Mostrar mensagens com a etiqueta Tropicalismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tropicalismo. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 2 de junho de 2026
Secos & Molhados - Sangue Latino
terça-feira, 25 de abril de 2023
Música do BioTerra: Chico Buarque - Fado Tropical
Foi bonita a festa, pá! 25 de Abril! Sempre! Chico Buarque agradeceu a Bolsonaro por não ter entregue a ele o Prémio Camões, o maior prémio da literatura em língua portuguesa. “O ex-presidente teve a rara fineza de não sujar o diploma do meu Prêmio Camões, deixando um espaço para a assinatura do nosso presidente Lula". Como disse o presidente Lula: "Hoje já é outro dia".
Chico Buarque e Carlos Paredes
Labels:
25 de Abril,
Antifascismo,
Brasil,
Fado,
Fraternidade,
História,
Literatura,
Lusofonia,
Música,
Poesia,
Portugal,
Poster,
Prémio,
Tropicalismo
quinta-feira, 1 de abril de 2021
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
Gil e o premiado fotógrafo Sebastião Salgado unem-se para plantar 1 milhão de árvores
O cantor e compositor Gilberto Gil, em parceria com o fotógrafo Sebastião Salgado e Lélia Deluiz Wanick Salgado, estão reunidos com a incrível missão para plantação de 1 milhão de árvores por ano no país. Tudo isso por meio do Instituto Terra.
O cantor e compositor Gilberto Gil, em parceria com o fotógrafo Sebastião Salgado e Lélia Deluiz Wanick Salgado, estão reunidos com a incrível missão para plantação de 1 milhão de árvores por ano no país. Tudo isso por meio do Instituto Terra.
Com o objetivo de incentivar a luta pelo meia ambiente, Gil também lançou o videoclipe da música “Refloresta”, a sua nova composição criada exclusivamente para a campanha de reflorestação do instituto.
A ideia da entidade é expandir o reflorestamento no Brasil e produzir 1 milhão de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, contando com o auxílio do grupo segurador Zurich, na Fazenda Bulcão, que já possui 120 espécies.
A ação busca falar sobre a importância da recuperação de áreas de floresta degradadas pelo homem e foi oficialmente lançada na noite do último domingo, dia 21.
A sede do instituto de Sebastião Salgado, um dos fotógrafo mais renomeados do mundo, acompanha a situação ambiental do país há tempos, sendo um exemplo vivo de iniciativa de recuperação de áreas desmatadas em nosso território.
De acordo com o instituto, 100 mil mudas já estão sendo plantadas desde novembro do ano passado.
E entre novembro de 2021 e fevereiro de 2022, o plano é plantar 140 mil árvores de 69 espécies.
A Década da Restauração de Ecossistemas como chama a ONU, que ocorre entre 2021 e 2030 é fundamental para o nosso futuro em todo o planeta.
E como diz a música de Gil, “manter em pé o que resta não basta”, seguido pelo verso “o jeito é convencer quem devasta a respeitar a floresta”.
Veja o clipe da canção abaixo:
Manter em pé o que resta não basta
Que alguém vira derrubar o que resta
O jeito é convencer quem devasta
A respeitar a floresta
Manter em pé o que resta não basta
Que a motosserra voraz faz a festa
O jeito é compreender que já basta
E replantar a floresta
Milhões de espécies, plantas e animais
Zumbidos, berros, latidos, tudo mais
Uivos, murmúrios, lamentos ancestrais
Por que não deixamos nosso mundo em paz?
Além do morro, o deserto se alastra
Toda terra, da serra aos confins
O toco oco, casco de Canastra
Onde enterramos saguis
Manter em pé o que resta não basta
Já quase todo o verde se foi
Agora é hora de ser refloresta
Que o coração não destrói
Milhões de espécies, plantas e animais
Zumbidos, berros, latidos, tudo mais
Uivos, murmúrios, lamentos ancestrais
Por que não deixamos nosso mundo em paz?
Manter em pé o que resta não basta
Que alguém vira derrubar o que resta
O jeito é convencer quem devasta
A respeitar a floresta
Manter em pé o que resta não basta
Já quase todo o verde se foi
Agora é hora de ser refloresta
Que o coração não destrói
Que o coração não destrói
Respeitar a floresta
Respeitar a floresta
Replantar a floresta
Que o coração não destrói
E respeitar a floresta
Replantar a floresta
Que o coração não destrói
Que o coração não destrói
Biografia
Página Oficial
Labels:
Activismo,
Biofilia,
Biografia,
Educação Ambiental,
Etnobotânica,
Floresta,
Lusofonia,
Mamíferos,
Música,
ONU,
Ornitologia,
Poesia,
Reflorestação,
Sebastião Salgado,
Site,
Tropicalismo
sexta-feira, 9 de março de 2018
António Lobo Antunes - Bolero do Coronel Sensível Que Fez Amor em Monsanto
![]() |
| Gustave Courbet - “La Bacchante” (1844-1847) |
Por tudo e por nada
Deixei-te parada
Na berma da estrada
Usei o teu corpo
Paguei o teu preço
Esqueci o teu nome
Limpei-me com o lenço
Olhei-te a cintura
De pé no alcatrão
Levantei-te as saias
Deitei-te no banco
Num bosque de faias
De mala na mão
Nem sequer falaste
Nem sequer beijaste
Nem sequer gemeste,
Mordeste, abraçaste
Quinhentos escudos
Foi o que disseste
Tinhas quinze anos
Dezasseis, dezassete
Cheiravas a mato
À sopa dos pobres
A infância sem quarto
A suor, a chiclete
Saíste do carro
Alisando a blusa
Espiei da janela
Rosto de aguarela
Coxa em semifusa
Soltei o travão
Voltei para casa
De chaves na mão
Sobrancelha em asa
Disse: fiz serão
Ao filho e à mulher
Repeti a fruta
Acabei a ceia
Larguei o talher
Estendi-me na cama
De ouvido à escuta
E perna cruzada
Que de olhos em chama
Só tinha na ideia
Teu corpo parado
Na berma da estrada
Eu que me comovo
Por tudo e por nada
In “Eu me comovo por tudo e por nada”, 1992 álbum de Vitorino Salomé, com poemas de António Lobo Antunes
Labels:
António Lobo Antunes,
Condição Humana,
Feminismo,
Fragilidade Humana,
Ibero-Americano,
Minha Bibliografia,
Música,
Pintura,
Poesia,
Prostituição,
Realismo,
Tropicalismo
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Música Bioterra- Todo cambia (original Julio Numhauser e Francisco Ibarra)
Cambia lo superficial
Cambia también lo profundo
Cambia el modo de pensar
Cambia todo en este mundo
Cambia el clima con los años
Cambia el pastor su rebaño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño
Cambia el más fino brillante
De mano en mano su brillo
Cambia el nido el pajarillo
Cambia el sentir un amante
Cambia el rumbo el caminante
Aunque esto le cause daño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño
Cambia, todo cambia
Cambia, todo cambia
Cambia el sol en su carrera
Cuando la noche subsiste
Cambia la planta y se viste
De verde en la primavera
Cambia el pelaje la fiera
Cambia el cabello el anciano
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño
Pero no cambia mi amor
Por mas lejos que me encuentre
Ni el recuerdo ni el dolor
De mi tierra y de mi gente
Y lo que cambió ayer
Tendrá que cambiar mañana
Así como cambio yo
En esta tierra lejana.
Ouvir também com Mercedes Sosa
Homenagem a Mercedes Sosa - Todo cambia
terça-feira, 11 de setembro de 2012
País de tótós?
Até quando você vai levando "porrada"?
Será que ainda existe relação entre O medo, a religião, a redução da liberdade e efeitos na cidadania (clica para leres)
15 de Setembro temos que dar uma resposta clara! (clica)
Será que ainda existe relação entre O medo, a religião, a redução da liberdade e efeitos na cidadania (clica para leres)
Leio incrédulo no Fiel Inimigo a seguinte afirmação "Portugal e os maravilhosos tótós" e que "Vivemos numa época em que saltam tótós de todas as esquinas". É um ataque brutal e humilhante a quem é trabalhador, está desempregado e/ou precário. Sobre o corte na TSU, o Diário de Notícias destaca que as "grandes empresas ganham milhões com corte da TSU", o Jornal de Notícias diz que "0,1% das empresas ficam com 800 milhões de cortes nos salários", enquanto o Correio da Manhã escreve que "as grandes empresas ganham com austeridade através da baixa da TSU". No pódio das maiores poupanças ficam Sonae, BCP e EDP.
O Público adianta que a descida da TSU "dificilmente terá os objectivos esperados no combate ao desemprego" e que o "corte na TSU só ajuda um décimo das PME".
É caso para lembrar o Artigo 308. da Constituição República Portuguesa
“Traição à Pátria
Aquele que, por meio de usurpação ou abuso de funções de soberania:
a) Tentar separar da Mãe-Pátria ou entregar a País estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira todo o território Português ou parte dele; ou
b) Ofender ou puser em perigo a independência do País;
é punido com pena de prisão de 10 a 20 anos.”
15 de Setembro temos que dar uma resposta clara! (clica)
Labels:
Activismo,
Agenda 21,
Austeridade,
Blogosfera,
Brasil,
Cidadania,
Emprego,
Hip-Hop,
Liberdade,
Minha Reflexão,
Música,
Pobreza,
Precariedade,
Religião,
Sindicatos,
Tropicalismo
domingo, 15 de abril de 2007
domingo, 8 de outubro de 2006
JP Simões - 1970 (Retrato)
Ligações
- JP Simões - Fotos
- JP Simões - Vídeos
- JP Simões - 1970
- JP Simões - Boato
- JP Simões - Wikipedia
- JP Simões - My Space
- JP Simões- Blogue
Letra
1970 (Retrato)
A minha geração já se calou, já se perdeu, já amuou,
já se cansou, desapareceu, ou então casou, ou então mudou,
ou então morreu; já se acabou.
A minha geração de hedonistas e de ateus, de anti-clubistas,
de anarquistas, deprimidos e de artistas, e de autistas
estatelou-se docemente contra o céu.
A minha geração ironizou o coração, alimentou a confusão,
brincou às mil revoluções amando gestos e protestos e canções,
pelo seu estilo controverso.
A minha geração só se comove com excessos, com hecatombes,
com acessos de bruta cólera, de mortes, de misérias, de mentiras,
de reflexos da sua funda castração.
A minha geração é a herdeira do silêncio,
dos grandes paizinhos do céu,
da indecência, do abuso,
e um belo dia esqueceu tudo e fez-se à vida
na cegueira do comércio.
A minha geração é toda a minha solidão, é flor de ausência, sonho vão,
aparição, presságio, fogo de artifício, toda vício, toda boca
e pouca coisa na mão.
Vai minha geração, ergue a cabeça e solta os teus filhos no esplendor
do lixo e do descuido, deixa-te ir enquanto o sabor acre da desistência vai
corroendo a doçura da sua infância.
Vai minha geração, reage, diz que não é nada assim,
que é um lamentável engano, erro tipográfico, estatística imprecisa, puro
preconceito, que o teu único defeito é ter demasiadas
qualidades e tropeçar nelas.
Vai minha geração, explica bem alto a toda a gente que és por demais
inteligente para sujar as mãos neste velho processo, triste traste de Deus,
de fingir que o nosso destino é ser um bocadinho melhores do que antes.
Vai minha geração, nasceste cansada, mimada, doente por tudo e por nada,
com medo de ser inventada, o que é que te falta agora que não te falta nada?
Poderá uma pobre canção contribuir para a tua regeneração
ou só te resta morrer desintegrada?
Mas, minha geração, valeu a trapaça, até teve graça,
tanta conversa, tanta utopia tonta, tanto copo,
e a comida estava óptima! O que vamos fazer?
A Geração Perdida: Reflexões de JP Simões em '1970 (Retrato)'
A música '1970 (Retrato)' de JP Simões é uma profunda reflexão sobre a geração nascida na década de 1970, marcada por uma série de características e comportamentos que o artista descreve com uma mistura de melancolia e ironia. A letra aborda a trajetória dessa geração, que começou com grandes ideais e terminou em desilusão e conformismo.
JP Simões descreve sua geração como hedonista, ateísta, anarquista e artística, mas também como deprimida e autista. Ele menciona que essa geração se estatelou docemente contra o céu, uma metáfora que sugere que, apesar de seus altos ideais, ela acabou se chocando com a dura realidade. A ironia e o sarcasmo são evidentes quando ele fala sobre como essa geração ironizou o coração e brincou com revoluções, mas no final, se comove apenas com excessos e tragédias.
A letra também critica a hipocrisia e a falta de ação dessa geração, que se tornou herdeira do silêncio e da indecência, esquecendo seus ideais e se entregando ao comércio e ao conformismo. JP Simões questiona se uma simples canção pode contribuir para a regeneração dessa geração ou se ela está destinada a morrer desintegrada. No entanto, ele também reconhece que, apesar de tudo, houve momentos de graça e diversão, sugerindo que, mesmo em meio à desilusão, ainda havia algo de valor.
A música é um retrato sincero e crítico de uma geração que, segundo o artista, nasceu cansada e mimada, mas que ainda tem a chance de reagir e se reinventar. É uma reflexão sobre o que foi perdido e o que ainda pode ser recuperado, um convite à introspecção e à ação.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



