terça-feira, 12 de junho de 2012

Foto do dia- Mandala do Festival Experimental Electrorgânico

 Que bela taça de frutas! Foto de Angelo Prestes
O que é a mandala?

Mandala (मण्डल) é a palavra sânscrita que significa círculo, uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. De fato, toda mandala é a exposição plástica e visual do retorno à unidade pela delimitação de um espaço sagrado e atualização de um tempo divino.

Nas sociedades primitivas, o ciclo cósmico, que tinha a imagem de uma trajetória circular (circunferência), era identificado como o ano. O simbolismo da santidade e eternidade do templo aparece claramente na estrutura mandálica dos santuários de todas as épocas e civilizações. Uma vez que o plano arquitetônico do templo é obra dos deuses e se encontra no centro muito próximo deles, esse lugar sagrado está livre de toda corrupção terrestre. Daí a associação dos templos às montanhas cósmicas e a função que elas exercem de ligação entre a Terra e o Céu. Como exemplo, temos a enorme construção do templo de Borobudur, em Java, na Indonésia. Outros exemplos que podemos citar são as basílicas e catedrais cristãs da Igreja primitiva, concebidas como imitação da de Jerusalém Celeste, representando uma imagem ordenada do cosmos, do mundo. [ler mais no wiki]

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Novo atlas da flora portuguesa online


Flora-On é um portal que agrega informação "fotográfica, geográfica, morfológica ou ecológica" sobre as plantas autóctones ou naturalizadas em solo português. O projeto, lançado pela Sociedade Portuguesa de Botânica, conta com o trabalho voluntário de vários cientistas e apela à participação do público.

O portal está organizado por ordens, famílias e géneros, e é rico em imagens associadas, facilitando a procura e identificação de plantas vasculares (plantas com vasos de transporte de água e seiva) presentes no território nacional.

A partir do momento em que escolhe determinada espécie, o utilizador pode ter acesso à descrição das suas características essenciais, a uma análise comparativa com outras plantas, e à localização no mapa de Portugal do exemplar em questão. O site não contempla, no entanto, plantas introduzidas no país para cultivo ou ornamentação.

As pesquisas podem ainda ser feitas a partir de uma ferramenta de identificação interativa, através das características diferenciadas de qualquer planta.

O projeto, lançado há cerca de 4 meses, está a ser desenvolvido "com base no trabalho voluntário de vários botânicos e investigadores" e, de acordo com a Sociedade Portuguesa de Botânica, está destinado ao "público especializado e não especializado", facultando-lhe acesso gratuito à informação científica sobre as plantas do solo continental, açoriano e madeirense (embora nos dois últimos casos, as secções ainda estejam em atualização).

Para aceder ao portal Flora-On clique AQUI.


domingo, 10 de junho de 2012

Documentário - The Secret Country: The First Australians Fight Back


"Quando crianças, fomos levados a entender que éramos meros espectadores inocentes da morte lenta e natural de um povo antigo, os primeiros australianos, ao invés de herdeiros de uma história tão voraz quanto a dos Estados Unidos, América Latina, África."

O segundo filme britânico de John Pilger sobre sua terra natal, The Secret Country: The First Australians Fight Back, foi inspirado no documentário australiano de 1983 do diretor Alec Morgan, Lousy Little Sixpence, que conta a história da “geração roubada”, filhos aborígenes de ascendência mista que foram tiradas de suas mães e colocadas em instituições ou usadas como trabalho escravo. Em The Secret Country, Pilger também conta as experiências dos aborígenes desde a chegada dos brancos no século XVIII e quantos vivem na pobreza e na saúde precária.

Ele os encontra ainda morrendo de doenças infecciosas evitáveis, incluindo lepra e tracoma – que causa cegueira – e alguns não sobrevivem além da meia-idade. Muitos australianos negros vivem em abrigos de estanho e têm uma das maiores populações carcerárias do mundo, por crimes relacionados à falta de moradia, alcoolismo e desemprego. Pilger também conhece duas vítimas da “geração roubada”, Bobby Randall e Vince Forrester.

Ele se lembra dos massacres de aborígenes após a chegada do capitão Cook a Botany Bay em 1770 e sua guerra de resistência. Hoje, diz ele, há uma nova reação e alguns aborígenes estão ganhando destaque público e assumindo empregos que antes eram reservados aos brancos. No entanto, a promessa de legislação do primeiro-ministro trabalhista Bob Hawke, que permite aos aborígenes controlar os direitos sobre suas próprias terras, foi abandonada após o lobby das empresas de mineração.

Pilger conclui: “Parece-me que, até que uma política comprometida de reconciliação, de nacionalidade real, seja oferecida aos primeiros australianos, aqueles que vieram recentemente nunca poderão reivindicar a sua.”

Música do Bioterra: Sainkho Namtchilak & Djivan Gasparian




Sainkho Namtchylak - Biografia
Djivan Gasparyan- Biografia



sexta-feira, 8 de junho de 2012

A arte de Jim Denevan - o homem areia

Dia Mundial dos Oceanos [porquê * why]



Jim Denevan é um chef, artista e surfista. Ele combina esses 3 gostos para criar "Outstanding in the Field" [ligação].
Visita a sua página oficial para saberes mais sobre este artista.





Para saberes mais (fundações, sítios que abordam os oceanos, seres vivos marinhos,etc.) consulta o meu Dossiê Oceanos, que entretanto foi actualizado.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Evolução da Lua - um vídeo educativo excelente

De tirar o fôlego!



Num artigo científico, muito recente, publicado na Nature, em Agosto de 2011 (ver aqui) investigadores sugerem que a Terra primitiva teria duas luas.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Dia Internacional das Crianças Inocentes Vítimas de Agressão

O Dia Internacional das Crianças Inocentes Vítimas de Agressão observa-se a 4 de Junho.


Longe de ser um dia de celebração, este é um dia de protesto, de luto e de reflexão. Todos os dias as crianças são vítimas de agressão física e psicológica no mundo inteiro, inclusivamente nas suas próprias casas, por obra dos seus pais.

Este dia relembra todas as vítimas infantis de afogamento, envenenamento, espancamento, queimadura, trabalho infantil e abuso sexual, mas também chama a atenção para a necessidade de proteção e de educação das crianças, que se encontram numa fase frágil, de construção de mentalidade, carácter e de valores.

Garantir um ambiente seguro e são para o crescimento das crianças é um dever dos pais, famílias, comunidades locais, professores, educadores, governantes e população em geral.

O Dia Internacional das Crianças Vítimas Inocentes da Violência e da Agressão foi criado pela ONU em 1982.

Foto do dia- As cores da vida

 
Curioso paradoxo do Homem que não pode conhecer sem possuir e não pode possuir sem destruir.
Amanhã é Dia Mundial do Ambiente. Escolhi um artigo que já publiquei aqui, aqui e aqui. Ainda não leram? The Network of Global Corporate Control. Explica toda a realidade que estamos a ser vítimas.

sábado, 2 de junho de 2012

Dia Internacional da Paz



Em 1999, o cineasta britânico Jeremy Gilley iniciou esforços para instituir um dia anual de cessar-fogo global e não violência, depois de se aperceber que não havia qualquer data fixa para a celebração de algo tão universal como a paz. Dois anos depois as Nações Unidas aprovaram por unanimidade a criação do Dia Internacional da Paz, a assinalar todos os anos a 21 de Setembro.

Conheça melhor o projecto visitando o sítio oficial Peace One day

Dia Internacional da Paz
é celebrado em 21 de Setembro, foi declarado pela ONU em 30 de novembro de 1981.

Em 21 de Setembro de 2006, por ocasião do Dia Internacional da Paz, Kofi Annan afirmou: "Há vinte e cinco anos, a Assembleia Geral [da ONU] proclamou o Dia Internacional da Paz como um dia de cessar-fogo e de não violência em todo o mundo. Desde então a ONU tem celebrado este dia, cuja finalidade não é apenas que as pessoas pensem na paz, mas sim que façam também algo a favor da paz."

Para saber mais, consultar ainda

Plants Use Underground 'Fungal Internet' to Communicate

Fungal Internet. Fonte: ICR.org

by Jeffrey P. Tomkins, Ph.D.
Researchers have just documented how plants use underground fungal networks to warn neighboring plants of impending insect attack, uniquely illustrating the complex and highly designed interconnected cooperation found in nature.
The research study—just published in the July, 2013 issue of Ecology Letters—is the first such report that confirms and reveals how plants have uniquely co-designed physiologies that internetwork with other plants using an underground fungus as an information conduit.1 This amazing and intricate system allows the plants to readily and effectively communicate as a community, like a natural biological internet.
Prior to this study, scientists were aware that mutually beneficial relationships existed between plants and certain fungi that colonize the soil surrounding the plants' root systems. These beneficial soil microorganisms are called "mycorrhizal fungi" and are known to promote overall plant growth and help them cope with insect attacks, pathogens, and drought stress.1 In fact, scientists had been aware of the possibility that mycorrhizal fungi could enable plants growing together in close groups to signal and prime each other's chemical defense systems in response to attacks by insects.2
In a paper published just last year, scientists proposed the idea that this communication occurs through the release and detection of information-carrying chemicals that traverse the soil matrix through mycorrhizal networks that work like information superhighways directly connecting plants below ground.3 This is accomplished because the thread-like fungus grows underground, producing strands called mycelia that connect one set of roots to another. Now this research hypothesis has been spectacularly confirmed.
In this new study, the scientists grew multiple sets of bean plants in communal groups of five individuals. They allowed three plants in each group to access the soil that contained the underground networks of connected fungal mycelia. As a control measure, researchers kept the two remaining plants in each group separated from fungal connections in the soil. The researchers then infested one plant in each group with aphids (a piercing, sucking insect), which triggered the release of plant chemicals that repel aphids and attract wasps, one of the aphid's predators.
Amazingly, the plants that were not under insect attack themselves, but connected to a victimized plant by the underground fungal network, began to produce a defensive chemical response in their cells. The plants not connected to the fungal network did not activate their chemical defense systems. As an extra control measure, the researchers also covered the plants with bags to rule out above-ground signaling that could possibly occur through air-borne chemical signals sensed in their leaves. Because of the carefully controlled conditions, the signals that caused this community defense response were found to be transmitted through the fungal network.
The lead researcher in the study, Dr. David Johnson, stated, "We knew that plants produce volatile chemicals when attacked, and we knew they communicate danger to each other above ground. Now we know they communicate danger through these underground fungal networks as well."4
The root systems of many types of agricultural plants studied to date—which not only include beans, but also grasses like wheat, rice, maize and barley—exhibit these types of mycorrhizal fungi interactions. Undoubtedly this amazing interconnected relationship also occurs out in nature given the fact that the plants we use in agriculture have been domesticated from the wild.
Evolutionists are hard-pressed to explain how complex, cooperative networks between completely different types of organisms such as these could have come about through Darwinian evolution—particularly when they involve dynamic biochemical networks of interaction in two separate types of organisms.

References



Jung, S.C., et al. 2012. Mycorrhiza-Induced Resistance and Priming of Plant Defenses. Journal of Chemical Ecology. 38 (6): 651-664.

Barto, E.K. et al. 2012. Fungal superhighways: do common mycorrhizal networks enhance below ground communication? Trends in Plant Science. 17 (11): 633–637.

Evidence plants communicate via underground fungal networks. The Herald Scotland. Posted on heraldscotland.com on May 10, 2013, accessed on July 26, 2013.

Image credit: Copyright © Brundrett et al. 1985, Brundrett & Kendrick 1988, Brundrett et al. 1996. Adapted for use in accordance with federal copyright (fair use doctrine) law. Usage by ICR does not imply endorsement of copyright holders.
* Dr. Tomkins is Research Associate at the Institute for Creation Research and received his Ph.D. in Genetics from Clemson University.
Article posted on August 5, 2013.

Ane Brun - Daring To Love





You will find me there amongst the brave ones
The ones that I can never overcome
I want to be someone you can lay your weight upon
Someone who saves you, someone who holds on

Daring to love
Oh, LOVE
And come alive
ALIVE

I can be your heroine
If someone lends a hand to hold my heart
This heavy pounding sound I am carrying
It leads me astray, it makes me fall apart

But most of all
TO BE LOVED

I will fail to take the easy way out
I will tell the truth one more time
Even though it hurts, even though I stay in the sheets we've got on
I will take us through the densest darkest ground

Daring to love
Oh, LOVE
And come alive
ALIVE
But most of all
TO BE LOVED

Poema "Mega Tudo", por João Soares

Cartaz feito por João Soares
Mega-migrações
Mega-cidades
Mega-ministérios
Mega-barragem
Mega-professor
Mega-mobilidade
Mega-computador
Mega-hospitais
Mega-editoras
Mega-população
Mega-guerrilhas
Mega-corporações
Mega-crise
Mega-lixo
Mega-privatizações
Mega-médico
Mega-mentiras
Mega-injutiças
Mega-depressão
Mega-bactérias
Mega-precário
Mega-tráfico
Mega-insustentável

João Soares, 02/06/12