Neste aspecto (lojas virtuais de museus) não somos Franceses, Alemães, Holandeses nem os Países Nórdicos.
quarta-feira, 15 de julho de 2026
O 'bicho-de-sete-cabeças' que não é: como uma loja online unificada salvaria os museus públicos
Neste aspecto (lojas virtuais de museus) não somos Franceses, Alemães, Holandeses nem os Países Nórdicos.
sábado, 27 de junho de 2026
Atriz Cate Blanchett lança registo de consentimento humano contra uso abusivo de IA
domingo, 31 de maio de 2026
A nobreza estratégica do esquecimento na era da inteligência artificial
segunda-feira, 11 de maio de 2026
O erro mais caro da próxima década é tratar a IA como uma ferramenta estática
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Da censura editorial à algorítmica: o legado de "A Manipulação do Público"
| Filtro de "A Manipulação do Público" | Adaptação para a Era Digital |
| Propriedade | Concentração de poder nas Big Techs (Google, Meta, etc.). |
| Publicidade | Economia da atenção e exploração de dados individuais. |
| Fontes | Influenciadores, grupos de fachada e Astroturfing. |
| Flak | Linchamento virtual, censura algorítmica e ataques de bots. |
| Ideologia | Polarização extrema e o "Nós contra Eles" das guerras culturais. |
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Ensaio - O mundo com IA e As Mãos
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Laibach - Musick (feat. Wiyaala)
A canção "Musick", uma colaboração entre o coletivo esloveno Laibach e a artista ganesa Wiyaala, apresenta-se como uma fusão audaciosa de Eurodance, Industrial e Afropop. Lançada num contexto de exploração da cultura pop globalizada, a faixa marca uma viragem sonora para o grupo, que adota uma estética eletrónica mais vibrante e rítmica, embora mantenha a sua assinatura ideológica sombria e provocadora. Musicalmente, o tema assenta em batidas mecânicas e sintetizadores acelerados, típicos das pistas de dança europeias, que contrastam de forma fascinante com a energia orgânica, os ritmos tribais e o alcance vocal potente de Wiyaala.
No que toca ao significado, a obra funciona como uma crítica mordaz à omnipresença da música na era digital e ao domínio dos algoritmos. O Laibach utiliza a letra para descrever a música não como uma forma de arte sublime, mas como uma patologia, um vício ou um vírus que infeta a sociedade contemporânea. Não temos mais silêncio; a música nos persegue no supermercado, nos fones de ouvido e nas redes sociais. Através do contraste entre a voz profunda e autoritária de Milan Fras e o entusiasmo visceral de Wiyaala, a canção sugere que o ser humano se tornou um "escravo do ritmo", onde a música é utilizada pela indústria para preencher o silêncio e comercializar a alma humana. Em suma, acanção aponta que a música se tornou um produto de consumo rápido ("The human soul is advertised"), perdendo seu caráter sagrado para se tornar uma "doença" da qual não queremos ser curados.



