“Que tipo de mundo está se formando agora, além desse inverno de guerra e tristeza, de pobreza, poluição e morte?
No inverno, nós prevemos a primavera.
Aqueles com uma visão positiva do futuro nos dão uma imagem de um mundo, neste planeta, onde todas as coisas são dadas de graça, onde o mais elevado potencial humano é completamente realizado.
Mas nós podemos entrar naquele estágio apenas quando há líderes para nos levar para lá.” - Dadi Janki
Aqueles com uma visão positiva do futuro nos dão uma imagem de um mundo, neste planeta, onde todas as coisas são dadas de graça, onde o mais elevado potencial humano é completamente realizado.
Mas nós podemos entrar naquele estágio apenas quando há líderes para nos levar para lá.” - Dadi Janki
que uma sardinha
metida, entalada na lata
educadinha
pronta a ser comida, engolida, digerida
e cagadinha
Mais vale ser diferente da sardinha
um cão raivoso que sabe onde ferra
ferra fascistas e chama-lhe um figo
olhos atentos e patas na terra.
A canção "Cão Raivoso", da autoria de Sérgio Godinho, foi lançada em 1974 no emblemático álbum "À Queima-roupa", editado no contexto da Revolução de 25 de Abril. Do ponto de vista estético e musical, enquadra-se na música de intervenção e na canção de autor (folk) portuguesa, estilo que marcou profundamente a música de protesto desse período.
No que toca ao seu significado, a composição centra-se na premissa e no célebre verso "mais vale ser um cão raivoso do que um carneiro". Através dessa metáfora, o carneiro surge como o símbolo da passividade, da submissão e do conformismo cego perante a autoridade ou a hipocrisia social. Em contrapartida, a figura do cão raivoso representa a necessidade de manter uma atitude ativa, crítica e desconfortável, capaz de desmascarar as injustiças e recusar o medo, apelando à vigilância cidadã e à coragem de agir num momento de profunda transformação política e social.
Dossiê Planificando a Paz foi actualizado
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