o que mais tarde contribuiu para o seu colapso psicológico.
Pixies, 25 anos depois, fizeram uma homenagem à libertação criativa, à mente expandida e à coragem artística de Brian.
[Verse 1: Einar] Came from the east Relative forgot To scrape away Land in south Exhausted engine No teeth No chance to stop Meet Johnny
[Verse 2: Björk] Came from the east Like the sun But with tired engine Regina otherwise magnificent Regina in good bloom
[Chorus 1: Björk] Oh oh as old as the sun Oh oh with white teeth Oh oh Regina, oh oh Regina Oh oh Regina, oh oh Regina
[Verse 3: Einar] Land on islands Meet Johnny Examine my red Basalt cluster Bottomless dust, terrific sun And wetting quite nicely thank you I do say nicely I do mean that Actually
[Chorus 2: Björk] Blow into the chastity belt Regina, Regina Oh oh Regina, oh oh Regina
[Verse 4: Einar] Hex and bitch and Deserves lobster and fame Oh, Johnny Teeth and gums In my life Moon and sun In my life Lobster and shrimp In my life I don't really like lobster (like lobster)
[Verse 5: Björk] Regina is too old But the sun is much older Still the sun with white teeth But Mrs R. with none Sun with false teeth Give me lobster and fame
[Bridge: Einar] I really don't like lobster!
[Outro: Björk] Oh oh Regina, oh oh Regina...
“Regina”, lançada pelos The Sugarcubes em 1988 no álbum Life’s Too Good, é uma música com o humor surreal, irônico e poético típico da banda — especialmente da escrita de Einar Örn e dos vocais imprevisíveis de Björk.
O significado da música não é literal, mas vários elementos ajudam a entender o seu espírito.
“Regina” é uma canção que mistura absurdo, crítica social e imaginação fantástica. A personagem Regina é retratada como uma figura quase mítica, uma mulher poderosa e selvagem, vinda das “montanhas” e associada a forças naturais, ciclones e tempestades. Ela é descrita com exagero deliberado, como se fosse maior que a vida, uma entidade que perturba e desarruma o mundo civilizado. Esse tom exagerado funciona como sátira: os Sugarcubes gostavam de brincar com a forma como a Islândia era percebida — um país “exótico”, “selvagem”, habitado por pessoas supostamente estranhas. Assim, Regina pode representar a Islândia caricaturada, uma imagem absurda que os estrangeiros projetam. Ao mesmo tempo, a letra trabalha a tensão entre natureza e modernidade, entre comportamento “civilizado” e impulso primal, apresentando Regina como alguém que rompe com normas sociais e traz caos criativo. Como muitas músicas da banda, “Regina” não oferece um enredo fixo; é uma colagem de imagens surreais que desafiam interpretações literais. O resultado é um retrato vibrante e irónico de uma mulher indomável, símbolo da energia imprevisível — e muitas vezes incompreendida — da própria cultura islandesa.
Hang on, but I know that you're gonna lose the fight
They come on like they're peaceful
But inside they're so uptight
They trip through the day
And waste all their thoughts at night
But how can I say it?
How can I come on when I know I'm guilty?
So...
Hang on to your ego
Hang on, but I know that you're gonna lose the fight
And how can I say it?
How can I come on when I know I'm guilty?
Hang on to your ego
Hang on, but I know that you're gonna lose the fight
Hang on to your ego
Hang on, but I know that you're gonna lose the fight
Hang on to your ego
Hang on, but I know that you're gonna lose the fight
Black Francis' first solo album was going to be a covers album. When he came to the studio to record it, however, he already had composed a number of tracks, so he ended up only keeping this one cover in what became the debut album of his new persona, Frank Black.
Brian Wilson wrote this song – ironically and sadly – a bit before he actually lost his mind / ego. However, the rest of the The Beach Boys didn’t really like the stoner tone of the lyrics and changed it. “I Know There’s an Answer" was the result. The original version was only released in 1990, but it was already famous a bootleg.
The Pixies covered “Hang on to Your Ego” live a few times, including for a BBC Session, although it was never officially released.
What did Frank Black say about "Hang on to Your Ego"?
Frank Black in a 1993 Interview:
Classy band. Classy guy, Brian Wilson. Classy song. It’s called “Hang On To Your Ego.” It doesn’t get much crasser and cool than that. It’s like recording a song called “I Am The Greatest.”