Música "Nostrand" by Ratatat
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Animação- Typolution
Música "Nostrand" by Ratatat
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Educação Ambiental no Youtube: Natura Mediterraneo (Itália)
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Zeitgeist Addendum (em Português, 2008)
No original, aqui
Ver aqui o primeiro filme Zeitgeist:
Zeitgeist, 2007
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Charles Darwin 200
Cartaz da Exposição em MatosinhosAçorianos querem corrigir «erro de Darwin»
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Comissários Europeus da área do ambiente com blogues e facebook
Stavros Dimas mantém uma página muito activa no facebook.
Mariann Fischer Boel, Comissária Europeia para a Agricultura e Desenvolvimento Rural, alerta-nos, no seu blogue, para a enorme quantidade de resíduos alimentares. Mais, reduzindo para metade o que os europeus desperdiçam ao comer, equivaliaria a uma redução em 25% de GEE. O relatório completo, aqui (117 páginas).
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Global Warming Art e mais sítios sobre Clima e Alterações Climáticas

Mais sítios
De Olho no Clima
Artigos importantes (via De olho no Clima)
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Dia D de Darwin- Parabéns Darwin
A BBC, por outro lado, pediu a Richard Attenborough um documentário que pretende ser um relato da vida do pai da biologia moderna e do impacto das suas teorias, onde se esperam críticas ao criacionismo. Ao todo, em Inglaterra, haverá mais de 300 eventos relacionados com o bicentenário. Em Cabo Verde, o primeiro local em que o HMS Beagle atracou e Darwin fez observações, a Universidade Pública de Cabo Verde Uni-CV, a Câmara Municipal da Praia e outras entidades pretendem celebrar a passagem de Charles Darwin, na cidade da Praia. Em Portugal, a grande expectativa centra-se na exposição a inaugurar na Gulbenkian. Intitulada A Evolução de Darwin, é inaugurada este dia 12 de Fevereiro e decorrerá até 24 de Maio. A mostra, que pretende ajudar a entender a Teoria da Evolução, inclui elementos da exposição Darwin que esteve patente no American Museum of Natural History, de Nova Iorque, em colaboração com museus congéneres de Bóston, Chicago, Toronto e Londres. No Porto, a Reitoria da Universidade inaugura a exposição Charles Darwin : Evolução e Biodiversidade. O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra tem a decorrer um concurso de arte postal. Em Aveiro, a Fábrica – Centro Ciência Viva, organiza hoje, além de outras iniciativas a decorrer ao longo do ano, Darwin em 5: uma representação do casal Darwin (Charles e Emma) sobre alguns factos significativos da sua vida. Segue-se uma conversa com o professor do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, José Eduardo Rebelo. Num outro tom, o blogue de apoio à exposição a inaugurar quinta-feira na Fundação Calouste Gulbenkian, o A Evolução de Darwin associa-se ao Festa de Anos de Darwin para a realização de uma verdadeira festa de anos, a decorrer este dia 12, a partir das 23h no Frágil, em Lisboa. A par do blogue, a organização já obteve apoios da Flying Sharks, da Associação Viver a Ciência, de uma confeitaria (que confeccionará o bolo de aniversário), a Fundação Luso-Brasileira, o Zoo de Lisboa, o Oceanário, a Fnac e a National Geographic Portugal. O dj será Nuno Lopes. Virtualmente, Darwin é também celebrado. Por estes dias, surgiu como utilizador na plataforma Twitter associado ao blogue da viagem do Beagle. No Facebook, um grupo tenta juntar 200 mil pessoas, online, naquela que será, com certeza, a maior festa de anos de sempre, embora virtual.
Sugiro outras páginas ou portais muito interessantes The Complete Work of Charles Darwin Online Darwin Day Celebration The Darwin Digital Library The Charles Darwin Foundation (Galápagos)quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
O que une Darwin e Abraham Lincoln além da mesma data de nascimento

A ler com muita atenção aqui
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Sobre a "época das podas camarárias" - relembrando Joaquim Vieira Natividade
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Alain Badiou - de que real é esta crise o espectáculo?
Aula de Alain Badiou sobre Democracia, Política e Filosofia na European Graduate School. Continua, depois, nas partes 2, 3, 4 e 5
Texto completo em Carta Maior
Tal qual nos é apresentada, a crise planetária das finanças parece-se com um desses maus filmes produzidos pela fábrica de sucessos pré-fabricados que chamamos hoje de cinema. Nada falta, incluindo as aparições que aterrorizam: é impossível impedir a sexta-feira 13, tudo desmorona, tudo vai desmoronar... Deixemos ao filme-crise, assim revisto, a sua força didática. Podemos ainda ousar, face à vida das pessoas que o assistem, nos vangloriar de um sistema que remete a organização da vida colectiva às pulsões mais baixas, à cobiça, à rivalidade, ao egoísmo? Fazer o elogio de uma "democracia" onde os dirigentes são tão impunemente os empregados da apropriação financeira privada que espantaria o próprio Marx, que já qualificava esses governantes, há 160 anos, como funcionários do poder do capital? Afirmar que é impossível tapar o buraco da segurança social, mas que devemos tapar, com biliões, o buraco dos bancos?
A única coisa que podemos desejar nesta questão é que descubramos o poder didático nas lições que podem ser tiradas para os povos, e não para os banqueiros, para os governos que os servem e para os jornais que servem aos governantes, em toda essa cena sombria. Eu vejo dois níveis articulados deste retorno do real. O primeiro é claramente político. Como o filme tem mostrado, o fetiche "democrático" não passa de um serviço solícito aos bancos. O seu verdadeiro nome, o seu nome técnico, como proponho há muito tempo, é: capital-parlamentarismo. Convém, pois, como múltiplas experiências começaram a fazer nos últimos vinte anos, organizar uma política de natureza diferente. Ela é e estará - por muito tempo ainda, sem dúvida - distante do poder do Estado, mas pouco importa. Ela começa, na base do real, pela aliança prática das pessoas mais imediatamente disponíveis para inventá-la: os novos trabalhadores vindos da África ou de outros lugares, e os intelectuais herdeiros das batalhas políticas das últimas décadas.
Ela vai ampliar-se em função do que houver a fazer, ponto por ponto. Não manterá nenhuma espécie de relação orgânica com os partidos existentes e o sistema, eleitoral e institucional, que os mantém vivos. Ela inventará a nova disciplina daqueles que não têm nada, a sua capacidade política, a nova ideia do que seria sua vitória.
O segundo nível é ideológico. É preciso inverter o velho veredicto segundo o qual estaríamos vivendo "o fim das ideologias". Vemos hoje, muito claramente, que essa pretensão não tem outra realidade do que a expressa pela palavra de ordem "salvemos os bancos". Nada é mais importante que reencontrar a paixão das ideias e pôr ao mundo tal qual é uma hipótese geral, a certeza antecipada de um outro curso de acontecimentos totalmente distinto. Ao espectáculo maléfico do capitalismo, nós opomos o real dos povos, da existência de todos no movimento próprio das ideias. A motivação de uma emancipação da humanidade não perdeu em nada a sua força. A palavra comunismo, que durante muito tempo nomeou essa força, foi certamente aviltada e prostituída.
Mas, hoje, a sua desaparição só serve aos mantenedores da ordem, aos actores febris do filme-catástrofe. Nós iremos ressuscitá-la, na sua nova clareza. Que é também a sua antiga virtude, expressa quando Marx dizia, a propósito de comunismo, que ele rompia da forma mais radical com as ideias tradicionais e que fazia surgir uma associação onde o livre desenvolvimento de cada um é a condição para o livre desenvolvimento de todos. Ruptura total com o capital-parlamentarismo, política inventada a partir do real popular, soberania da ideia: tudo está aí para nos tirar do filme da crise e remeter-nos à fusão do pensamento vivo e da acção organizada.
Alain Badiou é filósofo, escritor e editor. Artigo publicado no jornal Le Monde (17/10/2008)
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Documentário sobre epigenética e bioética- The ghost in our genes (2006)
English
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Lembrando António Sérgio
Nos últimos anos, o que tenho reparado é que cada fornada de jovens colegas vem pior que a anterior, têm medo de tudo, obedecem a tudo, fazem de tudo e para quê? Para serem ainda mais espezinhados do que já são? O que espera ganhar com isso essa canalha cobarde que tem invadido as escolas? Como podem esses indivíduos, que não têm respeito por si próprios, ensinar futuros cidadãos a serem livres e a exigirem para si o respeito que todos merecemos? Deixem-me invocar António Sérgio, passados quarenta anos sobre a sua morte, a 24 de Janeiro de 1969, pedagogo e pensador brilhante que permanece mais esquecido do que no tempo de Salazar. Não será, sem dúvida, por acaso. Dizia, pois, o nosso estimadíssimo Sérgio em 1915: A albarda da resignação trazemo-la todos da escola.[1] É isto que querem perpetuar? Julgo-me afortunado por ter conseguido escapar a este destino mas, em grande parte, devo-o aos meus professores e aos meus colegas que me ensinaram a pensar pela minha cabeça e a resistir e lutar contra o que não considerava ser correcto. É grande parte do que tenho ensinado aos meus alunos e aos colegas mais novos com que lido, porém cada vez mais me parece falar para o boneco, essa gentinha já me aparece tão formatada que é quase impossível trespassar a albarda da resignação em que os formaram. Hoje vivemos um momento gritante em que essa experiência de vida os pode fazer deitar tudo a perder, ou se endireitam agora ou viverão curvados para sempre. Por isso não tenho parado de vos exortar, de escrever e tentar passar esta mensagem que julgo ser vital para a sobrevivência da intelectualidade e mocidade portuguesas.
Ainda vou mais longe, e continuo a lembrar-vos António Sérgio,[2]o objectivo mínimo para qualquer aluno de qualquer escola é não lhe fazer mal. A escola tem sido um acervo de coisas maléficas, de tratos diabólicos, de prescrições tirânicas: e é já importantíssima reforma a simples anulação das coisas más. Grande programa: não fazer mal![3] E, infelizmente, nós pactuámos com isso, esta reforma do ensino é um exemplo acabado de um programa para criar escravos, sobretudo nos cursos profissionais, que não é mais do que um ensino de segunda para impedir qualquer concorrência futura com os educados no ensino regular. Obviamente, para criar um ensino formador de escravos servis, ter-se-ia que operar, primeiro, a escravização e servilização dos professores, homens livres e de livre pensamento recusam-se a formar escravos, foi precisamente isso que a nova legislação veio fazer, nomeadamente através dos novos estatuto da carreira docente e gestão escolar. É por isso que me tenho batido tanto contra tudo isso e custa-me aceitar que colegas meus o não entendam… Essa canalha está a pactuar com a canalha que quer fazer mal à escola pública e aos alunos, quer formar cidadãos servis que aceitem tudo sem pestanejar e é contra isso que erguerei sempre a minha voz. A minha avaliação está feita, é clara e que se lixe a deles. Recuso ser servil e mais ainda, recuso a ensinar alunos a tornarem-se escravos incutindo-lhes a albarda da resignação de que nos falava António Sérgio. Talvez por isso, pelo menos assim espero que seja, a sua sobrinha-neta, Matilde Sousa Franco, deputada do PS, tenha sempre votado contra, por ter lido e percebido as obras e a lição que o seu ilustre parente nos deixou. Apenas lamento que no artigo que escreveu, recentemente, num jornal, não tenha aludido claramente a tudo o que aqui deixo dito e que, em enormíssima parte, pertence a este, injustamente esquecido, pensador e, para mim, figura cimeira do século vinte português. Ganhou o seu arqui-rival? Sinal dos tempos e da merda de povo em que nos tornámos.
[1] Cf. Educação Cívica, 1915, foi reeditado, em 1984, pelo Ministério da Educação e, apesar do número de 25 000 exemplares garantir que existe em quase todas as escolas, devia ter sido lido pelos professores e não foi.
[2] Cf. Divagações pedagógicas. A Propósito de um Livro de Wells. 1923 in Ensaios, tomo II, Sá da Costa.
[3] Seria bom para os amantes de tudo o que é estrangeiro que se dessem ao trabalho de ler Karl Popper, que viria a escrever esta ideia mais de quinze anos depois… Contudo, como eu já sei o que a casa gasta, poupo-vos esse trabalho e transcrevo o texto: ‘o princípio de que aqueles que nos são confiados, antes de mais, não devem ser prejudicados, deveria ser reconhecido como tão fundamental para a educação como o é para a medicina. ‘Não causes dano’ (e, portanto, ‘dá aos jovens aquilo de que mais urgentemente necessitam a fim de se tornarem independentes de nós e capazes de escolher por si mesmos’) seria um objecto valiosíssimo do nosso sistema educacional, cuja realização é algo remota, embora nos pareça modesto.’ Karl Popper, A Sociedade aberta e os seus Inimigos (escrito entre 1938 e 1943), Editorial Fragmentos, Lisboa, 1993, 2ºvol., p.271.
Para Saber Mais sobre este Ilustre Pensador Português
Maria Helena Pereira, António Sérgio – Biografia (2002)Pedro Calafate, Centro Virtual Camões - Filosofia Portuguesa (1998-2000)
Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, Antologia António Sérgio (1998)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Um Manual sobre Slow Food ou Ecogastronomia
Entre os seus conteúdos estão textos e imagens sobre: a História, a Filosofia, a Missão e a estrutura do Slow Food; informações sobre Educação do Gosto, o Slow Food nas Escolas, a Universidade de Ciências Gastronómicas, Publicações da Editora Slow Food, os eventos internacionais e o Estilo Slow; informações sobre a Fundação Para a Biodiversidade e seus projectos: a Arca do Gosto, as Fortalezas, o Prémio Slow Food e o Terra Madre.
[Fonte: Slowfood Brasil]
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Dossiê Telemóveis
Mine e-waste, not the Earth, say scientists

