terça-feira, 10 de outubro de 2006
PortalBio- O Portal Brasileiro sobre Biodiversidade
O PORTALBio será a principal ação para implementação do CHM brasileiro, para saber seus Objetivos Gerais clique aqui
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segunda-feira, 9 de outubro de 2006
O Elefante, por Carlos Drummond de Andrade
Fabrico um elefante
de meus poucos recursos.
Um tanto de madeira
tirado a velhos moveis
talvez lhe dê apoio.
E o encho de algodão,
de paina, de doçura.
A cola vai fixar
suas orelhas pensas.
A tromba se enovela,
e é a parte mais feliz
de sua arquitetura.
Mas há também as presas,
dessa matéria pura
que não sei figurar.
Tão alva essa riqueza
a espojar-se nos circos
sem perda ou corrupção.
E há por fim os olhos,
onde se deposita
a parte do elefante
mais fluida e permanente,
alheia a toda fraude.
Eis meu pobre elefante
pronto para sair
à procura de amigos
num mundo enfastiado
que já não crê nos bichos
e duvida das coisas.
Ei-lo, massa imponente
e frágil, que se abana
e move lentamente
a pele costurada
onde há flores de pano
e nuvens, alusões
a um mundo mais poético
onde o amor reagrupa as formas naturais.
Vai o meu elefante
pela rua povoada,
mas não o querem ver
nem mesmo para rir
da cauda que ameaça
deixá-lo ir sozinho.
É todo graça, embora
as pernas não ajudem
e seu ventre balofo
se arrisque a desabar
ao mais leve empurrão.
Mostra com elegância
sua mínima vida,
e não há na cidade
alma que se disponha
a recolher em si
desse corpo sensível
a fugitiva imagem,
o passo desastrado
mas faminto e tocante.
Mas faminto de seres
e situações patéticas,
de encontros ao luar
no mais profundo oceano,
sob a raiz das árvores
ou no seio das conchas,
de luzes que não cegam
e brilham através
dos troncos mais espessos.
Esse passo que vai
sem esmagar as plantas
no campo de batalha,
à procura de sítios,
segredos, episódios
não contados em livro,
de que apenas o vento,
as folhas, a formiga
reconhecem o talhe,
mas que os homens ignoram,
pois só ousam mostrar-se
sob a paz das cortinas
à pálpebra cerrada.
E já tarde da noite
volta meu elefante,
mas volta fatigado,
e as patas vacilantes
se desmancham no pó.
Ele não encontrou
o de que carecia,
o de que carecemos,
eu e meu elefante,
em que amo disfarçar-me.
Exausto de pesquisa
de meus poucos recursos.
Um tanto de madeira
tirado a velhos moveis
talvez lhe dê apoio.
E o encho de algodão,
de paina, de doçura.
A cola vai fixar
suas orelhas pensas.
A tromba se enovela,
e é a parte mais feliz
de sua arquitetura.
Mas há também as presas,
dessa matéria pura
que não sei figurar.
Tão alva essa riqueza
a espojar-se nos circos
sem perda ou corrupção.
E há por fim os olhos,
onde se deposita
a parte do elefante
mais fluida e permanente,
alheia a toda fraude.
Eis meu pobre elefante
pronto para sair
à procura de amigos
num mundo enfastiado
que já não crê nos bichos
e duvida das coisas.
Ei-lo, massa imponente
e frágil, que se abana
e move lentamente
a pele costurada
onde há flores de pano
e nuvens, alusões
a um mundo mais poético
onde o amor reagrupa as formas naturais.
Vai o meu elefante
pela rua povoada,
mas não o querem ver
nem mesmo para rir
da cauda que ameaça
deixá-lo ir sozinho.
É todo graça, embora
as pernas não ajudem
e seu ventre balofo
se arrisque a desabar
ao mais leve empurrão.
Mostra com elegância
sua mínima vida,
e não há na cidade
alma que se disponha
a recolher em si
desse corpo sensível
a fugitiva imagem,
o passo desastrado
mas faminto e tocante.
Mas faminto de seres
e situações patéticas,
de encontros ao luar
no mais profundo oceano,
sob a raiz das árvores
ou no seio das conchas,
de luzes que não cegam
e brilham através
dos troncos mais espessos.
Esse passo que vai
sem esmagar as plantas
no campo de batalha,
à procura de sítios,
segredos, episódios
não contados em livro,
de que apenas o vento,
as folhas, a formiga
reconhecem o talhe,
mas que os homens ignoram,
pois só ousam mostrar-se
sob a paz das cortinas
à pálpebra cerrada.
E já tarde da noite
volta meu elefante,
mas volta fatigado,
e as patas vacilantes
se desmancham no pó.
Ele não encontrou
o de que carecia,
o de que carecemos,
eu e meu elefante,
em que amo disfarçar-me.
Exausto de pesquisa
O poema "O Elefante", integrante da obra A Rosa do Povo (1945), funciona como uma poderosa alegoria da condição humana e da função da arte em tempos de crise. Escrito sob o peso da Segunda Guerra Mundial e do Estado Novo, o texto apresenta um elefante construído com materiais frágeis e quotidianos, como papel e renda, que simboliza a própria criação poética: algo que, embora monumental em intenção, é intrinsecamente vulnerável e artesanal.
Essa criatura desajeitada percorre um cenário urbano marcado pela indiferença e pelo egoísmo, onde o "eu lírico" tenta, sem sucesso, estabelecer uma conexão genuína com os outros. A figura do elefante representa o isolamento do intelectual e do artista que, ao buscar a fraternidade e a compreensão em um mundo endurecido pela rotina e pela violência, acaba encontrando apenas a solidão. No entanto, essa melancolia não se traduz em niilismo; pelo contrário, o poema é um profundo apelo à solidariedade social, tema central da fase "participativa" de Drummond.
O desfecho, marcado pela desintegração física do elefante que "volta para o pó", é o ponto de maior força resiliente da obra. Ao declarar que "amanhã recomeço", o poeta transforma o fracasso imediato num acto de resistência política e existencial. Ele reconhece que, embora a arte possa não transformar o mundo instantaneamente ou ser compreendida pela massa, o esforço contínuo de criação e a tentativa de humanizar o real são tarefas permanentes que definem a dignidade do espírito humano diante da barbárie.
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domingo, 8 de outubro de 2006
Turismo: Cidade e Gentrificação
Neste dossier, publicamos um artigo de Luís Mendes no qual o autor defende que a gentrificação "é uma questão ideológica, política e é o processo de mudança urbana que melhor materializa a luta de classes no palco cidade na/da contemporaneidade".
"A gentrificação é um produto do urbanismo neoliberal", destaca Rita Silva no seu texto, apontando que "o urbanismo que prescinde do planeamento e regula a favor do mercado, provoca a expulsão das classes mais vulneráveis e a sua substituição por classes de maior rendimento".
Fabiana Pavel fala sobre o papel das políticas da Câmara Municipal de Lisboa na turistificação da cidade e sobre a tendência a "converter-se as ações de reabilitação em processos de renovação e gentrificação".
No artigo 'Para onde caminha a Lisboa cultural?', Marluci Menezes defende que importa "cuidar da sustentabilidade urbana enquanto lógica assente em três pilares – sociedade, ambiente e economia".
Já Sofia Neuparth descreve o processo de "plastificação" de Lisboa e assinala a forma como o c.e.m - centro em movimento tem vindo "a acompanhar esta galopada de gentrificação e turistificação centímetro a centímetro".
Nesta entrevista, Mário Alves, especialista em Mobilidade e Transportes, defendeu que o turismo pode e deve ser potenciado, mas também enquadrado e regulado e até como forma de fonte de receita fiscal para contribuir para satisfazer necessidades básicas dos cidadãos das nossas cidades.
"A segunda gentrificação de Lisboa" é o título do artigo de Pedro Bingre do Amaral. Sublinhando que "pelos olhos de quem habite ou deseje habitar um centro histórico", a gentrificação "é uma arbitrariedade esmagadora", o especialista em ordenamento do território assinala os meios a que é possível recorrer para mitigar os efeitos deste processo.
Nesta entrevista, Ricardo Robles, deputado municipal do Bloco, defende que o "modelo de desenvolvimento turístico de Lisboa é totalmente insustentável” e apresenta propostas para que o turismo "sobreviva a longo prazo e não conflitue com a cidade e com quem nela quer viver".
Romão Lavadinho, presidente da Associação dos Inquilinos Lisbonenses, alerta para as consequências do crescimento descontrolado do Alojamento Local e a necessidade de "regular convenientemente a atividade".
Neste dossier, incluímos ainda um vídeo e um artigo sobre a gentrificação na capital, bem como divulgamos a opinião de cidadãos sobre a temática, recolhida por Pedro Ferreira em vários pontos da cidade de Lisboa.
Denunciando as "práticas abusivas e uma informalidade constante" no turismo, Adriano Campos avança com propostas para combater a precariedade no sector.
Do Porto chega-nos o testemunho de Susana Constante Pereira e Hugo Monteiro, que descrevem como se está a encher a cidade de vazio, bem como de José Castro, membro da Assembleia Municipal do Porto eleito pelo Bloco, que defende a necessidade de adotar um conjunto de medidas de proteção e valorização do centro histórico da cidade.
Expomos também o caso do Bairro Gótico, em Barcelona, paradigma da turistificação da cidade, e as medidas que estão a ser adotadas na luta contra a gentrificação pela autarca Ada Colau. São ainda assinaladas as experiências de outras cidades como Berlim, Paris e São Francisco.
JP Simões - 1970 (Retrato)
Ligações
- JP Simões - Fotos
- JP Simões - Vídeos
- JP Simões - 1970
- JP Simões - Boato
- JP Simões - Wikipedia
- JP Simões - My Space
- JP Simões- Blogue
Letra
1970 (Retrato)
A minha geração já se calou, já se perdeu, já amuou,
já se cansou, desapareceu, ou então casou, ou então mudou,
ou então morreu; já se acabou.
A minha geração de hedonistas e de ateus, de anti-clubistas,
de anarquistas, deprimidos e de artistas, e de autistas
estatelou-se docemente contra o céu.
A minha geração ironizou o coração, alimentou a confusão,
brincou às mil revoluções amando gestos e protestos e canções,
pelo seu estilo controverso.
A minha geração só se comove com excessos, com hecatombes,
com acessos de bruta cólera, de mortes, de misérias, de mentiras,
de reflexos da sua funda castração.
A minha geração é a herdeira do silêncio,
dos grandes paizinhos do céu,
da indecência, do abuso,
e um belo dia esqueceu tudo e fez-se à vida
na cegueira do comércio.
A minha geração é toda a minha solidão, é flor de ausência, sonho vão,
aparição, presságio, fogo de artifício, toda vício, toda boca
e pouca coisa na mão.
Vai minha geração, ergue a cabeça e solta os teus filhos no esplendor
do lixo e do descuido, deixa-te ir enquanto o sabor acre da desistência vai
corroendo a doçura da sua infância.
Vai minha geração, reage, diz que não é nada assim,
que é um lamentável engano, erro tipográfico, estatística imprecisa, puro
preconceito, que o teu único defeito é ter demasiadas
qualidades e tropeçar nelas.
Vai minha geração, explica bem alto a toda a gente que és por demais
inteligente para sujar as mãos neste velho processo, triste traste de Deus,
de fingir que o nosso destino é ser um bocadinho melhores do que antes.
Vai minha geração, nasceste cansada, mimada, doente por tudo e por nada,
com medo de ser inventada, o que é que te falta agora que não te falta nada?
Poderá uma pobre canção contribuir para a tua regeneração
ou só te resta morrer desintegrada?
Mas, minha geração, valeu a trapaça, até teve graça,
tanta conversa, tanta utopia tonta, tanto copo,
e a comida estava óptima! O que vamos fazer?
A Geração Perdida: Reflexões de JP Simões em '1970 (Retrato)'
A música '1970 (Retrato)' de JP Simões é uma profunda reflexão sobre a geração nascida na década de 1970, marcada por uma série de características e comportamentos que o artista descreve com uma mistura de melancolia e ironia. A letra aborda a trajetória dessa geração, que começou com grandes ideais e terminou em desilusão e conformismo.
JP Simões descreve sua geração como hedonista, ateísta, anarquista e artística, mas também como deprimida e autista. Ele menciona que essa geração se estatelou docemente contra o céu, uma metáfora que sugere que, apesar de seus altos ideais, ela acabou se chocando com a dura realidade. A ironia e o sarcasmo são evidentes quando ele fala sobre como essa geração ironizou o coração e brincou com revoluções, mas no final, se comove apenas com excessos e tragédias.
A letra também critica a hipocrisia e a falta de ação dessa geração, que se tornou herdeira do silêncio e da indecência, esquecendo seus ideais e se entregando ao comércio e ao conformismo. JP Simões questiona se uma simples canção pode contribuir para a regeneração dessa geração ou se ela está destinada a morrer desintegrada. No entanto, ele também reconhece que, apesar de tudo, houve momentos de graça e diversão, sugerindo que, mesmo em meio à desilusão, ainda havia algo de valor.
A música é um retrato sincero e crítico de uma geração que, segundo o artista, nasceu cansada e mimada, mas que ainda tem a chance de reagir e se reinventar. É uma reflexão sobre o que foi perdido e o que ainda pode ser recuperado, um convite à introspecção e à ação.
sábado, 7 de outubro de 2006
Euro Forum Humanista, Lisboa 2006 - mais de 100 ONGs
Comunidad de la Esfera
Religiosidade e espiritualidade
La Comunidad de la Esfera es un ámbito de inspiración, de amistad, de ayuda y de intercambio; un espacio virtual, pero de real registro psicológico, en donde compartimos libremente nuestras mejores experiencias, nuestros pedidos de ayuda, nuestros agradecimientos, nuestra creatividad. Es de este modo como nos proponemos seguir aportando a esta gran construcción iniciada por nuestro Guía, Silo. (Comunidad de la Esfera)
argentina ar
la comunidad para el desarrollo humano
Educação; Paz e não violência
(mirian barberena)
Centro de las Culturas
Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Arte e expressões populares; Religiosidade e espiritualidade; Paz e não violência
Asociacion para el Dialogo entre las culturas. (Centro de las Culturas)
La Comunidad
Direitos humanos; Antidiscriminação; Paz e não violência
(Gustavo Goren)
Austria at
Humanistische Radiosendung " Der Flaschenöffner"
Educação;
Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Paz e não violência
Weekly humanist radioprogramm (Sabine Kroesen)
Bino na Biso ONGD
Educação; Tecnologia digital; Economias alternativas
see http://www.binonabiso.com (Ingo Lantschner)
Belgique be
Parti Humaniste - Belgique
(Gilles Smedts)
Communauté pour le Développement Humain
(Lambert Claude)
Centre des Cultures de Bruxelles
Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional
(Gilles Smedts)
Bolivia bo
Maria Eugenia Gallegos Alvarez
Buenas noches :somos de Bolivia queremos participar en este foro,estamos con Estela Rodriguez de Malaga . les agradeceria que nos envien la invitacion para poder participar somos 7 personas, y mas detalles sobre la inscripción. tengo entendido que estela esta en Quito y no puedo comunicarme con ella ,les agradeceria que me envien mas detalles muchas gracias atte Maria Alvarez...MOVIMIENTO LATINO AMERICANO DE CULTURAS-BOLIVIA (Maria Eugenia Gallegos Alvarez)
Canada ca
Réseau International Humaniste
Paz e não violência
ONG-working with the education for non-violence programm in Québec, in Haiti, Burundi, Marocco and Algeria. Planning to organize a Regional Humanist Forum in 2007 in Montreal. (Anne Farrell)
Switzerland ch
Humanist Party
Political Party (Dani Horowitz)
AfroAid
Culturas, Migrações e cooperação internacional
(Edina Molinari)
AfroAid
Culturas, Migrações e cooperação internacional
Support for Projects in Africa Gather informations (e.g. Malaria) (Edina Molinari)
Chile cl
juntospodemosmas. PODEMOS
Direitos humanos; Grupos sociais de base; Partidos e movimentos políticos
Organizacion amplia de la izquierda chilena que incluye partidos politicos, organizaciones y movimientos sociales. ( Daniel Pinto Bizi)
CAMEROUN cm
ASSOCIATION TONDJI INTERNATIONAL DE DEVELOPPEMENT
Saúde; Educação; Direitos humanos; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Ecologia; Paz e não violência
TIDA-ASSOCIATION TONDJI INTERNATIONAL DE DEVELOPPEMENT OEUVRE DANS LE CADRE DE SANTE, EDUCATION,PROTECTION DE L'ENVIRONNEMENT ET DEVELOPPEMENT COMMUNAUTAIRE (Nkimbuh Festus Forku)
Czech Republic cz
Humanistické centrum Dialog, o.s.
Saúde; Educação; Direitos humanos; Culturas, Migrações e cooperação internacional
(Jan Tamas)
Vysokoskolsti humaniste
Educação;
Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Paz e não violência
Humanist association (Tana Bednarova)
Deutschland de
Humanistische Partei München
Partidos e movimentos políticos
Politische Partei (Angelika Klatte)humanistisches n.e.t.z.
Antidiscriminação;
Culturas, Migrações e cooperação internacional
Zentrum der Kulturen - Köln/ Cologne (Christian Heinrici)
Humanistische Partei Deutschland
Partidos e movimentos políticos
Humanistische Partei Deutschland (Christian Heinrici)
Vox Populi
Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional
monthly Radioprogram - programa de radio mensual against discrimination, for diversity - contra la disciminación, para la diversidad (Christian Heinrici)
Mülheimer Stimmen
Grupos sociais de base
Humanist monthly Newspaper Nieghbourhood in Cologne (mariana)
Denmark dk
Det Humanistiske Parti
Republica Dominicana do
FUNDACION ZILE
Educação; Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Paz e não violência
La Fundacion Zile es una organizacion que se creo a principios del ano 2005 y tiene como mision preservar la paz entre haitianos y dominicanos, debido a las acciones de violencia colectiva registradas contra inmigrantes haitianos en la Republica Dominicana y la grave deterioracion de las relaciones entre los dos pueblos. La FZ promueve una nueva estrategia para el manejo de la situacion, al concluir una evaluacion de los ultimos 20 anos de intervencion en este campo de parte de actores nacionales e internacionales, cuyos resultados no pueden ser califacos de satisfactorias. (Edwin Paraison)
España es
Centro de las Culturas
Culturas, Migrações e cooperação internacional
Federación de asociaciones humanistas de España que trabajan en el campo de la inmigración, el encuentro entre culturas y la superación de todo tipo de discriminación y violencia. (Mercè Duch)
Asociacion Humanista Bakau
Asociacion para la puesta en marcha de proyectos de ayuda mutua entre Europa y Africa (Maria Jose Gallardo Chica)
Asociacion Humanistas del Mundo
Culturas, Migrações e cooperação internacional
Asociación Humanista que trabaja en Malaga, organizando campañas, proyectos y actividades que propician la convergencia de las culturas y la no discriminación. (Estela Rodriguez)
Asociación gurí
ambito para el desarrollo de propuestas alternativas referentes a: 1- intercambio de bienes y serviios sin dinero-2)- (ana rosa sarlinga)
Linterna
Paz e não violência
Asociación Humanista que desarrolla Escuelas de Noviolencia en diferentes lugares geográficos utilizando herramientas prácticas para la capacitación interna, interpersonal y social. (Merche Escribano)
Partido Humanista
Partidos e movimentos políticos
(Pau Segado)
Rebelion Humanista
Rebelion Humanista: Frante de accion del Movimiento Humanista (Gustavo Jones)
Foro Humanista de Educación
Educação
Asociación que trabaja para introducir contenidos del Nuevo Humanismo en la educación. (Montserrat)
Foro Humanista de la Salud (ForHum Salud)
Saúde
El Foro Humanista de la Salud (FHS) surge como respuesta al proceso de deshumanización creciente que afecta muy directamente a la salud de todas las personas y en todos sus niveles (físico, emocional, mental y espiritual). Es un ámbito de participación, intercambio y multiconexión entre todas aquellas personas que ven necesario responsabilizarse de su propia salud, que entienden la salud no sólo en su parte física y que comprenden que la coherencia de vida (pensar, sentir y actuar en la misma dirección) es un "tratamiento" imprescindible para superar el dolor y el sufrimiento. (Cristina Estévez Llorente)
Raíces Universales
Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Paz e não violência
Asociación contra la discriminación y la violéncia. Organización a favor de la paz y de la no-violéncia. (Noemí Ruiz Roldán)
Solidaridad con Senegal
Saúde; Educação; Grupos sociais de base
Proyectos de Apoyo Humano a Senegal: Hermanamientos,Promotores sanitarios, Centro de Formación humanista y otros proyectos basados en la reciprocidad. La zona del Senegal en que estamos trabajando es principalmente la Region interior de Tambacounda( Tambacounda, Makacoulibantang, Sillame..). Tambien hay proyectos en Rufisque y en Dakar. (Yvonne Herrero Le Lay)
ESTELA BEATRIZ LOPEZ
Saúde; Educação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Grupos sociais de base
ONG FUTURO HUMANO , Asociacion Humanista , con desarrollo en Senegal, Argentina, Peru, Gambia y España (ESTELA BEATRIZ LOPEZ)
La Comunidad para el Desarrollo Humano
La Comunidad para el Desarrollo Humano de España. Angel Pascual. (Joaquin Salvador Rodriguez)
AGRA HUMANISTA
Grupos sociais de base
Es un frente barrial del Movimiento Humanista que edita la hoja de barrio LA VOZ DEL BARRIO en el barrio Agra do Orzán, en la ciudad de A Coruña, Galicia, España (Marisa Fernández Rodriguez)
Asociación Humanista Barrio del Pilar
Educação; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Paz e não violência
Proyectos de integración de inmigrantes en España y proyectos de cooperación en Bangladesh y Perú. Actividades: clases de español, Gaceta Intercultural, talleres de no violencia, campaña vecinal "Por un barrio sin fronteras", campañas de recogida de material escolar y medicinas para Bangladesh. (Olga Pardo Ayuso)
Asociacion de Proyectos Humanistas Internacionales
Saúde; Educação; Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Grupos sociais de base; Paz e não violência
Promover el desarrollo de proyectos de educacion, salud y calidad de vida en Bangladesh. Promover la participacion de ciudadanos españoles o de otras culturas residentes en España, en el desarrollo de dichos proyectos. Promocver el intercambio intercultural con la comunidad Bangladeshi en España. Difundir los proyectos que se desarrollen y cuntribuir al conocimiento y a la sensibilizacion colectiva con respecto a la condiciones de vida del pueblo de Bangladesh. (Javier Vilaplana Pottecher)
Asoc. Humanista El Puente
Saúde; Educação; Direitos humanos; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Partidos e movimentos políticos; Paz e não violência
Asociación humanista del barrio madrileño de Vallecas. (Rubén Mencía Gutiérrez)
DERECHOS HUMANOS UNIVERSALES
Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional
Plasmacion en la realidad de los derechos humanos a traves de proyectos de auto-desarrollo en los paises pobres y de la busqueda de voluntarios en Europa que puedan ayudar en la implementacion de dichos proyectos. (Angel Bravo Millan)
MULTICULTURAS
Culturas, Migrações e cooperação internacional
Asociacion con sede en España: Madrid, Castilla y Leon y Cataluña. En Gambia: Banjul, Bakau, Serekunda, Tujereng, Tallinding, Nemakunku, Brikama, Basse, Tamsansang, y otros muchos`pueblos. Las actividades estan relacionadas con la inmigracion y migraciones entre el continente africano y europeo. "No hay ningun ser humano ilegal".En Gambias se desarrollan proyectos de agricultura y sanidad: campañas contra la malaria, el sida y el colera. (Angelica Arce Cabrera)
Spain es
Afro_Aid España
Culturas, Migrações e cooperação internacional
(Reto Thumiger)
France fr
Festival "Tous humains sous les étoiles"
Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Arte e expressões populares; Paz e não violência
Festival humaniste interculturel des arts de la scène (musique, chant, théâtre, contes, danse…) orienté vers la non-violence et l'échange interculturel, ouvrant des rencontres humanistes pluralistes où l'art est un élément de rassemblement et de lien. (nageli robert)
Divers'Cité
Antidiscriminação
Notre association a pour but de lutter contre toutes les formes de discriminations et de valoriser les diversités. Un journal, un blog, des actions de quartier en direction principalement de la jeunesse... (Gwenaelle Trombert)
F.E.M.M.E.S. (Femmes Engagées pour un Monde Multiculturel et
Direitos humanos; Antidiscriminação; Partidos e movimentos políticos; Movimentos alternativos; Paz e não violência
F.E.M.M.E.S. regroupe des femmes et des hommes de tous ages, milieux et nationalité, est agit pour faire avancer la non-violence dans son quartier (Paris 19) et dans différents pays d'Afrique. Et cela, au travers d'ateliers de formation à la non-violence, d'un journal de quartier et de différente activité lié à l'actualité sociale de ces lieux d'actions. De plus, elle se joint régulièrement aux activités d'autres associations developpant les mêmes valeurs et les mêmes objectifs. (Isabelle Montané)
Centre des Cultures ile de France
Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional
contre la discrimination pour le rapprochement des cultures (Centre des Cultures ile de France)
Centre des Cultures Ile de France
Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional
(Delecourt Hélène)
Parti Humaniste France
Partidos e movimentos políticos
Porte les aspirations du peuple au niveau gouvernemental et législatif. (Jean Montané)
Editions Références
Maison d'édition humaniste, collection nouvel humanisme, distributeur des dvd de ciudadanos del mundo. (Baudoin Claudie)
cyplien
Educação; Direitos humanos; Antidiscriminação; Religiosidade e espiritualidade; Grupos sociais de base; Paz e não violência; Media
Association humaniste de quartier editeur d'un journal mensuel "Le Raffut" (coudert)
CEHP - Centre d'Etudes Humanistes Paris
Diffuse, vulgarise et développe la pensée structurelle dynamique aussi connue sous le nom d'Humanisme universaliste. (Isabelle CHAPRE)
FAFRAD
Saúde;
Educação; Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Grupos sociais de base; Economias alternativas; Paz e não violência
Fédération des Associations Franco-Africaines de Développement (DEMBELE)
Sylvene Baroche
Partidos e movimentos políticos
Parti Humaniste (Sylvene Baroche)
Georgia ge
Giorgi Grdzelidze
Saúde; Educação; Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Arte e expressões populares; Paz e não violência
(Giorgi Grdzelidze)
Nika Tkavashvili
Saúde; Educação; Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Arte e expressões populares; Paz e não violência
(nika tkavashvili)
Greece gr
Be Positive
Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Tecnologia digital; Religiosidade e espiritualidade; Paz e não violência; Media; Movimentos estudantis
Organization for the promotion of diversity of different social groups and minorities. Activities against discrimmination as well as issuing of magazines etc. Missions to Africa and India. (giannis Papagiannopoulos)
World Without Wars and Violence
Saúde; Educação; Direitos humanos; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Grupos sociais de base; Partidos e movimentos políticos; Paz e não violência; Movimentos estudantis
Initiative of members of the Humanist Movement in Athens, Greece, promoting non-violence through activities in Greece and in African countries (Uganda, Kenya). Responsible: Stergiou Nikos nikos@thehumanists.gr (Stergiou Nikos)
World Without Wars and Violence
Saúde; Educação; Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Grupos sociais de base; Paz e não violência; Movimentos estudantis
Action front of the Humanist Movement in Greece, working on the fields of Education, Immigration and activities in African countries, mainly with the programme "Promoters of Health". (Stergiou Nikos)
Hungary hu
Young Humanists for a Peaceful Future
Educação; Direitos humanos; Ecologia; Grupos sociais de base; Movimentos alternativos; Paz e não violência
A hungarian youth nonviolent organization, dealing with personal, social and worldwide nonviolence and nondiscrimination. (Attila "Steve" KOPIÁS)
Humanista Párt
Partidos e movimentos políticos
Humanist Party of Hungary. (Tibor Varady)
Italia it
Energia Per i Diritti Umani Onlus
Saúde; Direitos humanos; Paz e não violência; Culturas, Migrações e cooperação internacional
Associazione per promozione dei Diritti Umani, cooperazione internazionale, informazione indipendente, educazione alla non violenza. (marco inglessis)
UnAltroMondo ONLUS
Saúde; Educação; Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Economias alternativas
Associazione uamnista che si occupa di cooperazione internazionale, educazione alla multiculturalità e alla nonviolenza, contro-informazione, turismo responsabile ... (Eleonora Scabbia)
CENTRO UMANISTA RAGGIO D'AZIONE
Direitos humanos; Paz e não violência
Associazione umanista di Firenze che lavora nel campo abitativo nei quartieri di Castello, Il Sodo, Tre Pietre e Le Panche. (SANDRO ZAGARI)
Semaforo Rosso
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Associazione Umanista (Carlo Bini)
battito solidale
Culturas, Migrações e cooperação internacional
Associazione Umanista che si occupa di attuare campagne e progetti di appoggio umano in Senegal, Guinea e Kenya (Virna Rinaldi)
Centro delle Culture Munay
Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional; Paz e não violência
Associazione del Centro delle Culture (Loriana Cirella)
La Comunità per lo Sviluppo Umano
Educação
Associazione socio-culturale (Matilde Mirabella)
I Cammini Aperti Trieste
Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional
Associazione Umanista che si occupa di diritti umani, cooperazione internazionale e non discriminazione. (Elena Giuffrida)
CLUM - Club Umanista Multimediale
Tecnologia digital; Arte e expressões populares; Religiosidade e espiritualidade
dal 1995 sviluppo multimediale umanista: web, video, musica (Stefano Cecere)
serenella piccini
Saúde
(serenella Piccini)
I CORVI
Educação;
Movimentos estudantis
Movimento Studentesco Umanista (chiara franceschini)
Mauritanie mr
Mauritanie SOS Enfants
Saúde; Educação; Direitos humanos; Antidiscriminação; Paz e não violência
ONG Non confessionnelle, ayant pour but, la protection et la défense des Enfants, sans distinction de race, de religion, mais aussi, la promotion du Genre. (TANDIA Mohamed)
Portugal
Centro das Culturas - AHCD
Saúde; Educação; Direitos humanos; Antidiscriminação; Culturas, Migrações e cooperação internacional
(Manuel Gonçalves Afonso)
Partido Humanista
Partidos e movimentos políticos
Partido político legalmente constituído em 07/04/1999. (Luis Filipe Brito da Silva Guerra)
Russia ru
Moscow Center of Humanist Studies
Educação; Tecnologia digital; Religiosidade e espiritualidade; Paz e não violência
The Moscow Centre of Humanist Studies has the intention of carrying out investigations and contributions that help to humanize the science and the whole society, emphasizing in education. In this sense, the Centre intends the popularization of the ideas and methodologies of the Universalistic Humanism through the humanist education, guiding their efforts prioritarily to the self-development of the young generation. (Hugo Novotny)
UK uk
Centre of Cultures
Culturas, Migrações e cooperação internacional
London based organisation working for non-violence, diversity and antidiscrimination. (Silvia Bercu)
The Gandhi Foundation
Educação;
Direitos humanos; Antidiscriminação; Ecologia; Religiosidade e espiritualidade; Grupos sociais de base; Movimentos alternativos; Economias alternativas; Paz e não violência
We promote Gandhi's philosophy and practice through creating and sponsoring projects as well as holding an Annual Lecture [5 Nobel Peace Prize Laureates to date], giving The gandhi International Peace Award to 'unsung' heroes, holding a week-long Summer School and a multi-faith service on 30th January; and publishing "The Gandhi Way" quarterly. Vast project being planned for Summer of 2009 on Non-Violence. Would love to present this somewhere. (John Rowley)
Humanist Party
Partidos e movimentos políticos
UK Humanist Party (Tony Robinson)
Humanist Party UK
Arte e expressões populares; Partidos e movimentos políticos; Movimentos alternativos; Economias alternativas
(Luke Dixon)
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terça-feira, 3 de outubro de 2006
Não somos sempre um projecto em construção?
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é saber reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se o autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma critica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo
Fernando Pessoa
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
Dia Mundial do Habitat
Este dia observa-se no calendário na primeira segunda-feira de outubro.
O objetivo do Dia Mundial do Habitat é refletir no estado dos povos, das cidades e dos espaços públicos, para garantir os direitos básicos de um vivência adequada a todos os homens. Preservar o habitat das futuras gerações e tornar as cidades sustentáveis são também preocupações deste dia. Segundo a ONU, dentro de uma geração, dois terços da população mundial serão urbanos.
A data foi criada pelas Nações Unidas em 1985 com a resolução 40/202 e foi celebrada pela primeira vez em 1986.
Oração que Mahatma Gandhi ensinou aos seus discípulos
Senhor,
Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos fracos.
Se me dás fortuna, não me tires a razão.
Se me dás o sucesso, não me tires a humildade.
Se me dás humildade, não me tires a dignidade.
Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda, não me deixes acusar o outro por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim.
Ensina-me a amar aos outros como a mim mesmo.
Não deixes que me torne orgulhoso se triunfo, nem cair em desespero se fracasso.
Mas recorda-me que o fracasso é a experiência que precede ao triunfo.
Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza.
Se não me deres o êxito, dá-me forças para aprender com o fracasso.
Se eu ofender ás pessoas, dá-me coragem para desculpar-me e se as pessoas me ofenderem, dá- me grandeza para perdoá-las.
Senhor, se eu me esquecer de ti, nunca te esqueças de mim.
Oxford conference on climate change stresses global collective action
The challenges posed by global warming will require a far higher level of collective action and international cooperation than is currently practiced.
That was among the conclusions at a conference at Balliol College here 15-17 September 2006 that sought to explore the relationship between "Science, Faith and Climate Change."
Climate change is "testing mankind's ability to deal with a collective challenge," said Halldor Thorgeirsson, deputy executive secretary of the United Nations Framework Convention on Climate Change Secretariat (UNFCCC). "The solution itself will fundamentally change how governments cooperate."
In an address titled "The international community's response to climate change," Dr. Thorgeirsson said the role of greenhouse gases, such as carbon dioxide, in global warming is now well established scientifically and "sufficiently clear to justify nations taking prompt action."
"When it comes to climate change it will not be solved by any one actor on its own," said Dr. Thorgeirsson.
The conference was organised by the Baha'i Agency for Social and Economic Development (BASED-UK) and the International Environment Forum (IEF), a Baha'i-inspired organization. More than 60 people from seven countries attended, while another 115 signed up for online participation via the Internet.
The event featured specialists from a variety of disciplines, including natural science, economics, political science and psychology, both from within and outside the Baha'i community, who sought to explore issues surrounding climate change from an interdisciplinary perspective.
IEF President Arthur Dahl said the purpose of the conference was "to unify these perspectives, relate them to each other" and to "engage the Baha'i community in the process of applying spiritual principles to the practical problems of the world."
Dr. Dahl, a former deputy assistant executive director of the United Nation Environment Program, delivered the keynote presentation on "scientific and faith perspectives" on climate change, saying that most scientists have now concluded that there will be significant warming in the coming years.
"Climate change is going to force humanity to recognize its oneness," said Dr. Dahl. "Whole ecosystems will shift over long distances, if they can move fast enough."
"We are looking at a scale of change this planet has not seen before," said Dr. Dahl. "Sea level has been going up and the scenarios show the trend to continue. It will bring other impacts: food insecurity, water shortages."
Such changes, said Dr. Dahl, will require more than technical solutions. Rather, he said, they will require the application of ethical and spiritual principles so as to create "new value-based economic models" that seek to create a "dynamic, just and thriving social order."
Religion, said Dr. Dahl, can play a key role in strengthening the ethical framework for action on climate change by educating people "about values and global responsibility," creating "motivation for change," and encouraging the sacrifices that will be needed to create sustainable development.
Other presentations focused on specific aspects of climate change, such as its likely effects on various regions and sectors of society, and how mitigating global warming will require various transformations in society and individual actions, such as in energy production and use.
Lars Friberg, a research fellow at the University of Potsdam, addressed the impact of climate change on developing countries. "Africa will be worst hit by climate change," said Mr. Friberg. "One model shows warming of 1.8 to 2.6 degrees will lead to a precipitation decrease by 40 percent in Africa."
Minu Hemmati, a clinical psychologist, addressed how women around the world are likely to be affected by climate change. She noted that some 60 to 75 percent of the world's poor are women.
"Poor people are more affected by climate change," said Dr. Hemmati. "Therefore women will be mostly affected."
However, she said, women are "more risk sensitive and that applies to their perception of climate change. They will be more ready to consider that we have to change our lifestyle."
Peter Luff, who works for Action for a Global Climate Community, discussed the need for more cooperation between the north and the south.
"Europe understands collective action," said Mr Luff. "The question is: Can Europe link up to countries in the south?"
Augusto Lopez-Claros, the chief economist and director of the Global Competitiveness Program at the World Economic Forum (WEF), gave a presentation entitled "What economic systems and policies are compatible with protection of the environment?"
Drawing on data from studies he has done for the WEF, Dr. Lopez-Claros noted that the top 20 countries in terms of environmentally responsible polices are also among the top countries in terms of global economic success.
"There is a positive correlation between environmental and social responsibility and economic competitiveness," said Dr. Lopez-Claros.
George Marshall, who works for the Climate Outreach Information Network, addressed ways to help get people more engaged with the issue.
Mr. Marshall said it is not enough to give people information about climate change as "people disconnect information from action." Rather, he said, "if we can get people to take action, they will start to engage with the issue."
Poppy Villiers-Stuart, a training officer specializing in sustainable development at the University of Brighton, gave a presentation about "community empowerment" and said that "these issues of climate change need to be integrated into the grassroots dialogue of the Baha'i community."
"The pivot of the Baha'i teachings is oneness," said Ms. Villiers-Stuart. "Every part of the universe is connected. If we could explore the teachings of the faith to value the role of the earth in our spiritual development, this will naturally make us want to love and be connected to it, which will help sustainable development."
One way to "inspire this kind of connection" in young people, Ms. Villiers-Stuart suggested, is through the "junior youth animator course," a spiritual empowerment course for 11-15 year olds. Young people, she suggested, are "most idealistic and have the energy to make change. It is young people who will be able to embody these ideals."
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domingo, 1 de outubro de 2006
David Bowie - Ziggy Stardust
[Chorus 2]
Making love with his ego
Ziggy sucked up into his mind (ah)
Like a leper messiah
When the kids had killed the man
I had to break up the band
[Bridge]
Oh yeah
Ooh
[Outro]
Ziggy played guitar
Derrubar uma árvore é uma questão que deve ser cuidadosamente considerada
Seja para construir uma estrada, uma casa, ou porque as folhas sujam o terraço e bloqueiam os canais. Porque uma árvore:
🌳 absorve CO2 “problemático” para produzir O2 “vital” e armazenar carbono C
🌿 preenche os lençóis freáticos com suas raízes verticais servindo de guia
🌳 reflete e absorve parte da radiação solar
🌿mantém o frescor local e contribui para a criação de nuvens com o fenómeno da vaporização
🌳 produz folhas: alimento para o solo e para si, as raízes horizontais servem para recuperar nutrientes 🌿 dá açúcar ao micélio em troca de nutrientes
🌳 absorve poeira e gases poluentes
🌿 fornece habitat e alimento para pássaros, insectos e roedores
🌳 pode servir como barreira sonora e visual
🌿 ofusca até quem atira nele...
Resumindo, além de capturar CO2 uma árvore produz: ❄ fresco! 💧 água! 🌬 oxigénio! A única tecnologia que nos pode salvar! Plante árvores, plante sebes
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Dia Mundial da Música
O Dia Mundial da Música comemora-se anualmente a 1 de Outubro.
A data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música.
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| Imagem daqui |
Celebração do Dia Mundial da Música
Objetivos do Dia Mundial da Música:
- Promover a arte musical em todos os setores da sociedade;
- Divulgar a diversidade musical;
- Aplicação dos ideais da UNESCO como a paz e amizade entre as pessoas, a evolução das culturas e a troca de experiências.
A música é uma forma de arte adorada por milhões de pessoas espalhadas pelo mundo, fazendo parte do quotidiano. A música é até uma forma de unir as pessoas do mundo e é considerada como um alimento para a alma.
Frases sobre música
- A parte boa da música é que quando ela te atinge, não sentes dor alguma. (Bob Marley)
- A música não mente. Se há algo que tem de ser mudado neste mundo, apenas poderá acontecer através da música. (Jimi Hendrix)
- A vida, sem música, seria um erro. (Friedrich Nietzsche)
- A música pode mudar o mundo porque pode mudar as pessoas. (Bono)
- Onde as palavras falham, a música fala. (Hans Christian Andersen)
- A música é uma forma de arte que transcende a linguagem. (Herbie Hancock)
sexta-feira, 29 de setembro de 2006
Apenas há uma estrada....a menos viajada!!
1. Um olhar de Walt Whitman (poemas bilingues retirados do artigo Natureza e Poesia-Naturlink)
1.1. I believe a leaf of grass is no less than the journey-work of the stars,And the pismire is equally perfect, and a grain of sand, and the egg of the wren,And the tree-toad is a chef-d’oeuvre for the highest
Creio que uma folha de erva não vale menos que a jornada das estrelas / E que a formiga não é menos perfeita, nem um grão de areia, nem um ovo de carriça / E que o sapo é uma obra-prima para o mais exigente.
1.2. wonder about the trees:Why do we wish to bear Forever the noise of this (…)
Questiono-me acerca das árvores / Porque pretendemos nós preservar para sempre o seu som?
1.3. Two roads diverged on a yellow wood,I took the one less travelled by,And that made all the difference.
Numa estrada amarela, duas estradas divergem / Segui a menos viajada / E isso fez toda a diferença.
2. Novos Portais do GEA (com imensa informação disponível e actualizada)
Portais Agenda 21 Local, Zero Resíduos, Fórum do Urbanismo e Portal do Ambiente e do Cidadadão da Maia (Setembro de 2006)
3. Estou mais feliz: o Vulgar de Lineu regressou à blogosfera!!
1.1. I believe a leaf of grass is no less than the journey-work of the stars,And the pismire is equally perfect, and a grain of sand, and the egg of the wren,And the tree-toad is a chef-d’oeuvre for the highest
Creio que uma folha de erva não vale menos que a jornada das estrelas / E que a formiga não é menos perfeita, nem um grão de areia, nem um ovo de carriça / E que o sapo é uma obra-prima para o mais exigente.
1.2. wonder about the trees:Why do we wish to bear Forever the noise of this (…)
Questiono-me acerca das árvores / Porque pretendemos nós preservar para sempre o seu som?
1.3. Two roads diverged on a yellow wood,I took the one less travelled by,And that made all the difference.
Numa estrada amarela, duas estradas divergem / Segui a menos viajada / E isso fez toda a diferença.
2. Novos Portais do GEA (com imensa informação disponível e actualizada)
Portais Agenda 21 Local, Zero Resíduos, Fórum do Urbanismo e Portal do Ambiente e do Cidadadão da Maia (Setembro de 2006)
3. Estou mais feliz: o Vulgar de Lineu regressou à blogosfera!!
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
E-livro da semana: " Comprar Ecológico- Manual de Contratos Públicos Ecológicos" da ICLEI- UE
Esta primeira edição, de 2005 (pois já existe uma nova publicação, mas em inglês e não é gratuita) já dá algumas boas perspectivas de como várias cidades europeias têm dado a volta por cima em relação a questões muito práticas de reduzir os impactes ambientais, seja em consumos seja na redução e reutilização de desperdícios. A ler com muita atenção.
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
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