terça-feira, 17 de julho de 2007

As Aldeias Milénio



As Aldeias Milénio são aldeias, pequenas regiões, ou mesmo bairros urbanos em países em vias de desenvolvimento (...). Na selecção das aldeias temos de uma maneira muito especial em consideração a integração do território envolvente. A Aldeia Milénio deveria ter o carácter de modelo, oferecendo também serviços à vizinhança (cuidados de saúde, possibilidades de obtenção de rendimento etc.). Neste contexto, nós ou as nossas organizações parceiras, iremos discutir com os agentes locais a importância a nível da política de desenvolvimento de uma Aldeia Milénio na região, para obtermos um efeito que se repercuta no seio dessa região. 
Ler mais em:Aldeias Milénio (pdf) 

Mais alguns artigos: 

  1.  Portal dos Objectivos do Milénio no Brasil Nós Podemos 
  2.  Downloads- Músicas e filmes Clique aqui para ouvir e baixar as músicas do CD Os Oito Objetivos do Milênio na voz dos jovens, lançado pelo COEP em abril de 2006. Clique nos links abaixo para fazer o download dos audio-visuais relacionados aos ODMs Institucional Nós Podemos - duração 27" Institucional Nós Podemos - duração 30" 
  3. Novos Dossiers BioTerra Eco-Anarquismo Terra Geográfica Mobilidade Racismo Ambiental Terra Arquitectónica E estejam sempre atentos aos outros dossiers que estão constantemente actualizados (quando tenho tempo livre), pois toda a hora e felizmente, vão surgindo e/ou sou informado de novos sites, novos movimentos ecosolidários e novas alternativas baseadas na Agenda 21 e Carta da Terra.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Jardins Portáteis




de 18-05-2007 a 21-10-2007

Ter a Sex: 10h00-19h00; Sáb, Dom e Feriados: 10h00-20h00

Gratuito



Esta exposição é o resultado de um trabalho desenvolvido ao longo de um ano lectivo pelo Serviço Educativo de Serralves em parceria com 81 escolas do país e que pretendeu sensibilizar crianças e jovens (do pré-escolar ao ensino secundário) para os conhecimentos e experiências de concepção, construção e manutenção de um jardim, tendo em conta que este é uma realidade viva e dinâmica a preservar.
Tendo como referência o Parque de Serralves e, em particular, a obra de alguns artistas contemporâneos que trabalham com materiais naturais, a abordagem criativa e técnica ao tema envolveu artistas, biólogos e engenheiros agrícolas, que partilharam os seus conhecimentos e experiências com grupos escolares de várias idades, em oficinas realizadas na Fundação.
Na escola, educadores e professores deram continuidade aos seus projectos.O desafio lançado foi o de criarem os seus próprios jardins, enviando posteriormente para a exposição final em Serralves um caderno de campo com registos do processo de trabalho, bem como dois jardins: um construído com materiais naturais e outro com materiais artificiais.(texto retirado do Portal da Criança).

Quando estive lá, fiquei impressionado com a diversidade de propostas e de materiais e alguns jardins tinham nomes muito curiosos tais como, Clorofilices,Jardim de Trapos (com materiais de desperdício), Jardins de Bolso e o surpreendente Temos Um Jardim na Cabeça.
O meu Jardim preferido, que não me sai da cabeça é o Jardim Botânico do Porto. Qual é o Jardim que tem na cabeça?


Fotos de João Soares

sábado, 14 de julho de 2007

Poluição Eleitoral



Não pude resistir....tamanha falta de civismo e atentados num jogo sem regras, maltratando os jardins públicos, o património arquitectónico e interferindo na segurança rodoviária e dos peões que assisti em imagens da TV nestas eleições autárquicas em Lisboa e numa oportuna reportagem de Graça Rosendo na revista Sol desta semana, que me obrigou a vir aqui fazer o meu veemente protesto. 

Exemplos: gigantescos outdoors a interferir as vistas de jardins públicos, nos jardins os outdoors são colocados sobre a relva, usando betão e vigas, torres com mais de dois metros foram instalados em cruzamentos, dificultando a visibilidade dos condutores, pendões colocados em postes de electricidade, árvores a servir de apoio para faixas de propaganda, monumentos decorados com cartazes e muitos outdoors são colocados. Para não falar depois no imenso lixo.

Deixo-vos para reflexão 
a) um estudo de caso no Brasil, através de um resumo do artigo de Talden Farias, advogado, mestre em Direito Económico, professor universitário e especialista em Gestão e Controle Ambiental. 
b) as restrições da Comissão Nacional de Eleições (CNE). Como refere Graça Rosendo a legislação existente para a propaganda política é muito mais permissiva do que a que se aplica à outra propaganda urbana. Mais adiante, na sua crónica informa que até hoje nunca se elaborou um plano de ordenamento para a propaganda política (urgente, claro está), nem, em consequência, se aprovou um regulamento específico para esse efeito. 

1. Estudo de Caso no Brasil: A poluição eleitoral e o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado Por Talden Farias 

2.A Situação em Portugal 

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Relatório OMS - Os princípios para avaliação dos riscos de saúde nas crianças associados com os produtos químicos

Para melhor visualização consulte aqui

Os factores ambientais desempenham um papel principal na saúde e no bem estar das crianças. Estudos indicam que as crianças, que compreendem um terço da população mundial, são o grupo mais vulnerável dentro da população do mundo e que os factores ambientais podem afectar a saúde de crianças de forma completamente diferente da saúde dos adultos. A Organização Mundial de Saúde (OMS / WHO) estima que mais de 30% de doenças nas crianças é atribuído aos factores ambientais...e em especial os riscos químicos.

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quarta-feira, 11 de julho de 2007

Beddington Zero Energy Development, Londres - Comunidades Sustentáveis


Sítio Oficial dos Projectistas peabody

BioRegional

Sustainable Development Commission

Clica aqui para veres uma apresentação de diapositivos

Prémios

BedZED awards:
March 2004 Civic Trust sustainability award
November 2003 Office of the Deputy Prime Minster Award for sustainable communities – BedZED was short listed with 3 other projects.
October 2003 Stirling Prize – BedZED was short listed for this prestigious, national architecture award.
October 2003 RIBA journal sustainability award – BedZED, winner.
July 2003 Housing Design Awards – BedZED won a Completed Scheme award.
December 2002 World Habitat Awards – BedZED was a finalist.
February 2002 Energy Globe Award – international award recognising BedZED as the foremost example of sustainable energy in building and housing.
2002 Building Services Award forinnovation.
December 2001 UK Solar Awards, run by Energy 21 perhaps the most influential of all housing projects this century.
June 2001 Housing Design Award for sustainability, from the Royal Instituteof British Architects.

Mais recursos
State of the World 2007, Chapter 8: Strengthening Local Economies
World Watch, The Growing Value of Gardens
Global Ecovillage Network
The Cohousing Association of the United States
The Relocalization Network

terça-feira, 10 de julho de 2007

Condomínio da Terra Earth Condominium



Sítio Earth Condominium


Fazer do perigo o que salva, tal é o famoso lema imortalizado num grande poema de Hölderlin. É a aceitação desse repto o que encontramos nesta obra do jurista e ambientalista Paulo Magalhães, sob a forma de um duplo desafio.Desafio para o pensamento, na medida em que o autor nos propõe um olhar renovado sobre o sistema internacional, sobre a relação entre Estados e sistemas políticos, face ao desafio da crise global do ambiente. Desafio para a acção, pois este livro não nos ilude quanto à urgência das tarefas políticas, jurídicas e económicas que temos de levar a cabo, se quisermos evitar o colapso de uma civilização que tarda em compreender que o único modelo para as sociedades humanas se relacionarem duradouramente com os ecossistemas não é o da dominação, mas sim o da habitação.As alterações climáticas são o factor catalisador da crise global do ambiente, simultaneamente da sua centralidade e da sua visibilidade para o cidadão comum, que a entrada em cena da tecnociência como principal acelerador da história moderna transformou na realidade incontornável, na questão axial do nosso tempo, na causa definitiva da nossa época.Paulo Magalhães explora, com ousadia intelectual, um caminho de analogia teórica. E se pensássemos a Terra como um imenso condomínio? Se em vez de uma crepuscular soberania absoluta, que apenas sobrevive ainda nas páginas envelhecidas de Jean Bodin e Hugo Grotius, colocássemos a possibilidade de uma soberania complexa ? Se em vez duma ordem jurídica e política que fecha os olhos perante a autofagia da nossa morada planetária por uma economia predadora e ruinosa, erguêssemos os alicerces de uma economia de simbiose e solidariedade? Se em alternativa a uma visão territorial de justiça, fôssemos capazes de nela integrar a responsabilidade pelo tempo e pelas gerações futuras? Partindo da inspiração de grandes pensadores, clássicos e contemporâneos, mas avançando sempre no fio articulado de uma reflexão amadurecida e comprometida pelo seu próprio percurso de vida e pensamento, Paulo Magalhães abre, neste ensaio, uma janela de luz e esperança para todos aqueles que não se resignaram à condição de sermos a primeira geração, à escala global, a quem o futuro ameaça ser roubado.

sábado, 7 de julho de 2007

A Genomic Encyclopedia of Bacteria and Archaea (GEBA) and the Search for the Dark Matter of the Biological Universe


Author
JONATHAN EISEN, Ph.D.
Professor
UC Davis Genome Center
Section of Evolution and Ecology
College of Biological Sciences
Dept. of Medical Microbiology and Immunology
School of Medicine
website | Blog
Microbial Genomics

Description:
There is a glaring gap in microbial genome sequence availability – the currently available genome sequences show a highly biased phylogenetic distribution compared to the extent of microbial diversity known today. This bias has resulted in major limitations in our knowledge of microbial genome complexity and our understanding of the evolution, physiology and metabolic capacity of microbes.
There is a glaring gap in microbial genome sequence availability – the currently available genome sequences show a highly biased phylogenetic distribution compared to the extent of microbial diversity known today. This bias has resulted in major limitations in our knowledge of microbial genome complexity and our understanding of the evolution, physiology and metabolic capacity of microbes. Although there have been small efforts in sequencing genomes from across the tree of life for microbes, there are no systematic efforts. There are many reasons why phylogenetic based sequencing in theory should be of great benefit including: (a) improved identification of protein families and orthology groups across species, which will improve annotation of other microbial genomes (b) improved phylogenetic anchoring of metagenomic data, (c) gene discovery (which tends to be maximized by selecting phylogenetically novel organisms, (d) a better understanding of the processes underlying the evolutionary diversification of microbes (e.g., lateral gene transfer and gene duplication) (e) a better understanding of the classification and evolutionary history of microbial species and (f) improved correlations of phenotype and genotype in microbes. Based on the potential benefits, we (JGI) have commenced a pilot project to create a Genomic  Encyclopedia of Bacteria and Archaea (GEBA). In this pilot, we plan to sequence ~100 genomes selected based on their phylogenetic novelty. This is being done at two phylogenetic scales. About 60 of the genomes are from across the breadth of bacteria and archaea. The remaining 40 genomes are from within the Actinobacteria. By doing this two tiered selection we can test both the value of breadth from across the bacteria and archaea as well as the value of filling in the phylogenetic gaps within a single phyla. In my talk I will summarize the project and report on the sequencing and analysis of the first 56 genomes. I will discuss how we are using this pilot to test protocols that could be used for a scale up of the GEBA project or for any other large scale microbial sequencing project. In addition I will discuss how collaborations with culture collections can be valuable in such a project. Finally, I will report on the results of tests of the value of phylogenetic based sequencing.

Artigo completo aqui

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Biografias - Eugene Odum

Eugene Pleasants Odum (17 de setembro de 1913 - 10 de agosto de 2002) foi um cientista americano conhecido por seu trabalho pioneiro sobre a ecologia do ecossistema. Ele escreveu o livro de ecologia em primeiro lugar: Fundamentos de Ecologia.


A vida depende de condições adequadas de alimentos, água e abrigo de elementos e também que o clima, fatores geológicos e biológicos (entre outros) estão envolvidos na teia da vida que proporciona este ambiente. Na década de 1940 e 1950, "ecologia" não era ainda um campo de estudo que tinha sido definido como uma disciplina separada. Mesmo biólogos profissionais eram cépticos das ideias de Odum, geralmente sub-educados sobre como os sistemas ecológicos da Terra interagem uns com os outros. Odum apresentou a importância da ecologia como uma disciplina que deve ser uma dimensão fundamental da formação de um biólogo.

Biografia completa e entrevista no Naturlink

Textos online completos


terça-feira, 3 de julho de 2007

Filme sobre Resíduos da Global Anti-Incinerator Alliance (GAIA)



GAIA - Global Anti-Incinerator Alliance é uma plataforma internacional, criada em 2000, com mais de 500 NGO, que tem feito trabalhos notáveis em África, Ásia, América Latina e tem uma  série  de pequenos documentários e muitos relatórios sobre os catadores de lixo,  entre muitas outras coisas como por exemplo, a criação de pequenas empresas baseadas na reutilização/reciclagem de resíduos nesses países. A ver e ler com muita atenção aqui:
No Burn Org

domingo, 1 de julho de 2007

This Mortal Coil- Song to the Siren


Vou até ao mar. Frescura das algas na boca. Incêndio do sol nas veias. Correr vasta planície amarela de sede de ondas. Ondas brincam na voz. Minha voz rouca de sal. O abraço da estrela do mar na minha perna. A perna que enrola no búzio e que se agarra à rocha da maré-baixa. Vou, vou até ao mar.