domingo, 3 de abril de 2005

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sábado, 2 de abril de 2005

A água primordial

Os animais mamíferos humanos até ignoram ou esquecem que todos já estivemos, frágeis e dependentes, no ventre de uma mãe, quando ainda eramos fetos, dentro do líquido nutritivo e protector- o líquido amniótico.
Esta água primordial, fonte de estudos médicos e biológicos há muito denunciam que também é permeável à poluição ambiental.
Se o cidadão estiver calado e passivo a ver os seus rios poluídos, , a ver fábricas ao seu lado a emitir gases de efeitos de estufa ou então activamente ou acríticamente aceita e compra produtos em plásticos e derivado e anda a comprar monovolumes a diesel, não estará a acentuar estes efeitos? Isto também é criação de pobreza.
Há tanto egoísmo, hipocrisia e insensibilidade naqueles que esquecem esta realidade biológica na sua prática socio-politico-económica. Compaixão e ecosolidariedade é preciso!

sexta-feira, 1 de abril de 2005

Sou a língua da árvore

Já muito se lavrou sobre a recente acção da Grenpeace e Quercus, acerca do comércio ilegal de madeira e no patamar vergonhoso que o nosso País ocupa nesse comércio.

Aproveite e conheça melhor o Instituto Akatu- pelo consumo consciente!

Sugiro ainda que leia este belíssimo livro de António Ramos Rosa para sentir a alma das nossas irmãs ÁRVORES!


Espero escrever neste poço de folhas com as mãos entre as árvores...

quinta-feira, 31 de março de 2005

A Ouvir A Certain Ratio- Forced Laugh



E bem-vindos ao ex-Hulme websítio ou memórias de realidades de Manchester hiper-industriais, mas forte em todas as artes e expressões e (in)segurança. A Manchester das décadas 60 a 90, preservada agora em arquivo digital.

quarta-feira, 30 de março de 2005

Hector Zazou - Harar et les Gallas(feat. Ketema Mekonen & Ryuichi Sakamoto)

Zazou adaptou uma canção tradicional etíope, em memória de Arthur Rimbaud. Sublime e sedutora.


Do álbum "Sahara Blue" - 1992; Voz de Ketema Mekonen.

Oferta de Zazou em 1992, Sahara Blue, foi baseada numa ideia de Jacques Pasquier. Pasquier sugeriu Zazou comemorar o 100 º aniversário da morte do autor Arthur Rimbaud através da criação de música com poesia de Rimbaud. Contribuições incluem palavras faladas de Gérard Depardieu, Dominique Dalcan e música de Brendan Perry e Lisa Gerrard dos Dead Can Dance, Tim Simenon, e David Sylvian.
Hector Zazou (11 de julho de 1948, 08 setembro de 2008) foi um prolífico compositor e produtor musical francês que trabalhou, produziu e colaborou com uma série de artistas internacionais. Ele trabalhou nos seus próprios álbuns e de outros artistas , incluindo Sandy Dillon, Mimi Goes, Barbara Gogan, Sevara Nazarkhan, Carlos Núñez, o grupo italiano PGR, Anne Grete Preus, Laurence Revey, e desde 1976 com Sainkho Namtchylak.

segunda-feira, 28 de março de 2005

Planeta Água

Livros: A ONU calcula que o conjunto das necessidades básicas de alimentação, água potável, educação e cuidados médicos da população mundial poderia ser coberta com uma taxa de menos de 4% sobre a riqueza acumulada das 225 maiores fortunas. Satisfazer os requisitos básicos de água e saneamento de todo o mundo custaria apenas 13 biliões de dólares, sensivelmente, a mesma quantia que a população dos Estados Unidos e da União Europeia despende anualmente em perfume. - Ignacio Ramonet (1998). The politics of hunger.



Blogosfera: Há 800 mil portugueses sem água canalizada, o que corresponde a 8% da população do país. Na Europa, 140 milhões de pessoas, 16% da população, não tem água canalizada em casa, dos quais 41 milhões não têm sequer acesso a água potável. Ora, isto acontece na Europa dos dias de hoje, a Europa industrializada e rica, da União Europeia e do Euro. Uma das zonas mais ricas do planeta. A nível global dão-se diariamente 22 mil mortes por falta de água potável. 1,1 mil milhões (mais de 1/6 da população mundial) não tem acesso adequado à água.


Bem-vindos amigos do Terra-Viva à blogosfera!
Campanhas 1 Além da Quercus, Geota e LPN, multiplicam-se campanhas de gestão eficiente da água.O Ecoclube de Mindelo aproveita a efeméride para lançar uma campanha de sensibilização para a poupança de água. A partir de hoje serão realizados inquéritos porta-a-porta, em toda a Freguesia, com o objectivo de analisar os comportamentos em termos de consumo de água. Foram produzidos 1.000 exemplares de um folheto com conselhos práticos para a poupança.


Campanhas 2 - e as autarquias de que estão à espera?
Já agora não esqueçam a importância da poluição da água e seus efeitos para a nossa sobrevivência e dos organismos vivos!
Agora também somos o País do golfe, não é? Bem, nunca se sabe, agora com o aquecimento global irreversível se não vêm crocodilos para o Algarve!

domingo, 27 de março de 2005

Marcha pelo decrescimento do consumo - um exemplo do ecologista francês François Schneider

François Schneider parte sobre as estradas, a pé, com um burro. O objectivo: ir ao encontro dos seus contemporâneos para sensibiliza-lo para a necessidade do decrescimento. Foi um tempo em que os vendedores desempenhavam um papel extremamente importante nas campanhas. Permitiam trocas indispensáveis entre regiões e difundiam também certas notícias.
Nem as nossas campanhas nem as nossas cidades têm necessidade mais de marmitas, nem sal hoje em dia. Não faltamos mais, para a maior parte, de necessidades básicas. Enquanto que a superfície urbanisée aumenta incessantemente, que importamos sempre mais bens inúteis, que as viagens aumentam incessantemente em velocidade e distância, e que perturba as nossas escolhas de materiais com vida curta  ou produtos meio usados, muito devido em parte dos meios de comunicação social e a classe política que é dedicada a um culto estranho do crescimento e sempre mais. Na nossa sociedade não falta bens e serviços, faltamos em contrapartida de divisão das riquezas e faltamos de decrescimento do nível médio de consumo. O nível de consumo de recursos e de poluição imputável aos países da OCDE (França inlcuída) cria um risco para os ecossistemas mundiais e um modelo devastador para o resto do mundo. Perante o bloqueio dos canais de informação temos necessidade de novos vendedores, também não dos vendedores de bens, mas dos vendedores de ideias, dos vendedores de decrescimento. A 28 de Julho de 2004, assim decidi partir com a burra Jujube para experimentar o ofício de vendedor de decrescimento. Assim deixei Luc-en-Diois, uma aldeia de 500 habitantes do fundo do vale do Drôme, para juntar-se a Thiviers na Dordogne, onde realiza-se uma universidade de verão do decrescimento, seguidamente o oceano.
Acompanhe o dia a dia de François Schneider e informe-se aqui mais porque desenvolvimento é a guerra e porque é importante a Carta do Decrescimento.

sábado, 26 de março de 2005

Acreditar


Se não ACREDITAR, como é que ainda sou Professor? Pois acredito na mudança, no alargamento de horizontes, no progresso intelectual dos jovens e nos idosos, também...ACREDITAR que no presente marcaremos o(s) caminhos do futuro...ACREDITAR que o cinema, o romance, a poesia, o teatro, a música, a pintura e todas as Artes e os jogos de matemática são tão proactivos e fazem muito mais pela alma e humanidade que o dinheiro ou ter bens ou parecer ter...Associo ao dinheiro todas as asneiras que leio todos os dias...Nele não acredito nem um pouco...gosto dele para obter a sobrevivência básica...apenas.Depois, estamos longe, muito longe das ideias de Alvin Toffler ou Herman Hesse no Jogo das Contas de Vidro. Vamos regredir....ou alguns manda-chuvas querem-nos pobres dos mais pobres e cheios de medos, para não acreditar jamais. Estamos a viver a época mais escravizante, sem que as multinacionais disparem um tiro sequer...este neo-capitalismo é asfixiante e torturador...É CRIME!!


"O mundo é um lugar perigoso, não apenas pelos praticam o Mal, mas sobretudo pelos que olham e nada fazem" ~ Albert Einstein

"The world is a dangerous place, not because of those who do evil, but because of those who look on and do nothing." ~ Albert Einstein

sexta-feira, 25 de março de 2005

A negociata do carbono

A tradução não é das melhores, mas compreende-se que é importante estarmos alerta com o comércio de emissões (ETS - emissions trading scheme). No Ondas ( ele não levará a mal que retire esta parte da sua mais recente postagem) explica que é um dos 3 mecanismos de implementação do protocolo de Quioto, cujo objectivo é impôr aos países industrializados a redução nas suas emissões de gases com efeito de estufa (CO2 e metano) 5.2% relativo aos níveis de 1990. O esquema europeu cobra actualmente cerca de 12.000 empresas que geram cerca de 64% dos gases com efeito de estufa. Esta quota exclui os gases dos transportes e os produzidos pelas famílias. Este comércio implica que a indústria tem de limitar as suas emissões quer pela introdução de tecnologias limpas quer pela negociação da sua quota. Se, por exemplo, uma central de energia está a produzir 10% mais do que o estabelecido pelo governo, poderá comprar toneladas de carbono a uma empresa mais limpa que esteja a poluir muito menos do que o limite que lhe foi estabecido. O mercado nunca funcionará devidamente enquanto todos poderem poluir tanto que apenas alguns se poderão dar ao luxo de comprar as sobras das empresas mais limpas. E é isso que está a contecer na Europa. Ver mais sobre a negociata do carbono.
Fiz algumas outras investigações e descobri esta excelente ONG, a Carbontrade Watch que nos alerta para a já desflorestação exercida nas terras brasileiras pela monocultura do eucalipto. Agora também pelo comercio de meissões estas são consideradas carbono-redutoras da região Norte!!! Vejam as fotografias!!
O monoculture do eucalyptus emergiu em Brasil sem o consultation de povos locais. Rather, foram forçados fora de suas terras brutal durante o dictatorship militar. Aqueles que resistiram tudo têm as histórias a dizer. Histórias que o banco de mundo, as instituições financeiras, as companhias e os governos nunca se incomodaram ouvir. As plantações do eucalyptus são responsáveis para uma lista longa da degradação ambiental que faz exame de muitos formulários including a água e a contaminação do solo com o over-use de agro-toxics, da diversão da água, poluição de ar, e nos danos irreversible de alguns casos à outra espécie da planta e do animal. Todos estes fatores, por sua vez, afetam a vida humana - primeiramente em comunidades rurais. "o modernisation agricultural" introduzido perto após governos militares e civis de rupturas de imposto maciças envolvidas Brasil, de empréstimos e de outros formulários do auxílio do governo a fim construir o infrastructure industrial para a exportação. O monoculture em grande escala do eucalyptus tem um history longo da sustentação das instituições financeiras internacionais (IFIs). O formulário o mais novo da expansão neo-liberal no setor é projetos negociando a poluição. A emissão que se negoceia agora aparece no horizonte como um outro obstáculo no esforço. O pretnso "Desenvolvimento Sustetavel" considera que as plantações são "carbono redutores" para os níveis perigosos da poluição no norte.
Para obter mais informações
http://www.sinkswatch.org/
http://www.cdmwatch.org/
http://www.wrm.org.uy/
http://www.cornerhouse.org/
http://www.fase.org.br/
http://www.fern.org/
http://www.risingtide.org.uk/

quinta-feira, 24 de março de 2005

Portugal pára com a importação de Madeiras Exóticas

Greenpeace e Quercus tentaram bloquear carregamento de madeira da Amazónia

Activistas da Greenpeace e da Quercus tentaram esta tarde impedir, sem sucesso, a entrada do navio "Skyman" no porto de Leixões, descendo em "rappel" de uma ponte móvel, em protesto contra um "carregamento de madeira proveniente de empresas envolvidas em abate ilegal e destrutivo na Amazónia".

O comércio de madeira da Amazónia proveniente do abate ilegal e destrutivo está relacionado com a corrupção, o roubo de terras públicas, a violência contra as comunidades locais e, em alguns casos, com homicídios. Ao não tomar medidas para controlar este problema, Portugal pode ser considerado cúmplice destes crimes, afirmou Marcelo Marquesini, coordenador da Campanha Amazónia do Greenpeace.Portugal é o quinto maior importador mundial de madeira da Amazónia brasileira, de acordo com a Quercus. Hélder Spínola, presidente da associação, considera que é tempo de Portugal assumir a sua responsabilidade e não fechar os olhos às actividades ilegais que ocorrem nos países produtores.

Conheçam e divulguem a importância da certificação de madeira, a Forst Stewarship Council FSC . Trata-se de uma estratégia que poderá inverter a tendência de desflorestação no mundo e o combate á corrupção.Por exemplo o contraplacado amigo-do-ambiente utilizado pelos activistas da Quercus e do Greenpeace é certificado pelo Forest Stewarship Council (FSC).

80% das florestas primárias do planeta foram já degradadas ou destruídas, e apenas 20% permanecem intactas. As florestas tropicais da Indonésia estão a desaparecer a um ritmo inigualável no planeta. Uma área equivalente à da Bélgica é destruída todos os anos (aproximadamente 30 mil km2, 1/3 da área de Portugal). Os nossos governos estão a falhar na protecção das florestas primárias da destruição através do corte ilegal e destrutivo.( Dados de 2004)

quarta-feira, 23 de março de 2005

Carta aberta aos representantes oficiais da ExxonMobil em Portugal


Uma iniciativa do Grupo Gaia Porto!!
Depois de ler isto ainda vai comprar gasolina nos postos ESSO? 
Excelentíssimos Senhores, Num dos períodos mais conturbados que a humanidade enfrenta, cumprem-se 2 anos desde que as tropas norte-americanos deram início à invasão do território iraquiano desencadeando assim um processo que resultou, e continua a resultar, na morte de milhares de civis inocentes assim como a destruição de praticamente todas as infra-estruturas económicas do país. Nos Estados Unidos da América, potência hegemónica - ao nível militar, económico e ideológico -, são os interesses de determinadas entidades corporativas, com um elevado poder económico (a maior parte dessas corporações possui uma riqueza financeira em muitos casos superiores ao P.I.B. de diversos países), que acabam por determinar e configurar a orientação e agenda dos principais agentes políticos do país. Essa agenda, pelas suas características dominantes, acaba por ditar hoje a realidade de cerca de 6 mil milhões de indivíduos em todo o planeta.

A base do fundamentalismo neo-conservador republicano radica no poder económico e político de determinadas empresas que estabelecem como princípio primordial de toda a sua acção o seu próprio lucro financeiro, indiferentes aos custos ecológicos e sociais, entre outros, que a obtenção desse lucro possa implicar. Entre elas adquire particular preponderância, destacando-se pelo seu peso económico e complexa rede de influências que possui ao nível da presente administração republicana, assim como o seu envolvimento na questão iraquiana, a empresa que representam: a EssoMobil. Naquilo que não é certamente uma coincidência, é também uma das corporações que mais activamente tem exercido uma enorme e eficaz pressão junto das instâncias governamentais republicanas no sentido de inviabilizar aquela que é uma das únicas e mais importantes iniciativas, o único tratado internacional, destinadas a estabelecer medidas práticas no sentido de enfrentar o problema do aquecimento global: O protocolo de Quioto. 

O que nos opõem, então, à conduta da EssoMobil? Desde 1997 a EssoMobil despendeu um valor semelhante a 47 milhões de dólares em actividades de “lobbying” junto de diversas instâncias governamentais. Nas eleições de 2000 destinou cerca de 89% do seu orçamento para financiamento eleitoral na eleição de candidatos republicanos. Obviamente que esse investimento, como ficou demonstrado por toda a linha política da administração Bush, terá tido o seu retorno em benefícios diversos. Através de uma forte e eficaz política de “lobbying” a Esso foi capaz de assegurar a retirada dos Estados Unidos do Protocolo de Quioto, garantindo assim que os E.U.A., ao invés de procederem a uma mudança de orientação alicerçada no desenvolvimento das energias renováveis, persistissem utilizando um velho e cada vez mais inviável modelo de desenvolvimento (mas altamente lucrativo para a Esso) baseado na dependência do país e de toda a economia mundial em relação aos combustíveis fósseis. Para além desse facto, a EssoMobil continua a negar qualquer responsabilidade pelas alterações climáticas, financiando de forma explícita estudos e cientistas detractores das evidências científicas que apontam para a gravidade das alterações climáticas, e a despender milhões de dólares em campanhas de desinformação. Tem também vindo a tentar, de forma persistente, desacreditar as evidências científicas mais inquestionáveis que demonstram uma óbvia correlação entre o aquecimento global e a utilização de energias fósseis. 

Em Abril de 2002, o Dr. Robert Watson, presidente do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (umas das mais importantes autoridades científicas sobre o assunto), foi destituído do seu cargo graças à pressão exercida pela delegação governamental norte-americana, isto alguns meses após o envio de uma carta por parte da Esso à administração Bush no sentido de pedir apoio no afastamento do Dr. Watson. Ao contrário de outras companhias petrolíferas, que dão os primeiros paços no sentido de investir em energias limpas, a EssoMobil continua a persistir na sua filosofia conservadora de não investir virtualmente nada em energias renováveis e obstar de forma activa e esses esforços. 

A Esso possui também um registo histórico que evidencia um confrangedor desrespeito pelos direitos humanos, nomeadamente no que diz respeito a uma gravíssima cumplicidade na violação de direitos humanos em Aceh, na Indonésia, tendo mesmo cedido as suas instalações para a realização de interrogatórios e prática de tortura. Ou pela brutal opressão sobre diversos movimentos de cidadãos organizados contra a construção de alguns oleodutos no Chade e nos Camarões. Entre outros casos. Em 1999, aquando da sua fusão com a Mobil, a Esso foi a primeira empresa norte-americana a rescindir com um acordo de não discriminação em função da orientação sexual dos trabalhadores. Ao nível da destruição de diversos ecossistemas naturais a conduta da Esso não é, também, de menor importância ou de natureza menos danosa: A construção de diversos oleodutos e poços de extracção em diversas áreas do planeta têm contribuído para a destruição irreversível de diversos habitates. Destacam-se, por exemplo, diversas áreas protegidas no Árctico, nas Ilhas Sakhalin - Rússia, diversas zonas de floresta tropical até então virgem no Chade e Camarões, entre outras áreas no Alaska e Canadá. Trinta anos depois da tragédia do Exxon Valdez, no Alasca, a factura da limpeza das costas do Alasca continua ainda, em larga medida, por ser paga pela Esso. É ainda de referir que as próprias refinarias da Esso são responsáveis pela deterioração das condições de vida de diversas comunidades, disseminando em seu redor substâncias químicas e gases poluentes em locais onde as pessoas vivem, trabalham e as crianças brincam. Na sequência da vaga de “despenalização” das autoridades americanas face às agressões ambientais por parte dos grandes agentes poluidores, as refinarias serão autorizadas a aumentar as suas emissões de forma dramática. 

A EssoMobil é a maior companhia petrolífera do mundo e, simultaneamente, através das instâncias de poder norte-americanas, uma das companhias mais influentes à escala global. Certamente podemos afirmar que se temos hoje uma mundo repleto de conflitos bélicos e invasões militares efectuadas em prol do acesso a bens geo-estratégicos como o petróleo ou toda uma sociedade baseada num paradigma energético insustentável, alicerçado nas energias fósseis, isso deve-se, sem esquecer também a (ir)responsabilidade política da actual administração, à capacidade que corporações como a EssoMobil, e muito particularmente a EssoMobil, têm de determinar a agenda política da maior potência mundial e os contornos de actuação da generalidade das entidades monetárias e políticas internacionais. Hoje, mais do que nunca, é importante sabe-lo e compreender as suas implicações. Dessa forma denunciamos também as responsabilidades que a EssoMobil tem no desencadear de uma das mais violentas invasões militares dos últimos tempos: A invasão do Iraque e a consequente morte (sem referir sequer os feridos) de cerca de 100 mil civis inocentes (números aproximados). 

Por todos estes motivos encontrámo-nos aqui hoje a desenvolver esta acção de protesto e sensibilização e, assim, o GAIA vem demonstrar o seu apoio à “Stop ExxonMobil Alliance” naquilo que constitui um esforço sem precedentes de diversas organizações ecológicas e grupos de defesa dos direitos humanos e pró-democracia no sentido de denunciar as “nublosas” práticas e sistemáticos abusos da EssoMobil, prometemos, ainda, tudo fazer no sentido de obstar à política ignominiosa e conduta de actuação que a entidade que representam tem vindo a desenvolver no nosso planeta. Atenciosamente, GAIA - Porto Mais informação disponível em: http://www.pacificenvironment.org/stopexxonmobil 

terça-feira, 22 de março de 2005

Recados de um (manda-)chuva na prateleira, por Adelaide Chichorro Ferreira

Adelaide Chichorro Ferreira
enviado para publicação a 31.1.2005, publicado a 13 de Março de 2005 no Diário de Coimbra


Em política andam todos a «mandar vir», mas sem sucesso neste assunto em particular. A chuva é caprichosa, não vem quando a pedimos. Por outro lado, também não há manda-chuvas perfeitos. Por mais determinados que se apresentem, por mais ultimatos que façam às nuvens, não conseguem fazer chover, e o que é facto é que só com as lânguidas lágrimas de Inês não vamos a lado nenhum em defesa da vida, a qual não é somente a humana. Mesmo assim, mandar (ao menos um bocadinho) era o que políticos e gestores deviam fazer, porque é para isso que são eleitos ou pagos. O facto é que esta seca já exige atitude (vulgo «tomates»). Por muito que espante o pobre cidadão «televisado», a água dos rios é a mesma que nos sai pela torneira e que rega os tomates, além de que é em muitos casos dela que ainda dependemos em termos energéticos, enquanto não nos rendermos aos painéis fotovoltaicos (e não me refiro somente aos colectores solares). Eis pois algumas sugestões absolutamente necessárias no momento presente, que me foram comunicadas por um manda-chuva virtual há tempos por mim colocado em segurança numa prateleira, já não sei se antes se depois de um tsunami. Encare portanto o leitor esta seca, da política e não só, como um desafio ao seu engenho e adopte uma atitude positiva, mesmo se for para dizer não aos gastos de água supérfluos.

1. Não tome banho de imersão e prefira somente os duches rápidos. Se habitualmente usa o banho de imersão para relaxar, experimente em vez disso massajar-se com umas compressas de água quente no corpo. Se estiver constipado, um pouco de gengibre ralado espremido na água com que faz a compressa faz maravilhas (mas sobre isso consulte um especialista em macrobiótica).

2. Não tome banho todos os dias. Note que se não tomar banho todos os dias salvaguarda as suas feromonas naturais (responsáveis pelo sex-appeal) e poupa muito em hidratantes da pele.

3. Se tiver mesmo que tomar banho de imersão, reutilize pelo menos alguma da água nas plantas da sua varanda e por isso use champôs e sabonetes à base de produtos naturais, que ao menos adubam a terra.

4. Se beber mais líquidos «limpa-se» por dentro também, e talvez isso seja mais importante do que limpar-se apenas por fora.

5. Dilua o champô com água, a fim de não sobrecarregar os aquíferos com produtos químicos, uma vez que quando a água é pouca eles têm mais dificuldade em desaparecer. Além disso, proceder assim dá sensivelmente o mesmo resultado, com a vantagem de não estragar o cabelo (ou os pelos da barba).

6. Feche a torneira quando lavar os dentes e use preferencialmente um copo para bochechar.

7. Não lave a loiça em água corrente: encha primeiro o lava-loiças e não abuse do detergente (ponha apenas um bocadinho para não poluir os aquíferos).

8. Não coma tanto à base de gorduras: custa muito mais a lavar a loiça no fim.

9. Coma menos carne: para se produzir carne é preciso muito mais água do que para cultivar vegetais.

10. Recorra, se puder, a torneiras ou a autoclismos de poupança de água ou regule-os com esse objectivo.

11. Prefira limpar a sanita de vez em quando (reveze-se nesse trabalho com os outros membros da família, estabelecendo um calendário) à colocação de detergentes ou desinfectantes que são activados a cada descarga de água. É seguramente um exagero de «limpeza» que, multiplicado por muitos cidadãos, não contribui para facilitar a vida à estação de tratamento de águas residuais de todos os outros que consigo residem na mesma cidade.

12. Se tiver que trocar de máquina de lavar, dê o devido valor à eficiência energética e ao consumo de água.

13. Reutilize a água que sobra da cozinha nas plantas (por exemplo, água de cozer vegetais, deixando-a arrefecer, ou então restos de chá, etc.).

14. Regue o jardim à noitinha ou de manhã cedo, a fim de que não se evapore tanta água. E seja comedido com a rega de plantas ornamentais. Antes do ornamento está o alimento.

15. Não lave o carro, porque primeiro estão as pessoas e depois os seres vivos, e um automóvel não é um ser vivo. Não é por o bólide ter mais brilho que o charme do dono aumenta. Prefira sorrir e ser simpático, que acaba por resultar melhor. Para salvar a face junto dos amigos, seja pró-activo: coloque na viatura um autocolante anti-lavagem automóvel com um smiley auto-confiante e o seguinte dito: «água mole em chapa dura aqui não dá, que a seca dura»).

16. Evite andar sempre a lavar roupa: em muitos casos, basta pô-la a arejar para voltar a poder ser usada.

17. Se a roupa só tiver uma nodoazita ou outra, lave apenas a parte correspondente da peça de roupa, à mão. Note que se lavar menos tem também menos roupa para passar a ferro, ou seja: poupa trabalho.

18. E não passe a ferro: muita da roupa pode e deve ser simplesmente dobrada, porque o gasto energético com o ferro de engomar não é despiciendo. Ponha a família a ajudar e neste assunto não peça nem esteja com contemplações: exija, fazendo greve se for necessário.

19. Evite fumar ou deslocar-se a locais com muito fumo: uma das principais razões pelas quais lavamos a roupa com muita frequência é para lhe retirar o cheiro a tabaco.

20. Este ano esqueça as piscinas para os miúdos: em primeiro lugar vai estar a prevenção e o combate aos incêndios, que é um problema que nos afecta a todos. Se no entanto tiver que ser, seja comedido e reaproveite a água no fim para regas.

21. Comece já a reunir uns quantos livros interessantes para crianças. Vai ter de lhes contar histórias ou de as entreter jogando jogos com elas, de preferência não de computador (a electricidade vem das barragens, e elas não estão propriamente muito cheias).

22. Invista, se puder, num toldo para a varanda, a fim de que no Verão possa viver com mais conforto em sua casa: é que poderá haver cortes no abastecimento energético devido a sobrecarga por utilização excessiva do ar condicionado, ou então por falta de água nas barragens (e ela pode ser também necessária para combater incêndios ou para a agricultura).

23. Proteja os seus canteiros, se os tiver, com o chamado «mulching»: ou seja, colocando palha na terra, ou os restos dos vegetais usados na cozinha (talos, etc.) para manter a humidade do solo.

24. Vá-se precavendo plantando umas alfaces em vasos mesmo na varanda, em vez de flores. Pode vir a precisar delas daqui a uns tempos (sabem muito bem, até porque estão sempre à mão), e a água deve gastar-se em primeiro lugar naquilo de que necessitamos para comer. A fim de melhorar o resultado, reutilize os restos de vegetais na cozinha para fazer adubo, por exemplo por vermicompostagem (compostagem por minhocas), num caixote guardado por baixo do lava-loiças ou na garagem.

Por fim, lembre-se de que Portugal prevenido não será vencido.

segunda-feira, 21 de março de 2005

Stabat Mater, por João Soares



Transgénica e betonizada
Lacrimosa e dolorosa
Estava a Mãe

Num manto de rio negro
Plásticos e alumínio
As árvores, muito raras e definhadas
Animais, poucos e cancerosos

Seco e pálido, o seu rosto
Amargos e incendiados gritos
Queimados de radioactividade

E os poucos homens guerreando-se
Pelo pouco vil metal para repartir
Exauridos em terrenos de sangue e de mercúrio
João Soares

English Version
Transgenic and betonned /painful and weeping / Was the Mother/ In a mantle of black river /Plastic and aluminum / the trees, very rare and meager /Animals, few and cancerous / Dry and pale, its face Bitter/ and set on fire burnt shouts of radioactivity /And the few men fighting itself/ For little vile metal to distribute/ Exausted in mercury and blood lands

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sábado, 19 de março de 2005

Constituição Europeia, a Europa e os portugueses - não atinamos com o tamanho

No Ecosfera e no Casa dos Comuns estão duas visões quase opostas do ser português. Não deixei passar em claro porque realmente no que diz respeito à acção no terreno há muito barulho e pouca acção e quando há, infelizmente é no sentido ERRADO- pela permanência, pelo territóriozinho, mesquinho, anão e do medo que já tenho aqui falado. Assim, reproduzo aqui as respostas A - que deixei no Ecosfera e B- que deixei no blogue do Senhor Deputado e Professor Guilherme Martins.

RESPOSTA A 
Claro que há o entusiasmo e há o protesto, mas acrescento mais uns aspectos fruto da actividade docente, também.Sabes e eu falo das escolas, que a este nível a luta ambiental e por questões mais comezinhas como mudar hábitos- redução de lixo, uso de materiais reciclaveis, hábitos alimantares saudáveis é uma constante e muito poucos professores dão apoio...mesmo os que já tenham feito algumas acções de formação nessas áreas... Depois há como muito bem sabemos o desalento de muitos educadores: mal pagos, estão entre os funcionários públicos que pagam sempre a crise provocada por poucos: os senhores do futebol, das comunicações e das imobiliárias. Contudo e neste ponto vou acrescentar mais algumas críticas do ser português: há o azedo provincianismo, a reticência pelo novo, as intrigas....um autêntico desespero!! Tenho conseguido alguma coisa é certo, mas sempre com um pequeno grupo - ou de alunos ou de professores- mas sempre pequenino porque muitos pensam pequeno....desabafos 

RESPOSTA B 
Muito bem, estimado Dr. Guilherme Martins Mas de que Tamanho somos? De que Tamanho queremos ser?? Por muito entusiásticas sejam os esforços de professores, educadores e alguns pais em retratar uma Europa pluricultural, pluritudo aos nossos jovens o que é que verifica?? O que vemos é o convite ao crédito ( fuja do frio- x banco a troco de Y pode ganhar esta viagem a tal W), a intoxicação dos media pelos senhores do futebol, vitimizando-se por tudo e por nada, ou dos senhores dos telemóveis com mensagens TMN KRAVA e GOLOS SMS e/ou programas televisivos tipo Zero em Comportamento ( pior que a Lição do Tonecas). As aulas de Formação Cívica, que deveriam ter manual, são muitas vezes ou estão a ser despendidas para disciplinar as turmas ( estas constituídas por 25 a 28 alunos....). Só a nível das escolas??? E as outras instituições? A verdade e a transparência? Depois e a mudança de atitude por uma ecossolidariedade?? Na minha modesta opinão, é tempo de crescer e de mais compaixão...é urgente amar o outro- confiar- sem aquele familiarismo bafiento da época salazarista mas um amor humanista e que con VIDA!! Estar na Europa incentivou algumas politicas ambientais obrigatórias, caso contrário o nosso Estrago seria ainda maior, mas criou um enorme espartilho apenas para quem é funcionário público. Os restantes ( muito poucos) e tb portugueses lucram, gastam, e destroem bens comuns: a mobilidade, o ar, a água, o solo, a PAZ!!!

sexta-feira, 18 de março de 2005

A Seca, as Alterações Climáticas e o Sector Energético: consulta pública só até 31 de Março


UMA DAS MEDIDAS DE ENFRENTAR AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS PASSA POR MUDANÇAS DE ATITUDES ADAPTATIVAS E POR REDUÇÃO DA EMISSÃO DE GASES PROVENIENTES DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS- A NÍVEL GLOBAL E A NíVEL LOCAL.


Em Portugal verifica-se que
1. o Plano Nacional da Água não está actuante
2. que os argumentos de mais barragens ( o Alqueva, um dos maiores lagos artificiais da Europa e não verte uma pinga de água para os terrenos) ou mais furos ( convidando ao famoso egoísmo territorial e com consequências desastrosas na drenagem das nascentes) são insustentáveis- a água é viva!!
3. que polulam piscinas familiares e de hóteis e campos de golfe, retratando a clivagem socio-económica cada vez mais gritante entre os portugueses
4. e que há portugueses a pagar uma factura de água por dois meses de cada vez e muito cara e outros a pagar uma factura mais barata.
5. uma erosão costeira e interior intensa (mais incêndios, má gestão dos solos, betanização, impermeabilização dos solos, forte urbanização do litoral)
6. enorme dependência (desnecessária) do petróleo

As consultas públicas, tal como fóruns e dedates, são mecanismos cívicos de maior importância.

Contudo os textos em consulta pública de qualquer Ministério ou Câmara neste país continuam teimosamente com linguagem muito pouco acessível ao cidadão comum e interventivo. Gradualmente e por força de muitas ONG, as consultas públicas começam a ter alguma visibilidade, mas tendo como efeitos práticos poucos ( os vários PDM que foram sendo debatidos pelo País fora são disso exemplo). Mas temos que insistir e dedicar algum tempo nisto, porque realmente há que mudar o Estrago da Nação e no aspecto energético então é de facto um TEMA FULCRAL e estamos a passos largos de uma CRISE a todos os níveis.

A Quercus lançou ontem, dia 16 de Março, um comunicado de imprensa protestando contra a recente legislação que aprovou o novo tarifário da electricidade produzida através de energias renováveis (o Decreto-lei nº 33-A/2005 de 16 de Fevereiro) e que tem diversos aspectos em que entra em contradição com os objectivos do Protocolo de Quioto.

Continuando a ler o referido comunicado, a Quercus justifica que em primeiro lugar, penaliza a digestão anaeróbia, processo a partir do qual os resíduos orgânicos são transformados em fertilizante e em biogás utilizado para a produção de energia (eléctrica) renovável.

Com efeito, nesta nova legislação a electricidade produzida a partir de biogás proveniente da reciclagem de resíduos orgânicos baixou de 0,065 euros por kWh para 0,055 euros por kWh.
Esta medida é incompreensível, uma vez que diversos documentos relativos às alterações climáticas (ex.: PNAC - Programa Nacional para as Alterações Climáticas) referem a importância do processo de digestão anaeróbia como forma de controlar as emissões de metano, assim como de contribuir para a produção de energia renovável.

Incrivelmente, a incineração de resíduos urbanos que, pela queima de plásticos, dá origem a significativas emissões de dióxido de carbono, acaba por ser premiada, subindo de 0,065 euros por kWh para 0,076 euros por kWh. Ou seja, esta legislação dá um claro incentivo à emissão de gases com efeito de estufa.

Por outro lado, ao penalizar fortemente a digestão anaeróbia, esta legislação torna mais difícil a devida aplicação deste processo para o tratamento de grandes volumes de resíduos, tais como a fracção orgânica dos resíduos urbanos, as lamas de ETAR, os efluentes de suiniculturas, os resíduos da indústria agro-alimentar e muitos resíduos agrícolas.

A título de exemplo, a ERB - Estratégia Nacional para a Redução de Resíduos Urbanos Biodegradáveis destinados a Aterros (no âmbito da transposição da Directiva Aterros) prevê a instalação de diversas unidades de digestão anaeróbia de forma a reciclar os resíduos orgânicos, reduzindo a sua colocação em aterro, dando assim cumprimento à directiva comunitária sobre aterros.

Curiosamente, o biogás proveniente da matéria orgânica colocado nos aterros é premiado com uma tarifa de 0,105 euros por kWh, ou seja cerca do dobro do valor atribuído ao biogás proveniente da reciclagem da matéria orgânica. Estamos assim a fomentar claramente o incumprimento da Directiva Aterro!


Não é demais???

Dê a sua voz à nossa VOZ ! Reclame, sugira, denuncie.
Lembre-se que queremos FONTES DE ENERGIA RENOVÁVEL , EFICIÊNCIA ENERGÉTICA e MAIS FISCALIDADE AMBIENTAL
O Governo deliberou submeter a consulta pública as propostas de Leis de Bases do Sector Eléctrico, do Sector do Gás Natural e do Sector Petrolífero. Esta legislação enquadra a organização e as principais regras de funcionamento destes três sectores, com vista ao adequado exercício das actividades que lhes respeitam, à segurança do abastecimento e à satisfação da procura dos consumidores. Tratando-se de um conjunto legislativo de grande importância para o futuro destes sectores, pretende o Governo que a consulta pública seja a mais alargada possível, permitindo a recolha do maior número de contributos e sugestões, não só dos agentes económicos, mas também dos próprios cidadãos. Os diplomas estão disponíveis on-line no Portal do Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho, no qual se abriram caixas de correio específicas para recolha de comentários sobre estes três diplomas.
Os comentários, propostas e sugestões devem ser enviados até ao dia 31 de Março, por correio electrónico para o Sector Eléctrico, Sector do Gás Natural e Sector Petrolífero, ou por correio normal para: Direcção-Geral de Geologia e Energia - Av. 5 de Outubro, 87 - 1069-039 Lisboa Agradecemos a sua colaboração!

Esta má globalização não pára?? Estamos numa sociedade ultra-neo-feudalista?