terça-feira, 4 de novembro de 2025
Quase metade de imigrantes recentes em Portugal sobrequalificados para trabalho que fazem
Desconstruindo a ideia de "povo lusitano", ou "povo português luso" em detrimento dos "imigrantes".
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| Zigurate em Ur (moderno Tall al-Muqayyar, Iraque). |
1. Neolítico Final e Calcolítico (c. 3500–2200 a.C.)
2. Início da Idade do Bronze (c. 2200–1500 a.C.)![]() |
| Anta de Zedes |
𝐄 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐞𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐩𝐨𝐯𝐨𝐬 𝐞 𝐭𝐫𝐢𝐛𝐨𝐬 𝐞𝐦 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥, 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐛𝐢𝐨𝐥ó𝐠𝐢𝐜𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐧𝐝𝐨?I Am The Shadow - The Wide Starlight
segunda-feira, 3 de novembro de 2025
O Chega e o Ódio - "Ódio é muitas vezes demasiada importância ao que é somente desprezível"
Dia 3 de Novembro - Dia Mundial das Reservas da Biosfera
Não há Raças: A Unidade Biológica da Humanidade
domingo, 2 de novembro de 2025
Dia Internacional pelo Fim da Impunidade para Crimes contra Jornalistas
Por onde andam a democracia e o bem comum e qual o papel da petição?
Referências bibliográficas selecionadas
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Freire, P. (1996). Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra.
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Habermas, J. (1996). Between Facts and Norms: Contributions to a Discourse Theory of Law and Democracy. MIT Press.
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Nabatchi, T., & Leighninger, M. (2015). Public Participation for 21st Century Democracy. Jossey-Bass.
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Nussbaum, M. (2011). Creating Capabilities: The Human Development Approach. Harvard University Press.
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Orr, D. (2004). Earth in Mind: On Education, Environment, and the Human Prospect. Island Press.
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Rosanvallon, P. (2008). La légitimité démocratique. Seuil.
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Rosanvallon, P. (2015). Le bon gouvernement. Seuil.
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Smith, G. (2009). Democratic Innovations: Designing Institutions for Citizen Participation. Cambridge University Press.
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Sterling, S. (2010). Transformative Learning and Sustainability: Sketching the Conceptual Ground. Learning and Teaching in Higher Education, 5(11), 17–33.
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UNESCO (2019). Education for Sustainable Development Beyond 2019. Paris: UNESCO.
Petição pela Demissão da Ministra da Saúde e pela Defesa de um SNS Público e Funcional
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| Assinar e divulgar a Petição aqui |
Para: Assembleia da República, Primeiro-Ministro e Presidente da República
- Bebés a nascerem em ambulâncias, estradas e até na rua, por falta de resposta hospitalar atempada.
- Grávidas enviadas de hospital em hospital sem atendimento adequado, resultando em mortes evitáveis.
- Crianças encaminhadas para hospitais sem pediatria e grávidas para hospitais sem urgência obstétrica.
- Doentes obrigados a ligar previamente para a Linha SNS 24 para serem atendidos em hospitais públicos.
- em partos,
- em internamentos,
- em pediatria,
- e em urgências, onde muitas vezes os cidadãos são impedidos de ter alguém ao seu lado em momentos de grande fragilidade.
- Listas de espera: primeira consulta cresceu 46% face a 2022; cirurgias aumentaram 13%.
- Apenas 60% dos atendimentos nas urgências respeitam o tempo definido pela triagem.
- Taxa de ocupação hospitalar em 91%, a mais elevada da última década.
- Portugal tem apenas 3,5 camas hospitalares por 1000 habitantes, muito abaixo da média europeia.
- Centros de saúde degradados, sem condições físicas nem humanas: horários reduzidos, falta de médicos, enfermeiros e auxiliares.
- O direito ao atendimento médico imediato não pode ser condicionado a chamadas telefónicas ou autorizações burocráticas.
- O direito a um acompanhante em partos, internamentos, pediatria e urgências é legalmente reconhecido e não pode ser negado arbitrariamente.
- A ausência de condições nos centros de saúde prejudica utentes e funcionários, criando sobrecarga, stress, burnout e desumanização.
- As falhas do SNS têm efeitos psicológicos devastadores: famílias traumatizadas, profissionais culpabilizados, utentes sem confiança no sistema.
Azam Ali - In Other Worlds
Azam Ali - Portals of Grace - Ai Ondas
sábado, 1 de novembro de 2025
Ghost Cop - All Souls Day
Principais Recursos dos Bilionários
Ninguém devia ter mil milhões de euros
Kælan Mikla - Næturblóm
O que significa “Næturblóm”
Amizade profunda
Segundo a banda, a letra da música era originalmente um poema que a vocalista Laufey deu à teclista Sólveig como presente de aniversário quando ela fez 20 anos.
Portanto, há um forte componente pessoal: é uma homenagem à amizade — Laufey vê Sólveig como uma “flor noturna” especial.
Beleza no meio da escuridão
A imagem das “næturblóm” (flores da noite) simboliza algo que floresce na escuridão, especialmente durante o inverno (“quando o meio-inverno está no seu escuro mais profundo”).
Isso sugere que essas flores (ou essa pessoa/amizade) brilham mais precisamente onde há mais escuridão — uma metáfora para momentos difíceis, solidão, ou para a parte mais sombria da vida.
Renascimento / transformação
A letra diz que “they ripped themselves up by the roots and now they’re standing on two feet” (“eles se arrancaram pelas raízes e agora estão em pé sobre dois pés”)
Isso pode representar uma espécie de libertação ou renascimento, superar suas origens ou traumas, levantar-se e crescer — não mais enraizados no passado, mas existindo de forma mais autônoma.
Amor ou admiração mútua
A frase “and bloom in the lady that’s dancing next to me” (“e florescem na dama que dança ao meu lado”) sugere uma admiração profunda, talvez romântica, ou simplesmente uma forte ligação emocional e poética. Essa “dama” pode ser Sólveig, ou uma figura simbólica da amizade/irmandade entre elas.
Conforto na noite
A repetição de “a noite nos veste melhor” (“The night suits us best”) indica que para elas (ou para a “flor da noite”) é na escuridão que se sentem mais à vontade, mais autênticas. Pode simbolizar que a noite (ou os momentos difíceis) não são apenas algo a temer, mas também algo que potencializa sua beleza interior.
Conclusão
A canção “Næturblóm” da banda islandesa Kælan Mikla é uma homenagem poética à amizade, à transformação e à beleza que floresce na escuridão. Originalmente escrita como um poema de aniversário entre duas das integrantes, a música celebra a força e a luz que surgem mesmo nos períodos mais sombrios. As “flores da noite” simbolizam seres que se reinventam, arrancando-se das suas raízes para renascer e dançar sob a noite que melhor as veste. É uma canção sobre resiliência, irmandade e o poder silencioso que habita a escuridão. É uma celebração poética da amizade, da transformação e da beleza nas sombras.
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