O novo chefe de gabinete de Trump, que vem substituir Susie Wiles, é anunciado poucos dias depois do balde de água fria que foram, para os republicanos, as eleições intercalares norte-americanas e parece vir em sentido contrário às lições que intuitivamente se poderiam retirar. Se os eleitores pareceram demonstrar a sua desilusão com a administração Trump e viraram a agulha para os democratas, Stephen Miller é não só um dos principais rostos da linha dura que acompanha Trump, como o homem definido como o arquiteto das mais agressivas políticas contra a imigração desta administração.
Disse ele o seguinte: "A tortura é o caminho a seguir, a tortura é uma celebração da vida e da humanidade, devemos lembrar disso no século XXI, deve-se apreciar o valor que a tortura demonstra a outras culturas".
Nesta gravação mostra Miller aos 17 anos, filmado dentro de um autocarro escolar na altura da invasão do Iraque. No vídeo, ele afirma frases como "a tortura é uma celebração da vida e da dignidade humana" e sugere que, em vez de matar Saddam Hussein e os seus aliados, a solução ideal seria "cortar-lhes os dedos". Durante o monólogo, ouvem-se outros jovens a rir em fundo.
Isto é os EUA sem a propaganda dos seus filmes, um regime cheio de psicopatas genocidas imperialistas que têm devastado países um atrás do outro e estão orgulhosos disso. e desenganem-se: os Democratas fazem igual, mas de uma forma menos Hard power.
Como já referi aqui a administração Obama bateu recordes de deportações de imigrantes sem documentos nos seus primeiros anos, superando marcas de administrações anteriores e valendo-lhe críticas severas de movimentos de direitos civis.
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