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domingo, 27 de junho de 2010

CARTA DA TERRA - por Michèle Sato



Mensagem recebida por e-correio
Oi pessoal
com gratidão à Imara Quadros, Vladimir Gerasimov e Raphael Veronese, fiz um yutube da carta da terra. espero que gostem!
beijocas,
Michele Sato 

Minha resposta
A Carta da Terra foi aprovada pelo nosso Parlamento [Portugal] .É um bom e grande passo, Mi, mas o ser humano insiste em não respeitar a Carta da Terra. Parabéns pela mensagem. Está completa e muito bela. Beijão.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Envolvimento Sustentável





1. Vídeo Poem_Arte_Natural, por João Soares

2. Envolvimento Sustentável - texto por António Alencar Sampaio

O discurso quando repetido várias vezes e por diversos atores tem o poder de ser aceito sem questionamento e confirmado com segurança pela simples questão de estar incluído na opinião da maioria, como é o caso dos discursos oficiais sobre desenvolvimento sustentável, globalização, privatização, modernização etc.
As palavras possuem sua força e sua permissão lógica. Quando nas diversas conferências internacionais foi e vem sendo questionado nossa forma de desenvolvimento, com argumentos técnicos, científicos, estava em verdade sendo colocado em nível de compreensão lógica e objetiva que essa forma de convivência da humanidade com o meio ambiente não é sustentável, pois esclarecia que o homem tinha assumido sua própria “cria” sub-natural para sobreviver no planeta, sendo que esse des-envolvimento em relação ao meio ambiente se compara ao filho que quer ser independente dos pais, mas ao mesmo tempo solicita o aluguel do apartamento, pagamento da escola e mesada para alimentação, mantendo-se des-envolvido dos laços e da responsabilidade familiar e envolvido somente com o dinheiro dos pais. A humanidade continua dependendo de todos os recursos naturais para a sua sobrevivência e mesmo com essa compreensão continua se des-envolvendo em vez de parar e reestruturar a sua caminhada na direção de um envolvimento sustentável com o meio ambiente, procurando não mais driblar a verdade descoberta com mentiras encobertas, justificadas com palavras que também são insustentáveis.
O prefixo des de desenvolvimento tem o mesmo sentido de desmoralizar, desumano, desligado, descascar, desnutrir, descaso, desafeto, desmatar, desavença, desautorizar, desatento, descontentamento, desconhecido e, finalmente, desmascarar esse conceito é observar que sem envolvimento seja em qual for a relação, ela só pesa para um lado e não considera outro.
Se envolver requer respeito, sensibilidade, compreensão, amizade, troca e afeto, é como o pai que, envolvido com a formação de seus filhos, todo amor, cumplicidade, ligação e empenho é sempre do presente para o futuro, digo, é presente com os olhos no futuro dos filhos. O envolvimento da humanidade com o meio ambiente não deve ser a ação do predador em função do seu presente, mas sim com maturidade e consciência ecológica agindo pelo futuro da Terra, das espécies e sua evolução.
Quando um projeto é apresentado em nome do desenvolvimento ele já se coloca acima de qualquer consideração, qual seja, ecológica, social e cultural, enquanto que se um projeto é apresentado em nome do envolvimento sustentável pressupõe que tem que ser considerado tudo que permeia naquele espaço é de comum acordo com os envolvidos, ecológica, social, cultural e economicamente.

3. Neste artigo, em pdf, põe em evidência algumas contradições do desenvolvimento sustentável e defende a construção de sociedades sustentáveis, através da Educação Ambiental.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Arte de Michèle Sato + Portal das APA Brasileiras + Áreas Protegidas Internacionais



1.Albúm completo, clica em slideshow (são 89 diapositivos magníficos, plenos de tranquilidade, sedução e amor / entendimento profundo do Meio Ambiente)
2.Com o objectivo de reunir as informações sobre as Áreas de Protecção Ambiental (APA) brasileiras, bem como disponibilizar informações e documentos úteis à gestão desta categoria de Unidade de Conservação, já está no ar o Portal das APAs Brasileiras

3.Áreas Protegidas Internacionais
3.1. Temos a base de dados da UNEP
3.2 Na página web do CEIDA, na seccão Recursos Electrónicos do Centro de Documentación, encontrarão estes sítios e outros específicos de determinados países americanos, europeus e australianos, e mais informação sobre outros temas. Como verão, a informação aparece classificada por critério geográfico e temático para facilitar as buscas, e cada ligação contem um pequeno resumo que comenta o seu conteúdo (grato Verónica Pajón Jacobe, por seus esclarecimentos).


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sábado, 13 de maio de 2006

Terra ainda


The Earth Charter in ActionToward a Sustainable WorldEditado por Peter Blaze Corcoran
Prefacio por Mikhail Gorbachev , Maurice F. Strong
Introdução por Wangari Maathai

ISBN 90683217732005 Versões em Inglês /Espanhol 192 pp.

A Earth Charter disponibiliza on line (em linha) os vários capítulos (de leitura obrigatória) em três línguas: inglês, holandês e espanhol. Consulte-os aqui.




Aos meus amigos, aos meus alunos, aos meus leitores, aos governantes e aos economistas, aos jovens,aos trabalhadores, reformados, desempregados, aos doentes, aos presos, aos idosos e a todos povos de todo o mundo:
Partilho contigo este meu poema....lutando convosco para que não haja mais Poluições, Contaminações e haja Paz.
Um mundo livre de OGM,Radioactividade e Poluição Química....Terra ainda lado a lado convosco!






Terra ainda
azul gelo e mar.
fonte líquida do nosso sorriso
ventre verde e são
ramos e raízes
desenhando o horizonte
Terra
Amar a Terra
É uma espécie de dor
É uma espécie de Amor maior
E vale a pena

Terra ainda
e para as gerações vindouras?


João Soares, 11/05/06


Poema já publicado na UFMT- Grupo Pesquisador em Educação Ambiental (Brasil)- Um beijão cósmico para ti, querida Michele Sato

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

África e Diálogos Lusófonos- cultivando o pensamento de Agostinho da Silva e promovendo as estratégias do Desenvolvimento Sustentável

Mais fotos belíssimas de Moçambique no blogue Nosso Moçambique

Cresci muito ao ler e ver os programas de Agostinho da Silva(1906-1996). O tema mais candente da sua obra foi a cultura de língua portuguesa, num fraternal abraço ao Brasil e aos países lusófonos. Portanto com este artigo pretendo não apenas prestar-lhe homenagem, mas dar o meu contributo divulgando mais projectos LINDOS que estão a acontecer no terreno na promoção da lusofonia e da Educação Ambiental. 

1.Rede do Festival Virtual Africano O Movimento Mulheres pela Paz, fundado pela economista Amyra El Khalili, coordena esta rede formada com a participação exclusiva de conferencistas e imprensa para a cobertura on line, divulgando em demais veículos de comunicação, como rádios espalhadas pelo mundo. Pois trata-se de um Festival diferente e muito peculiar. Através dele, vários conhecimentos, ideias e contribuições estão sendo graciosamente transmitidas na Internet. Idealizado e dirigido por Celso Salles, organizado por africanos e afro-descendentes, esta iniciativa tem como principal objetivo levar a mensagem do mundo para a África e, tão importante quanto, a mensagem da África para o mundo, mixando conhecimentos relacionados com o desenvolvimento sustentável do ser humano, do meio ambiente e da humanidade. São diversificadas visões de um mesmo ou vários assuntos, que se completam e contribuem para diminuir as desigualdades e tornar a vida menos injusta em nosso Planeta. Vamos, por isso,cantar todos Filhos do mesmo Sol,chegou a hora África de mostrar sua grandeza! 

2.Entrevista da minha amiga Michele Sato para o Forum Africano Manifesto a favor da Educação Ambiental. Convidada pela querida amiga Amyra El Khalili, tenho enorme satisfação de participar deste momento, celebrando também um renovar de esperanças. Agradeço a oportunidade de estar junto, enviando uma mensagem sobre as orientações duvidosas internacionais que varrem identidades construídas no âmago de cada cultura. A entrevista foi realizada por João Carlos Gomes e falo também no nome de Mauro Guimarães, que lançou um manifesto a favor da Educação Ambiental junto comigo, durante o lançamento da década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, pela UNESCO, no Rio de Janeiro-2005. Agradeço, também, a estes dois amigos especiais. Adensa-se a era das incertezas, o mar revolto poderá trazer discórdias e dúvidas. Entretanto, e certamente, um fio conduzirá a possibilidade de continuarmos nossa luta. É possível que não sejamos vitoriosos e o destino da Terra já tenha uma rota não promissora. O que nos move, todavia, é lutar contra o imobilismo, a castração intelectual e a coragem de fazer de nossa luta, novos enredos à construção de espaços coletivos que possam espelhar posturas éticas frente a este mundo e a este século. Desejo, desta maneira, territórios e temporalidades de utopias que nos conduzam a construir várias sociedades sustentáveis, com inclusão social e proteção ecológica. Um forte abraço, carregado de esperanças. Michèle Sato MICHÈLE SATO - Licenciada em biologia, mestre em filosofia e doutora em ciências. É coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) e do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental (GPEA) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). 

3. Lusotopia - página actualizada e empenhadamente mantida por Carlos Fontes 

4.Projecto Às Portas do Mundo Temos como uma verdade incontestável que a Língua, as culturas, as vivências interactivas dos povos de expressão lusa, os valores que os informam e que lhes imprimem carácter, constituem verdadeiros portais franqueados sobre o Mundo e para ele. Reconhecendo que, entre povos amigos, se têm verificado múltiplas realizações cujos resultados incentivam sempre a uma maior consolidação do diálogo cultural, surgiu a proposta do Projecto Às Portas do Mundo. Pretende-se, através da sua implementação, desenvolver uma intervenção cultural e social inédita nos países irmanados pela Língua portuguesa.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2005

Lusofonia: a mais nova articulação de educadores ambientais


Inicialmente criada para debater a Carta da Terra, a lista de discussão da rede Lusofonia ou Lusófona teve seu cardápio de temas ampliado para questões relativas a "Década da educação para o desenvolvimento sustentável", lançada pela Unesco; Juventude, Gênero, Agenda 21, e outros temas que abrangem as diferentes dimensões da sustentabilidade. Nesta entrevista, a educadora Michèle Sato, do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental - GPEA e também da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT, fala da relevância em se criar a rede e do fortalecimento de uma identidade lusófona em EA, bem como do mundo das ciências nessa construção.
Lusofonia
No geral, os objetivos da Rede estão centralizados na discussão da Carta da Terra e da complexidade nela inserida. Esta, por sua vez, abarca uma lista de temáticas e de interesses múltiplos, tais como, Educação Ambiental, Desenvolvimento Sustentável, Agenda 21, Centros de EA, Juventude, Gênero, Relações Étnicas, etc. Educadores de países, tais como Açores, Angola, Brasil, Espanha, Galeria, Maloca, Portugal, Guiné, Cabo Verde, Príncipe, Macau e Timor participam da lista de discussão dessa rede.
Michèle Sato começou a entrevista explicando a concepção da rede. "A idéia da criação de uma Rede Lusófona é antiga. São aspirações, bem como desejos, de quem acredita na linguagem como uma das expressões culturais importante à construção de identidades, e aqui em especial, à identidade de quem atua no campo da EA".
"Geralmente, falamos em biodiversidade como um consenso absoluto no ambientalismo, mas, negligenciamos muito nossa pluralidade cultural. A busca deste desejo percorreu algumas tentativas, mas somente nas XII Jornadas Pedagógicas da Associação Portuguesa de Educação Ambiental - ASPEA-2005 nós fizemos a proposição e ela foi aceita amplamente. De lá pra cá, foi só disseminar a idéia que no Brasil e nos demais países teve excelente aceitação", disse Sato.
Sobre se a Lusofonia pode ser entendida como um movimento de educadores ambientais de língua portuguesa e espanhola em prol de determinada linha de EA, Michèle Sato disse, apenas, ser de pessoas atuantes na EA e falantes da língua portuguesa. Comentou, ainda, que alguns espanhóis 'independentes' que não querem a identidade espanhola por questões de envergadura política buscaram na Rede a construção de suas próprias identidades, como é o caso de grupos como Galeria e Maloca.
"O que vale na Lusofonia é a diversidade e a singularidade dos sujeitos que traçam um projeto comum de fortalecimento da EA. A lista de discussão lusófona não quer ser um canal informativo linear de 'transmissão-recepção' porque além do problema da falta de tempo e caixas postais cheias, a proposta é DEBATER criticamente o assunto em pauta para se engajar nas transformações necessárias do mundo", complementou a Sato.
Discussão
Segundo a educadora, a lista de discussão Lusófona debate sobre a iniciativa da UNESCO de lançar a "Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável - EDS", abrangendo o período 2005-2014. O debate tem se mostrado animado porque, embora no Brasil a EDS não esteja estruturada como uma linha específica de Educação Ambiental, a expressão é bastante utilizada. Segundo Michèle, a EDS é muito debatida na Europa. "Acredito que não tenhamos de divergir nos argumentos de 'contra ou a favor' da década, mas na sua superação e na tentativa do diálogo entre os diferentes".
Michèle citou o texto do Pablo Meira, da Universidade de Santiago de Compostela, como um "bom" referencial ao debate sobre EDS desde que, é claro, se possam sintetizar as diferenças em três esferas: A EA como se fosse uma árvore, firmada em suas raízes e troncos, mas ramificada em galhos e folhas múltiplas, e que considere a EDS como apenas uma destas folhagens - algo grande e infinito abarcando singularidades da efêmera década; O contrário pode ser uma reta linear, um caminho sem curvas como aquelas paisagens desérticas, um ponto de partida (a EA) e uma de chegada (EDS), como se fosse uma linha evolutiva darwiniana.
"Pessoalmente prefiro uma terceira opção: o diálogo aberto entre as duas esferas conectadas, que podem (e devem) intercambiar ideários políticos, arcabouços epistemológicos ou estratégias metodológicas. Se eu pudesse propor uma proposição política ao Brasil, proporia um diálogo entre elas à construção de uma grande comunidade de aprendizagem, mas, explicitaria minha identidade no campo da EA", expôs Sato.
Redes de EA
Segundo Michèle, no plano das redes, a Lusofonia significa uma organização de territórios, identidades e lutas que deseja o diálogo extra fronteiriço para que a comunicação não se transforme, apenas, na linha reta "transmissor-receptor", mas que consiga dar um movimento circular de diálogos à formação de uma grande comunidade de aprendizagem. "Espero, de coração, que esta recente rede consiga superar possíveis crises e caos, oferecendo a beleza que a REBEA nos dá hoje".
"Sabemos que, como todo movimento, a semeadura da REBEA deu frutos saborosos, mas ainda enfrenta tempos de estio e escassez. Talvez sejam estas curvas que constroem os movimentos não lineares das redes, clamando pela superação após períodos de turbulências, são os que tornam os desafios superados tão significativos", comentou a educadora.
Ciência
Para Michèle Sato, o mundo das ciências sempre privilegia uma atuação ou produção em inglês, ou secundariamente em francês e até espanhol. Entretanto, a literatura lusófona em EA, com especial ênfase no Brasil, é de riqueza acentuada e de consistência criativa que merece ser relevada.
Um desejo pessoal de Michèle é buscar financiamento para criação de uma Revista Lusófona de Educação Ambiental, onde as pessoas possam mostrar suas experiências no seu próprio idioma e espelhar o status de uma produção internacional.
"Para além de um academicismo cego, entretanto, desejo buscar uma aliança com a Revista Brasileira de Educação Ambiental - REVBEA, uma proposição menos acadêmica e, portanto, mais significativa do ponto de vista social. A meta é construir a EA unindo outros corações distantes, para além dos mares, contudo, que se aproximam e nos conferem uma identidade cultural", relatou Sato.
Educação
No contexto da "educação" Michèle Sato fez uma breve análise da proposta de uma Educação para o Desenvolvimento Sustentável da UNESCO. "Todos sabemos sobre a indefinição do termo 'Desenvolvimento Sustentável (DS)'. Durante a apresentação da UNESCO, ainda nas Jornadas ASPEA, uma educadora francesa, declarou que a década também serviria para definirmos melhor o que seja DS, sem reconhecer os riscos e armadilhas presentes em orientar a educação para algo sem definição. Provavelmente não deveria ser surpresa para nós, mas ouvir tal declaração da própria representante da UNESCO me causou certo constrangimento".
"Os documentos internacionais orientam a EDS para um planeta sadio, sustentável e com justiça social e proteção ambiental. Nenhum insano questionaria estes valores, mas a grande tônica, entretanto, é o direcionamento da educação à economia. Resta saber de qual economia estamos nos referindo", complementou Sato.
"Na página do Fundo Monetário Internacional - FMI há um link de uma proposta educativa. Apertando neste link, estaremos visitando a página do Banco Mundial, cujas proposições educativas se sustentam na década da UNESCO. Será uma mera coincidência? Não tenho nenhuma pretensão de esgotar esse assunto, mas seria interessante aguçarmos sentidos, trocar de lentes e olhar as orientações mais criticamente", propôs Michèle.
Segundo a educadora, recentemente, o Ministério das Ciências e Tecnologias enviou um edital de financiamentos a projetos com intercâmbios entre países europeus e em desenvolvimento. "A componente EDUCAÇÃO estava ausente, e ainda não pudemos aproveitar esta chance para um intercâmbio multilateral. Oxalá num outro edital, numa outra agência ou num outro momento qualquer".
Atuantes da EA
Michèle Sato concluiu a entrevista dizendo que a identidade de quem atua na EA está no movimento ambientalista e não no valor mercadológico do conceito de desenvolvimento. "Mudar é preciso sempre, mas não é preciso a tirania do tempo nos dizer que transformaremos o mundo em uma década. Uma revolução tem de ter mais consistência duradoura e não é a velocidade que a faz atrativa, senão a direção de nossas mudanças. Após esta década, a constatação da ilusão poderá revelar que a EA é 'aquilo que se revela aos povos, surpreende a todos não por ser exótico, mas pelo fato de ter sido ocultado, mesmo quando era o óbvio (Caetano Veloso)".
Saiba mais:

Michele Sato michele@cpd.ufmt.br

Identidades da Educação Ambiental como rebeldia contra a hegemonia do desenvolvimento sustentável
Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: uma análise complexa - Lucie Sauvé
O "Ambiental" como valor substantivo: uma reflexão sobre a identidade da EA - Isabel Cristina de Moura Carvalho
Desenvolvimento (in)sustentável? - Leonardo Boff
Sustentabilidade e Educação - Gustavo Lima 

Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável é lançada em Nova York