segunda-feira, 14 de abril de 2008

Serra da Estrela, a Biodiversidade e os Pastores


Ao passear pela Serra da Estrela encontrei o Sr. João Direito a pastorear o seu rebanho de ovelhas e cabras. Falamos um pouco e a conversa foi tão amena, que não resisti em perpetuar o nosso encontro sem o filmar. Em casa, fiz esta videomontagem. Se passar por Seia, recomendo vivamente a visita ao CISE -Centro de Interpretação da Serra da Estrela.

Ficha Técnica
Poema Vogais de Água de Maria Azenha
1ª Foto- Jan Jansen
2ª Foto- arquivo do Jardim Botânico RJ (Briófitas no Mundo)
3ª Foto - João Soares
Pequeno Filme: João Soares
Música: Clock de Thom Yorke
Realização: João Soares Vídeos BioTerra

1. Alguns Trabalhos Sobre Biodiversidade na Serra da Estrela
1.2. Jansen,J. 2002. Guia Geobotânico da Serra da Estrela. ICN.276 pp.

2.Para conhecer o estatuto e razões de Parque Natural, Região Biogenética e Rede Natura


3. Campanha Limpeza da Serra

1ª Caminhada pelo Ambiente da Serra da Estrela: A Plataforma pelo Desenvolvimento Sustentável da Serra da Estrela (PDSSE) promoveu no ano passado uma caminhada múltipla. Grupos partiram de diferentes locais, de diferentes encostas da Serra e subiram à Torre. Reportagem completa, com itinerários e algumas fotografias disponíveis.

Bees or not bees


domingo, 13 de abril de 2008

Piotr Leczkowski - Infinity

Site:

Evolution by George Riemann


Grupo 1143: organização envolvida em várias polémicas e manifestações racistas e xenófobas


O 1143 é um grupo neo-nazi, formado em 2003 no seio da Juventude Leonina e liderado por Mário Machado, que tomou contacto com as ideologias de extrema-direita ao frequentar os jogos com a claque, com 13 anos. Na altura, era composto por skinheads, na sua maioria jovens com menos de 30 anos, e estava intimamente ligado aos Hammerskins, o grupo de extrema-direita mais violento das últimas décadas em Portugal.

Apesar de ter nascido no seio da claque verde e branca, o 1143 isolava-se em relação aos restantes membros da Juventude Leonina. Este isolamento, a par com os ataques racistas cometidos contra adeptos da própria equipa de futebol, acabou por levar à separação da claque logo em fevereiro de 2003.

Conhecido pela violência durante os jogos, ataques racistas indiscriminados e o uso de símbolos nazis – como a suástica, a cruz celta ou as runas SS, usadas pela polícia paramilitar política nazi –, serviu como ferramenta de recrutamento para os Hammerskins. Historicamente, o 1143 faz parte de uma rede alargada de organizações de extrema-direita em Portugal, cujo ponto de contacto é Mário Machado.

Entre estas organizações contam-se o PNR – que entretanto mudou o nome para Ergue-te e de que Mário Machado foi um destacado dirigente –, a Frente Nacional, a banda de rock Ódio, o Fórum Nacional ou a Nova Ordem Social, fundados por Mário Machado.

O longo sono do 1143
Em 2015, lia-se nas redes sociais afetas aos verdes e brancos que o 1143 estava “morto”, os seus membros “casados ou reformados”. Outros defendiam que estava apenas “adormecido”, devido à saída de Mário Machado, em 2014, e às detenções de cerca de 20 membros dos Hammerskins, em 2016.

O grupo parece ter acordado, no final do ano passado, desse longo sono, reorganizado como movimento político anti-muçulmano. Mário Machado reformulou a organização que fundou há 20 anos, que agora se dedica a perseguir minorias, ataca os símbolos do progressismo em Portugal e organiza manifestações contra muçulmanos e imigrantes.

Apesar de não ser explícita a ligação aos Hammerskins, continua a usar os seus símbolos, slogans e estética. O grupo continua a usar a referência à fundação de Portugal no nome – 1143, ano da assinatura do Tratado de Zamora, em que Portugal se tornou independente de Espanha – e o slogan “Orgulhosamente Sós” utilizado pelos ultras do futebol.

A estreita ligação entre o 1143 e os Hammerskins foi sendo descoberta pelas autoridades, nomeadamente através de buscas e operações policiais realizadas ao longo dos anos. Documentos judiciais obtidos pelo Projeto Global Contra o Ódio e o Extremismo, relacionados com uma rusga aos Hammerskins, em 2016, demonstram que foram apreendidos vários objetos do 1143, como um taco de basebol de madeira com ponta de chumbo e a inscrição “grupo 1143”.

A política e as ruas como base de apoio
Com esta refundação levada a cabo por Mário Machado, em 2014, depois de ter saído da prisão, o 1143 alargou-se além das bancadas dos estádios de futebol e procurou diversificar a sua base de apoio nas ruas, fora dos tradicionais círculos neo-nazis e da extrema-direita. Se, anteriormente, era composto quase exclusivamente por jovens homens brancos, o grupo conseguiu atrair uma pequena percentagem de mulheres.

Entre os apoiantes do 1143 contam-se os habituais adeptos de grupos neofascistas, como skinheads, nazis de estilo casual e promotores regulares de conteúdos neo-nazis nas redes sociais como o X, que viu um aumento do discurso de ódio desde que Elon Musk comprou o então Twitter. Os números 1143 e 88 – respetivamente ligados à fundação de Portugal e ao Adolf Hitler – estão bem representados nos nomes de vários utilizadores ligados ao grupo.

Com membros e apoiantes em várias cidades, entre elas Lisboa, Porto, Évora, Braga, Guimarães, Évora e Santarém, o 1143 é responsável pela organização de várias ações de rua racistas e xenófobas, como a inscrição nas paredes com símbolos do 1143, bandeiras LGBTQ+ rasgadas e o assédio a minorias em todo o país. Várias dessas inscrições incluem símbolos tradicionais da extrema-direita, como o slogan “Portugal aos Portugueses” ou a cruz celta neonazi.

Foi também à política que o 1143 foi buscar apoiantes. A sua ligação ao PNR é antiga. Depois do desaparecimento da Frente Nacional – que fundou, em 2004, como movimento nacionalista de participação política, adotando o mesmo nome do partido francês liderado por Jean-Marie Le Pen, em França, entretanto rebatizado União Nacional, sob liderança da filha, Marine Le Pen; do partido político que teve uma breve existência em 1980; e da organização defensora do Estado Novo, fundada em 1959 –, juntou-se ao PNR, em 2005, levando consigo elementos da Frente Nacional.

A relação de Mário Machado com José Pinto Coelho é antiga. “Sou amigo do Mário, é um excelente nacionalista. Aprovo todos os tipos de nacionalismo, de toda a gente que ama a sua pátria. O Mário foi a face mais visível da fase impulsionadora do nacionalismo”, dizia o presidente do PNR, a 14 de abril de 2007, em entrevista ao Sol.

A sua influência dentro do partido liderado por José Pinto Coelho está documentada em escutas telefónicas ao militante da extrema-direita, em que este terá dado “instruções ao presidente” sobre a “estrutura orgânica, intervenções e iniciativas partidárias”. Fontes ligadas à investigação asseguraram ao Correio da Manhã que as conversas gravadas “não deixam dúvidas. Há instruções ao nível de intervenções públicas, iniciativas do partido e até distribuição de cargos dentro do PNR”.

No entanto, com o eclipse do PNR, motivado pelo aparecimento e crescimento do Chega – que, segundo os especialistas, teve um efeito de eucalipto político para a fação nacionalista portuguesa – e diferendos entre Mário Machado e José Pinto Coelho sobre o rumo a seguir pelo partido, levou a que o 1143 se aproximasse do partido fundado em 2019 por André Ventura. Vários ativistas do partido, que estiveram presentes em convenções partidárias, costumam partilhar conteúdos do 1143 nas redes sociais.

O Projeto Global Contra o Ódio e o Extremismo garante que “vários membros do Chega, antigos e atuais, fazem parte do movimento”, entre eles Rui Roque, proponente da polémica moção para a remoção do útero de qualquer pessoas que realize um aborto.

Manifestação e contra-manifestação
A 18 de junho de 2005, Mário Machado foi um dos organizadores daquela que foi na altura considerada “a maior manifestação xenófoba de sempre”, precisamente entre o Martim Moniz e o Rossio. O encontro foi convocado pela Frente Nacional e tinha como objetivo combater a “criminalidade crescente”, a par de vários apelos ao repatriamento de imigrantes.

A manifestação surgiu depois de conhecidas notícias que davam conta de um arrastão na praia de Carcavelos. As imagens transmitidas mostravam jovens negros a correr pela praia, o que provocou uma reação da Frente Nacional e do PNR, que aproveitaram a ocasião para convocar a manifestação para a semana seguinte. Associaram-se ao evento várias organizações de extrema-direita, como a Causa Identitária, o que motivou protestos d’Os Verdes, Frente Anti-Racista, Renovação Comunista, CDS e do bispo das Forças Armadas.

“Queremos dizer aos portugueses que existem brancos que têm muito orgulho em ser brancos e estão aqui para atender aos interesses dos portugueses. Porque nós somos portugueses há 850 anos. Não somos portugueses há 30. (…) Eles não podem pensar que vêm aqui fazer o que querem. Isto é nosso”, afirmou na altura Mário Machado à reportagem da SIC.

Juntaram-se entre 300 a 500 manifestantes, número inédito em manifestações de extrema-direita desde 1970, com cabeças rapadas, cruzes suásticas tatuadas e saudações nazis, enquanto entoavam o hino nacional e empunhavam bandeiras nacionais e do PNR e cartazes e faixas com frases como “Isto é nosso”, “Não existem direitos iguais quando és um alvo por seres branco” e “Imigrantes igual a crime”.

Nesse dia, à chegada ao Rossio, registaram-se momentos tensos entre os manifestantes e alguns populares, que gritaram palavras de ordem como “Fascistas!” e “25 de abril sempre!”. A atuação do Corpo de Intervenção da PSP e agentes com cães impediram que a situação escalasse para a violência.

Quem é Mário Machado
Nascido em 1977, é considerado um dos nomes mais conhecidos e o mais influente ativista da extrema-direita em Portugal. Desde cedo que esteve ligado a diversas organizações da extrema-direita, como os Hammerskins, o Movimento de Ação Nacional, Ordem Lusa, Irmandade Ariana ou o PNR, tendo fundado vários movimentos, como a Frente Nacional e Nova Ordem Social, que liderou entre 2014 e 2019.

O militante de extrema-direita tem um registo criminal marcado por várias condenações, entre as quais a sentença, em 1997, a quatro anos e três meses de prisão pelo envolvimento na morte de Alcindo Monteiro.

A 10 de Junho de 1995, Alcindo Monteiro foi brutalmente agredido por membros do grupo 1143, no Bairro Alto, em Lisboa, acabando por morrer dois dias depois. O seu assassinato e a agressão de mais 10 pessoas faziam parte das celebrações do Dia da Raça – como era conhecido o Dia de Portugal durante o Estado Novo – do grupo de extrema-direita.

Mapas: o tamanho do pénis em todo o mundo

Existem milhares de mapas existentes usando dados públicos para mostrá-los no Google Maps. Hoje vou apresentar um bem original: O tamanho dos pénis no mundo.



Não tem muito que explicar… podemos ver os países classificados por cores segundo o tamanho do pénis dos homens da região. África e América do Sul dominam a lista, Ásia perdendo nela.
Os dados para a criação dele vêm do everyoneweb.com, que obteve os dados de estudos e inquéritos realizados no mundo todo.

Há uma folha bem documentada no Wikipedia sobre este assunto, sem tabús.




sexta-feira, 11 de abril de 2008

Acções para mitigar os impactes ambientais do Homem a nível (g)local


1.Lixo Zero




1.1. Eu Não Faço Lixo O compromisso desta campanha é assumir o desafio da sustentabilidade e reduzir a quantidade de lixo. Mais uma iniciativa da Lipor que, neste sítio, explica e sugere, com uma linguagem fácil e atractiva, boas práticas ecológicas.Tem ainda um simulador de quantidade de lixo (papel e cartão, plástico, metal, vidro, orgânicos e ainda outros tipos de lixo) e um fórum para trocar ideias.

1.2. Os Amigos da Terra lançaram neste mês uma nova fase da campanha pela regulação e redução do lixo na UE. A União Europeia precisa de novos objectivos e uma nova Directiva. Actua. Segue todas as orientações no sítio Love Recycling

2. Montanha / Agenda 21 / Agricultura Sustentável / Ecoaldeias

2.1. Projecto Criar Raízes tem procurado dar resposta a problemas do concelho, nomeadamente o despovoamento das aldeias mais periféricas de São Pedro do Sul. A estreia nacional do novo documentário de Victor Salvador, Névoa no Vale (ver trailer e mais algum material aqui), ocorreu passado dia 5 de Abril, justamente no local que deu origem ao filme, Covas do Monte,Serra de S. Macário, distrito de Viseu.

2.2. Centro Comunitário Semente de Futuro, sediado em Arouca, numa propriedade rural, onde se pratica um modelo de agricultura biodinâmica, a integração social de pessoas com deficiência,idosos e crianças da região e práticas de desenvolvimento sustentável.

2.3. Chão Sobral, projecto sócio-ambiental de minimizar e superar os efeitos da desertificação de aldeias da região de Oliveira do Hospital.

3. Educação / Terra Política / Mobilidade / Terra Urbana

3.1. Na página pessoal do investigador Simon Batterbury contem publicações e institutos de pesquisa em Ecologia Política e ligações de interesse para os amantes de bicicleta.

3.2. Vale a pena conhecer Harpa, um projecto ecopedagógico localizado em Alhandra

3.3. Acesso a museus de todo o Mundo e também muitas músicas.É só clicar em Saber Cultural e navegar.

4. Planificando a Sustentabilidade e Não-Violência

4.1. Pelican Web é um sítio mantido pelo investigador Luis T. Gutierrez, com artigos da sua autoria e um conjunto enorme de ligações gratuitas baseadas nos Objectivos do Milénio.

4.2.Pangea, uma ONG catalã, com imensos recursos ao serviço da eco-solidariedade

5. Alterações Climáticas

A UNEP lançou em 21 de Fevereiro deste ano, a Climate Neutral Network contribuindo para uma troca de ideias entre países, cidades e empresas relamente empenhadas
na redução de emissão de gases de efeito estufa.

6. Oceanos

A 13 de Dezembro de 2007 foi assinado em Lisboa o novo Tratado Reformador da União Europeia, vindo a ser conhecido por Tratado de Lisboa. No mesmo dia, uma comissão representando todos os sectores da economia portuguesa com interesses no mar publicou online um blogue Pelo Mar com vista à discussão da problemática da gestão e conservação dos recursos marinhos no âmbito deste mesmo documento (alínea d, artigo 2.º-B, título I).


7. Terra Económica / Terra Filosófica / Educação Ambiental e Espiritualidade


Para quem desejar mais informações acerca das actividades antroposóficas em Portugal (Educação, Medicina e Terapias, Agricultura, Arquitectura, Literatura, etc…) por favor endereçar o seu pedido para e será colocado em contacto directo com a(s) iniciativa(s) em questão.
A nível mundial, Goetheanum constitui o centro mundial da Sociedade Antroposófica. A nível do Brasil já existe um Portal, com muitas informações

Riqueza e pobreza segundo Walt Whitman


quinta-feira, 10 de abril de 2008

Música do BioTerra: Beth Orton- Concrete Sky


Faith has a good side still everyone she ever loved they all turned bad
Constance his own way of breathing and you know
You couldn't will him to survive
Couldn't will him if you if you tried, and there's a concrete sky
Falling from the trees again and you know now why
It's not coming round too soon
It's harder than a heartbreak too

I've seen your good side but I still don't know just what it is
That you might want
See you've got your own way of moving
And you know you could save me
Save your soul, I'll save some of you
Save my soul, feel like I'm falling fell like I'm falling
And there's a concrete sky
Falling from the trees again and you know now why
It's not coming round too soon, it's harder than a heartbreak too
It's tough enough what love will do

So much time gets lost in my mind
But I know now what I must rely on
It's a sound and forgetting, ain't the worst thing
I've been out walking don't do too much talking
Wouldn't take too much time, wouldn't take all your time
Cos it's as precious as mine Save my soul, I'll save some for you
Save my soul feel like I'm falling feel like I'm falling
And there's a concrete sky
Falling from the trees again and you know now why
It's not coming round too soon, it's harder than a heartbreak too
It's tough enough what love will do
And you're as precious as mine

A cantora e compositora Beth Orton é de nacionalidade britânica, tendo nascido em Inglaterra, e tornou-se uma das figuras mais emblemáticas da cena musical dos anos 1990 e 2000 ao consolidar um estilo musical conhecido como "folktronica". Este género promove um casamento pioneiro entre o calor acústico do folk tradicional — guiado por violas e vocais íntimos — e a envolvência da música eletrónica de vanguarda, que inclui batidas trip-hop, sintetizadores subtis e loops. Em "Concrete Sky", uma das faixas mais célebres do seu álbum Daybreaker (2002), esta fusão estilística ganha contornos de art pop e indie pop, contando ainda com a colaboração de Johnny Marr (ex-guitarrista dos Smiths) na composição e nas guitarras, o que confere à música uma atmosfera melancólica e levemente ensolarada ao mesmo tempo.

Em termos de significado, "Concrete Sky" ("Céu de Cimento" ou "Céu de Betão", em tradução livre) funciona como uma metáfora poética sobre a rigidez e o peso emocional que esmagam o indivíduo diante da vulnerabilidade humana, da perda e da inevitabilidade do fim. A letra justapõe a fragilidade da vida — mencionando a impotência perante a sobrevivência de alguém que se ama — com a imagem opressiva de um céu feito de betão a cair sobre a cabeça, uma representação visual de uma dor que é descrita pela própria cantora como "mais dura do que um coração partido". À medida que o tema avança, a canção transforma o isolamento e o tempo perdido em pensamentos num processo de cura e autodescoberta. Beth Orton canta sobre a necessidade de autopreservação e sobre reconhecer o valor do próprio tempo, transformando a desolação inicial num hino subtil sobre encontrar um ponto de apoio interno quando o mundo exterior desaba.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Mileva Maric e Albert Einstein - recorte biográfico


Você verá que as minhas roupas estão em ordem. Que as minhas 3 refeições regulares por dia são servidas em meu quarto. Que o meu quarto e escritório estão sempre em ordem e que a minha mesa não é tocada por ninguém além de mim.
Você renunciará às suas relações pessoais comigo, exceto quando estas forem necessárias para aparências sociais.
Você não solicitará isso:
- Eu sento ao seu lado em casa...
-Deixa ele sair com você...
-Posso viajar com você....
Seu nome era Mileva Maric, filha de uma família de proprietários de terras do império austro-húngaro que, devido à sua grande inteligência, e graças ao pai, conseguiu cursar o ensino médio na Áustria e ingressar no Instituto Politécnico Federal de Zurique; Antes de prestar o vestibular de matemática, estudou medicina na Escola Federal de Berna, na Suíça. Numa época em que as oportunidades de estudo para as mulheres eram muito restritas, no final do século XIX, e apesar da sua grande capacidade intelectual, ela era severamente vigiada por ser a única estudante do sexo feminino.
Foi no Instituto Politécnico que conheceu a companheira com quem teria uma filha antes de casar. É possível que esta menina tenha sido entregue para adoção, mas não há clareza sobre o seu destino.
Mais tarde eles se casam e Mileva tem que abandonar os estudos para cuidar da família e sustentar o marido que não consegue ganhar o suficiente no escritório de patentes onde trabalhava e para ele terminar de escrever sua tese.
Pouco depois, nasceu seu segundo filho. Mileva continuou a fazer os trabalhos domésticos e dedicou-se a alugar quartos para estudantes para sustentar o salário insuficiente do marido.
Seis anos depois da segunda gravidez, o terceiro filho nasceu com problemas de saúde mental. Foi quando o seu casamento começou a desmoronar e seu cônjuge acabou se envolvendo com um primo da família.
Ele decide permitir que ela fique em casa em troca de que ela mantenha as regras rígidas listadas na carta citada.
Apesar de serem vistos como um casal modelo, a separação e o divórcio não puderam ser evitados.
Durante a vida de casado, dedicou-se a desenvolver uma teoria que lhe permitisse ganhar o Prémio Nobel. Há evidências de que foi ela quem lançou as bases para essa teoria.
Após a separação, Mileva dedicou-se inteiramente a cuidar dos filhos e, graças a ela, o filho mais velho pôde concluir os estudos de engenharia na mesma escola onde conheceu o marido. Mas Mileva nunca mais conseguiu se dedicar à ciência. Ela morreu em 4 de agosto de 1948 em Zurique, Suíça, mergulhou na pobreza e foi enterrada no cemitério Northeim Friedhof, em Zurique. Algum tempo depois tiveram que retirar a sua lápide porque ninguém pagava os impostos necessários.
O marido de Mileva Maric se chamava... Albert Einstein.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

O melhor que há no mundo para um mundo melhor


1.Terra Política / Terra Económica
1.1. Se fosse norte-americano votaria em Barack Obama. Em particular podem analisar as suas posições sócio-ambientais
1.2. A Organização Alter-EU publicou o mais recente relatório Secrecy and corporate dominance: a study on the composition and transparency of European Commission Expert Groups. Leitura obrigatória.

2. Ecoactivismo
2.1. Nasceu a Red Andaluza de Custodia y Gestión del Territorio
2.2. *III Encontro pelo Rio Sabor* 25 a 27 de Abril de 2008Mogadouro / Alfândega da Fé / Torre de Moncorvo. Toda a informação em Aldeia

3. Terra Geográfica
Geopoetas Blogue de Informação de Geografia

4. Biodiversidade
O Relatório Final Scoping study on an EU wide communications campaign on biodiversity and nature já está disponível.

5. Planificando a Sustentabilidade / Terra Jornalística
Nasceu a IM Magazine online com a missão de divulgar o melhor que se faz no mundo para um mundo melhor

6. Terra Arquitectónica
Prof. Gernot Minke está novamente em Portugal, para falar sobre Bio-Arquitectura e Construções em Terra e regressa a Tamera a 12 de Abril, onde fez várias construções em terra e fardos de palha.

7. Terra Urbana / Mobilidade / Eficiência Energética
Os principais movimentos ecologistas enviaram em 2 de Abril uma carta para travar as políticas dos agrocombustíveis da UE. Ariel Brunner, Agriculture Policy Officer para BirdLife International recentemente disse:
É tempo da UE ter coragem de admitir que as normas e metas que actualmente propõe para os biocombustíveis são inaceitáveis. Existe uma grande quantidade de provas que denunciam o risco de uma crise climática ainda mais devastadora bem como destruição de habitats e fauna. Sugere-se outras medidas, como a melhoria da eficiência do veículo ou simplesmente impor limites velocidade, seria muito mais eficaz na mitigação de efeitos de emissões e no transporte.

8.Agenda 21 / Oceanos
De acordo com a Agência Municipal Cascais Atlântico em Setembro vai arrancar uma nova plataforma online que vai permitir a divulgação da biodiversidade do litoral do concelho através de referenciação geográfica. Os utilizadores do Portal do Mar de Cascais vão ter oportunidade de conhecer a variedade de vegetação e fauna das praias, actividades económicas desenvolvidas no mar, objectos que se encontram no fundo do oceano, melhores locais para observação de aves marinhas, etc.

9. Planificando a Paz
9.1. Há 40 anos (4 de Abril de 1968), Martin Luther King, lutador pelos direitos civis nos Estados Unidos, foi assassinado na cidade de Memphis.Neste vídeo pode ouvir o célebre discurso I have a dream( Eu tenho um sonho) feito por Martin Luther King, no final da manifestação realizada em 28 de Agosto de 1963, em Washington. Aqui pode ler a tradução do discurso. Aqui pode ver um vídeo com parte do discurso com legendas em espanhol (Fonte: Esquerda Net)
9.2.Clique aqui e ouça/partilhe o sino da Paz

domingo, 6 de abril de 2008

The Clock : Energetic Limits to Growth (escrito ou avisado já em 1999)


Camile Pissaro- Seated Peasant, 1892

The fraction of energy produced by conventional nuclear plants can not be significantly increased because of a shortage of fuel. [18] Moreover, all but one of the new "fast breeder" reactors have been abandoned because they are "too costly and of doubtful value". [19]
by Jay Hanson

By definition, energy "sources" must generate more energy than they consume; otherwise, they are "sinks".

In 1972, the Club of Rome (COR) shocked the world with a study titled The Limits To Growth. Two main conclusions were reached by this study. The first suggests that if economic-development-as-we-know-it continues, society will run out of nonrenewable resources before the year 2072 with the most probable result being “a rather sudden and uncontrollable decline in both population and industrial capacity.” [[1]] The second conclusion of the study is that piecemeal approaches to solving individual problems will not be successful. For example, the COR authors arbitrarily double their estimates of the resource base and allow their model to project a new scenario based on this new higher level of resources. Collapse occurs in the new scenario because of pollution instead of resource depletion. The bottom line is traditional forms of economic development will end in less than 100 years – one way or another. The COR study has been much belittled but proof of the COR's thesis can readily be found in the real-world concept of “net energy” and that is the focus of this article.

Net Energy
Net-energy analysis became a public controversy in 1974 when two stories made the news. In the first, Business Week reported that Howard Odum had developed a “New Math for Figuring Energy Costs.” Among other results, this new math indicated that stripper oil well operations were energy sinks rather than energy sources. According to this analysis, these operations could be profitable only when cheap, regulated oil was used to produce deregulated oil. The other net-energy story of 1974 was the study of Chapman and Mortimer asserting that a rapidly growing nuclear program would lead to an increased use of oil rather than to the desired substitution (see Net-Energy Analysis by Daniel T. Spreng, Oak Ridge Assoc. Univ. & Praeger, 1988).

As we know from physics, to accomplish a certain amount of work requires a minimum energy input. For example, lifting 15 kg of rock 5 meters out of the ground requires 735 joules of energy just to overcome gravity –and the higher the lift, the greater the minimum energy requirements. [[2]] Combustion engines that actually do work – so-called “heat engines” – also consume a great deal of energy. [[3]] The efficiency of heat engines is limited by thermodynamic principles discovered over 150 years ago by N. L. S. Carnot. [[4]] Thus, a typical auto, bulldozer, truck, or power plant wastes more than 50 percent of the energy contained in its fuel.

One seldom thinks about the energy that is utilized in systems that supply energy – such as oil-fired power plants. But energy is also utilized when exploring for fuel, building the machinery to mine the fuel, mining the fuel, building and operating the power plants, building power lines to transmit the energy, decommissioning the plants, and so on. The difference between the total energy input (i.e., the energy value of the sought after energy) minus all of the energy utilized to run an energy supply system equals the "net energy" (in other words, the net amount of energy actually available to society to do useful work).

We mine our minerals and fossil fuels from the Earth's crust. The deeper we dig, the greater the minimum energy requirements. Of course, the most concentrated and most accessible fuels and minerals are mined first; thereafter, more and more energy is required to mine and refine poorer and poorer quality resources. New technologies can, on a short-term basis, decrease energy costs, but neither technology nor “prices” can repeal the laws of thermodynamics:

** The hematite ore of the Mesabi Range in Minnesota contained 60 percent iron. But now it is depleted and society must use lower-quality taconite ore that has an iron content of about 25 percent. [[5]]

** The average energy content of a pound of coal dug in the US has dropped 14 percent since 1955. [[6]]

** In the 1950s, oil producers discovered about fifty barrels of oil for every barrel invested in drilling and pumping. Today, the figure is only about five for one. Sometime around 2005, that figure will become one for one. Under that latter scenario, even if the price of oil reaches $500 a barrel, it wouldn't be logical to look for new oil in the US because it would consume more energy than it would recover. [[7]]

Decreasing net energy sets up a positive feedback loop: since oil is used directly or indirectly in everything, as the energy costs of oil increase, the energy costs of everything else increase too – including other forms of energy. For example, oil provides about 50% of the fuel used in coal extraction. [[8]]

Oil
One of the most important characteristics of energy is its “quality”. Fuels come in varying qualities. For example, coal contains more energy per pound than wood, which makes coal more efficient to store and transport than wood. Oil has a higher energy content per unit weight and burns at a higher temperature than coal; it is easier to transport, and can be used in internal combustion engines. A diesel locomotive wastes only one-fifth the energy of a coal-powered steam engine to pull the same train. Oil’s many advantages provide 1.3 to 2.45 times more economic value per kilocalorie than coal. [[9]]

Oil is the highest quality energy we use, making up about 38 percent of the world energy supply. No other energy source equals oil’s intrinsic qualities of relative ease of extraction, transportability, versatility and cost. The qualities that enabled oil to take over from coal as the front-line energy source in the industrialized world in the middle of this century are as relevant today as they were then.

Unfortunately, forecasts about the abundance of oil are warped by inconsistent definitions of “reserves”. In truth, every year for the past two decades the industry has pumped more oil than it has discovered, and production will soon be unable to keep up with rising demand. Almost 50 years ago, the geologist M. King Hubbert developed a method for projecting future oil production. Hubbert found that when approximately one half the Estimated Ultimately Recoverable (EUR) oil had been produced in an oil basin, production “peaks” and then declines towards zero. He calculated that oil production in the lower-48 states would peak about 1970. His prediction has proved to be remarkably accurate. Both total and peak yields have risen slightly compared to Hubbert's original estimate, but the timing of the peak and the generally declining production trend are correct.

For the last 50 years, many geologists and oil companies have published estimates of the total amount of crude oil that will ultimately be recovered from the Earth over all time. Remarkably, these assessments of EUR oil have varied little over the past half century [10] and global oil production is now expected to peak around 2005. [[11]]

The End of the Consumer Economy
Although economists are trained to treat energy just like any other resource when it comes to “supply and demand”, it is manifestly not like any other resource. Net energy is the pre-condition for all other resources. The coming peak in global oil production signals the end of the consumer economy because nothing can replace conventional oil.

Economists frequently cite Canada's Athabasca oil sands as a handy replacement for conventional oil. [[12]] But oil sands and tar shale are very energy-intensive, environmentally destructive, and not all that large anyway. For example, back-of-the-envelope calculations show that the Athabasca oil sands could supply less than three years' worth of oil for the global economy. Three hundred billion barrels of oil (AEUB) gushing out of a pipe would only last 12 years at present World consumption of 70 million barrels a day. Oil sands would last just three years if we super-optimistically assume 25 percent net energy for the digging, etc. over the entire resource. “The mining operation involves stripping off the overburden; separating the bitumen with steam, hot water and caustic soda, and then diluting it with naphtha. After centrifuging, liquid bitumen at 80°C is produced, which is then upgraded in a coking process and subjected to other treatments, eventually yielding a light gravity, low sulphur, synthetic oil.” (The Coming Oil Crisis, p. 121, Campbell, 1997)

How about natural gas? Unlike oil, natural gas can not easily be shipped by sea. It must be liquefied prior to shipment, then shipped in specially designed refrigerated ships destined for specially equipped ports, and then regasified for distribution – at an estimated 15 to 30 percent energy loss. [[13]] Moreover, natural gas cannot be easily stored like oil or coal. Global natural gas production is expected to "peak" sometime between 2010 [[14]] and 2020. [[15]] Hopes of exploiting the ice-like methane hydrates from the ocean floor also appear doomed because the solid is unable to migrate and accumulate in commercial volumes. [[16]] Today’s euphoria over methane hydrates reminds me of that which surrounded oil shale and tar sands a couple of decades ago. With regard to coal, U.S. coal production rose to a record high of 1,118 million short tons in 1998. U.S. coal, however, is expected to become an energy "sink" – not worth digging out of the ground – by 2040. [[17]]

What about nuclear energy? The fraction of energy produced by conventional nuclear plants can not be significantly increased because of a shortage of fuel. [[18]] Moreover, all but one of the new "fast breeder" reactors have been abandoned because they are "too costly and of doubtful value". [[19]]

The expansion of solar energy systems is limited by the availability of land. Estimates are that about 20 percent of U.S. land area (about 450 million acres) would be required to support a solar energy system that would supply less than one-half (37 quads) of our current energy consumption (80 quads). [[20]]

Fuel Cells to the Rescue?
The automobile industry is planning to put fuel-cell-powered automobiles on the road by 2004. But the new cars won’t be on the road for long because these fuel cells use hydrogen via methanol that is made from fossil fuel. [[21]] Hydrogen is not a “source” of energy – it’s an energy “carrier” (like electricity). About 95 percent of the hydrogen used in the U.S. market is produced by a chemical process known as “steam methane reforming”. [[22]] A carbon-based feedstock (usually natural gas or coal) is combined with steam under high pressure and temperature to produce hydrogen at about a 35 percent energy loss. Methanol is usuallyproduced from natural gas or coal at a 32 to 44 percent net energy loss. [[23]] In the U.S., oil production "peaked" in 1970 and is declining towards zero. Scenarios for widespread use of hydrogen are therefore likely to include steam reforming of gasified coal or biomass. But the coal will be gone in 40 years and there just isn't enough land for biomass!

Money Is Not Energy
Energy companies are in business to make money – not energy. For example, economic subsidies allow ethanol companies to waste energy while making a profit. Specifically, about 71% more energy is used to produce a gallon of ethanol than the energy contained in a gallon of ethanol. [[24]] Obviously, alternative energy technologies that require energy subsidies are only viable as long as we don't need them!

From the standpoint of achieving society’s goal of a long-term solution to our energy problems, profit is simply the wrong objective for energy companies. Even without direct and indirect subsidies of $650 billion a year [[25]] it's conceivable that energy companies could make money – but lose energy – by burning one $10-barrel of oil today in order to pump one-half of a $50-barrel tomorrow. The price of oil is expected to rise sharply – and permanently – when global oil production peaks in less than ten years.

Economists Can't See It Coming
"Energy" is defined as the capacity of a physical system to do work. Over a hundred years ago, scientists pointed out that energy – not money – is the true source of the capitalist's wealth:

It is, in fact, the fate of all kinds of energy of position to be ultimately converted into energy of motion. The former may be compared to money in a bank, or capital, the latter to money which we are in the act of spending ... If we pursue the analogy a step further, we shall see that the great capitalist is respected because he has the disposal of a great quantity of energy; and that whether he be nobleman or sovereign, or a general in command, he is powerful only from having something which enables him to make use of the services of others. When a man of wealth pays a labouring man to work for him, he is in truth converting so much of his energy of position into actual energy...The world of mechanism is not a manufactory, in which energy is created, but rather a mart, into which we may bring energy of one kind and change or barter it for an equivalent of another kind, that suits us better - but if we come with nothing in hand, with nothing we will most assuredly return. [Balfour Stewart, 1883] [[26]]

But economists still do not study energy [[27]] – they study money and prices. Physics incorporated thermodynamics – moved from “production” to “circulation” – over 100 years ago. But modern economic texts, such as McConnell & Brue, 1999, and Samuelson & Nordhaus, 1998, still do not discuss thermodynamics or entropy! Money isn’t a measure of anything “real”, like joules or kilograms. Money is merely social power because it "empowers" people to buy and do the things they want – including buying and “doing” other people.

Economists frequently point to “prices” and make claims about the real world. This or that is “better off” they say, and go on their way. But the price of a thing does not reveal its quantity or its quality, particularly in the energy business. At best, the relationship between prices and natural resources is nonlinear. A good analogy for the oil market is the float in a carburetor: as the engine demands more gas, the float falls and allows more gas to flow in from the tank. But the float has no information concerning the amount of gas left in the tank until the fuel line is unable to keep up with demand. So it is with the market. As the demand for oil increases, the increase in price signals oil companies to pump more oil out of the ground – which lowers prices again. But the oil market has no information about the amount of oil left in the ground until production is unable to keep up with demand. In October 1980, Julian Simon challenged Paul Ehrlich and colleagues to a $1,000 bet that in ten years the price of any raw material they selected would fall (measured in constant 1980 dollars). In October 1991, Ehrlich paid up. The prices of the five minerals chosen (copper, chrome, nickel, tin and tungsten) had dropped substantially. [[28]] Obviously, though, prices did not reflect the fact that ten years’ worth of minerals had been taken out of the ground! One concludes that prices give no warning of approaching resource exhaustion.

How much is $10 worth of oil? It depends upon when and where you bought it. What's the net energy of $10 worth of oil? If oil costs $10 a barrel, how much is left in the ground? Who knows? Prices simply measure states of mind. This means that economists issue opinions on opinions. In short, economists are pollsters with an attitude. Based on the best information we have at hand today, sometime during the coming century the global economy will “run out of gas”, as fossil energy sources become sinks. One can argue about the exact date this will occur, but the end of fossil energy – and the dependent global economy – is inevitable.

Conclusion
Imagine having a motor scooter with a five-gallon tank, but the nearest gas station is six gallons away. You can not fill your tank with trips to the gas station because you burn more than you can bring back – it’s impossible for you to cover your overhead (the size of your bankroll and the price of the gas are irrelevant). You might as well put your scooter up on blocks because you are "out of gas" – forever. It's the same with the American economy: if we must spend more-than-one unit of energy to produce enough goods and services to buy one unit of energy, it will be impossible for us to cover our overhead. At that point, America’s economic machine is “out of gas” – forever.

I’ll conclude with an observation of Cosmologist Fred Hoyle who stated, “It has been often said that, if the human species fails to make a go of it here on Earth, some other species will take over the running. In the sense of developing intelligence this is not correct. We have, or soon will have, exhausted the necessary physical prerequisites so far as this planet is concerned. With coal gone, oil gone, high-grade metallic ore gone, no species however competent can make the long climb from primitive conditions to high-level technology. This is a one-shot affair. If we fail, this planetary system fails so far as intelligence is concerned. The same will be true of other planetary systems. On each of them there will be one chance, and one chance only.”


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Jay Hanson has been a member of his local utility’s Integrated Resource Planning advisory committee. He owns a computer business that designs and manufactures software and hardware and also runs the Internet Website: www.dieoff.org.

Jay Hanson
78-7230 Puupele Road
Kailua-Kona, HI 96740
Tel: 808/324-6645

[1] p. 23, THE LIMITS TO GROWTH, Meadows et al.; Universe, 1972. Anecdotes about the Club of Rome have become "urban legends". An urban legend is a good story that appears mysteriously and spreads spontaneously in varying forms, contains elements of humor or horror (the horror often "punishes" someone who flouts society's conventions), and is usually false. Even authors of peer-review scientific articles [ e.g., Cook and Sheath in NATURE & RESOURCES, 33(1): 29 (1997) ] have been seduced by these good stories. If one actually reads the material, & finds that none of the COR's so-called "predictions" have failed. 

[2] For a vertical lift: joules = meters X kg X 9.8

[3] Internal combustion, steam, or gas turbines are called heat engines because they convert fuel into heat, then into mechanical motion.

[4] A typical gasoline engine with a compression ratio of 8:1 cannot exceed a theoretical 45 percent efficiency, in practice might be about 35 percent; for a diesel with 20:1 it's 55 percent, 45 percent; for a turbine with 30:1 it's 60 percent, 50 percent.

[5] p. 11, BEYOND OIL, by John Gever et al., Univ. Pr. Colorado, 1991.

[6] p. 12, Gever.

[7] p. xlv, Gever.

[8] p. 314, GETTING DOWN TO EARTH, by Robert Costanza et al., Eds.; Island Press, 1996

[9] p. 87, Gever

[10] p. 7, OIL AS A FINITE RESOURCE, by James J. MacKenzie; WRI, 1996; Online version: http://www.wri.org/wri/climate/finitoil/eur-oil.html

[11] THE END OF CHEAP OIL, by Colin J. Campbell & Jean H. Laherrère; Scientific American, March 1998; http://dieoff.org/page140.htm

[12] MODELS OF DOOM, Editorial; The Economist, Dec 1997; http://www.economist.com/editorial/freeforall/20-12-97/xm0002.html

[13] Natural gas loss estimated by Walter Youngquist Ph.D. & Chair Emeritus, Dept. Geology, Univ. Oregon (personal correspondence).

[14] Franco Bernabé, chief executive of the Italian oil company ENI SpA cited in CHEAP OIL, by Howard Banks; Forbes Magazine, June 1998; http://www.forbes.com/forbes/98/0615/6112084a.htm

[15] p. 119, THE COMING OIL CRISIS, by Colin J. Campbell; Multi-Science Publishing Company & Petroconsultants, 1997.

[16] p. 120, Campbell, 1997 ; OCEANIC HYDRATES: an elusive resource, by J.H.Laherrere, August, 1999, 

[17] p. 67, Gever.

[18] p. 90, ENERGY FOR TOMORROW'S WORLD; by the WEC; St. Martin's Pr., 1993.

[19] JAPAN PUTS REACTOR PROGRAM ON THE BACK BURNER; Nando Times, Oct. 1, 1997; 

[20] FOOD, LAND, POPULATION AND THE U.S. ECONOMY, by David Pimentel & Mario Giampietro; CCN, 1994; 


[22] HYDROGEN, by Daniel Morgan & Fred Sissine; CNIE, 1995; http://www.cnie.org/nle/eng-4.html

[23] DEVELOPMENT PATTERNS FOR LNG SUPPLY AND DEMAND, by Arthur T. Andersen et al; EIA, 1997; http://www.eia.doe.gov/oiaf/issues97/lng.html (See ref. # 46)

[24] ENERGY AND DOLLAR COSTS OF ETHANOL PRODUCTION WITH CORN, by David Pimentel; Hubbert Center Newsletter # 98/2, 1998; http://hubbert.mines.edu/news/v98n2/mkh-new7.html

[25] Worldwide, subsidies worth at least $650 billion – the equivalent of 9 percent of government revenue – specifically support natural-resource-intensive industries and activities, including mining, oil drilling, energy use and driving. p. 35, THE NATURAL WEALTH OF NATIONS, by David Malin Roodman; Worldwatch & Norton, 1998.

[26] p. 132, MORE HEAT THAN LIGHT, Philip Mirowski; Cambridge, 1989.

[27] Physics incorporated thermodynamics – moved from "production" to "circulation" – over 100 years ago. But modern economic texts such as McConnell & Brue, 1999, and Samuelson & Nordhaus, 1998 still do not discuss thermodynamics or entropy!

[28] p. 330, ECONOMICS, Samuelson & Nordhaus; McGraw-Hill, 1998.

Ondas de rádio são prejudiciais, ponto! O nível de potência é irrelevante

Apenas um violino desafinado numa orquestra, ou uma voz desafinada num coro, arruinará uma bela harmonia ou um conjunto encantador. Não importa quão alto ou quão suavemente ele soe; se não parar, a performance chegará ao fim.

O mesmo acontece com as células do nosso corpo e com os pássaros, insetos, animais e plantas cuja música enche a Terra. Quando uma nota estridente é introduzida, não importa quão suavemente, os acordes tornam-se dissonantes, a melodia torna-se ruído, a vida degrada-se e desaparece.

Vida, informação e eletricidade
A coesão da vida não vem da química. Vem da Terra, do Sol e das estrelas.

K. H. Li escreveu, em seu prefácio ao livro Bioinformação Eletromagnética:

“É o aspecto informativo dos sistemas biológicos que caracteriza a visão essencial da vida. E isto é menos refletido pelas descobertas bioquímicas, mas sim por um nível além do domínio da reatividade química, nomeadamente o dos campos eletromagnéticos.” [1]

Nikolai Kositsky, Aljona Nizhelska e Grigory Ponezha revisaram 40 anos de pesquisa na Ucrânia e na Rússia e concluíram:

“Os efeitos biológicos [da radiação eletromagnética] não dependem da força da energia transportada para um ou outro sistema, mas da informação transportada para ele.” [2]

W. Grundler e F. Kaiser escreveram:

“As células vivas exibem um alto grau de processamento de informação e comunicação... Está claramente demonstrado que um campo externo muito fraco e de oscilação rápida está influenciando as reações biológicas das células... Temos que levar em conta um oscilador 'interno' (o própria célula ou partes da célula ou de seu ambiente) acoplando-se ao campo externo”. [3]

John Zimmerman e Vernon Rogers escreveram:

“A bioinformação eletromagnética depende da capacidade dos organismos de emitir, receber e interpretar padrões espaço-temporais de campos eletromagnéticos.” [4]

Herbert L. König, aluno de Winfried Schumann, escreveu:

“As forças eletromagnéticas em geral devem desempenhar um papel de importância ainda incalculável na transferência de informação entre ou para organismos vivos.” [5]

Ulrich Warnke escreveu:

“A forma comunicativa do contato das antenas em abelhas e formigas pode ser registrada por um oscilógrafo. Cada vez que ocorre um curto contato entre as antenas, um sinal é gerado no sistema eletrolítico do receptor na forma de um impulso.” [6]

Günther Becker mostrou que a taxa de construção de galerias por cupins era afetada pela existência de cupins num recipiente adjacente, mas não se a parede entre eles fosse protegida com um material condutor. “Esses resultados indicam que a comunicação entre grupos de cupins é baseada em campos elétricos ou eletromagnéticos produzidos pelos insetos”, escreveu ele. [7]

Bernhard Ruth escreveu que o crescimento das plantas e dos animais não pode ser explicado em termos de reações químicas porque “todas as reações químicas ocorrem igualmente em todas as direções” e o crescimento biológico é direcional. “As células existentes de um organismo têm que determinar quando e onde uma nova célula será gerada por mitose. Isto só pode ser alcançado por meio de uma transferência de informação que estimule a célula necessária a se dividir, e que não seja emitida em todas as direções de maneira homogênea.” [8]

Helmut A. Fischer escreveu:

“Há boas razões para acreditar que, além das formas de comunicação mecânica e química, existem mais formas de comunicação biofísicas... As descobertas feitas até agora confirmam que os processos bioquímicos numa célula, além dos efeitos térmicos, também provocam outros sinais eletromagnéticos." [9]

Igor Jerman escreveu:

“Oscilações eletromagnéticas coerentes nas células permitem processos intermoleculares ordenados e atrações altamente seletivas entre enzimas e substratos. Estas oscilações... representam um meio importante de conexão intercelular de longo alcance e, portanto, têm um papel importante na manutenção de uma ordem intercelular... As neoplasias decorrem do fato de que algumas das células dentro do organismo escapam do campo intercelular coerente e, portanto, da ordem intercelular.” [10]

Células vivas emitem sinais em todo o espectro eletromagnético
No seu estudo, “Emissão eletromagnética em comprimentos de onda de mícrons de nervos ativos”, Allan Fraser e Allan Frey mediram emissões infravermelhas de nervos com comprimentos de onda entre 2 e 20 mícrons, a uma intensidade de 6 μW/cm2. [11]

Bernhard Ruth detectou fótons de luz emitidos por plantas:

“A intensidade luminosa emitida pelas mudas de trigo, feijão, lentilha e milho variou entre 700 cps (contagens por segundo) e 250 cps... A distribuição espectral estendeu-se de 400 nm a 600 nm... As células de levedura apresentam uma radiação entre 150 e 380 nm.” [8]

Shou Sin-Sung escreveu que “o DNA é uma possível fonte de radiação”. [12]

AH Jafary-Asl e Cyril W. Smith detectaram sinais de radiofrequência de levedura a uma frequência de 8 MHz. [13]

Herbert A. Pohl detectou sinais em 7 e 33 kHz de uma espécie de algas. [14]

J. Kent Pollock e Douglas G. Pohl, em estudos de dieletroforese, detectaram emissões de RF de células de camundongos em frequências entre 4 e 9 MHz. Emissões semelhantes foram detectadas em células de bactérias, leveduras, vermes, galinhas, sapos, macacos e humanos. As emissões máximas ocorreram durante a divisão celular e nenhuma emissão de células mortas:

Funciona em frequências entre 4 e 9 MHz. Emissões semelhantes foram detectadas em células de bactérias, leveduras, vermes, galinhas, sapos, macacos e humanos. As emissões máximas ocorreram durante a divisão celular e nenhuma emissão de células mortas:

“As evidências dos experimentos m-DEP e dos experimentos de padrões intimamente relacionados indicam consistentemente que as células estão produzindo campos elétricos de radiofrequência.” [15]

Sergey Sit’ko e seus colegas mediram as emissões do corpo humano entre 37-78 GHz em 0,000000000000001 a 0,0000000000000001 μW/cm2Hz. [16]

É preciso pouco ou nenhum poder para interferir na vida
Alan Frey escreveu:

“Os campos eletromagnéticos não são uma substância estranha aos seres vivos como o chumbo ou o cianeto. Com substâncias estranhas, quanto maior a dose, maior o efeito – uma relação dose-resposta. Em vez disso, os seres vivos são sistemas eletroquímicos que usam CEM de frequência muito baixa em tudo, desde o enovelamento de proteínas, passando pela comunicação celular, até o funcionamento do sistema nervoso. Para modelar como os CEM afetam os seres vivos, podemos compará-los ao rádio que usamos para ouvir música.

“O sinal EMF que o rádio detecta e traduz em som de música é quase incomensuravelmente fraco. Ao mesmo tempo, existem, no total, fortes campos eletromagnéticos incidindo sobre o rádio. Não notamos os sinais EMF mais fortes porque eles não têm a frequência ou modulação apropriada. Assim, eles não atrapalham a música que ouvimos. Porém, se você impor ao rádio um EMF ou harmônico adequadamente sintonizado, mesmo que seja muito fraco, isso interferirá na música. Da mesma forma, se você impor um sinal EMF muito fraco a um ser vivo, ele terá a possibilidade de interferir no funcionamento normal se estiver devidamente sintonizado. Esse é o modelo que muitos dados biológicos e teorias nos dizem para usar, não um modelo toxicológico.” [17]

Gerard Hyland disse:

“O corpo humano é um instrumento eletroquímico de extrema sensibilidade.” [18] “Se um sinal pode operar um dispositivo mecânico, ele pode perturbar todas as células do corpo humano.” [19]

Igor Belyaev escreveu:

“Embora o conceito de taxa de dose/SAR seja adequado para a descrição de efeitos térmicos agudos, não é aplicável para exposições crônicas a N[on]T[hermal] M[icro]W[aves].” [20] e “A frequência de ressonância de 51,755 GHz da reação da célula aos MMWs não dependia da densidade de potência (PD) na faixa de 10(exp-19) a 3 × 10(exp-3) W/cm2.” [21]

Ross Adey, da Universidade Loma Linda, escreveu:

“Descobrimos algumas das chaves para compreender como as células do corpo 'sussurram' umas para as outras e, ao fazê-lo, descobrimos algumas das chaves para compreender como os campos eletromagnéticos, tão fracos que alguns cientistas os consideraram incapazes de efeitos biológicos, são detectados por tecidos vivos, e estudamos algumas das prováveis consequências para a saúde humana... Esses campos podem exercer efeitos mesmo em intensidades próximas de zero, ou seja, um limite inferior ou limiar pode não existir.” [22]

Neil Cherry apresentou “evidências conclusivas” de que “o nível seguro de exposição é zero” [23] e que os sinais de rádio “podem interferir nos corações, cérebros e células em intensidades extremamente baixas”. [24]

Roberto Becker escreveu:

“Não existe uma maneira eficaz de se proteger dos campos ambientais, exceto evitar áreas onde eles são predominantes” [25] e “Se a sensibilidade do sistema for a descrita atualmente, então a frequência se torna um parâmetro mais importante em qualquer experimento do que a intensidade do campo”. [26]

Em O Corpo Elétrico, ele escreveu:

“A pesquisa acumulada mostrou claramente que pequenas doses muitas vezes têm os mesmos efeitos que doses maiores... Na verdade, já houve um relato de alterações nas ondas cerebrais sugerindo ressonância de correntes elétricas neurais com ondas de rádio e microondas até um bilionésimo de microwatt. ... Devemos compreender que nenhuma quantidade de EMR artificial, por menor que seja, foi comprovadamente segura para exposição contínua. Bioefeitos foram encontrados nas doses mensuráveis mais baixas.” [27]