quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Curta-Metragem- The Beuty of Polinization: Uma comunidade polinizadora


Todos nós dependemos uns dos outros. We all depend each other



No dia da votação da vergonha do orçamento para 2012, apesar das empresas rating e miserabilização da condição humana do nosso País,resolvi trazer este vídeo, como bâlsamo e esperança e tentativa de mudar as nossas mentes (ricos e pobres, emigrantes e imigrantes, séniores e jovens) e sintonizarmos mais e ainda mais com a Natureza. Temos um mundo que vale a pena (sobre)viver e, em comum, defendermos a conservação do ambiente.

Video retirado do Ted Talk com o realizador de cinema naturalista  Louie Schwartzberg, extraídas por sua vez do filme "Wings of Life" que alerta para a extinção das abelhas melíferas.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Ted Talk (imprescindível!)- Como a desigualdade económica prejudica as sociedades, por Richard Wilkilson

Vejam o vídeo/ a conferência, aconselho-a vivamente

Um grande contributo para percebermos como é a redistribuição da riqueza, mais concretamente a desigualdade nessa distribuição, que é a causa dos males que atravessamos e de como não é empobrecendo para que os bancos e a finança continue a amealhar a fatia de leão da riqueza produzida, que algum dia vamos melhorar.

Vejam o quanto somos pobres (somos os europeus mais parecidos com os asiáticos) e quão grande é a diferença, em Portugal, entre os ricos e pobres, e as consequências que isso tem na nossa vida e no nosso país.

Uma vergonha que a política do séc. XXI esconde e quer agravar com cortes de pensões e salários (subsídios de férias e Natal e trabalho não pago), fazendo o povo acreditar que professores, enfermeiros e a classe média em geral ganhamos bastante e é esta corrupção e fosso salarial não só é a causa, como a solução da dívida. Além disso a Europa precisa de uma nova força, pois estas medidas cada vez sabemos que irá agravar mais o fosso intergeracional, mais destruição das poucas areas selvagens que nos resta e mais desertificação e menos esperança de vida em Portugal. Nós não cumpriremos sozinhos o assalto generalizado aos bens comuns perpetrados pelas agências de rating e donos dos paraísos fiscais. Precisamos ansiosamente por uma União Europeia mais proactiva.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sobre os séniores em Portugal - divulgação de estudo exaustivo e a urgência de pontes intergeracionais

Ler aqui o documento Estudo das Necessidades dos Séniores em Portugal


O facebook traz pessoas espantosas e dá a conhecer/partilhar documentos importantíssimos como este que encontrei a partir de uma docente universitária em Lisboa, Rosa Silvestre (Argentina). O facebook não é apenas um mero espaço lúdico, para jogos ou com interesses promocionais e angariar mais clientes.
Por isso e porque a escola e a sociedade portuguesa estão cada vez mais exigentes, urge a meu ver a criação de pontes intergeracionais. Enquanto docente, pai e porque não tive avós, procurei sempre nos mais velhos sinais e modelos da pessoa que sou hoje.

E é sobretudo esta mensagem que desejo passar e simultaneamente dar a conhecer este documento, quiçá útil para muitas famílias e acções de formação futuras.

Partilho ainda o texto que me chegou às mãos da minha amiga Rosa , desejando que tanto o texto como o estudo (mais de 300 páginas) crie raízes mais profundas, mais solidárias e mais rigor no debate urgente do envelhecimento da nossa população e amor/paixão por estudar e aprender mais e mais, numa sociedade em crise.

Ao longo das últimas décadas tem-se observado que as relações de proximidade e, consequentemente, de afectividade entre jovens e os mais idosos são praticamente inexistentes no exterior do contexto familiar. Não é raro verificar, por vezes, que até na própria família, na maioria dos casos, a convivência familiar entre avós e netos não se realiza de uma forma harmoniosa, pois nem sempre é comunicativa e/ou direccionada para uma efectiva e real compreensão de ambas as partes, de modo a que uns e outros se interajudem visando uma maior participação na vida dos locais onde coabitam.

Constata-se que, tanto nos jovens como nos séniores, existe uma melhor adaptação à amizade na sua faixa etária. Este facto é tido como normal, já que como seres sociais que somos temos maior facilidade em comunicar com os que compartilham connosco afinidades e características comuns e coabitam, por assim dizer, num contexto também com afinidades e características próprias.
Contudo reconhece-se que, independentemente da idade que possamos ter, a convivência intergeracional é fundamental na sociedade.
A convivência entre os jovens e os seniores enriquece grandemente a personalidade dos indivíduos e promove valores de respeito e de desenvolvimento humano.
Nesse sentido, faz todo o sentido aos educadores destas duas faixas etárias a formação e educação de jovens e séniores no sentido de construírem uma verdadeira relação intergeracional, um convívio dinâmico, assertivo, baseado em valores de solidariedade e no respeito pelas competências e conhecimentos que, em cada idade, em cada geração, se adquirem e temos o dever e o direito de partilhar.

domingo, 27 de novembro de 2011

Relatório da Food & Water Watch sobre os OGM nos EUA

1. A)"Um tomate diz-se transgénico quando se introduz um gene de um outro organismo (planta, animal ou bactéria) e até mesmo um gene de peixe para fazer o tomate resistente à geada. No entanto, os organismos diferentes juntos por um "remendo" genético podem representar riscos para os consumidores que sofrem de alergias aos traços adicionados. Neste caso, os consumidores com alergias aos frutos do mar poderão ser expostos inadvertidamente a um alérgeno no tomate."


B) "Em 2010, mais de 365 milhões de hectares de transgénicos foram cultivados em 29 países - representando 10 por cento da área cultivada global"


C) "Nos Estados Unidos, a clonagem é usada principalmente para produzir touros de rodeio e outros alimentos não-animais, mas também já se acredita que existem no país várias centenas de animais clonados para alimentação."

Clica aqui para descarregares o relatório da Food and Water Watch

2. Mais um estudo científico, desta feita durante uma década, comprova os efeitos negativos dos OGM nas rações de animais e nos seres humanos: animais ficam mais gordos e sofrem alterações a níveis intestinais. Foram identificadas alterações no sistema imunitário do Homem e presença da toxina Bt OGM nos fetos humanos, entre outros efeitos.[estudo aqui]

Informações e mais hiperligações no Dossiê Transgénicos e postagens do BioTerra sobre OGM.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Lynn Margulis, autoridade mundial em biologia evolutiva, morre aos 73 anos


[Fonte: Terra Ciência] A cientista americana Lynn Margulis, conhecida por seus trabalhos sobre a origem e evolução das células, e considerada uma autoridade em biologia evolutiva, morreu aos 73 anos em sua casa em Amherst (Massachusetts, Estados Unidos). Margulis, segundo um comunicado divulgado nesta quarta-feira pela Universidade de Massachusetts, onde deu aulas, morreu em sua casa na terça-feira em consequência de um acidente vascular cerebral que sofreu recentemente.
A cientista ficou conhecida por sua teoria da simbiogênese, que desafia as teorias neodarwinistas com o argumento que as variações herdadas não se devem a mutações ao acaso, mas à interação entre os organismos em longo prazo. Segundo Margulis, a origem das primeiras células com núcleo se deu a partir da fusão de bactérias primitivas há bilhões de anos, com o que essas bactérias seriam um fator a levar em conta na origem da vida.
Margulis, doutora honoris causa pela Universidade Autônoma de Madri e agraciada com a Medalha Nacional de Ciência dos EUA em 1999, foi também uma das impulsoras, ao lado do britânico James Lovelock, da Teoria de Gaia. Segundo a hipótese colocada nesta teoria, o meio ambiente mudou devido ao comportamento dos seres vivos que o habitam e à sua interação com o entorno, enquanto outras teorias falam de adaptação dos organismos a um ambiente determinado.
Nascida em Chicago em 1938, entrou na Universidade de Chicago quando tinha 14 anos. Formada em Zoologia e Genética pela Universidade de Wisconsin, também era doutora em Genética pela Universidade da Califórnia e co-diretora do departamento de Biologia Planetária da Nasa (agência espacial americana).
Sua obra ofereceu uma visão nova da microbiologia e ajudou a posicionar a figura da espécie humana em harmonia com o resto da natureza, inclusive de microorganismos. Era membro da Academia de Ciências dos EUA desde 1983, da Academia Russa de Ciências Naturais desde 1997 e da Academia Americana de Artes e Ciências desde 1998, além da Sociedade Internacional para o Estudo da Origem da Vida e a Sociedade Catalã de Biologia.
Lynn Margulis publicou numerosos artigos e livros. Seu texto "Simbiose na evolução da célula" (1981) é considerado um clássico da Biologia do século 20.
Margulis foi casada com o astrônomo Carl Sagan, um divulgador da ciência que ganhou fama mundial com seu programa de televisão "Cosmos", falecido em 1996, e era mãe do poeta Dorion Sagan, que colaborou com ela em diversas publicações.

A Conversation With Anarchist David Graeber


David Graeber foi um escritor, ativista anarquista, antropólogo e professor de antropologia estadunidense. Graeber ficou conhecido por sua participação ativa em movimentos sociais e políticos. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O canibalismo capitalista continua: cartoon da semana com video


Alessio Rastani explica que sonha com uma nova recessão e afirma: "os governos não mandam no mundo, o Goldman Sachs manda no mundo" [fonte: Dinheiro Vivo, 28/09/11]


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Faço Greve - um pouco de história das greves em Portugal e Mundo



Faço greve, por convicção, por coerência com o que penso e porque hoje faço o futuro e o futuro que eu quero é um mundo sempre livre. A nossa dignidade não é comprada, nem tem preço!

A Greve  (por José Soeiro)
Aconteceu numa quinta-feira de 1890. Eram cerca de 8 mil operários nas ruas de Lisboa. Decidiram rumar ao cemitério dos Prazeres e prestar homenagem a José Fontana, fundador da Fraternidade Operária e um dos primeiros socialistas em Portugal. Ali mesmo, vários tomaram a palavra para defender uma coisa simples: uma jornada máxima de 8 horas de trabalho por dia.

No ano anterior, em Paris, um congresso de trabalhadores reunia-se para apelar a que naquela quinta-feira de 1890 as ruas e praças fossem ocupadas não só em Lisboa mas em todo o mundo para lembrar os mártires de Chicago.

Quatro anos antes, em Chicago, foi em nome dessas mesmas 8 horas que meio milhão de trabalhadores fizeram greve e marcharam pela cidade. A polícia reprimiu a manifestação, matou dezenas de operários e julgou os responsáveis. Georg Engel, Adolf Fischer, Albert Parsons e Auguste Spies foram enforcados. Em cada primeiro de maio, o mundo recorda-os.

Nessa altura, em Portugal como pelo mundo, o contrato de trabalho quase não existia. Nem férias, nem protecção na doença, nem segurança social, nem educação pública. Os trabalhadores começavam a juntar-se em associações de socorros mútuos. Os sindicatos eram coligações operárias ilegais. A greve era proibida.

Mesmo proibidos, os trabalhadores paravam. Havia o medo e a incerteza do resultado. Mas arriscavam. Foi assim em 1842, na Inglaterra e em Gales. Foi assim em Portugal, em 1849. Em Chicago, em 1886. E não mais parou. Foram greves que trouxeram saúde e educação, impostos para os mais ricos e até o sufrágio universal. Os trabalhadores não faziam greve porque tinham contrato e direitos. Tiveram contrato e direitos porque fizeram greve.

Estamos em 2011 e Portugal mudou muito. E esqueceu muito.

Há 900 mil trabalhadores que não têm contrato de trabalho: passam recibos verdes e na lei não se prevê que façam greve. Mais de 600 mil não encontram trabalho. Dois milhões são precários. Muitos, se querem juntar-se, têm de fazê-lo clandestinamente.

Se em 1891 o governo monárquico fixava as 8 horas para alguns sectores, 120 anos depois o governo já decidiu que quer acabar com isso e pretende aumentar meia hora por dia o horário de trabalho. Os patrões agradecem e calculam o lucro que lhes vai dar o dia mensal de trabalho gratuito.

Na Grécia como em Portugal, se hoje o capitalismo tolera o sufrágio, ele dispensa a democracia. Se não propõe a escravatura, exerce-a de novas formas. Se não proíbe a greve, expulsa os trabalhadores do contrato. E a ditadura da dívida dita a impossibilidade das escolhas.

Vai acontecer no dia 24 de Novembro. Há quem diga que não vale a pena, porque se perde o dia de salário ou se arrisca o contrato. Ou porque se não o temos, ela não é para nós. Mas nunca fizemos greve por termos contrato e direitos. Teremos contrato e direitos se fizermos greve.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A Obesidade Mental - Andrew Oitke - Aviso à Navegação


Não existe o tal Andrew Oitke nem a obra Mental Obesity. O artigo é de facto de João César das Neves, efabulação por ele criada e publicada no DN em 22.03.04

Portanto averiguem sempre as fontes. A pequena farsa da "Obesidade Mental"

Reproduzo o texto.

O prof. Andrew Oitke publicou o seu polémico livro «Mental Obesity»,que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.

Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.
«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.». Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono.
As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.
Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema. Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.»
O problema central está na família e na escola. «Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate. Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas. Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.»
Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma:
«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.». O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polémico e chocante. «Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.»
Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.
«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades. Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy. Todos dizem que a Capela Sistina tem tecto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve. Todos acham que Saddam é mau e Mandela é bom, mas nem desconfiam porquê. Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto».
As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras. «Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxal ou doentia. Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo.
Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam. É só uma questão de obesidade. O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.
O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.
Precisa sobretudo de dieta mental.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Relatório da Global Humanitarian Forum- Kofi Anan- 2009 : "Alterações Climáticas - A Anatomia de uma Crise Silenciosa"

Os números da morte pelo capitalismo - só em 2008, 40 milhões de pessoas (!!) tinham fome (e muito provavelmente morreram) devido ao aumento do preço dos alimentos (pág. 24).Perdas económicas devido às alterações climáticas já atingem hoje - 2009- mais de 125 biliões dólares por ano. Isto é mais do que o PIB individual de 73% de todos os países do mundo, e é maior do que o montante total da ajuda que, atualmente, os fluxos dos países industrializados para nações em desenvolvimento a cada ano. Em 2030, as perdas económicas devido às alterações climáticas triplicarão para 340 bilião dólares anualmente.


Human Impact Report- GHF (Kofi Anan)

domingo, 20 de novembro de 2011

Portugal ficou mal num exame da Global Subsidies Initiative (GSI) sobre a subsidiarização dos combustíveis fósseis

Ponto de situação dos EUA (daqui)
Em Abril deste ano, a GSI compilou os resultados da sua acção "We Ask Your Government! how much its fossil-fuel subsidies cost".
A pergunta aos governos era : 
"Qual foi o montante total efectivamente incorridos durante os últimos três anos fiscais sobre os subsídios de petróleo, gás e carvão quer a nível de produção quer a nível do consumo?"

Muitos países se poderia esperar relatar tais informações, uma vez que eles assumiram compromissos internacionais para reduzir os subsídios de combustíveis fósseis. O Protocolo de Quioto, com 84 signatários, descreve o tipos de medidas que as partes irão tomar para alcançar os objectivos da convenção, e isso inclui redução dos subsídios de combustíveis.

Em 2009 os líderes dos G-20 e a Cooperação Económica Ásia-Pacífico (Apec) comprometeram-se a remover o ineficiente subsidiaridade dos combustíveis fósseis na sua jurisdição a médio prazo. Nova Zelândia criou até um grupo de trabalho Reforma-Subsídio para acelerar o progresso.
Apenas 27 dos 80 estados inquiridos responderam adequadamente ao inquérito. Portugal ficou mal no exame e passo a transcrever: 

In Portugal, an Amnesty International researcher received angry phone calls from
the minister’s office who could not understand why they wanted information on
the environment. Some incomplete information was then provided. The hostile
response undermines the right of access, as, by law, citizens do not have to justify
their request (Subsidy Watch, 2010) (pág. 6)

We Ask Your Government! How Much Its Fossil-Fuel Subsidies Cost 

sábado, 19 de novembro de 2011

Música do BioTerra: Bird Girl - Antony Johnson


Este ano 3 mulheres receberam o Prémio Nobel da Paz. Ellen Johnson Sirleaf, presidente da Libéria (foi a 1ª presidente africana eleita, Leymah Gbowee, activista liberiana e Tawakkul Karman, activista do Iémen (veja as fotos da cerimónia Em Maio de 2004 salientei o projecto 1000 mulheres para a Paz. Em todo o mundo as Mulheres da Paz estão comprometidas com a promoção da paz, a justiça social, o ambiente e um futuro seguro, actuando com criatividade, usando diversos métodos e dinâmicas de valores. Juntaram em 2005 as suas experiências, seus conhecimentos e seus contactos na organização Mulheres da Paz no Mundo - PeaceWomen Across the Globe .
Durante a guerra, Gbowee conviveu diariamente com as crianças soldados e percebeu que "a única maneira de mudar as coisas, do mal para o bem, era que nós, mulheres e mães dessas crianças, nos levantássemos e avançássemos pelo bom caminho".
Hoje ela é mãe de seis filhos e está instalada desde 2005 em Gana.
"Nada deveria levar as pessoas a fazer o que fizeram com as crianças da Libéria", drogadas, armadas, convertidas em máquinas de morte, explicou em um documentário sobre a luta das liberianas pela paz.
Esta luta "não é uma história de guerra tradicional. Trata-se de um exército de mulheres vestidas de branco, que se ergueram quando ninguém queria fazê-lo, sem medo, porque as piores coisas imagináveis já haviam ocorrido conosco", escreveu em sua autobiografia.
"Trata-se da maneira como encontramos a força moral, a perseverança e a valentia para levantar nossa voz contra a guerra, e reestabelecer o sentido comum em nosso país", acrescentou.
Veja fotos das vencedoras e do anúncio em Oslo
Activismo de Leymah Gbowee na Libéria rende-lhe o Nobel
Ellen Sirleaf foi a 1ª presidente africana eleita
Tawakkol Karman dedica Nobel à Primavera Árabe
Leia os perfis das vencedoras do Nobel

Ao Vivo

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Too Many People? por Ian Angus

Too Many People? provides a clear, well-documented, and popularly written refutation of the idea that "overpopulation" is a major cause of environmental destruction, arguing that a focus on human numbers not only misunderstands the causes of the crisis, it dangerously weakens the movement for real solutions.

No other book challenges modern overpopulation theory so clearly and comprehensively, providing invaluable insights for the layperson and environmental scholars alike.

Ian Angus is editor of the ecosocialist journal Climate and Capitalism, and Simon Butler is co-editor of Green Left Weekly.

Reviews
  • “Too Many People? is a clear and convincing challenge to the idea of population control as political necessity ... Angus and Butler … suggest an action plan to move the world in a more environmentally respectful direction: cease all military operations at home and abroad; begin phasing out fossil fuels and biofuels and replace them with wind, geothermal, wave and solar power; … and ensure that women everywhere have access to birth control and abortion.”
    —Truthout

    “This excellent book is steadfast in its refutations of the flabby, misogynist and sometimes racist thinking that population growth catastrophists use to peddle their claims. It’s just the thing to send populationists scurrying back to their bunkers.”
    —Raj Patel, author of Stuffed and Starved

    "As the global population passes the seven billion mark, this book is a timely intervention in a recurring and important debate in the environmental movement. Written from an eco-socialist perspective, the authors make a compelling that what's ailing the planet is not too many humans, but too much capitalism"
    —Derrick O'Keefe, co-writer with Afghan politician Malalai Joya, of A Woman Among Warlords

    “Ian Angus and Simon Butler ’s new book about population control, or “populationism” in the widest sense, is invaluable for people concerned about climate change, climate justice, environmental racism, and system change. Angus and Butler are clear about the urgency of drastically cutting greenhouse gas emissions, and that there is simply not time for the detours, deflections, and damage caused by “population bomb” theories.”
    —Judy Deutsch, Canadian Dimension

    “Ian Angus and Simon Butler are not ordinary environmentalists and Too Many People? is not an ordinary book on population and the environment. They demonstrate that by demolishing the notion that too many people (and too many consumers) are the source of our environmental ills we can get at the real problem: the system of accumulation and waste commonly known as capitalism.”
    —John Bellamy Foster, coauthor (with Fred Magdoff) of What Every Environmentalist Needs to Know About Capitalism

    “Sadly the population myth has been used to distract attention from the roots of ecological crisis in a destructive economic system and to shift the blame for problems such as climate change on to the poor. This splendid book is an essential read for all those of us concerned with creating an ecologically sustainable and just future. Buy it, read it and spread the word!”
    —Derek Wall, author of The Rise of the Green Left

    "Ian Angus and Simon Butler’s superb book challenges the “common sense” idea that there are too many people. Clearly and concisely they blame a system that puts profit before people and planet, refuting the arguments of the later day Malthusians. It is a book that should be read by every environmental campaigner, trade unionist and political activist."
    — Martin Empson, author of Marxism and Ecology: Capitalism, Socialism and the Future of the Planet

    “Angus and Butler have written a comprehensive dissection of the arguments surrounding over-population, It’s a vital and insightful socialist response to the debate and highly recommended to anyone interested in fighting for a better world and avoiding the pitfalls of false solutions.”
    —Chris Williams, author of Ecology and Socialism

    “With clear prose and careful, cogent analysis, Angus and Butler provide the tools necessary to dismantle the myth of overpopulation step by step … [and] show the way to a more hopeful, justice-centered environmental and reproductive politics.”
    —Betsy Hartmann, author of Reproductive Rights and Wrongs: The Global Politics of Population Control

    “This is an essential subject, and we are in Angus and Butler’s debt for treating it with such clarity and rigor.”
    —Joel Kovel, author of The Enemy of Nature

    "Ian Angus and Simon Butler’s book ‘Too Many People?’ provides a great service to the workers’ movement by systematically demolishing a key argument of the Right … Socialists before have made all of Angus and Butler’s points but never in such a systematic, clear and concise way. This book should be on the shelf of every active socialist, as well as anyone serious about tackling climate change."
    —Stephen Jolly, Socialist Party of Australia

    “The clarity of the authors’ arguments, their unassailable reasoning, their thorough research, the full transparency of their worldview, and the readability of their writing, make this one of the best nonfiction books I’ve read. If you care about both the environment and reproductive justice, this book is a must-read."
    —Laura Kaminker, wmtc blog
  • —Stephen Jolly, Socialist Party of Australia

Hubert Reeves : conteur d'étoiles


Retrato documental de Hubert Reeves, humanista e ecologista comprometido. Sua luta: deixar às gerações futuras um planeta habitável. As horas estão contadas, acredita. Recorda-nos as descobertas científicas que nos tornam "filhos do cosmos" e, como tal, responsáveis ​​pela sobrevivência de uma terra prometida, que ameaça tornar-se o nosso inferno...